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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Serotonina, saiba o que é e aprenda a controlar seu lado emocional.





Você é daquelas pessoas que sentem muita instabilidade no humor? Ou às vezes se sente desanimado, depressivo, ou até mesmo irritado ou agressivo? Talvez você não saiba, mas muitas vezes essas reações emocionais podem estar ligadas aos níveis baixos de neurotransmissores, como a serotonina.
O que é

A serotonina é um neurotransmissor liberado na sinapse e na circulação sanguínea, um processo que ocorre naturalmente no nosso corpo. Portanto não é encontrado nos alimentos, embora estes tenham um papel fundamental para que o corpo possa produzi-lo, especialmente um aminoácido chamado triptofano.

Mas para que o triptofano seja bem aproveitado pelo organismo na sinapse da serotonina, outros nutrientes são importantes como proteínas, minerais, ácidos graxos, vitaminas do complexo B e tirosina. Uma alimentação descontrolada, pode reduzir os níveis de serotonina e isso poderá afetar o humor, o apetite, o sono e até a sexualidade.

Além disso pode desencadear problemas emocionais como raiva, depressão e insônia, problemas que podem comprometer a forma que enfrentamos os desafios da vida. Para evitar isso, que tal colocar alimentos em sua dieta para garantir uma vida mais feliz e saudável e assim impulsionar o seu humor e reduzir sintomas de depressão, estresse e irritabilidade?
Alimentos que controlam as emoções
Triptofano: Leite e derivados, peru, soja e derivados, amendoim, amêndoas, ovos, carne, nozes, feijão, peixe.
Vitaminas do Complexo B: Arroz integral, frango, milho, levedura de ovos, folhas verdes, legumes, carne, nozes, ervilhas, sementes de girassol, banana, manga e aveia.
Minerais: Cálcio: Amêndoas, levedura de cerveja, folhas verdes, vegetais crucíferos, peixes com ossos, sementes de gergelim, tofu.
Magnésio: Vegetais de folhas verdes, arroz integral, gergelim, camarão, salmão.
Ácidos graxos essenciais: Ômega 3 do (óleos de peixes encontrados em cavala, salmão, sardinha, atum, óleo de noz, óleo de linhaça) e ômega 6: óleo de canola, frango, ovos, linho, óleo de semente de uva, óleo de cártamo, óleo de girassol, peru, trigo germe de óleo.
Ácido Fólico: Fígado de frango, lentilhas, feijão, feijão preto, grão de bico, laranjas, melão, morango, folhas verdes, brócolis, espinafre e aspargos
Serotonina e a balança

A serotonina é responsável por um verdadeiro equilíbrio do nosso corpo, ele pode afetar coisas inimagináveis como o apetite por exemplo. Afinal, o estresse e a ansiedade podem fazer que involuntariamente que o apetite e a gula aumente, comprometendo nosso peso.

Outra questão importante é que estudos revelaram que 90% de Serotonina é sintetizada no intestino. Não é a toa que dizem que “O intestino é nosso segundo cérebro” e portanto devemos estar mais atentos à qualidade nutricional das nossas refeições, para fornecer ao nosso cérebro, todos os nutrientes que ele precisa.

Comidas com alto índice glicêmico como massas, pães e batatas aumentam a serotonina instantaneamente, porém causa uma grande queda nos níveis de insulina e nos níveis de açúcar no sangue. Para algumas pessoas, o resultado pode ser uma verdadeira montanha russa de altos e baixos em relação ao humor.
A chave para ser feliz

Já deu para saber como a serotonina tem grande influência no nosso bem estar físico e mental. Manter o equilíbrio é a chave para ter qualidade de vida e felicidade. Além disso, a serotonina por ser uma reação química do nosso organismo, podemos obtê-la de outras formas, como atividade física ou coisas que nos traz bem estar como sexo, dançar, uma música que gostamos, estar em companhia de amigos.



Fonte:  http://www.dietaebeleza.com/

quinta-feira, 22 de março de 2012

A sombra em cada Um de Nós - veja e reflicta na sua vida



sexta-feira, 16 de março de 2012

A dissolução dos problemas e os três cérebros

A dissolução dos problemas mediante a Filosofia da Momentaneidade e o manejo dos Três Cérebros.


É necessário aprender a não forjar problemas na vida. Melhor, é preferível sair a campo, levar uma vida que está em harmonia com o Infinito.
Os problemas não são mais que formas mentais, formas criadas pela mente.

O que é um problema?
 É uma forma mental com dois polos, um positivo e outro negativo. Essas formas são sustentadas pela mente e deixam de existir quando a mente deixa de sustenta-las.

O que é que nós devemos fazer? Resolver problemas? Não, não é isso o que se necessita! Então, o quê? O que se necessita é dissolvê-los. Como se dissolvem? Simplesmente, esquecendo-os. Quando alguém está com uma preocupação, saia um pouco ao campo e procure pôr-se em harmonia com todas as coisas, com tudo o que é, com tudo o que foi e com tudo o que será.

Esquecer problemas é básico. Vocês me dirão que “é impossível esquecer os problemas”, porém, sim, é possível. Quando alguém quer esquecê-los, o único que tem de fazer é pôr a trabalhar qualquer outro Centro da máquina orgânica.
Lembrem-se vocês que o organismo humano tem cinco Centros, ou Cilindros, muito importantes: primeiro, o Centro Intelectual, situado no cérebro; segundo, o Centro Emocional, que está localizado, naturalmente, no plexo solar e centros nervosos simpáticos; o terceiro, o Centro Motor, encontra-se na parte superior da espinha dorsal; o quarto, o Centro Instintivo, encontra-se na parte inferior da espinha dorsal; e o quinto, o Centro Sexual, obviamente se encontra no sexo. 
Esses cinco Centros são básicos e indispensáveis, e deve-se aprender a manejá-los.

Sintetizemos um pouco: pensemos unicamente no Centro Intelectual, ou seja, no homem meramente intelectual; pensemos no homem emocional e pensemos também no homem motor-instintivo-sexual. Assim, sintetizando, creio que iremos nos entender, não é verdade? Agora, quanto ao homem intelectual, ele é o que cria os problemas de todo tipo.
Se vocês têm problemas, já disse que se resolvem esquecendo-os, que o importante não é resolvê-los, ao fim e ao cabo, senão dissolvê-los.
Então, como proceder? Pondo a trabalhar o Centro Emocional. Isso é o interessante, porque então o Centro Intelectual descansa e assim esquecemos o problema. E se quisermos trabalhar co qualquer outro Centro, poríamos a funcionar o Centro Instintivo-Motor, e isso já seria suficiente.

Aqui, neste Bosque de Xochimilco [parque florestal muito famoso próximo à capital mexicana] estamos pondo a trabalhar o Centro Emocional e o Instintivo-Motor. Ao Emocional temos posto a trabalhar mediante a troca de impressões, de alegrias, e ao Instintivo-Motor o temos posto a trabalhar montando a cavalo, indo e vindo por este bosque, que é tão formoso.
Bem, estou dando a vocês a chave para dissolver os problemas, e isso é muito importante, não é verdade?
Se vocês me argumentarem que assim não se pode resolver, por exemplo, o pagamento de uma duplicata ou impedir que nos façam correr de casa por não pagar o aluguel, ou o pagamento de alguma dívida etc., eu lhes diria que os fatos são fatos e eles andam por si sós, porém que o problema é algo diferente. O problema é algo que a mente cria. Quando alguém o dissolve, o problema para ele deixa de existir.


As pessoas têm medo de resolver um problema, têm medo de esquecê-lo, e isso é muito grave. Pensam, por exemplo: “Se não pago o aluguel da casa, me expulsam, tenho de sair dela e então, para onde vou?” – eis aí o medo. Primeiro de tudo, tem-se de aprender a não temer, isto é o mais importante: Não Temer!

Quando termina com o temor, a vida reserva à pessoa muitas surpresas agradáveis. Às vezes, o que parecia insolúvel, torna-se solúvel, e o que parecia um problema demasiadamente difícil, resulta mais fácil do que tomar um copo d’água. De maneira que a preocupação ficaria sobrando, não é verdade?
A preocupação danifica a mente, a preocupação faz a mente fica engarrafada no problema. É claro que o problema – com seus dois polos, positivo e negativo –, que não é mais do que uma forma mental, cria conflito lá dentro, e então vem a preocupação, que danifica a mente e danifica o cérebro também.

Aprender a viver de instante em instante, de momento a momento, é o que eu lhes recomendo; aprender a viver sem preocupação de nenhuma espécie, sem formar problemas. Quando alguém aprende a viver de segundo em segundo, de instante em instante, sem projetar-se para o futuro e sem as cargas dolorosas do passado, vê a vida desde outro ângulo, a vê de forma distinta. Façam vocês o ensaio, eu os aconselho.
Ocorreu-me dialogar com vocês sobre isso, neste Bosque de Xochimilco, porque vejo muita gente contente, uns vão e outros vêm, montando a cavalo sob estes arvoredos. As pobres pessoas vêm fugindo dos problemas que, verdadeiramente, elas mesmas os criam. Porém, por mais que fujam, se não os esquecem, os problemas continuarão existindo.

Então, este é o conselho que lhes dou: que vocês nunca sintam temor por nada!
Agora, não quero lhes dizer com isso que não se deva fazer algo, que não se deve trabalhar, que não haja necessidade de conseguir dinheiro para a subsistência, ou para pagar as dívidas etc. Tudo isso deve ser feito, porém sem criar problemas na mente. Aprendam a manejar os Três Cérebros – o intelectual, o emocional e o motor – e vocês verão como mudam. Se houver preocupação emocional, mudem de centro: ponham a trabalhar o instintivo-motor, saiam a passear, montem a cavalo, caminhem que seja, porém façam algo distinto e verão que a vitalidade não se esgotará em vocês, o corpo físico se rejuvenescerá maravilhosamente etc. Esse, pois, é o conselho que lhes dou.

Ali na Ásia há um mosteiro budista muito interessante. Lá, os monges vivem 400 ou 500 anos porque sabem manejar o cérebro intelectual, o cérebro emocional e o cérebro motor. Quando se cansam do cérebro intelectual, utilizam o emocional; quando se cansam do emocional, utilizam o cérebro motor, e nessa forma eles mantêm a energia, não esgotam seus Valores Vitais.
Há quem creia que quando se vem ao mundo é porque nascem em uma data e hora determinadas; bem, nisso não tenho nada a discutir. Porém, ademais, pensa-se que se tem de morrer em determinada data e a determinada idade, e isso, sim, é algo discutível. O que ocorre é que os Senhores do Carma entregam à pessoa um determinado capital da Valores Vitais, que são depositados nos cérebros intelectual, emocional e motor. Se a pessoa esgota qualquer um deles, morre muito rápido, porém se se conservam seus Valores, pode viver até a idade de 90 ou 100 anos, e ainda mais.


De maneira que o que se deve fazer é aprender a manejar os três cérebros. Entendido?
Compreendam por que lhes falo do homem intelectual, do homem emocional e do homem instintivo-motor. Aprendam, pois, a manejar seus três cérebros em perfeito equilíbrio, e verão que, sim, podem conservar seus valores vitais e viver uma longa vida.
Isso é semelhante ao homem que sai a viajar com determinada quantidade de dinheiro. Se desperdiça o dinheiro, não chegará ao fim da viagem, porém se o conserva, não só chega ao fim da viagem, mas que, ademais, tem com que pagar um magnífico hotel e regressar tranquilamente à sua casa.
Assim, repito, aprendam a manejar seus três cérebros, entenderam-me?

Vai-se morrendo, sempre, por partes. Que vocês observem que Franklin Roosevelt, por exemplo, começou a morrer quando contraiu a paralisia, ou seja, a paralisia de seu cérebro motor foi o começo que produziu, ao longo, a sua morte. E quanto a outros, há os que morrem por causa do cérebro intelectual, abusam tanto do intelecto, têm tantas preocupações, que esgotam os Valores que estão nesse cérebro, e por aí começa, até que no fim morrem. Também há outros, como os artistas de cinema, que abusam do cérebro emocional. Por ali começa, até que ao final lhe afeta o coração e morrem.
Assim é a Humanidade. Que vocês não sigam por esse caminho. Aprendam a manejar seus três cérebros com perfeito equilíbrio, não desperdicem seus Valores Vitais e chegarão à ancianidade.


Por: Samael Aun Weor, A Dissolução dos Problemas

sábado, 3 de março de 2012

Descubra como suplantar medos e vícios emocionais


Por Lygya Maya


Muitas pessoas focalizam a atenção delas nos assuntos do corpo, mente e espírito, mas ignoram o nível emocional.  Seus esforços nas teorias analíticas de pensamento não as deixavam explorar a raiz dos sentimentos inconfortáveis gerados pelo medo e vícios destrutivos a saúde e ao sucesso.  Muitos de nós distraímos nossa atenção com conversas em que falamos mal do governo, da vizinha e do namorado para nos livrar da responsabilidade perante situações difíceis.

Outro dia em um restaurante durante o almoço, estava falando exatamente sobre isso, éramos quatro conversando sobre a corrupção tão conhecida por nós em nosso governo, enquanto meus colegas falavam sobre isso eu comia calmamente pensando, como eu poderia fazer para desviar a atenção da conversa do negativo fora de si para o positivo dentro de si.

Assim que terminei perguntei a eles a queima roupa, “Quem colocou nossos governantes no poder?”, houve uma pausa na mesa e a resposta de alguém foi ouvida num volume baixo, “nós”.
“Quem deixa que as coisas aconteçam como acontecem porque acha que não se pode fazer nada sobre isso?” Pausa novamente, a resposta veio desta feita mais alta, “nós” seguida de um argumento sobre outra trapaça governamental de votação de um de nossos estados. Geralmente quando um grupo discute um assunto falando mal do outro isso gera mais excitamento do que falarmos de nós mesmos com soluções para nos apoderarmos do que é de nosso direito, combinar e organizar nossos pensamentos para nos forçar a agir em prol de um mundo melhor ao invés de culpar os outros por nossas limitações. Por isso não desisti e perguntei, “Qual a solução para isso?” Todos concordaram que não havia solução para isso.

Daí eu retruquei, bom...a partir do momento que vocês “acreditam” que não há solução para isso ou aquilo vocês estão certos, não vai haver solução nunca mesmo. Já eu prefiro pensar, que sou líder dos meus pensamentos e meus sentimentos e ninguém vai poder interferir nisso, que podemos mudar nossa realidade constantemente agindo em prol da justiça em todas as oportunidades que nos cercam e a todos que cruzam nossos caminhos. A gente nunca sabe o que aquela ação positiva vai gerar no futuro.

Os olhares estavam cravados em mim e seus olhos bem abertos como se eu estivesse falando uma coisa absurda, minha interpretação dos olhares eram que eu estava sendo muito otimista e fora da realidade.  Continuei... se temos medo das dificuldades e dos desafios e só falamos dele sem fazer nada para ultrapassá-los nunca arriscaremos uma vitória seja ela em qualquer nível que for.

O assunto voltou a ser focalizado na culpa dos outros e esqueceram completamente o que eu tinha dito, daí perguntei mais uma vez, “quem é responsável por nossa felicidade o governo ou nós mesmos?”  mas uma vez os olhares pasmos pararam no ar sem responder, continuei, nada é impossível se quisermos que assim seja, a prova é que atletas estão quebrando record sempre comprovando que não importa a dificuldade de ganhar o mais importante é “acreditar” que tudo é possível. Já pensou se os atletas só falassem de como se sentiam limitados em relação ao Record mundial eles nunca ultrapassariam seus próprios records, não é mesmo?

A ficha continuou sem cair e cansados de serem questionados resolveram levantar e ir embora pra me distrair e parar de perguntar tanta pergunta sem nexo para eles

Não é curioso? Que a maioria da nossa população prefira discutir horas a fio sobre “os problemas do país e nada sobre a solução do mesmo?”. Afinal de contas somos a maioria, ou não somos?


O medo de ultrapassar os próprios medos gerados por nossas experiências e influencias de infância se torna então um vício ao invés de nos proteger, como seria o caso do medo de um incêndio ou desastre automobilístico, nos limita em relação ao sucesso em todos os sentidos. Incluindo nossa autoestima que se torna baixa por causa da constante impressão de que somos “nada” ou seja, o dito popular “Eu? Quem sou eu para mudar alguma coisa?”.  Este tipo de crença nos leva a inércia e a falta de motivação a atuar como lideres na nossa família, nossos colegas, comunidade etc... Não precisamos falar para milhares de pessoa para fazer a diferença necessária, basta sentir, falar e agir em prol da justiça do dia a dia e pronto, esta feita sua contribuição para a humanidade. Assim como podemos ser viciados em falar mal dos outros também podemos criar hábitos positivos em que falamos sobre as mudanças que necessitamos fazer em nós mesmos para mudar a situação ao nosso redor. Pode até ser que não mudemos os governo de imediato mas podemos e devemos mudar nossa maneira de agir em relação a nós, afinal de contas, como podemos querer mudar os outros quando nem sabemos como mudar a nós mesmos?

Os vícios emocionais em geral são criados pelos seguintes medos:

❊ O Medo do que pensamos que esta por vir, às vezes não há nada por vir, mas criamos um drama e ficamos viciados em acreditar nele 100%

❊ O Medo de sentir dor emocional. Nos distraímos para não sentir a tal da dor muitas vezes inconscientemente.

❊ O Medo de lidar com um desafio por pensar que não somos capazes de ultrapassá-lo.

❊ O Medo de que não sejamos fortes o suficiente para conquistar o sucesso ou alguém que queremos.

❊ O Medo de que ninguém nos ame e por isso mesmo não nos amamos também. Muitos de nós achamos isso inevitável, essa linha de pensamento acaba nos destruindo mais e mais.

❊ E ainda há aquele medo que é o medo de “sentir” por não querer ser vulnerável em relação a alguém ou a uma situação.


“Medo de sentir atrai vício de distrair”

Não é a toa que o mundo do entretenimento é um dos mais populares negócios do planeta.  Quanto mais medo se tem de sentir, mais medo se tem de agir. Essa limitação é proveniente da herança emocional da infância, se nada fazemos para mudar esse medo que nos limita, mas iremos criar defesas e limitações.

Outro medo muito popular é o medo de falar em publico, esse medo é o medo comentado por muitas revistas americanas alem de palestrantes famosos que é o medo numero um da humanidade sendo seguido pelo medo da morte. Mas eu acho que não é o medo de falar que aterroriza e sim o medo de se envergonhar por algo dito errado ou algum comentário injusto ou coisa parecida que aterroriza a pessoa. Isso é causado pela insegurança do individuo naquilo que vai ser dito e como vai ser dito. Eu mesma já fui deste grupo e confesso que trabalhei muito para chegar até o microfone sem tremer a voz e me sentir nervosa antes de entrar para o palco e falar sem medo.

Viramos vitimas de nós mesmos, quando não superamos as vibrações emocionais necessitadas de liberação para fluir positivamente sem obstáculos mentais ou espirituais.  É como se precisássemos daquela energia acumulada durante anos para ser renovada e usada para o futuro sucesso que tanto queremos obter.  Se assim não o fazemos iremos virar pessoas vulcânicas como explico no meu “Livro Ame as emoções que você odeia!” em detalhes.

Chamo de pessoas vulcânicas aquelas que não conseguem controlar suas emoções e depois se arrependem do que falaram ou fizeram. O processo emocional é extremamente sensível e por não receber a atenção devida por parte de seus criadores, no caso “nós”, se acumula causando eventualmente danos irreparáveis.

Nada terá muito valor em nossas vidas, caso não tenhamos força suficiente para lidar com as vibrações emocionais produzidas por nós mesmos, através de nossas interpretações criadas desde a infância.

Somos o poder energético capacitado para viver o presente da vida com todas as nossas emoções incluídas. Sendo sorrindo ou chorando devemos entender que as duas emoções têm sua proposta para liberar energias criadas por nós.

Para finalizar com honras vejamos a solução para o medo, mesmo sentindo medo, agir em relação a ele com coragem até que o mesmo não nos amedronte mais.  Por exemplo: se tivéssemos medo de andar de bicicleta e quiséssemos andar na mesma, a solução seria treinar em uma assim mesmo (com medo) para que pudéssemos “aprender” a andar nela e assim fazendo acabaríamos com o medo, não é mesmo?

A coragem irá se tornar nossa amiga se exercitarmos o músculo do atrevimento em relação a nossas crenças limitadas, inseguranças inúteis e autoconfiança menos prezada. Agora é só praticar vamos lá...

Sua na coragem de viver feliz...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Violência e trauma emocional




A violência tornou-se, nos últimos anos, parte do cotidiano da vida de quem mora nas grandes cidades. Todos os dias sabemos pelos noticiários de casos de seqüestro, seqüestro-relâmpago, assalto, roubo, furto, abuso sexual e outros tantos tipos de crimes contra a pessoa. Praticamente todos nós conhecemos alguém na família, algum amigo ou conhecido que já sofreu algum tipo de violência.

Essas pessoas, vítimas de um evento ou de uma situação traumática, podem desenvolver um quadro que hoje denominamos " transtorno de estresse pós-traumático " (PTSD, como é conhecida em inglês, post-traumatic stress disorder).

Essa doença já é conhecida há muito tempo, tendo sido descrita antigamente com o nome de "neurose de guerra", pois era diagnosticada principalmente em soldados ou pessoas expostas a situações de guerra ou campo de batalha. Freud também descreveu esse quadro, relacionando alguns sintomas emocionais a traumas vivenciados anteriormente. Nos dias de hoje, com o aumento de múltiplas formas de violência na sociedade, o transtorno de estresse pós-traumático vem se tornando cada vez mais freqüente.

Manifestações do transtorno de estresse pós-traumático: revivescência do trauma, hiper-reação física e esquiva e entorpecimento emocional.

A pessoa exposta a evento traumático que envolveu risco de vida ou de lesão física grave e que reagiu com intenso medo, pavor, estresse ou sensação de impotência diante do evento, passa a reviver esse evento em sua mente de modo persistente (chamado "flashback").

Imagens, lembranças, pensamentos voltam à mente mesmo contra a vontade da pessoa (fenômeno denominado "intrusão"). Muitas vezes um estímulo que relembre o evento (p. ex., um ruído) é suficiente para desencadear uma reação semelhante à que ocorreu no evento, mesmo que a pessoa saiba que não está exposta a nenhum perigo real. Passa a dormir mal, sonha com o evento traumático, acordando apavorada.

O organismo desenvolve uma hiper-reação física aos estímulos ("estado de alerta"), como se estivesse sempre ameaçado de morte. Cada vez que isso acontece, desencadeia-se no organismo uma reação física de medo e estresse, com sudorese excessiva, falta de ar, palpitações, tontura, vertigem.

A pessoa pode tentar evitar locais ou situações que estejam associadas ao trauma, restringindo sua vida diária (fenômeno de "esquiva"). Torna-se irritável, com dificuldade de concentração, dificuldade para conciliar o sono, estando sempre num "estado de alerta", como se algo fosse acontecer. Eventualmente sente-se como que "anestesiada", incapaz de sentimentos em relação aos amigos e familiares, indiferente às coisas ou pessoas que lhe traziam prazer anteriormente.

Estima-se que aproximadamente 25% das pessoas expostas a uma situação traumática desenvolvam transtorno de estresse pós-traumático. Ele é duas vezes mais freqüente nas mulheres do que nos homens, calculando-se que ocorra em cerca de 10% da população geral. Usualmente, o transtorno de estresse pós-traumático dura alguns meses, mas em cerca de 50% dos casos pode persistir por anos e dominar a vida da pessoa.

Com freqüência, associam-se ao estresse pós-traumático outros transtornos mentais, como depressão, síndrome do pânico, ansiedade crônica e abuso ou dependência de álcool e drogas, além de doenças psicossomáticas. Em casos mais graves, podem ocorrer idéias de suicídio.
O que causa o transtorno de estresse pós-traumático?
A reação de estresse é um fenômeno normal necessário para a sobrevivência do indivíduo. Diante de uma situação de ameaça, o organismo reage rapidamente, com várias mudanças bioquímicas, que deixam a pessoa preparada para "lutar ou fugir". Tal fenômeno é também observado nos animais.

Em situação normal, uma vez que o perigo seja superado, o organismo volta gradualmente ao seu estado de equilíbrio natural, desaparecendo o estresse. Acredita-se que no transtorno de estresse pós-traumático o organismo não é capaz de voltar a seu estado natural, permanecendo "em alerta", o que leva a um "círculo vicioso", bioquímico e psicológico, agravando sucessivamente o quadro.

Estudos mostram que as pessoas memorizam melhor eventos com conteúdo emocional (seja este prazeroso ou aversivo) do que eventos neutros. Este mecanismo é adaptativo, já que estímulos emocionais geralmente têm importância para a sobrevivência. Acredita-se que este mesmo mecanismo seja responsável pelas memórias intrusivas que ocorrem no transtorno de estresse pós-traumático.
Quais os fatores que predispõem ao transtorno de estresse pós-traumático?
Dois fatores devem ser considerados: de um lado o tipo e a intensidade da violência, de outro o indivíduo que é sua vítima.

Sabe-se que pessoas que já sofreram traumas anteriores têm maior chance de desenvolver transtorno de estresse pós-traumático diante de um novo trauma. Esses traumas anteriores podem remontar à infância e adolescência, e deixam a pessoa mais vulnerável a um trauma atual. Esse fenômeno tem caráter cumulativo, de modo que quanto maior o número de traumas anteriores sofrido pela pessoa, maior a chance de desenvolver a doença.

No entanto, sabe-se também que muitas pessoas sofrem diversas experiências traumáticas e não desenvolvem o transtorno de estresse pós-traumático; elas teriam uma melhor capacidade de adaptação às adversidades potencialmente traumáticas, reagindo com maior flexibilidade e resistência (o que vem sendo denominado de " "resiliência"). Elas teriam o que se poderia chamar de uma "personalidade forte", reagindo de modo positivo e superando o trauma.
Crianças e adolecentes
Crianças e adolescentes são particularmente vulneráveis a traumas, pois sua estrutura psicológica está ainda em formação e é mais frágil que a de um adulto. As manifestações do transtorno de estresse pós-traumático nessa população, em princípio, são semelhantes às do adulto; no entanto, crianças menores podem ter maior dificuldade de expressar suas queixas, dificultando o reconhecimento da doença. Nestes casos é preciso estar atento às mudanças de comportamento da criança, a queixas vagas de medo, crises de choro sem motivo aparente, medo de ficar só, medo de ir dormir.

Algumas podem "teatralizar" aspectos do ocorrido, seja em brincadeiras ou desenhos. Podem perder alguma habilidade já adquirida (p. exemplo, voltar a urinar na cama, voltar a "chupar o dedo"), mostrando-se mais regredidas ou infantis do que o esperado para a idade (p. exemplo, falando como um "bebê").
Tratamento
Muitas pessoas acreditam que serão capazes de superar sozinhas o evento traumático e relutam em buscar ajuda; outras se sentem culpadas pelo que ocorreu (por exemplo, se o evento traumático resultou na morte de um ente querido) e se punem não buscando tratamento. Com isso, o transtorno vai se agravando e prejudicando a qualidade de vida da pessoa, à medida que prejudica suas atividades cotidianas e muitas vezes leva a outros problemas, como depressão, abuso de álcool e drogas.

O tratamento do transtorno de estresse pós-traumático compreende o uso de medicamentos e de psicoterapia. Os medicamentos mais utilizados são os antidepressivos. Estudos demonstram que essas medicações diminuem a freqüência de intrusões de memória e a hiper-excitabilidade, características da doença. Calmantes (medicações ansiolíticas) podem ser utilizados para controle de ansiedade e insônia.

A psicoterapia visa auxiliar o paciente a lidar com a experiência traumática, procurando trabalhar com a experiência traumática em si e suas conseqüências, as emoções geradas por esta. O terapeuta auxilia a pessoa a examinar o ocorrido em um contexto mais neutro, com o acolhimento necessário para que o trauma possa ser re-pensado. Ao mesmo tempo, técnicas de controle de ansiedade permitem a redução dos sintomas físicos associados à lembrança do evento traumático, propiciando à pessoa um melhor controle de si mesma.
Prof. Dr. Mario R. Louzã
Psiquiatra

Médico psiquiatra e psicanalista, doutor em Medicina pela Universidade de Würzburg, Alemanha. Médico Assistente do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Paroxetina - O QUE É?



Presume-se que a ação antidepressiva da paroxetina é devida ao aumento do estímulo serotoninérgico no SNC, ocorrido a partir da inibição da recaptação da serotonina pelos neurônios. Os estudos em animais indicam que a paroxetina é um bloqueador da recaptação altamente seletivo para a serotonina, pois exibe somente um efeito muito leve sobre a recaptação de outros neurotransmissores, como a noradrenalina e a dopamina.

A paroxetina é completamente absorvida após a sua administração oral, é metabolizada rapidamente para dar origem a metabólitos cinqüenta vezes menos potentes, que em sua maior parte são polares (predominam glicurônidos e sulfatos) que se eliminam rapidamente. Um dos passos na sua biotransformação depende de uma enzima facilmente saturável, o que dá como resultado uma falta de linearidade na farmacocinética do fármaco.
Sua distribuição pelo organismo é rápida, incluindo o SNC, e fica um remanescente de 1% no plasma. As afecções renais e hepáticas provocam um incremento nas concentrações plasmáticas da paroxetina, tanto que em idosos atingem concentrações 7 a 80% superiores às nos indivíduos jovens.

Indicações
Síndromes depressivas com melancolia. Episódios depressivos maiores ou severos. Depressão recorrente. Distimias. Transtorno obessivo-compulsivo. Usos adicionais, como terapia única ou como coadjuvante no tratamento da neuropatia diabética e da dor de cabeça tensional crônica. Transtornos da conduta alimentar.

Dose
A dose inicial da paroxetina recomendada é de 20mg por dia em uma única tomada matinal. Pode ser incrementada de 10 em 10mg até chegar a 50mg por dia, de acordo com a resposta do paciente. Idosos: a dose inicial deve ser de 20mg diários, que podem ser aumentados de 10mg até a um máximo de 40mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.

Superdose
Náuseas, vômitos, sonolência. Não foram observados casos fatais. O tratamento deve ser de suporte, assegurando o estabelecimento da ventilação e oxigenação. A diurese forçada, a diálise e a hemoperfusão não são benéficas na eliminação da paroxetina do organismo.

Reações adversas
Dor de cabeça, astenia, dor abdominal, palpitação, vasodilatação, sudoração, tonturas, sonolência, insônia, agitação, tremores, ansiedade, náuseas, vômitos, boca seca, alterações na ejaculação.

Precauções
Não é recomendável o uso de paroxetina em crianças, pois a eficácia e a segurança do fármaco não foram estabelecidas para esse grupo etário. O paciente que recebe paroxetina não deve operar maquinaria pesada nem dirigir automóveis. Para mudar de paroxetina a um IMAO, ou vice-versa, deve suspender-se a administração de qualquer um deles pelo menos duas semanas antes de iniciar a administração do outro.

Interações
Entre as manifestações comuns incluem-se rigidez, hipertermia, instabilidade autonômica (com flutuações rápidas dos sinais vitais), mudanças do estado mental (agitação extrema que pode progredir a delírio e coma). Essas reações foram observadas em pessoas que recentemente tinham suspenso a paroxetina e começavam o tratamento com um IMAO.
Co-administrado com triptofano, dor de cabeça, náusea, sudação e tonturas. Warfarina: administrar com precaução. Os fármacos que afetam o metabolismo hepático podem alterar o metabolismo e a farmacocinética da paroxetina. A cimetidina inibe o metabolismo da paroxetina; deve ser ajustada a dose dessa última.
A co-administração de fármacos metabolizados pelo citocromo P450IID6 (nortriptilina, amitriptilina, imipramina, desipramina, fluoxetina, fenotiazinas, propafenona, flecainida, encainida, quinidina, etc.) deve ser levada a cabo com precauções.Os pacientes que recebem paroxetina não devem ingerir álcool.
Com digoxina foi observada uma diminuição da área sob a curva média desse fármaco, quando é co-administrada com paroxetina. Prociclidina: se forem observados efeitos anticolinérgicos na co-administração com paroxetina, a dose de prociclidina deve ser reduzida.

Contra-indicações
Uso simultâneo com IMAO. Hipersensibilidade ao fármaco. Insuficiência renal severa. Crianças. Lactação. Gravidez.

Fonte: Ballone GJ - Antidepressivos ISRS - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Síndrome das Perna Inquietas ou Síndrome das Pernas Intranqüilas





Sintomas:

  • Necessidade de mover as pernas, com sensações desconfortáveis de queimação, dormência, formigamento, coceira, cãibras, dores, repuxamentos.
  • Alívio parcial ou total do desconforto ao andar, movimentar ou alongar as pernas.
  • Início ou piora dos sintomas quando em repouso ou inatividade (sentada ou deitada).
  • Início ou piora no final do dia ou à noite.
  • Cansaço e sonolência durante o dia (o sono não é reparador).

Causas mais freqüentes:

  • Stress, ansiedade, preocupações
  • Gravidez
  • Obesidade
  • Anemia
  • Insuficiência renal
  • Aumento de Uréia
  • Doença de Parkinson
  • Neuropatia periférica
  • Mais parentes com a mesma síndrome
  • Alguns Antidepressivos, principalmente os Inibidores de recaptação de Serotonina (Anafranil, Aropax, Cebrilin, Pondera, Paxan,  Cipramil, Prometax, Lexapro, Daforin, Eufor, Luvox, Prozac, Tolrest, Verotina, Zoloft, etc.) e o Efexor ou Venlift (Venlafaxina)
  • Neurolépticos
  • Outros Distúrbios do Sono (por exemplo Apnéia do Sono, Distúrbios do Sono REM, Narcolepsia)
 Tratamento:
  • Eliminar as causas, quando possível.
  • Trocar o medicamento que está provocando as Pernas Inquietas.
  • Medicação específica.
  • A melhora costuma vir muito rápido, coisa de poucos dias. É um problema de tratamento bastante fácil na maioria das vezes.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Uma grande aflição - Síndrome do Pânico


O transtorno - ou síndrome - do Pânico é caracterizado por crises intensas, repentinas e graves de ansiedade e medo. Geralmente são acompanhadas de vários sintomas físicos como palpitações, respiração rápida ou sensação de asfixia, visão turva, tonturas e sentimentos de irrealidade (despersonalzção ou desrealização). 

Existe além desses, um constante sentimento de medo de morrer, de perder o autocontrole ou de ficar louco.
O ataque de pânico deve ocorrer de forma inesperada (espontâneo, não evocado, "vindo do nada"), sem associação a um ativador situacional (um objeto ou uma situação qualquer do dia a dia). Pelo menos dois ataques de pânico são necessários para o diagnóstico, mas a maioria dos indivíduos tem um número consideravelmente maior de ataques.
Ataques ligados a determinadas situações ou objetos podem ocorrer, mas são menos comuns.

Há uma preocupação intensa acerca do próximo ataque de pânico, podendo levar ao desenvolvimento de um comportamento de esquiva que pode satisfazer os critérios sintomáticos para agarofobia.


  

O diagnostico neste caso passa a ser Transtorno de Pânico com Agorafobia. Embora a Agorafobia possa desenvolver-se a qualquer momento, seu início se dá geralmente durante o primeiro ano da ocorrência dos ataques de pânico. O curso da Agorafobia e seu relacionamento com o curso dos Ataques de Pânico são variáveis. Em alguns casos, uma diminuição ou remissão dos Ataques de Pânico pode ser seguida por uma diminuição correspondente na esquiva e ansiedade agorafóbicas.
O transtorno depressivo agudo  é outro transtorno que ocorre com frequência (50-65%) em indivíduos com Transtorno de Pânico. Em aproximadamente um terço das pessoas com ambos os transtornos, a depressão precede o início do Transtorno de Pânico. Nos dois terços restantes, a depressão ocorre ao mesmo tempo ou após o início do Transtorno de Pânico.
A idade de início para o Transtorno de Pânico varia muito, sendo mais típica em indivíduos que estão na fase final da adolescência e adultos na faixa dos 30 anos. Apenas um pequeno número de casos começa na infância, e o início após os 45 anos é bastante incomum, mas pode ocorrer.
O curso habitual é crônico, porém flutuante. Alguns indivíduos podem ter surtos episódicos com anos de remissão neste intervalo, e outros, podem ter uma sintomatologia severa contínua.

Critérios Diagnósticos para Síndrome do Pânico

  • Ataques de Pânico recorrentes e inesperados.
  • Pelo menos um dos ataques foi seguido por um mês (ou mais) de uma (ou mais) das seguintes características:
    - preocupação persistente acerca de ter ataques adicionais.
    - preocupação acerca das implicações do ataque ou suas consequências (por ex., perder o controle, ter um ataque cardíaco, "ficar louco").
    - uma alteração comportamental significativa relacionada aos ataques.
  • Ausência ou presença de Agorafobia.
  • Os Ataques de Pânico não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral (por ex., hipertiroidismo).
  • Os Ataques de Pânico não são melhor explicados por outro transtorno mental, como
    - Fobia Social (por ex., ocorrendo quando da exposição a situações sociais temidas),
    - Fobia Específica (por ex., ocorrendo quando da exposição a uma situação fóbica específica),
    - Transtorno Obsessivo-Compulsivo (por ex., quando da exposição à sujeira, em alguém com uma obsessão de contaminação),
    - Transtorno de Estresse Pós-Traumático (por ex., em resposta a estímulos associados a um estressor severo) ou
    - Transtorno de Ansiedade de Separação (por ex., em resposta a estar afastado do lar ou de parentes queridos).

Fonte: http://www.galenoalvarenga.com.br/

Cocaína (dependência)

Sintomas
A cocaína aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca e pode causar um infarto do miocárdio letal, mesmo em atletas jovens e saudáveis. Outros efeitos incluem a constipação; a lesão intestinal; o nervosismo extremo; a sensação de que algo está se movendo sob a pele (bichos da cocaína), o que é um sinal de uma possível lesão nervosa; crises convulsivas; alucinações; insônia; delírios paranóides e comportamento violento. O droga-adido pode representar um perigo para si próprio e para terceiros. Como os efeitos da cocaína duram apenas cerca de 30 minutos, o droga-adido toma doses repetidas. Para reduzir parte do extremo nervosismo causado pela cocaína, muitos droga-adidos também usam heroína ou outra substância depressora do sistema nervoso, como o álcool.

As mulheres com adição à cocaína que engravidam apresentam uma maior probabilidade de abortar, em comparação a grávidas não usuárias de drogas. Se ela não abortar, o feto poderá apresentar danos causados pela cocaína, que passa facilmente do sangue materno para o fetal. As crianças geradas por mulheres droga-adidas podem apresentar padrões de sono anormais e má coordenação. Elas podem apresentar retardo no desenvolvimento (engatinhar, andar e falar), mas isto pode ser decorrente de deficiências nutricionais, cuidados pré-natais deficientes e abuso de outras drogas por parte da mãe. 



Com o uso diário, a tolerância à cocaína ocorre rapidamente. As reações de abstinência incluem a fadiga extrema e a depressão – o oposto dos efeitos da droga. Quando o indivíduo interrompe o uso da droga, ele pode apresentar ânsias de suicídio. Após alguns dias, quando as forças físicas e mentais são recuperadas, o droga-adido pode tentar o suicídio. Como ocorre com o uso intravenoso de heroína, muitas doenças infecciosas, inclusive a hepatite e a AIDS, são transmitidas quando os adidos à cocaína compartilham agulhas não esterilizadas.
 
Diagnóstico



O uso de cocaína é evidenciado pela hiperatividade, dilatação pupilar e aumento da frequência cardíaca. A ansiedade e o comportamento errático, grandioso e hipersexual são evidentes no consumo em maior quantidade. Frequentemente, observa-se a paranóia naqueles que são encaminhados aos serviços de emergência. O consumo de cocaína pode ser confirmado por meio de exames de urina e de sangue.

Fonte:http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/manual_Merck/mm_sec7_92.html

O que é a bulimia?








É o transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de "orgias alimentares", no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controle sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com a finalidade de não ganhar peso.


Generalidades
Existe uma tendência popular em achar que a bulimia é o contrário da anorexia. A rigor o contrário da anorexia seria o paciente achar que está muito magro e precisa engordar, vai ganhando peso, tornando-se obeso e continua a julgar-se magro e continua comendo. Isso seria o oposto da anorexia, mas tal quadro psiquiátrico não existe. Na bulimia o paciente não quer engordar, mas não consegue conter o impulso para comer por mais do que alguns dias. O paciente com bulimia tipicamente não é obeso porque usa recursos extremos para eliminar o excesso ingerido. Enquanto a comunidade psiquiátrica mundial não reconhecer o binge como uma patologia à parte seremos obrigados a admitir que há 2 tipos de pacientes com bulimia: os que tentam eliminar o excesso ingerido por vômitos ou laxantes e os pacientes bulímicos que não fazem isso e acabam engordando, esse segundo tipo pode vir a constituir num outro transtorno alimentar, o Binge.  



Os pacientes com bulimia geralmente apresentam 2 a 3 episódios por semana, o que não significa que no resto do tempo esteja bem. Na verdade esses episódios só não são diários ou mesmo mais de uma vez ao dia porque o paciente está constantemente lutando contra eles. Esses pacientes pensam em comer o tempo todo. A média de fracassos na tentativa de conter o impulso são duas vezes por semana.

Como é o bulímico?
Basicamente é um pacient
reconhece o absurdo de seu comportamento,e com vergonha de seu problema, com sentimento de inferioridade e auto-estima baixa. O paciente  mas por não conseguir controlá-lo sente-se inferiorizado, incapaz de conter a si mesmo, por isso vê a si como uma pessoa desprezível. Procura esconder dos outros seus problemas para não o desprezarem também. Os pacientes bulímicos geralmente estão dentro do seu peso ou um pouco acima. Tentativas de dieta estão sempre sendo realizadas. Tentativas de adaptar os afazeres e compromissos rotineiros com os episódios de ingestão e auto-indução de vômito tornam seu estilo de vida bizarro, pois os episódios devem ser feitos às escondidas, mesmo das pessoas íntimas. Uma alternativa para a manutenção de seu problema escondido é a opção pelo isolamento e distanciamento social, que por sua vez gera outros problemas. Assim como a anorexia, a Bumilia geralmente ocorre no adolescente, predominantemente nas mulheres. Os assuntos das conversas preferidos são relacionados a técnicas de emagrecimento. É comum o comportamento de esconder alimentos para futuros episódios.
 


É interessante notar que a bulimia não constitui uma completa perda do controle. O paciente consegue planejar seus episódios, esperar para ficar sozinho e guardar alimentos, por exemplo. Essa incapacidade parcial é intrigante para os leigos. Muitas vezes os maridos das pacientes julgam que a paciente faz tudo porque quer e critica a esposa aumentando sua culpa. Essa atitude deve ser evitada, pois além de não ajudar, atrapalha diminuindo ainda mais a auto-estima da paciente que sucumbe aos esforços por tratar-se. A bulimia muitas vezes sucede aos episódios de anorexia.

Tratamento
Os antidepressivos tricíclicos já foram testados e apresentaram respostas parciais, ou seja, os pacientes melhoram, mas não se recuperam completamente. Carbamazepina e lítio também foram testados com uma resposta ainda mais fraca. Os antidepressivos IMAO também apresentam uma melhora similar a dos tricíclicos, porém melhor tolerado pelos pacientes por terem menos efeitos colaterais. Mais recentemente os antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina vêem sendo estudados com boas respostas, mas não muito superiores às dos tricíclicos. Os estimulantes por inibirem o apetite também apresentaram bons resultados, mas há poucos estudos a respeito para se embasar uma conduta terapêutica.
Muitos pacientes só com psicoterapias apresentam remissão completa. Não há uma abordagem especialmente recomendada. Pode-se indicar a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, terapias de grupo, grupos de auto-ajuda, psicoterapias individuais.
 
Problemas Clínicos
Os repetidos episódios de auto-indução do vômito geram problemas noutros sistemas do corpo. Ao se vomitar não se perde apenas o que se comeu, mas os sucos digestivos também. Isso pode acarretar desequilíbrio no balanço dos eletrólitos no sangue, afetando o coração, por exemplo, que precisa de um nível adequando dessas substâncias para ter seu sistema de condução elétrica funcionante. As repetidas passagem do conteúdo gástrico (que é muito ácido) pelo esôfago acabam por ferí-lo podendo provocar sangramentos. 
Casos extremos de rompimento do estômago devido ao excesso ingerido com muita rapidez já foram descritos várias vezes. O intestino grosso pode sofrer conseqüências pelo uso repetido de laxantes como constipação crônica, hemorróidas, mal estar abdominal ou dores. 

Nos dias atuais, o culto ao corpo perfeito acaba influenciando pessoas, principalmente mulheres, a usarem de todo e qualquer artifício para se manterem magras. A bulimia é um transtorno alimentar que se caracteriza pela ingestão de uma grande quantidade de alimentos, geralmente ricos em calorias, seguida por métodos compensatórios. Esses métodos compensatórios podem ser: o uso de laxantes ou diuréticos, a prática de exercícios físicos intensos ou a indução do vômito. Pessoas que apresentam esse transtorno alimentar geralmente têm peso normal e seguem dietas severas. Além disso, alguns fazem jejuns rigorosos e ingerem anorexígenos, medicamentos que diminuem o apetite e causam agitação, dependência e inúmeros efeitos indesejáveis.

A bulimia e a anorexia são diferentes. Na bulimia ocorre a compulsão por alimentos seguida por métodos compensatórios. Na anorexia a pessoa deixa de se alimentar, perdendo peso rapidamente, chegando às vezes a um estado de desnutrição severa que pode levar à morte.
Geralmente a pessoa bulímica tem baixa autoestima e obsessão com o peso e a forma de seus corpos. Quando autoinduzem o vômito, o fazem às escondidas.

Arritmias cardíacas, inflamação da garganta e glândulas salivares, sangramento do esôfago, problemas gastrintestinais, cáries e desidratação são comuns em pacientes com bulimia. Alguns pacientes podem apresentar também fadiga, desmaios, ressecamento da pele, irregularidade ou perda da menstruação, constipação, oscilações de humor e depressão.
A bulimia pode ser causada por fatores psicológicos, biológicos, familiares e culturais (como o culto ao corpo perfeito). Geralmente a pessoa que tem bulimia esconde isso dos familiares por ter vergonha de seus ataques compulsivos por comida, e julga esse comportamento como uma falta de controle próprio, o que ajuda na baixa autoestima.
A bulimia tem cura e seu tratamento consiste em medicamentos antidepressivos, hábitos alimentares saudáveis e terapia individual ou em grupo.

Paula Louredo
Graduada em Biologia

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Depoimentos sobre cura do câncer - Porque o CÂNCER é uma DOR NA ALMA




Do livro Saúde para você - 100 Depoimentos de cura - Ernst Günter


Muitas pessoas vêm consultar a nossa biblioteca, principalmente sobre os alimentos orgânicos crus com seus efeitos curativos. Sempre nos perguntam: "Mas vocês conhecem alguém que realmente se curou desta forma?"
O livrinho "Alimentação Viva" escrito por Ernst Günter, que motivou os depoimentos contidos nesta brochura, foi reeditado 25 vezes e contém muitos dos ensinamentos que a médica dinamarquesa Dra. Kirstine Nolfi apresentou na publicação "O milagre dos alimentos vivos", que acabamos de editar. 
Não traduzimos o livrinho "Alimentação Viva", porque a parte principal do texto de Ernst Günter apresenta cardápios e receitas cruas baseados em muitos alimentos desconhecidos em nosso país. Mas, nós brasileiros podemos nos beneficiar, o ano inteiro, de hortaliças e frutas em abundância que, felizmente, encontramos a cada dia novas fontes de alimentos orgânicos crus, indispensáveis à alimentação crua e viva. E não esqueçam: "Consumam orgânicos". Dedicamos esta brochura, também, a todos os agricultores orgânicos, que com seu trabalho incansável estão contribuindo para a saúde de nosso povo. 

Curar doenças e preservar a saúde com a alimentação crua e viva não é nenhuma novidade. Os antigos gregos já sabiam disso e ainda hoje existem povos primitivos que se alimentam de forma natural.
O organismo e os órgãos digestivos dos seres humanos foram feitos para digerir alimentos crus, naturais. Com a alimentação 100% crua e orgânica desaparecem as doenças causadas pela alimentação cozida e carnívora.
Como muitas pessoas não são curadas pelos médicos, é imprescindível difundir a forma natural de cura através de uma alimentação saudável. Para ajudar o maior número possível de pessoas sofredoras e enfraquecidas, pedimos que este texto seja amplamente difundido.
A alimentação com alimentos crus é uma lei natural. Quando Deus criou o homem, deu-lhe, entre outras coisas, uma lei alimentar que é a seguinte:
Gênesis, cap. l, versículo 29 - E disse Deus: "Vejam! Eu entrego a vocês todas as ervas que produzem semente e estão sobre toda a terra e todas as árvores em que há frutos que dão semente: tudo será alimento para vocês."
A planta extrai seus nutrientes do solo e do ar. São minerais inorgânicos obtidos de rochas e também minerais orgânicos vivos - obtidos do húmus - e, finalmente, nitrogênio e gás carbônico obtidos do ar. Nada disso serve de alimento para o homem. As folhas das plantas são pequenas fábricas que absorvem a energia da terra e do ar para transformá-la em alimento vivo para nós.
Nesse processo, a luz solar desempenha um papel muito importante, fazendo a planta crescer e produzir frutos. As enzimas, faíscas de vida, fazem as plantas crescerem. Tanto as raízes como as folhas e os frutos são perfeitamente adequados ao nosso aparelho digestivo.

O ato do cozimento dos alimentos do reino vegetal tem várias desvantagens:

Acabe com o medo do câncer, do enfarte ou da gripe. Os alimentos crus são a nutrição ideal para a SAÚDE, para prevenir doenças. Uma saúde estável vale mais que todas as riquezas e todos os bens deste mundo.
A cura não é tão simples, quando se trata de problemas psicológicos e certas doenças geradas por superstições que não são curáveis através da alimentação crua. Nesses casos, é necessário um apoio psicológico.

Depoimentos

Os depoimentos apresentados nessa brochura são um eco do livrinho "Alimentação Viva". Através dessa alimentação, muitas pessoas se recuperaram de câncer e outras doenças supostamente incuráveis. Para encorajar outros doentes, apresentamos esses depoimentos de curas alcançadas. Aos "saudáveis", aconselhamos a prevenção.
É necessário insistir que se trata em primeiro lugar da limpeza interna do organismo, sendo que os alimentos crus limpam o organismo e, ao mesmo tempo, o alimentam corretamente. Como já dizia o antigo médico grego Hipócrates: "Que teu alimento seja teu remédio e teu remédio seja teu alimento." Isso só acontece com a alimentação crua.
Hipócrates recomendava às pessoas saudáveis e aos doentes — para a prevenção e para a cura — uma alimentação crua destinada a desintoxicar o organismo, combater a acidez e, ao mesmo tempo, lhe fornecer força vital. O segredo desse método consistia na cura prolongada, que, segundo nossa experiência, precisa de, pelo menos, seis a oito semanas para o câncer e de seis a doze meses para a diabete. Muitos doentes querem obter um efeito curativo imediato, porém o método de Hipócrates tem a vantagem de ser eficaz e impedir, desde o início, que a doença avance. Na realidade, a causa da doença é eliminada através da adoção da alimentação viva, totalmente inofensiva, que pode ser seguida sem entrar em conflito com as orientações do médico. A comida crua alimenta além de curar.

Cura do câncer com alimentação crua e viva
O aumento dos casos de câncer acompanhou de forma assustadora o uso de substâncias tóxicas na agricultura e também na indústria alimentícia.
Nos últimos anos, foi possível obter muito sucesso com a alimentação crua, livre de agrotóxicos, em casos de câncer, doenças coronarianas, artrite, pedras na vesícula, diabete, problemas do aparelho digestivo, da pele e da próstata, tuberculose, esclerose múltipla e inúmeras outras doenças. A alimentação crua significa prevenção da doença para os sadios e oferece esperança aos doentes que já foram desenganados pelos médicos.
O maior benefício da alimentação crua é a prevenção e a cura do câncer. Podemos viver sem temer o câncer! Pode parecer uma piada, mas os fatos são a prova. Ainda se tratando apenas de prevenção, a mudança de hábitos alimentares já valeria à pena. Mas, com a ajuda da alimentação crua e viva, muitas pessoas que sofriam de câncer foram curadas. Entretanto, essas curas não são aceitas pela ciência e são abafadas. Todos deveriam entender por que a ciência não aceita a terapia com alimentos crus. Quantas vezes somos gratos aos médicos, mas, neste caso, deparamo-nos com um muro.
A verdadeira cura só acontece através de uma mudança radical, isto é, a eliminação da causa. Se o caso estiver muito adiantado, pode ser tarde demais, mas não devemos desistir, pois alguns doentes ainda se recuperam. O segredo? Uma alimentação crua e viva, rica em enzimas concentradas. Por exemplo, 500 a 600 ml de suco fresco de hortaliças ao longo do dia, diariamente. O mais eficaz é o suco verde. Sementes de linhaça (e girassol) germinadas devem ser adicionadas em todos os sucos.

Câncer do pulmão
Uma mãe relata: Brigitte, 5 anos de idade, teve câncer do pulmão. Em novembro, deu entrada no hospital Após um tratamento com injeções, que provocou a queda total do cabelo, febre alta e, depois, a necessidade de uma transfusão de sangue, os médicos não tiveram mais esperança. Recebi minha filha de volta, 14 dias antes do Natal, desenganada. Foi quando o livro sobre alimentos crus me deu nova esperança. Seguindo seus conselhos, ela bebeu durante sete semanas, diariamente, 1 litro de suco de cenoura, comeu alguns outros alimentos crus e tomou leite cru. Ela fez grande progresso, ganhou cor no rosto, ficou alegre e animada e se recuperou maravilhosamente. Graças a Deus! X. Y, Lamprechtshausen (Áustria).

Câncer de mama
Após a leitura sobre alimentação viva, decidi, imediatamente, aderir aos alimentos crus, pois precisava tomar constantemente comprimidos contra fortes dores no seio. Há um mês, só como alimentos crus. Agora, sem tomar os medicamentos, não sinto mais nenhuma dor. Quase não consigo acreditar, parece um milagre. Ainda tenho minhas dúvidas se isso vai continuar. Estou me sentindo muito bem. Muito obrigada. A E., Höllriegelskreut (Alemanha).

Câncer de abdômen
Eu tinha câncer de abdômen e me submeti a uma cirurgia radical, muitas irradiações e implantes de rádio. Os médicos não tinham mais esperanças e até mesmo um experiente naturalista me considerou um caso perdido. Porém, ele me indicou a alimentação viva, que adotei imediatamente, passando a uma dieta de alimentos crus e sucos de hortaliças. As coisas começaram a mudar e fui me recuperando lentamente. Cinco anos depois, estava totalmente curada. Tenho, hoje, 69 anos. M. L., Ludwigsburgm (Alemanha).

Câncer de mama, dores no fígado e nos rins
Eu tinha um nódulo duro, do tamanho de um ovo dê galinha, no seio esquerdo e sentia muita dor. Pela vontade de Deus, seu livrinho sobre alimentação viva chegou às minhas mãos. Após seis semanas de alimentação crua, meu seio voltou a amolecer e as dores desapareceram. Sinto-me bem melhor. Também as dores que sentia no fígado e nos rins, que não me deixavam dormir à noite, desapareceram. A. D., Oberwarz (Alemanha).

Câncer de próstata
Meu câncer de próstata estagnou desde quando adotei os alimentos crus, 3 anos atrás. F. Z., Alblingen (Suíça).

Leucemia
Depois de seguir a alimentação crua por três meses, voltei ao médico para o controle. Ele constatou que meu sangue tinha mudado completamente. Não havia mais nenhum vestígio da leucemia. Pode imaginar a minha alegria! W. M., Pfafíhausen (Suíça).

Tumor na cabeça
O Sr. Konyen tinha um tumor na cabeça e o médico havia dito à Sra. Konyen que seu marido tinha apenas uma semana de vida. Foi completamente curado, graças à alimentado crua. Ele está imensamente feliz, como também toda a sua família. E. W., PfaffenweiliT (Alemanha).

Um câncer grave
Minha irmã adoeceu de melanoma-sarcoma na perna direita. Sofreu uma cirurgia para extraí-lo, mas o câncer continuou crescendo. Nessa época, ela passou a alimentar-se exclusivamente de alimentos crus. Como resultado, a enorme ferida cirúrgica cicatrizou, e os inchaços vermelhos e duros também regrediram. Nem o médico quis acreditar nesse sucesso, devido ao tipo de câncer e ao estado bastante avançado. E.S., Solingen (Alemanha). 

Menino de 5 anos curado de um câncer na cabeça
Foi um período terrível, desde o momento em que levamos nosso filho certa manhã para o hospital e nos comunicaram à noite o diagnóstico desolador: tumor cerebral. Para nós, foi como se nosso filho já estivesse morto.
No primeiro dia, ele foi tratado com medicamentos e ligado a aparelhos. No segundo dia foi-nos dito: "Uma cirurgia está fora de questão, pois o tumor está no centro". No terceiro dia, disseram-nos: "Ou seu filho precisa ser operado, ou morre em pouco tempo." Isso nos deixou meio perplexos. Nosso filho estava muito mal. Uma semana mais tarde constataram que o tumor havia crescido 1 a 2 cm. Solicitaram uma autorização escrita imediata para a cirurgia, o que recusamos. Nesse ínterim, lemos a respeito da alimentação viva, que nos deu novas forças. Fomos chamados de assassinos e burros. Entretanto não nos deixamos intimidar e ainda no mesmo dia levamos nosso filho para casa.
Já no primeiro dia, começamos com a dieta de sucos crus, que provocou um verdadeiro milagre. A cada semana, percebemos uma melhora. Foi assim até o 20° dia. Nesse espaço de tempo, ele conseguiu dar alguns passos sozinho, deixou de ter visão dupla, não ficava mais com o queixo pendurado e a sensação na perna e no braço esquerdo voltou. Interrompemos então a dieta de sucos e começamos com os alimentos crus. Haviam passado quatro semanas, nosso filho ainda vivo, contrariando a previsão dos médicos, que lhe deram duas a três semanas de vida. Agora, já se passaram mais 4 semanas de alimentação crua e nosso filho já consegue caminhar ereto e sozinho. Podemos dizer que ele está curado e isso quase parece um milagre.
Seu pai escreve: "meu filho e eu comíamos muita carne, mas desde esse terrível período toda a nossa família só come alimentos crus, até a nossa filha de 13 anos. Só posso dizer: Que maravilha! Acompanhei durante cinco dias a dieta de sucos do meu filho e nisso perdi 8 kg do meu excesso de peso, sem nenhum problema. É simplesmente maravilhoso." Família G., Arnoldstein (Áustria).
Câncer de mama e eczema
Em março deste ano, descobri um caroço no seio esquerdo, que cresceu muito no período de três semanas. Por sorte, eu conhecia a alimentação crua, através do livro da Dra. Nolfi, que conseguiu vencer seu câncer da mama através da alimentação crua. Este testemunho deu-me coragem e confiança para agir da mesma forma. Apenas oito dias depois, senti dor no peito. O nódulo estava amolecendo. Passados mais 14 dias, ele tinha o tamanho de uma avelã apenas. Estava muito feliz e também me sentia muito bem com essa dieta. Pouco tempo depois, o nódulo tinha desaparecido completamente. Além disso, sarei de um eczema na ponta dos dedos e nas unhas, que me incomodava há cinco anos. S. F, Wnssêrburg (Alemanha). 

Câncer na língua
Tenho 52 anos. Há quatro anos desenvolvi um câncer na língua. Fui hospitalizada durante dois meses, recebendo 24 aplicações de radioterapia até que o pescoço começou a sangrar por dentro e por fora. Algum tempo depois, o câncer continuou crescendo. Então, fui tratada com comprimidos tóxicos, que acabaram afetando o estômago e provocaram uma forte queda de cabelo. Como as dores eram muito fortes, recebi injeções de analgésicos. O médico me explicou que uma cirurgia estaria fora de questão. Dois anos se passaram. O pescoço, no ponto onde começa a língua, ficou inchado e duro como uma pedra. A garganta inteira era um tumor só. A língua regrediu tanto que a parte anterior e a ponta desapareceram. Em consequência disso, não conseguia mais falar de modo compreensível. Continuei sofrendo por mais de um ano. Recebia analgésico, pois os médicos me consideravam um caso perdido ou nunca acreditaram em uma recuperação. Eu tinha uma palidez mortal, pois não conseguia mastigar, nem engolir alimentos sólidos. Piorava a olhos vistos e todos contavam com minha morte. Entretanto, o que aconteceu foi bem diferente.
Alguém me trouxe o livro sobre alimentos crus e comecei imediatamente com suco de hortaliças, no lugar das sopinhas de antes. Sem anestésico, era impossível suportar as dores. Comecei a fazer compressas com folhas de couve e, vez por outra, com argila, o que aliviava bastante as dores e, às vezes, até as eliminava.
Hoje, após 8 meses de suco cru, depois também de bananas e outras frutas e hortaliças, preparadas no liquidificador, o câncer desapareceu e o tumor sumiu completamente. O fato de não conseguir falar, mastigar e engolir direito é resultado das queimaduras que sofri com aquelas absurdas radiações. Até os dentes do maxilar inferior foram queimados e quebraram na raiz, enquanto os dentes do maxilar superior continuam normais. Os músculos também foram queimados e ficaram paralisados, de forma que só consigo abrir a boca 1 cm. Aquelas radiações e a habilidade dos médicos estragaram tudo. Agradeço principalmente ao bom Deus pela alimentação saudável. E. A., Berna (Suíça).

Câncer de intestino
Este testemunho é interessante porque ele estava condenado à morte e descobriu sozinho, já em 1931, como curar o câncer pela alimentação. Após a sua recuperação, ele viveu mais 70 anos e morreu com quase 100 anos de idade. Recebi este testemunho quando o Sr. E. já tinha 91 anos. Ele é um exemplo para aqueles que acreditam que nada podem fazer para chegar a uma idade avançada — que é coisa do destino ou a vontade de Deus.
Em fins de 1930, notei a presença de sangue nas fezes. O médico constatou câncer no intestino. Consegui encontrar literatura sobre essa doença, que reforçou minha suspeita sobre a relação com alimentação errada. Naquela época, comia demais e pesava 81 kg. O sangramento aumentava cada vez mais, de modo que outro médico diagnosticou câncer em estágio avançado. Indicaram operação imediata, mas eu decidi de outra forma.
Comecei com um jejum de sete dias. Depois, passei a me alimentar diariamente, durante um ano inteiro, da seguinte forma: pela manhã, dois punhados de espinafre neozelandês bem picado ou outras folhas verdes. Misturava as folhas com três colheres de sopa cheias de linhaça amolecida e triturada. Comia isso três vezes ao dia, acompanhado de um pouco de salada de beterraba, e sempre tinha um pedaço de alcaçuz na boca. Quando sentia sede, tomava um gole de chá de ervas, feito com urtiga, cavalinha e folhas de trevo do campo. Toda semana jejuava de sábado até segunda-feira de manhã. Em pouco tempo meu peso caiu de 81 kg para 55 kg. Apesar das muitas advertências, aguentei firme um ano inteiro e consegui manter meu emprego como chefe da estação de trem.
Meu sangramento foi diminuindo e cessou completamente após três meses. Os meus colegas de trabalho morreram há mais de 20 anos. De 15 colegas, 11 morreram de câncer e nove não passaram dos 50 anos. Eu já estou com 91 anos e não tive nenhuma doença em todos esses anos. Claro que continuei comendo cru. J. E., Zurique (Suíça).

Melanoma com metástase
A alimentação crua é a coisa mais maravilhosa deste mundo. Há dez anos sou crudívora. Consegui curar-me de um melanoma com metástase. A. B., Kaufdorf/Bern (Suíça).

Um louvor ao suco de cenoura
Uma freira descreve a cura de um câncer: "Há sete semanas eu visitava, duas vezes por semana, um senhor de 78 anos que tinha câncer de intestino. Após uma cirurgia, ele perdeu as esperanças, porque o câncer e dores voltaram após algum tempo. Ele resolveu, então, seguir uma alimentação viva à base de suco de cenoura. Todas as manhãs, sua esposa lhe preparava cerca de 700 ml de suco fresco de cenoura com hortaliças. Ele o tomava durante o dia com um pouco de chá de ervas. Quatro semanas depois, já estava sem dores, a ponto de conseguir dormir sem tomar narcóticos. Tudo vai indo muito bem." H. Z., Hennef (Alemanha)

Câncer
Minha mulher deveria ser operada em 15 dias e receber, a seguir, 32 aplicações de radioterapia. Entretanto, ela preferiu testar primeiro a alimentação crua. Desde o dia em que mudou sua alimentação, o câncer não cresceu mais. Portanto, não corríamos riscos, não havia "tarde demais". Seguindo exatamente as instruções, ela obteve 100% de êxito. Agradecemos a Deus, que dotou nossos alimentos naturais de poder curativo. A. B., Essüngen (Alemanha).

Próstata curada
Cheia de gratidão, tomo a liberdade de comunicar que meu marido se recuperou. Há um ano ele segue a alimentação crua e o médico não achou mais nada que justifique uma operação de próstata. Imaginem a nossa alegria. K, S., Ditzingen (Alemanha).

O pão integral — um obstáculo
Somente depois de abolir o pão integral, de que tanto gostava, e passar a comer exclusivamente alimentos crus, o meu problema de próstata sarou imediatamente. W. H., ZUrich (Suíça).
Texto extraído do livro Saúde para você - Ernst Günter,

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