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terça-feira, 30 de novembro de 2010

COMO NEUTRALIZAR OS MEDOS


- O medo de falhar

O medo de falhar é considerado o maior obstáculo ao sucesso na nossa vida adulta.

Levado ao extremo, pode bloquear-nos por completo ao não nos deixar fazer nada de novo ou diferente com medo de falhar.

A experiência do medo de falhar, se a colocássemos por palavras, poderia ser ouvida como "Não sou capaz", "Não consigo", "Não vai dar certo".

Podemos até sentir todo este medo a começar na nossa barriga e subindo rapidamente para o nosso plexo solar.

Podemos ouvir o nosso coração a acelerar e a nossa respiração a tornar-se mais rápida e superficial.

Reconhece algum destes sintomas?

- O medo da rejeição

O segundo maior medo que não nos deixa avançar em direcção ao nosso sucesso, é o medo da rejeição.

Aprendemos desde pequenos através dos nossos pais, que temos o seu amor condicionado à forma como agimos como crianças.

Se fizéssemos o que lhes agradasse teríamos a correspondente recompensa em amor e carinho da parte deles.

Se não o fizéssemos, eles normalmente retirariam o seu amor, o que por nós era interpretado como rejeição.

- O síndroma do cachorrinho

Como adultos educados através do amor condicionado à recompensa do nosso bom comportamento, muita coisa pode correr mal.

Existe uma tendência para os homens que são educados desta maneira, mostrarem muitas vezes traços de hostilidade, suspeita e até mesmo obsessão com o seu próprio desempenho, que tem de ser sempre excepcional.

Isto é normalmente expresso na atitude de "Tenho obrigatoriamente de" e está associado com o sentimento de
"Tenho de trabalhar mais e melhor para conseguir agradar ao meu chefe", que normalmente toma a figura do Pai na cabeça dele.

- A Chave para uma performance de excelência

O antídoto para estes medos é muito simplesmente o desenvolvimento da coragem, carácter e auto-estima.

O oposto do medo é o amor, amor próprio e respeito por si.

Agindo com coragem numa situação de medo é simplesmente uma técnica que se desenvolve trabalhando a nossa auto-estima e o respeito por nós próprios.

Ao realizarmos este trabalho, elevamos a nossa auto-estima e respeito a um nível que faz com que os medos habituais deixam de ter poder sobre nós e deixam de afectar a nossa performance e as nossas decisões.

- Exercícios

Aqui estão duas coisas que podem fazer para aumentar a Vossa auto-estima e a Vossa confiança de forma a ultrapassarem os Vossos medos.

Primeiro, é necessário entender que conseguimos realizar tudo aquilo em que nos empenharmos.

Repitam para Vocês próprios sempre que sintam que estão a ir pelo caminho do medo:

"Eu consigo", "Eu sou capaz".

pensem continuamente em Vocês como pessoas importantes e de valor e lembrem-se que para conseguir ter sucesso é sempre necessário falhar de vez em quando.

AS FOBIAS - Medos extremos




Medos extremos

FOBIA é  actualmente o termo utilizado para nomear o medo extremo de um elemento determinado (animal ou meio de transporte, entre muitos outros exemplos possíveis), de um espaço aberto ou fechado (agorafobia ou claustrofobia, respectivamente) ou de uma situação social (convívio, ensino, palestras, etc.). Estes medos determinam o desenvolvimento de grande sofrimento, sendo percebidos como excedendo as capacidades pessoais de tranquilização e acção. Embora percebendo-se que aquele medo foge do que é comum, não se consegue evitá-lo, o que pode limitar em maior ou menor grau a actividade pessoal.

Sabemos que, ter medo assegura-nos protecção face ao possível perigo de lesão ou mesmo morte. É necessário à sobrevivência pois protege. Mas, claro, já sabemos, quem muito medo tem, pouco vai mais além… Fica limitado, muito aprisionado. E, quanto mais fugimos do medo, mais somos por ele controlados e mais presos a ele ficamos. Torna-se paralisante.

Os medos de que se fala podem ser muitos. Pode ser medo de não conseguir fazer. Medo de não ser capaz, de não encontrar capacidades. Medo de se deixar dominar, medo de não conseguir enfrentar. Medo de ser humilhado, medo de ser rejeitado. Medo de não agradar. Medo de desgostar alguém, de deprimir alguém. Medo de perder o controlo, de se descontrolar. Medo de ser magoado, medo de ser ferido. Enfim, medo de sofrer, medo de morrer.

Estes medos extremos fazem-nos parecer estúpidos. Perante eles, parecemos perder a capacidade de raciocinar. Ficamos centrados no medo que se tem, e aniquila-se a capacidade de avaliar a real capacidade de lidar com as situações e elementos temidos. A sequência é esta: medo ð evitamento ð medo reforçado. O que acontece porque a fobia ,(o medo extremo) liga-se à insegurança e gira à volta da percepção de ter ou não ter controlo. Quer controlo sobre o medo, quer controlo sobre o elemento assustador. Quando alguém tem medo, quanto mais foge daquilo que o assusta mais medo tem. Porque se assusta com o quanto se sente incapaz de lidar com aquilo de que tem medo.

Pois bem, melhor que fugir é enfrentar. Aquilo que é enfrentável e passível de ser vencido, claro. Por muito assustador que isto inicialmente possa parecer. Talvez enfrentar de fininho, como quem não quer a coisa. De soslaio, como quem observa de fora… Para isso, antes de enfrentar, à que identificar o que é que é temido, o que poderá ser uma aventura no campo da descoberta pessoal. Podemos até estar perante um medo mascarado, um medo que disfarçadamente simboliza uma outra angústia pessoal.

Por: Dora Bicho

Descrição dos MEDOS



Sacrofobia – medo ou aversão ao sagrado, aos objectos sagrados
Gefirofobia – medo de atravessar pontes
Claustrofobia – medo dos espaços fechados
Agorafobia – medo dos espaços abertos
Necrofobia – medo dos mortos
Hematofobia – medo do sangue
Pecatofobia – medo de cometer pecados
Clinofobia – medo das camas
Tricofobia – medo do cabelo
Verbofobia – medo das palavras
Vestiofobia – medo da roupa
Iatrofobia – medo dos médicos
Ginefobia – medo da mulher
Ombrofobia – medo da chuva
Talassofobia – medo do mar
Antofobia – medo das flores
Dendrofobia – medo das árvores
Optofobia – medo de abrir os olhos
Pedifobia – medo das crianças
Balistofobia – medo das balas
Tropofobia – medo de mudar de situação ou lugar
Agirofobia – medo das ruas ou de atrevessar uma rua
Cromofobia – medo de certas cores
Nictofobia – medo da noite
Ergofobia – medo do trabalho
Decidofobia – medo de tomar decisões
Antropofobia – medo das pessoas
Astrofobia – medo dos fenómenos meteorológicos
Pantofobia – medo de tudo
Fobofobia – medo dos próprios medos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

“O que é a auto-estima?”



 Esta é uma questão que muitos de nós pensamos que sabemos responder, no entanto o verdadeiro conceito sobre a auto-estima é desconhecido pela maioria de nós. É muito comum acreditar-se que ter auto-estima resulta da aceitação do corpo físico e/ou a vida que se tem. No entanto a Auto-Estima é muito mais profundo do que apenas uma mera boa relação com o físico ou com algo específico. A verdadeira Auto-Estima é a capacidade que a pessoa tem de confiar nos seus poderosos potenciais e acreditar que eles são o veiculo essencial para a sua realização e felicidade.
A Auto-estima é a nossa predisposição para as vivências existenciais e também o facto de estarmos abertos às experiências da vida, ter abertura para entender o seu sentido e saber encará-las com sabedoria. Mais específicamente a AUTO-ESTIMA é:
1. A confiança na nossa capacidade para acreditar que somos dotados de um pensamento inteligente capaz de compreender e enfrentar com sabedoria os desafios da vida.
2. A confiança e convicção de que ser feliz é um direito e apenas depende de nós a sabedoria de encarar os desafios como aprendizagens, com um trampolim para a consciência e não apenas como meros obstáculos enviados só para nos aborrecer (como muitos afirmam). A convicção e a confiança de sermos merecedores, dignos, e que temos todo o direito de expressar as nossas necessidades e desejos sem nos sentirmos culpados. Saber nunca desistir e desfrutar com intensidade os resultados de todos os esforços realizados nesta jornada da vida.

A verdadeira Auto-Estima resulta da consciência das aptidões pessoais inerentes a qualquer “Ser Humano” e da crença que uso dessas aptidões da forma correcta são a origem de todo o sucesso e felicidade.

1. A Auto-Eficiência – noção da eficiência pessoal, confiança nas aptidões mentais como uma fonte de gestão e resolução de conflitos, sejam eles internos (emocionais, existenciais, espirituais, filosóficos, culturais) ou externos (materiais, relacionais, profissionais).
2. Auto-Respeito – Ter a consciência dos verdadeiros valores internos e ter a consciência e a certeza que deles nasce uma atitude positiva perante a vida e a crença do merecimento à felicidade, ao conforto, à satisfação das necessidades, ao sentimento de alegria como um direito natural. Respeitar-se a si mesmo e dando assim aos outros o exemplo de como gostamos de ser tratados.
3. Auto-Valorização - consciência profunda da existência dos nossos imensos e variados recursos internos e confiar neles como fortes potenciais.
4. Auto-Responsabilização – resulta da consciência que adquirimos que a nossa vida é o que nós fazemos dela, independentemente dos factores externos que nos possam condicionar de alguma forma.
5. Auto-conhecimento –  processo de analise e auto-observação das nossas necessidades (internas e externas) e bloqueios emocionais é possível libertarmo-nos e permitirmo-nos a um livre fluir da nossa vida.
Se um individuo se sente inadequado para enfrentar os desafios da vida
6. Auto-observação – Ter atenção e entender os padrões de pensamentos, de sentimentos e atitudes da pessoa é um processo chave para o entendimento das crenças negativas, bloqueios e medos.
Um indivíduo com alta auto-estima é aquele que está consciente destas suas qualidades e as coloca com sabedoria ao serviço da sua realização seja ela emocional, profissional, relacional etc. A questão sobre “auto-estima, o que é?” é uma questão delicada, no entanto a sua resposta pode ser o segredo para uma vida equilibrada, feliz e cheia de realizações.

A auto-estima elevada



Apresentamos a seguir seis comportamentos chave que caracterizam a auto-estima elevada, o facto de cada pessoa melhorar a sua auto-confiança e estimular a sua motivação podem melhorar substancialmente a forma como se vê a si mesma e a sua forma de agir perante os outros. A auto estima elevada, trás um novo sentido à vida e consequentemente melhora o humor da pessoa de forma substancial. É possível que já seja do seu conhecimento e que  já ponha em prática algumas destas formas de estar e atitudes inerentes a quem tem uma auto-estima elevada, apesar de elas poderem já fazer parte naturalmente das suas interações com a vida e com as outras pessoas certifique-se se pode melhorar a sua actuação. Mas se ainda não aderiu a este tipo de comportamentos, talvez seja agora uma boa oportunidade de repensar a sua forma de estar, agir pensar e sentir que a limita.

Para elevar a auto-estima é essencial:

  1. Que desenvolva o auto-conhecimento,
  2. Cuidar do corpo e manter a forma física (gostar da imagem refletida no espelho), assim como cuidar da alimentação.
  3. Observar e identificar também as qualidades e não só os defeitos
  4. Usar as experiências passadas como uma fonte de sabedoria e não como uma derrota
  5. Mimar-se, dar-se o que gostaria que outros lhe dessem ou fizessem
  6. Estar mais atento, escutar e dar mais importância  à intuição aprender a confiar na vida (o que aumenta a autoconfiança)
  7. Manter diálogo interno, e responsabilizar-se pelas suas escolhas. Pergunte-se o que quer mesmo
  8. Acreditar que merece ser amado(a) e é um ser muito especial
  9. Fazer diariamente algo o deixe feliz e orgulhoso do ser maravilhoso que é e por se permitir relaxar. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.

Resultados da auto-estima elevada

  1. Gosto especial e à vontade para oferecer e receber elogios
  2. Facilidade em expressão o afecto pelos outro
  3. Melhora a comunicação e a forma de expressão
  4. Adquire maior flexibilidade e compreensão sobre os outros e sobre os acontecimentos
  5. Auto confiança-elevada
  6. amor-próprio aumenta
  7. Sentimentos como a ansiedade e insegurança diminuem substancialmente
  8. Alcança uma harmonia entre o que sente e o que dia
  9. Diminuição da necessidade de aprovação
  10. Satisfação pessoal
  11. Maior desempenho profissional
  12. Atrai relações saudáveis e harmoniosas
  13. Alcança paz interior

6 comportamentos para conquistar uma auto-estima elevada

  1. Cumprimentar os outros com um sorriso e olha-los directamente nos olhos. Um sorriso e o contacto visual directo transmite aos outros confiança, este é um comportamento que reflecte uma auto-estima elevada.
  2. Ao atender o telefone, faça-o de forma  agradável, seja no trabalho ou em casa, e ao fazer uma chamada, procure dar o seu nome antes de solicitar a pessoa que pretende. Apresentando o seu nome na sua apresentação, demonstra que é uma pessoa com auto-respeito, o que reflecte auto-estima.
  3. É importante mostrar sempre a apreciação real de um presente ou de um elogio. Não se deve desvalorizar nem minimizar ou contornar as expressões de afecto ou a honra que os outros nos dirigem. A capacidade de aceitar ou receber é uma marca universal de um indivíduo com auto-estima elevada.
  4. Não se gabar. É quase um paradoxo que a modéstia autêntica é realmente parte da capacidade de graça receber elogios. – As pessoas que se gabam das suas próprias façanhas, demanda especial ou atenção estão simplesmente a ter uma tentativa de se edificar aos olhos dos outros e isso é porque eles não percebem como de facto já são dignos de respeito. Este comportamento demonstra uma enorme falta de auto-estima e cria alguma repulsa aos que escutam quem se auto-vangloria.
  5. Não fazer dos problemas o cenário central de sua conversa. Fale positivamente sobre sua vida e do progresso que você está tentando fazer. Esteja ciente de qualquer pensamento negativo, e tomar conhecimento de quantas vezes você se queixa.Quando você ouvir a si mesmo criticar alguém – e isso inclui auto-crítica – encontrar uma maneira de ser útil, em vez de críticas.
  6. Responder a momentos difíceis e momentos deprimentes, aumentando o seu nível de actividade produtiva. Quando a auto-estima é desafiada, não se sentam ao redor e ser vítima de “paralisia por análise.”
  7. Optar por ver os erros e rejeições como oportunidades para aprender e uma forma de alcançar sabedoria, logo mais proximidade de uma auto-estima elevada.
Mesmo que até ao dia de hoje tenha tido um comportamento muito negativa sobre si mesmo, é sempre possível começar uma nova etapa e decidir agora que quer obter o que acredita que merece e decidir ter novos comportamentos de auto-valorizaçãoque espelhem uma auto estima elevada. É necessário termos consciência que todas as experiências negativas e dolorosas, podem inegavelmente, ser o inicio de uma estrutura interna e ser a base sólida sobre a qual podemos construir um futuro sucesso e realizações.

A Baixa Auto-Estima



A Baixa Auto-Estima  é uma característica das pessoas que se sentem inadequadas para enfrentar os desafios da vida, não acreditam nos seus potenciais e capacidade de dar resposta às questões da vida. Tem uma estrutura emocional pouco sólida que origina o pessimismo e a negatividade.

Falta de sentido de auto valorização e respeito-próprio.

Uma pessoa com baixa auto-estima é um ser sem senso básico de respeito por si mesmo, desvaloriza-se e não se sente merecedor de amor e respeito por parte dos outros. Um exemplo muito simples de uma falta de respeito por si mesmo, uma pessoa que fume é uma pessoa que faz mal a si mesma, que não hesita em prejudicar-se e causar danos irreversíveis ao seu próprio corpo, também uma pessoa que se permita conviver com pessoas que a desvalorizem e maltratem psicologicamente é uma pessoa que não se respeita e não tem qualquer senso de auto-valorização.

A falta de Auto-Estima resulta da ausência do Auto-Conhecimento

Uma pessoa com baixa Auto-Estima, é uma pessoa, também sem auto-conhecimento, não tem noção de si mesma, do que merece, sem consciência de onde estão as barreiras denunciam que se estão a deixar abusar pelos outros. Uma pessoa com auto estima sabe o que merece e quando alguém pisa o limite do razoável  manifesta-se e não dá qualquer oportunidade que abusem da confiança.

Desvalorização pessoal

Uma pessoa com baixa Auto-estima, desvaloriza o que sente e nas escolhas que faz no dia-a-dia mostra que não acredita ser feliz, ter um emprego melhor, ter um bom ordenado, etc. É muito comum ouvirmos dizer da boca de uma pessoa com baixa Auto-estima, “a mim bastava-me apenas ter o suficiente para os gastos”, há uma crença que quem tem dinheiro é má pessoa, como se o facto de merecerem ter um bom emprego, um bom ordenado as tornasse más pessoas, não tendo a consciência se tiverem muito dinheiro podem criar projectos de caridade e de ajuda ao próximo.

Desvalorizar as qualidades em prole das limitações

Uma pessoa de Baixa auto-estima valoriza os seus “defeitos” e desvaloriza as suas qualidades, e também não aceita bem os elogios e não se sente merecedora de presentes. É comum afirmarem que gostam mais de dar do que receber. Podem ter um grande medo de expor as suas ideias com receio do ridículo e da desaprovação.

Características das pessoas com baixa Auto-Estima

  • Ausência de credibilidade em si mesma.
  • Assume culpas por tudo o que lhe acontece, achando-se vitima do mundo e que todos estão contra si.
  • Tenta sempre justificar-se e encontrar um culpado para tudo.
  • Baixo rendimento, não acreditam que tem capacidade para conquistar uma boa vida e não agem para evoluir.
  • Não cria objectivos de realização emocional, pessoal e profissional.
  • Ignora as suas aptidões sociais adequadas para resolver situações de conflito (submissão ou agressividade excessiva)
  • Não tem iniciativa para actividades de realização pessoal e profissional, sempre com a desculpa da falta de tempo.
  • Medo de não serem aprovadas social e profissionalmente, não tem consciencia do seu valor.
  • Vê-se através dos olhos dos outros, quando lhe dizem “és boa pessoa” ficam felizes e quando a chamam de “incompetente, sente-se miserável. O facto de não ter a consciência do seu valor, acha que são o que os outros dizem sobre si.
  • Muitas vezes pessoas muito qualificadas e competentes não conseguem a realização pessoal e profissional  por não terem consciência do seu valor e não terem força interior para se apresentarem adequadamente e assim saber passar com objectividade as suas competências e habilidades.
  • Nos relacionamentos é muito comum a submissão ou então a manipulação como uma forma de manifestação da baixa auto-estima.

A Baixa Auto-estima resulta da falta de auto-conhecimento e é o nosso maior inimigo, a falta de conhecimento e consciência do nosso verdadeiro valor e potencial não nos permite alcançar as nossas realizações pessoais, profissionais, emocionais, etc.

Iridologia



Na medicina natural e alternativa, a iridologia é uma forma de diagnóstico realizada através da observação da íris, uma das estruturas mais complexas do corpo humano. Os historiadores apontam para a existência desta prática já na antiga China e Grécia, tendo sido divulgada e aperfeiçoada com mais afinco desde o século XVII.

Os iridologistas acreditam que, através da análise da íris, é possível fazer um check-up do nosso estado de saúde, descobrindo eventuais desequilíbrios. O corpo transmite à íris, através de sinais, marcas, alterações de cor e de padrões, um quadro clínico físico e/ou emocional da pessoa em questão. Uma técnica holística que permite “olhar para dentro do corpo” e verificar o funcionamento do organismo, descobrir quais as zonas mais fortes e quais aquelas que estão sobrecarregadas com toxinas. Porém, importa esclarecer que a análise iridológica não determina se uma pessoa sofre de determinada doença intestinal, por exemplo, mas alerta para a existência de alguma instabilidade ou inflação nesse órgão. Apresenta-se, acima de tudo, como um método de diagnóstico precoce e de prevenção, revelando a origem do mal-estar físico, psíquico ou emocional.

A consulta

Na consulta de iridologia, e para além das habituais perguntas – relativamente ao actual estado de saúde e queixas relevantes, profissão, ritmo de trabalho, dieta, funcionamento intestinal, qualidade do sono, rotina de exercício físico, ocupação de tempos livres, relacionamentos – o iridologista utiliza equipamentos tão diversos como lanternas, lentes de aumento, câmaras ou lâmpadas de fenda para efectuar um exame detalhado da íris. Através da observação de desenhos, raios, buracos, pontos ou mudanças de cores, o iridologista compara essas zonas da íris com gráficos que mostram a sua zona correspondente no corpo humano. Regra geral, as “tabelas ou mapas da íris” dividem esta em cerca de 90 zonas distintas. Diz-se, não raras vezes, que os “olhos são o espelho da alma” e, no caso da iridologia, não só se aplica (nomeadamente no diagnóstico de perturbações emocionais), como vai mais além, uma vez que as alterações reflectidas na íris são ainda um espelho das perturbações físicas de determinado órgão ou sistema.

O diagnóstico parte 1

A observação da íris, e consequente comparação com a sua tabela, indica o actual estado dessa zona do corpo. Por exemplo, pode apontar para uma “inflamação aguda” ou “inflamação crónica”, o que significa que o órgão correspondente necessita de ser vigiado ou mesmo tratado. Outros diagnósticos incluem os "anéis de contracção", "klumpenzellen", a identificação de deficiências nutricionais e/ou minerais, se o sangue está limpo ou intoxicado, se existe algum tipo de contaminação, qual a emoção ligada a esse mal-estar e o que necessita para ser eliminado… são, no fundo, um conjunto de sinais que, se não forem tratados atempadamente, podem desencadear vários tipos de doenças.  

O diagnóstico parte 2

Para além de uma detecção precoce de sintomas físicos, a iridologia vai mais longe: os especialistas desta terapia alternativa afirmam que a observação da íris permite ainda determinar os processos de aprendizagem da pessoa, a forma como se expressa, como se relaciona com aqueles que a rodeiam, os seus pontos de stress, se é introvertida ou extrovertida, que tipo de profissional é, se sofreu algum trauma e em que idade… o que permite um tratamento eficaz de distúrbios emocionais e psicológicos.

O resultado

O valor de um exame iridológico ronda os €50 e enquanto técnica não-invasiva e indolor (o paciente apenas terá de suportar a intensidade da luz dos diferentes equipamentos), é muitas vezes recomendado em conjunto com outros exames ou terapêuticas, sendo uma “segunda opinião” plausível, para acrescentar a consultas médicas e métodos diagnósticos convencionais. Uma consulta de iridologia é, assim, o primeiro passo para a prescrição de hábitos de vida saudáveis e tratamentos adequados, como a homeopatia, a acupunctura, a aromaterapia ou o aconselhamento psicológico, entre outros.

De onde vem a iridologia?

A história diz-nos que, milhares de anos antes de Cristo, já os chineses e os tibetanos relacionavam as alterações e as marcas dos olhos com as perturbações ou anomalias dos órgãos internos. Os filósofos da antiga Grécia, incluindo o pai da medicina moderna Hipócrates, atestaram esta sabedoria milenar em vários trabalhos escritos que foram encontrados, juntamente com outros, no famoso centro de estudos de medicina do século IX, a Escola de Salerno. No entanto, a primeira obra publicada com informação sobre a iridologia e os seus princípios surge em 1665, pela mão de Phillipus Meyeus que lhe atribuiu o título “Chiromatica Medica”. Um pouco mais tarde, em 1695, a iridologia tem direito a um livro inteiro, com a publicação de “Os olhos e os seus sinais”, de Cristian Haertls.
Porém, a palavra “Augendiagnostik”, que significa precisamente "diagnóstico do olho", surge apenas no século XIX, graças ao médico húngaro Ignatz von Péczely. Reza a história que em criança, Ignatz von Péczely terá tratado de uma coruja com uma pata partida, tendo descoberto, na mesma altura, um sinal ou uma espécie de linha na íris da coruja, que foi desaparecendo à medida que a sua pata se curava. Uma “coincidência” que o médico húngaro aplicou no seu quotidiano profissional e que o levou a elaborar o primeiro mapa iridológico.
Apesar de muito polémico na altura e alvo de duras críticas, houve muitos seguidores de Ignatz von Péczely: o alemão que descobriu e descreveu novos sinais iridológicos, levando-a fundar o Instituto Felke no século XX; Bernard Jensen, um quiroprata que difundiu a iridologia nos Estados Unidos, aperfeiçoou o mapa iridológica e deu aulas sobre esta e outras terapias naturais. Seguiram-se muitos outros estudiosos da iridologia, caso de P. Johannes Thiel e Eduard Lahn (germânicos), Adrian Vander (espanhol), Daniele Lo Rito (italiano), Celso Batello e Maria Aparecida dos Santos, (brasileiros), e Denny Johnson (norte-americano).
É a este último investigador que se deve o desenvolvimento de dois importantes métodos aplicados à iridologia – o “Rayid-ray” (“raio”) e o “id” (“subconsciente”) – que permitem a identificação de personalidades, tendências e relacionamentos de atracção e rejeição, através da simples observação da íris. O próprio Denny Johnson um dia escreveu:


“O olho é um farol de luz que flui e afecta profundamente cada uma das células do corpo, inundando-o com um chuveiro de vitalidade invisível. Quantas vezes já se viu forçado a virar a cabeça, só para encontrar alguém a olhar na sua direcção? A causa desta reacção é a percepção subconsciente da luz concentrada na sua direcção...”
Hoje, a iridologia é muito mais praticada na Europa – só a Alemanha e o Reino Unido têm mais de 20 mil iridologistas especializados – do que no continente americano.

A massagem de Tui-Ná

 

A massagem de Tui-Ná

A Tui Na é uma massagem verdadeiramente relaxante ! Praticada não só no Oriente como na Grécia Antiga, a Tui Na serviu para curar e aliviar inúmeros problemas, ao mesmo tempo que relaxava por completo o corpo. Atuando como uma vertente importante ao nível da saúde na China, a massagem Tui Na é muito mais do que uma comunicação instintiva entre o paciente e a pessoa que faz as massagens. Se inicialmente esta prática servia para auxiliar campos mais duvidosos da cura de problemas, ligada muitas vezes a falsos curandeiros, tempos depois a Tui Na foi explorada no âmbito da terapêutica atingindo, inclusive, estudos académicos.

Esta prática a ser ensinada em 1956, é hoje uma das áreas de tratamento do Centro de Terapias Chinesas. Os benefícios desta arte são amplos e comprovados: não apresenta qualquer efeito secundário, é eficaz no combate e prevenção de doenças, e há ainda quem considere que esta massagem é um meio para conseguir viver por mais tempo. Aliás, nesta massagem as mãos são o canal transmissor de energia, e é através delas que se cura o plano emocional e físico. Relaxa o corpo e a mente, e alivia a tensão diária do ser humano. Pessoas com problemas de circulação, hipertensão, insónias, ou dores de cabeça, podem sair da massagem com uma enorme sensação de bem estar e relaxe.

Problemas dos órgãos internos, excesso de peso, doenças nervosas, paralisias, entre tantos outros problemas, são mais alguns dos benefícios da Tui Na, sendo muito destas vantagens apenas alcançadas quando se verifica a combinação desta terapia com outros métodos de medicina. Os pacientes submetem-se a algumas sessões, variando o número destas consoante o problema da pessoa, tendo cada sessão cerca de 20 minutos. As mãos começam a descobrir cada recanto interno do corpo, e a partir daí encontram pequenos problemas que são os causadores pelas sensações negativas que o paciente tem vindo a sofrer.

As massagens Tui Na atuam no sistema nervoso, reprodutor, digestivo, circulatório, trazendo benefícios aos tecidos cutâneos, à circulação sanguínea, bem como a toda a estrutura óssea. Assim, toda a saúde emocional, mental, e física, do indivíduo acaba por sair privilegiada com esta massagem. Pelo fato deste género de massagens não atuar somente ao nível dos músculos, acaba por ser uma das vertentes mais exploradas e estudadas na China, à qual tantas pessoas recorrem. Na realidade, qualquer pessoa pode usufruir deste género de massagem, quer seja desportista, ou tenha que estar o dia inteiro sentada, com um computador à frente. Em qualquer um dos casos as dores nos músculos e relaxamento são facilmente eliminados com a Tui Na.

Mais do que um conjunto de técnicas manuais, a Tui Na tem por objetivo equilibrar o fluxo de energia do nosso organismo: dar largas ao seu fluir, caso esteja em quantidade reduzida, ‘eliminá-la’, se estiver em excesso, ou tonificá-la, caso esteja enfraquecida. E, é só a partir do equilíbrio da energia que se consegue atingir a saúde plena, em todas as suas vertentes. Estudos recentes comprovaram que esta terapia tem também efeitos muito positivos na recuperação das funções de tendões, ossos e ligamentos, na circulação dos líquidos orgânicos e do sangue.

Possíveis sinais e indícios de um futuro problema, que o seu corpo demonstra, mas que o paciente ainda não vê, podem ser facilmente detectados e eliminados com a massagem Tui Na. Desta forma, esta prática funciona não apenas como um método para aliviar problemas, assim como uma fórmula de prevenção de doenças futuras. A Tui Na acalma e tranquiliza o corpo e a mente, ajudando eficazmente as pessoas que sofrem de depressão ou de alguma forma de ansiedade. Em suma, a grande vantagem da massagem da Tui Na é encontrar o embrião do problema e partir para a respectiva cura! A energia, o bem estar e felicidade invadirão o seu corpo após uma massagem de Tui Na.
Ana Amante
fonte: www.mulherportuguesa.com

FITOTERAPIA




                                      FITOTERAPIA
É um método terapêutico que utiliza plantas medicinais no tratamento de indivíduos doentes, na manutenção e na preservação da saúde em indivíduos sãos. Sob vários aspectos se assemelha ao tratamento alopático, como: a  observação de presença de princípios ativos, ações farmacológicas definidas, doses preconizadas, efeitos adversos e até mesmo tóxicos descritos. A Fitoterapia se diferencia do tratamento alopático principalmente por tratar a pessoa doente e não propriamente a doença.
                  












A Fitoterapia aborda o indivíduo de forma holística, visando o equilíbrio em sua totalidade: corpo, alma e espírito, e não somente, a exclusão do sintoma. Proporciona não um mero alívio de sintomas, mas, através de um tratamento holístico, traz cura, saúde e qualidade de vida.
O tratamento é feito através de uma abordagem sistemática, interrogando todo o aparelho do doente, como: o sono, o apetite, dentre outros. Segue a prescrição e orientação quanto aos hábitos de vida saudáveis que necessitam, ou não, serem alterados.
 

Apesar de enfocar o doente, a fitoterapia não prescinde  de uma consulta médica tradicional, com interrogatório sintomático, exame físico e exames complementares, se necessário, para tratar o paciente com segurança.

O aspecto emocional tem grande valor na abordagem terapêutica fitoterápica, principalmente na Medicina Ayurveda, pois o paciente é visto com suas peculiaridades e por inteiro. Uma mesma enfermidade pode manifestar-se diferentemente nos indivíduos, pois cada um tem sua constituição física e emocional próprias.

Câncer de rim tem uma nova alternativa de tratamento, a crioterapia



O câncer de rim, terceiro tipo mais freqüente do aparelho genitourinário, já pode ser tratado de forma menos invasiva, menos dolorosa e sem a necessidade de se retirar totalmente os rins. Com o objetivo de preservar o órgão, proporcionar uma melhora rápida ao paciente e evitar que ele faça diálise para o resto da vida, já está sendo utilizada no Brasil a crioterapia, técnica de congelamento do tumor altamente eficiente na cura desse tipo de doença.

“Conseguimos destruir totalmente cerca de 90% dos tumores com até três centímetros”, explica o urologista do Hospital Albert Einstein de São Paulo, Dr. Oskar Kaufmann, cirurgião com grande experiência nesse tipo de procedimento. “Outro ponto positivo é a possibilidade de tratar múltiplos tumores em uma única cirurgia”, explica o médico que acaba de retornar dos Estados Unidos, onde apresentou um estudo sobre novas aplicações da cirurgia robótica em urologia durante o Congresso da Associação Americana de Urologia em São Francisco, Califórnia. Ele também recebeu o Prêmio Outstanding Paper Award of the Engineering and Urology Society and Society of Endourology por um de seus estudos sobre crioterapia realizado na Universidade da California.

Queima a frio do câncer de rim

Crioterapia, uma alternativa para o tratamento do câncer de rim O procedimento da crioterapia é bem simples e leva cerca de duas horas dependendo da técnica utilizada. Por meio de três ou quatro incisões pequenas no abdômen, o cirurgião isola o tumor renal, guiado por videolaparoscopia. Depois de afastar os órgãos próximos, como fígado e baço, ele introduz agulhas muito finas diretamente no tumor e numa pequena margem do rim normal. O argônio sob pressão passa pelo interior das agulhas a uma temperatura de até -125º C, congelando o tecido ao redor.
Temperaturas abaixo de 20º C são suficientes para promover a morte celular. Portanto, são realizados durante a cirurgia dois ciclos de congelamento para garantir que a temperatura seja adequada ao final do processo. “O resultado é a destruição total das células cancerígenas do local, que ficam mortas e completamente inativas”, conclui o médico.
"Minimamente invasiva, essa técnica favorece e muito a recuperação do paciente, além de preservar o rim e evitar que ele precise fazer diálise para o resto da vida”, comenta Dr. Kaufmann. O período de internação é de no máximo 24 horas e o paciente tem poucas chances de complicações pós-operatórias, além de uma recuperação muito mais rápida com retorno às atividades cotidianas em ate uma semana.

Fatores de risco e sintomas do câncer de rim

Estudos indicam que a incidência mundial do câncer de rim aumentou 43% nas últimas três décadas e atualmente equivale a 3% dos carcinomas em adultos. Os tumores do parênquima renal correspondem a 2-3% de todas as neoplasias malignas e tem uma incidência de 30 mil casos novos/ano e 12 mil mortes/ano nos Estados Unidos. No Brasil estima-se uma incidência de 7-10 casos/100 mil habitantes/ano. Esse tipo de câncer é duas vezes mais freqüente nos homens do que nas mulheres e ocorre principalmente entre 50 e 70 anos de idade.
Segundo o urologista, os fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento de um tumor renal são o tabagismo, obesidade, hipertensão, histórico familiar de câncer de rim e uso prolongado de medicamentos diuréticos.
Entre os principais sintomas do tumor de rim estão dor na região lombar, emagrecimento, sangue na urina e massa abdominal palpável. “Normalmente, o paciente descobre a doença ao fazer exames de rotina como a ultrassonografia do abdômen ou tomografia computadorizada que podem indicar o problema precocemente”. Nesses casos, as chances de cura são superiores a 90%, já que os tumores são menores.

domingo, 28 de novembro de 2010

O relaxamento

 




O relaxamento é uma técnica física que auxilia nos estados de estresse, tensão muscular, ou ainda como meio revigorante que atua beneficamente sobre sua saúde física, mental e emocional.
O ambiente
Para fazer relaxamento, o ideal é estar num ambiente confortável, aquecido, à meia luz e silencioso.
Deite-se em uma cama, sofá, ou mesmo sobre o tapete. Use um travesseiro não muito alto sob a cabeça.

Técnicas
Respiração - Coloque as mão sobre as costelas e concentre-se nos seus movimentos de inspiração e expiração. Mantenha uma respiração rítmica e suave. Relaxe os ombros, solte os quadris, braços, pernas e a musculatura do rosto: solte os músculos da testa, as pálpebras, as mandíbulas e sinta a língua solta dentro da boca.
Você deve fazer esse tipo de relaxamento quando não tiver tempo suficiente ou se estiver em um ambiente impróprio para fazer o Relaxamento Muscular Progressivo.


Relaxamento muscular progressivo - Nesta técnica desenvolvida por um médico norte americano chamado Jacobson, é utilizada a contração muscular seguida de relaxamento, de diversos grupos musculares, iniciando nos membros, depois o tronco e a cabeça. Você precisa ter no mínimo vinte minutos para fazer esse tipo de relaxamento.
Deite-se de costas com os braços e pernas soltos e olhos fechados, respire normalmente.
1- dobre seus pés em direção ao seu corpo. Sinta a tensão, mantenha por alguns segundos e relaxe.
2 - estique seus pés, sinta a tensão nos músculos da barriga da perna, mantenha por alguns segundos e relaxe.
3 - Aperte o calcanhar contra o apoio, sinta os músculos da perna contraidos, mantenha e relaxe.
4 - Contraia os  músculos das nádegas, mantenha por alguns segundos e relaxe.
5 - Expandir o abdômen abaulando a barriga. Mantenha e relaxe. Não prenda a respiração, respire normalmente.
6 - Contraia os músculos das costas como se quisesse se desprender do apoio. Mantenha e relaxe.
7 - Eleve os ombros na direção das orelhas, sinta a tensão e relaxe.
8 - Levante os braços estendidos em direção ao teto, mantenha e relaxe vagarosamente.
9 - Feche os olhos apertando-os, mantenha e relaxe.
10 - Franza as sobrancelhas, sinta as tensão dos músculos da testa e relaxe.
11 - Aperte os lábios, mantenha e relaxe. Os dentes devem estar separados e os lábios soltos.
12 - Olhe para o teto, para baixo, para os lados e relaxe.

Término do relaxamento:
Você deve sentir o seu corpo totalmente relaxado a respiração leve e a mente livre de pensamentos estressantes.
Fique deitado durante alguns minutos apreciando seu estado de relaxamento.
Faça uma contagem regressiva a partir do cinco e levante-se vagarosamente.

O Picking ou Conduta Auto-Lesiva ou Escoriação Neurótica



O Picking ou Conduta Auto-Lesiva ou Escoriação Neurótica é caracterizado por uma repetição crônica de:
  • Tocar
  • Coçar
  • Cutucar
  • Arranhar
  • Furar
  • Escoriar
determinadas regiões da pele, de modo tão intensivo ou repetitivo que acaba provocando o aparecimento de feridas cicatrizes, descolorações na pele.
O paciente pode passar horas no banheiro, por exemplo examinando a pele, procurando pequenas imperfeições, bolinhas, pedacinhos de pele, pelos e arrancando, coçando, cutucando, furando.
A maioria dos casos de Picking é um transtorno isolado sem outros problemas psiquiátricas, mas ele pode ser um sintoma de outras doenças, como por exemplo:
  • Doenças de pele
  • Doenças auto-imunes
  • Transtorno Dismórfico Corporal ou Dismorfia Corporal ou Transtorno Somatoforme Corporal
  • Transstorno obsessivo-compulsivo
  • Sintomas de abstinência de drogas opióides Autismo
  • Psicose, como a esquizófrenia
  • Comportamentos auto-mutilantes ou auto-agressivos que existem, por exemplo, no Transtorno da personalidade-Bordelain
  • Tricotilonamia (mania de arrancar cabelos)
Quando o Picking faz parte de uma dessas doenças, o tratamento delas está em primeiro plano.

Geralmente começa com uma ferida na pele, que a pessoa coça, aí coça de novo, acaba não deixando cicatrizar. 
Com o tempo começa a ter uma sensação localizada de coceira ou de necessidade de se cutucar. Aos poucos começa a sentir que em determinadas situações mais ansiosas ou estressadas da vida essas coceiras ou escoriações passam a ser uma válvula de escape para as tensões. O Picking costuma se manifestar quando a pessoa está ansiosa, quando está se sentindo com monotonia e para muitas pessoas traz uma sensação de prazer. Justamente isso faz com que ele nunca passe e acabe produzindo lesões visíveis de pele.
É comum pessoas portadoras de Picking ou Conduta Auto-Lesiva ou Escoriação Neurótica usarem roupas fechadas e mangas compridas mesmo no calor.

Tratamento
Quando o Picking é um sintoma de outra doença, esta doença deve ser tratada de modo apropriado e ele deve passar. Quando o Picking é um sintoma isolado, um conjunto de tratamentos pode ajudar:
  • Terapia Cognitivo - Comportamental (TCC), que é uma forma de Psicoterapia bem diferente da psicanálise.
  • Medicação: não se sabe muito bem como ela ajuda, mas o fato é que ajuda. Em geral se usa neurolépticos e/ou antidepressivos.
  • O uso de luvas finas (tipo luvas de golfe) ou de esparadrapo (Micropor) nas pontas dos dedos também pode ajudar. Quando a pessoa consegue se cutucar, ela está perpetuando o Picking, quando ela não consegue (porque as pontas dos dedos estão cobertas), ela começa a se descondicionar desse comportamento.

Borderline



Borderline 

é um transtorno de personalidade que traz sérias conseqüências para a pessoa, seus familiares e seus amigos próximos. O termo "fronteiriço" se refere ao limite entre um estado normal e um quase psicótico, assim como às instabilidades de humor.
Não é muito freqüente. Nos USA se considera 2% da população, (mas cuidado, geralmente as estatísticas lá são exageradas). Muito mais freqüente em mulheres do que em homens (por isso a página é escrita no feminino).
1) Sintomas (claro que nem todas as Borderline tem todos estes sintomas):
  • Medo de abandono: uma necessidade constante, agoniante de nunca se sentirem sozinhas, rejeitadas e sem apoio.
  • Dificuldade de administrar emoções
  • Impulsividade.
  • Instabilidade de humor. As oscilações de humor duram semanas ou meses, mas as Borderline têm oscilações de minutos, horas, dias. Essas oscilações de humor incluem depressões, ataques de ansiedade, irritabilidade, ciúme patológico, hetero- e auto-agressividade. Uma paciente marca a consulta informando que está super deprimida, querendo morrer. No dia seguinte chega à consulta bem humorada, bem vestida, maquiada, vaidosa.
  • Comportamento auto-destrutivo (se machucar, se cortar, se queimar). As portadoras de Borderline dizem que se machucam para satisfazer uma necessidade irresistível de sentir dor. Ou porque a dor no corpo "é melhor que a dor na alma".
  • Tentativas de suicídio, mais freqüentemente as de impulso do que as planejadas.
  • Mudanças de planos profissionais, de círculos de amizade.
  • Problemas de auto-estima. Borderlines se sentem desvalorizadas, incompreendidas, vazias. Não tem uma visão muito objetiva de si mesmos.
  • Muito impulsivas: idealizam pessoas recém conhecidas, se apaixonam e desapaixonam de maneira fulminante.
  • Desenvolvem admiração e desencanto por alguém muito rapidamente. Criam situações idealizadas sem que o parceiro objeto do afeto muitas vezes nem tenha idéia de que o relacionamento era tão profundo assim...
  • Alta sensibilidade a qualquer sensação de rejeição. Pequenas rejeições provocam grandes tempestades emocionais. Uma pequena viagem de negócios do namorado ou marido pode desencadear uma tempestade emocional completamente desproporcional (acusações de rejeição, de abandono, de não se preocupar com as necessidades dela, de egoísmo, traição, etc.).
  • A mistura de idealização por alguém e a extrema sensibilidade às pequenas rejeições que fazem parte de qualquer relacionamento são a receita ideal para relacionamentos conturbados e instáveis, para rompimentos e estabelecimento imediato de novos relacionamentos com as mesmas idealizações.
  • Menos freqüente: episódios psicóticos (se sentirem observadas, perseguidas, assediadas, comentadas).
2) Risco aumentado para:
  • Compras Compulsivas.
  • Sexo de risco.
  • Comer Compulsivo, Bulimia, Anorexia.
  • Depressão.
  • Distúrbios de Ansiedade.
  • Abuso de substâncias.
  • Transtorno Afetivo Bipolar.
  • Outros Transtornos de Personalidade.
  • Violência (não só sexual), abusos e abandono, por causa da impulsividade e da falta de crítica para escolher novos parceiros.
3) A causa provável é uma combinação de:
  • Vivências traumáticas (reais ou imaginadas) na infância, por exemplo abuso psicológico, sexual, negligência, terror psicológico ou físico, separação dos pais, orfandade.
  • Vulnerabilidade individual.
  • Stress ambiental que desencadeia o aparecimento do comportamento Borderline.
Cuidado com conclusões precipitadas do tipo "você foi abusada" ou "você foi aterrorizada".
4) Evolução:
  • Geralmente começa a se manifestar no final da adolescência e início da vida adulta.
  • Com o passar dos anos existe uma diminuição do número de internações hospitalares e de tentativas de suicídio.
  • Parece piada de mau gosto, mas é uma realidade estatística: a cada tentativa de suicídio que a Borderline sobrevive, diminui a chance de uma nova tentativa.
5) Fatores de bom prognóstico:
  • Bons relacionamentos familiares, sociais, afetivos, profissionais.
  • Participação em atividades comunitárias: igrejas, clubes, associações culturais, artísticas, etc.
  • Baixa ou ausente freqüência de auto-agressão.
  • Baixa ou ausente freqüência de tentativas de suicídio.
  • Ser casada.
  • Ter filhos.
  • Não ser promíscua.
6) Tratamento.
A integração de tratamentos medicamentosos mais psicoterápico trouxe grandes progressos no tratamento do Transtorno Borderline.
  • Medicação:
O tratamento medicamentoso inclui Estabilizadores de Humor (mesmo que não se trate de DAB) pois eles ajudam a conter a impulsividade e as oscilações de humor.
Antidepressivos e Tranqüilizantes não tem a mesma eficácia que teriam em casos de depressões ou ansiedades "puras" mas certamente tem sua utilidade em Borderline.
Embora a medicação seja muito importante, ela é ator coadjuvante. O ator principal no tratamento é a Psicoterapia.
  • Psicoterapia:
Não é uma terapia fácil. O que acontece "na vida real" acontece dentro do consultório: instabilidade, alternância de amor e ódio, idealização e desapontamento com o terapeuta, sedução, impulsividade, etc.
Isso quer dizer o seguinte: o tratamento exige paciência, persistência, disciplina e muito boa vontade.
Pacientes gratos hoje podem se mostrar ingratos amanhã.
Terapeutas que hoje são vistos como atenciosos e dedicados podem ser criticados e vistos como monstros amanhã.

Déficit de Atenção/Hiperatividade



O que é Déficit de Atenção/Hiperatividade

Trata-se de uma alteração do comportamento que impossibilita o indivíduo de permanecer quieto por um período de tempo necessário para executar determinadas atividades comuns diárias. Por conta do seu comportamento essas crianças e adolescentes são evitados e considerados inconvenientes.

Estima-se que 10% das crianças na idade pré escolar e 4-5% na idade escolar apresentam Hiperatividade:

- Não ficam paradas na sala de aulas
- Falam muito com os colegas
- Interrompem de maneira imprópria a professora
- Iniciativas descontroladas
- Tumultuam a classe com brincadeiras fora de hora
- Apresentam desempenho abaixo do esperado.

A maioria dos pacientes hiperativos apresentam um desenvolvimento normal e a maioria apresenta o nível de inteligência normal ou acima do normal.

O tratamento da Hiperatividade se faz com o uso de medicamentos estimulantes do sistema nervoso e associa-se a terapia psicológica.

Logo que se percebe o quadro deve-se procurar um especialista para orientação adequada e quanto mais precoce o tratamento for iniciado melhores serão os resultados, pois o comprometimento emocional será menos acentuado.

Síndrome das Perna Inquietas ou Síndrome das Pernas Intranqüilas



Síndrome das Perna Inquietas ou Síndrome das Pernas Intranqüilas
Sintomas:
  • Necessidade de mover as pernas, com sensações desconfortáveis de queimação, dormência, formigamento, coceira, cãibras, dores, repuxamentos.
  • Alívio parcial ou total do desconforto ao andar, movimentar ou alongar as pernas.
  • Início ou piora dos sintomas quando em repouso ou inatividade (sentada ou deitada).
  • Início ou piora no final do dia ou à noite.
  • Cansaço e sonolência durante o dia (o sono não é reparador).
Causas mais freqüentes:
  • Stress, ansiedade, preocupações
  • Gravidez
  • Obesidade
  • Anemia
  • Insuficiência renal
  • Aumento de Uréia
  • Doença de Parkinson
  • Neuropatia periférica
  • Mais parentes com a mesma síndrome
  • Alguns Antidepressivos, principalmente os Inibidores de recaptação de Serotonina (Anafranil, Aropax, Cebrilin, Pondera, Paxan,  Cipramil, Prometax, Lexapro, Daforin, Eufor, Luvox, Prozac, Tolrest, Verotina, Zoloft, etc.) e o Efexor ou Venlift (Venlafaxina)
  • Neurolépticos
  • Outros Distúrbios do Sono (por exemplo Apnéia do Sono, Distúrbios do Sono REM, Narcolepsia)
 Tratamento:
  • Eliminar as causas, quando possível.
  • Trocar o medicamento que está provocando as Pernas Inquietas.
  • Medicação específica.
  • A melhora costuma vir muito rápido, coisa de poucos dias. É um problema de tratamento bastante fácil na maioria das vezes.

Tricotilomania



Tricotilomania é um distúrbio caracterizado por arrancar cabelos sem fins estéticos.
Algumas pessoas, especialmente crianças, também podem arrancar pêlos de outras pessoas ou de animais de estimação.
É comum a pessoa passarem os cabelos arrancados nos lábios, morderem a raiz, etc. Isto não faz sentido, elas sabem disso, mas todos os rituais da Tricotilomania não fazem sentido mesmo.
As portadoras de Tricotilomania também podem apresentar comportamentos como cutucar a pele ou roer as unhas.
A Tricotilomania pode ser transitória, episódica ou contínua e sua intensidade pode variar. A pessoa pode passar semanas ou meses sem apresentar este comportamento e, de repente, recomeçar.
Existem diversos graus, desde pequenas falhas nos cabelos ou áreas de Alopécia até calvície total.
Na maioria das vezes começa na infância ou adolescência.
Algumas crianças começam a arrancar em idade pré-escolar, o que costuma ser benigno e por tempo limitado.
Os cabelos são arrancados devido à:
  • Impossibilidade de resistir ao impulso.
  • Sensação de tensão, ansiedade antes de começar a arrancá-los. 
  • Sensação de alívio da ansiedade, após arrancar os fios de cabelo.
Conseqüências:
  • Vergonha pelo comportamento e aparência.
  • Podem esconder o problema de sua família e amigos.
  • Podem evitar atividades sociais, praia, piscina, etc., para que seu problema não seja percebido.
  • Apliques, perucas.
  • Repercussões graves na auto-estima, na carreira e da vida social.
  • A ingestão de cabelos pode levar ao desenvolvimento de "bolos" de cabelos no estômago ou intestinos, o que é raro, mas perigoso.
  • Dores nas costas, pescoço pela posição forçada e repetitiva.
  • Feridas e cicatrizes no couro cabeludo
Causas:
  • Desconhecida. Seus familiares podem ter maior incidência de Tricotilomania, Distúrbio Obsessivo Compulsivo, Síndrome de Tourette, Síndrome do Pânico e Depressão.
  • Provavelmente existe uma combinação de fatores genéticos que provocam uma disfunção de Neurotransmissores associada a problemas emocionais que desencadeiam os sintomas.
  • Para os pais: não se culpem, pois esse problema não foi causado por falhas de educação, OK ?
  • Meninas, não se achem neuróticas nem loucas. Vocês sofrem de Tricotilomania que é uma doença como outra qualquer, só que mais esquisita e difícil de tratar.
Situações onde a Tricotilomania é mais freqüente:
  • Emoções desagradáveis (ansiedade, tensão, raiva e tristeza).
  • Atividades sedentárias e contemplativas, durante as quais as mãos estão livres e a mente está ocupada.
  • Leitura, telefonemas, trânsito, TV.
  • Mais freqüente à tardinha ou tarde da noite quando estão sozinhas, cansadas ou tentando adormecer.
  • Algumas arrancam conscientemente, outras distraidamente.
  • Podem tentar obter simetria no crescimento de cabelos, para mudar ou igualar a linha do cabelo ou para arredondar uma área careca, por exemplo.
  • Muitas arrancam só os curtinhos que estão nascendo, ou só os mais longos, só os fios de determinada textura ou cor, como os mais grossos ou os brancos.
O papel do Stress:
Embora algumas pessoas relatem acontecimentos estressantes precedendo o primeiro episódio, é muita simplificação achar que Tricotilomania é apenas uma reação ao stress.
É comum que piore em situações de stress (provas, prazos), portanto é recomendável aprender a lidar com situações de stress da melhor forma possível, mas isso não garante que a Tricotilomania não se manifeste.
Como lidar:
  • A maioria tentou parar de arrancar, com graus variados de sucesso, mas a maioria volta a arrancar.
  • Culpar uma pessoa por arrancar cabelo é o mesmo que culpar um asmático por não conseguir respirar.
  • Crítica, raiva e acusações não vão diminuir o problema e vão aumentar a vergonha, a Depressão, a ansiedade e a baixa auto-estima.
Tratamento: o ideal é a seguinte combinação:
  • Resistir ao impulso. Quanto mais você resistir melhor, por mais ansiosa que fique. Sem essa resistência nenhum tratamento dá certo.
  • Medicação.
  • Uma Psicoterapia chamada Cognitivo-comportamental (TCC).

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