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sábado, 5 de maio de 2012

A DIETA DA SEROTONINA - sua falta produz Depressão

 

 

 

Como funciona a Dieta da Serotonina

Duas pesquisadoras americanas de Massachusetts, Judith Wurtman e Nina Marquis, lançaram um livro chamado The Serotonin Power Diet (sem edição em português), onde elas explicam como deve ser a dieta para se alcançar níveis mais altos da serotonina e assim ajudar a manter os seus desejos por carboidratos e doces sob controle, ao mesmo tempo que reduz o apetite e melhora o seu humor.
O carboidrato é um alimento importante para desencadear o aumento desse neurotransmissor, pois faz com que a insulina seja liberada mais rapidamente na corrente sanguínea, facilitando a travessia do  triptofano, aminoácido essencial para a produção da serotonina, através do sangue para o cérebro.
Escolhendo os alimentos certos, equilibrando as porções e adicionando carboidratos nos lanches entre as refeições, você fará seu corpo se beneficiar na absorção dos nutrientes importantes para a síntese da Serotonina.

A dieta possui 3 fases:

Fase 1 – Aumentar

Essa fase tem duração de duas semanas e o objetivo é aumentar os níveis de serotonina. Você tem direito a 3 lanches durante o dia, com no máximo 180 calorias cada um. Faça uma refeição rica em carboidratos no jantar, pois assim se sentirá mais saciada e não dormirá com fome.
Como deve estar distribuído cada lanche na Fase 1
· 30 g ou 40 g de carboidratos
· De 1 g a 3 g de gordura
· Até 5 g de proteína

Cardápio Fase 1 – Aumentar a Serotonina

Café da manhã
1 porção de proteína: Sugestões:
1 ovo ou 50 g de presunto ou 1 copo de leite desnatado ou 1/2 copo de ricota ou 1 copo de iogurte
1 porção de carboidrato: Sugestões:
2 fatias de pão de fôrma light ou 1 de pão normal ou 3/4 de copo de cereal matinal ou
4 bolachas água e sal
1 fruta ou suco de fruta: Sugestões:
1 banana ou 1 maçã ou 2 kiwis pequenos ou 1 copo de melão ou 1 pera ou 3/4 de copo de abacaxi
Lanche da manhã
· Faça-o uma hora antes do almoço – 30 g ou 40 g de carboidratos
Sugestões:
Cookies, biscoitos integrais, pipoca light, picolé de fruta, morango com chocolate, barrinha de cereais, uma barrinha de chocolate, nozes, castanhas, etc.
Almoço
1 porção de proteína (120 gramas) – Sugestões:
120 g de peixe, de carne vermelha, de porco ou frutos do mar ou 1 copo de queijo cottage ou omelete com 5 ou 6 ovos (só a clara) ou 180 g de atum em lata
Vegetais (2 copos por dia)  – Sugestões:
Verduras de folhas verdes, vegetais crucíferos, leguminosas e legumes
Lanche da tarde
Lanche três a quatro horas após o almoço, 1 g a 3 g de gordura
Sugestões:
Abacate, Avelã, Amêndoa, Castanha de Caju, Amendoim, Castanha do Pará, Semente de Abóbora, Pistache, Gergelim, Semente de Girassol
Jantar
1 porção de carboidrato – Sugestões:
1 1/2 copo de grãos ou legumes cozidos, lentilha, cuscuz, polenta ou arroz ou 4 fatias de pão ou 4 espigas de milho ou 340 g de batata.
Vegetais à vontade – sugestões:
Idem almoço
Ceia
· Faça-o de duas a três horas após o jantar, 5 g de proteína
Sugestões:
Frios em geral, Iogurte desnatado, Leite de soja, Carnes, Ovo, etc…

Fase 2 – Equilibrar

Essa fase tem duração de 6 semanas e o objetivo é equilibrar os níveis d serotonina. É permitido dois lanches por dia até 180 calorias cada um e reduzir a quantidade de proteína no almoço e aumentá-la no jantar.
Como deve estar distribuído cada lanche na Fase 2:
O mesmo da Fase 1

Cardápio Fase 2 – Equilibrar a Serotonina

Café da manhã
· Idem à fase anterior
Lanche
· Faça-o uma hora antes do almoço, use as sugestões da fase 1
Almoço
· Idem à fase anterior, porém reduza a quantidade de proteínas para 90 gramas.
Lanche da tarde
· Faça-o de três a quatro horas depois do almoço, use as sugestões da fase 1
Jantar (Sugestões iguais à Fase 1)
1 porção de proteína – Sugestões
Reduza para 60 gramas: Carnes magras, peixes, frutos do mar, tofu ou derivados de soja
1 porção de carboidrato – Sugestões:
1 copo de grãos e legumes cozidos ou lentilha ou polenta ou quinoa, arroz ou 4 fatias de pão ou 4 espigas de milho ou 240 g de batata
Vegetais à vontade – Sugestões:
Idem Fase 1
Ceia
Idem Fase 1

Fase 3 – Controlar

Tem duração de 4 semanas ou até chegar no peso desejado. O objetivo é manter os níveis de serotonina estáveis. A quantidade de lanches é reduzido para um apenas por dia até 200 calorias e somente 3 horas após o almoço.
Como deve estar distribuído cada lanche na Fase 3:
· Carboidratos: 20 g a 25 g
· Gordura: De 1 g a 2 g
· Proteína: Até 3 g

Cardápio Fase 3 – Controlar a Serotonina

Café da manhã
· Idem à fase anterior
Lanche
· Faça-o uma hora antes do almoço, Carboidratos: 20 g a 25 g
Almoço
· Idem à fase anterior
Lanche
· Faça-o de três a quatro horas depois do almoço, Gordura: De 1 g a 2 g
Jantar
· Idem à fase anterior
Ceia
Faça-o de três a quatro horas depois do jantar, Proteína: Até 3 g

Observações

Não se esqueça de procurar sempre as opções mais saudáveis e light, ou seja com baixo teor de gordura e açúcar, seja nos lanches ou nas refeições principais.
Além de fazer você emagrecer gradualmente e de forma saudável, a dieta ajudará você a manter seu humor estável, sem altos e baixos, aumentará sua energia mental e ajudará a dormir melhor.
Quanto ao lanche, essa dieta praticamente não restringe nenhum tipo de carboidrato, mas fique atenta à qualidade nutricional. Exemplos de bons carboidratos: Uma barra de chocolate escuro, aveia, cereais, granola light, cookies, biscoitos integrais, picolé de frutas, entre outras.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O que é a bulimia?








É o transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de "orgias alimentares", no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controle sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com a finalidade de não ganhar peso.


Generalidades
Existe uma tendência popular em achar que a bulimia é o contrário da anorexia. A rigor o contrário da anorexia seria o paciente achar que está muito magro e precisa engordar, vai ganhando peso, tornando-se obeso e continua a julgar-se magro e continua comendo. Isso seria o oposto da anorexia, mas tal quadro psiquiátrico não existe. Na bulimia o paciente não quer engordar, mas não consegue conter o impulso para comer por mais do que alguns dias. O paciente com bulimia tipicamente não é obeso porque usa recursos extremos para eliminar o excesso ingerido. Enquanto a comunidade psiquiátrica mundial não reconhecer o binge como uma patologia à parte seremos obrigados a admitir que há 2 tipos de pacientes com bulimia: os que tentam eliminar o excesso ingerido por vômitos ou laxantes e os pacientes bulímicos que não fazem isso e acabam engordando, esse segundo tipo pode vir a constituir num outro transtorno alimentar, o Binge.  



Os pacientes com bulimia geralmente apresentam 2 a 3 episódios por semana, o que não significa que no resto do tempo esteja bem. Na verdade esses episódios só não são diários ou mesmo mais de uma vez ao dia porque o paciente está constantemente lutando contra eles. Esses pacientes pensam em comer o tempo todo. A média de fracassos na tentativa de conter o impulso são duas vezes por semana.

Como é o bulímico?
Basicamente é um pacient
reconhece o absurdo de seu comportamento,e com vergonha de seu problema, com sentimento de inferioridade e auto-estima baixa. O paciente  mas por não conseguir controlá-lo sente-se inferiorizado, incapaz de conter a si mesmo, por isso vê a si como uma pessoa desprezível. Procura esconder dos outros seus problemas para não o desprezarem também. Os pacientes bulímicos geralmente estão dentro do seu peso ou um pouco acima. Tentativas de dieta estão sempre sendo realizadas. Tentativas de adaptar os afazeres e compromissos rotineiros com os episódios de ingestão e auto-indução de vômito tornam seu estilo de vida bizarro, pois os episódios devem ser feitos às escondidas, mesmo das pessoas íntimas. Uma alternativa para a manutenção de seu problema escondido é a opção pelo isolamento e distanciamento social, que por sua vez gera outros problemas. Assim como a anorexia, a Bumilia geralmente ocorre no adolescente, predominantemente nas mulheres. Os assuntos das conversas preferidos são relacionados a técnicas de emagrecimento. É comum o comportamento de esconder alimentos para futuros episódios.
 


É interessante notar que a bulimia não constitui uma completa perda do controle. O paciente consegue planejar seus episódios, esperar para ficar sozinho e guardar alimentos, por exemplo. Essa incapacidade parcial é intrigante para os leigos. Muitas vezes os maridos das pacientes julgam que a paciente faz tudo porque quer e critica a esposa aumentando sua culpa. Essa atitude deve ser evitada, pois além de não ajudar, atrapalha diminuindo ainda mais a auto-estima da paciente que sucumbe aos esforços por tratar-se. A bulimia muitas vezes sucede aos episódios de anorexia.

Tratamento
Os antidepressivos tricíclicos já foram testados e apresentaram respostas parciais, ou seja, os pacientes melhoram, mas não se recuperam completamente. Carbamazepina e lítio também foram testados com uma resposta ainda mais fraca. Os antidepressivos IMAO também apresentam uma melhora similar a dos tricíclicos, porém melhor tolerado pelos pacientes por terem menos efeitos colaterais. Mais recentemente os antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina vêem sendo estudados com boas respostas, mas não muito superiores às dos tricíclicos. Os estimulantes por inibirem o apetite também apresentaram bons resultados, mas há poucos estudos a respeito para se embasar uma conduta terapêutica.
Muitos pacientes só com psicoterapias apresentam remissão completa. Não há uma abordagem especialmente recomendada. Pode-se indicar a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, terapias de grupo, grupos de auto-ajuda, psicoterapias individuais.
 
Problemas Clínicos
Os repetidos episódios de auto-indução do vômito geram problemas noutros sistemas do corpo. Ao se vomitar não se perde apenas o que se comeu, mas os sucos digestivos também. Isso pode acarretar desequilíbrio no balanço dos eletrólitos no sangue, afetando o coração, por exemplo, que precisa de um nível adequando dessas substâncias para ter seu sistema de condução elétrica funcionante. As repetidas passagem do conteúdo gástrico (que é muito ácido) pelo esôfago acabam por ferí-lo podendo provocar sangramentos. 
Casos extremos de rompimento do estômago devido ao excesso ingerido com muita rapidez já foram descritos várias vezes. O intestino grosso pode sofrer conseqüências pelo uso repetido de laxantes como constipação crônica, hemorróidas, mal estar abdominal ou dores. 

Nos dias atuais, o culto ao corpo perfeito acaba influenciando pessoas, principalmente mulheres, a usarem de todo e qualquer artifício para se manterem magras. A bulimia é um transtorno alimentar que se caracteriza pela ingestão de uma grande quantidade de alimentos, geralmente ricos em calorias, seguida por métodos compensatórios. Esses métodos compensatórios podem ser: o uso de laxantes ou diuréticos, a prática de exercícios físicos intensos ou a indução do vômito. Pessoas que apresentam esse transtorno alimentar geralmente têm peso normal e seguem dietas severas. Além disso, alguns fazem jejuns rigorosos e ingerem anorexígenos, medicamentos que diminuem o apetite e causam agitação, dependência e inúmeros efeitos indesejáveis.

A bulimia e a anorexia são diferentes. Na bulimia ocorre a compulsão por alimentos seguida por métodos compensatórios. Na anorexia a pessoa deixa de se alimentar, perdendo peso rapidamente, chegando às vezes a um estado de desnutrição severa que pode levar à morte.
Geralmente a pessoa bulímica tem baixa autoestima e obsessão com o peso e a forma de seus corpos. Quando autoinduzem o vômito, o fazem às escondidas.

Arritmias cardíacas, inflamação da garganta e glândulas salivares, sangramento do esôfago, problemas gastrintestinais, cáries e desidratação são comuns em pacientes com bulimia. Alguns pacientes podem apresentar também fadiga, desmaios, ressecamento da pele, irregularidade ou perda da menstruação, constipação, oscilações de humor e depressão.
A bulimia pode ser causada por fatores psicológicos, biológicos, familiares e culturais (como o culto ao corpo perfeito). Geralmente a pessoa que tem bulimia esconde isso dos familiares por ter vergonha de seus ataques compulsivos por comida, e julga esse comportamento como uma falta de controle próprio, o que ajuda na baixa autoestima.
A bulimia tem cura e seu tratamento consiste em medicamentos antidepressivos, hábitos alimentares saudáveis e terapia individual ou em grupo.

Paula Louredo
Graduada em Biologia

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Alimentação e Vibração Energética


Entenda porque certos alimentos baixam nossa energia, comprometendo a longevidade e dificultando nossos esforços de elevação espiritual.

A certa altura do caminho espiritual, todos nós somos avisados que alimentos industrializados, artificiais e de origem animal, assim como bebidas alcoólicas, drogas e guloseimas devem ser evitados porque deixam muitas toxinas em nosso organismo. A justificativa para essa indicação é que a intoxicação do corpo baixa nossa vibração energética.

Para quem deseja compreender melhor a relação entre alimentação e nível vibratório, transcrevemos uma passagem do livro O Segredo de Shamballa, de James Redfield (Editora Objetiva). Autor do clássico A Profecia Celestina, Redfield é espiritualista e pesquisador. Para escrever o texto a seguir, ele baseou-se no trabalho do médico Phd Theodore A. Baroody, um especialista em medicina preventiva e nutrição. Aqui, Redfield explica com grande clareza e simplicidade como a dieta influi no nível de energia dos seres humanos.

A maioria das pessoas é cheia de energia e entusiasmo durante a juventude, mas, depois, na meia-idade, começa a escorregar lentamente ladeira abaixo e finge não perceber. Afinal, todos os amigos estão na mesma situação e seus filhos são ativos, então eles passam cada vez mais tempo sentados, comendo as coisas que têm gosto bom. Não demora até que comecem a ter queixas e problemas crônicos tais como dificuldades digestivas e irritações da pele que atribuem à idade, e então, um dia, contraem uma doença grave, de cura difícil. Geralmente procuram um médico que não ensina prevenção, e se põem a tomar remédios; às vezes o problema é resolvido, às vezes não é. E então, com o passar dos anos, elas pegam uma doença que piora progressivamente, e percebem que estão morrendo; seu único consolo é pensarem que o que está acontecendo com elas ocorre com todo mundo, que é inevitável. E o pior é que esse colapso de energia acontece, até certo ponto, até mesmo com quem pretende ser espiritualizado. (…) Se procuramos ampliar nossa energia e ao mesmo tempo consumirmos alimentos que nos roubam essa energia, não chegamos a lugar algum.

Temos de avaliar todas as energias que rotineiramente permitimos que entrem em nosso campo de energia, especialmente os alimentos, e evitar tudo que não seja o melhor para que nosso campo continue forte. (…) Sei que por aqui existem muitas informações conflitantes a respeito dos alimentos. Mas a verdade está aqui também. Cada um de nós precisa pesquisar, tentar ter uma visão mais ampla. Somos seres espirituais que viemos a este mundo para aumentar a nossa energia. No entanto, grande parte do que encontramos aqui se destina simplesmente ao prazer sensual e à distração, e grande parte mina a nossa energia e nos empurra para a desintegração física. Se realmente acreditamos que somos seres energéticos, devemos seguir o caminho estreito por entre essas tentações.

Estudando a evolução, você verá que, desde o início, tivemos de escolher nosso alimento experimentando e errando, apenas para descobrir quais eram bons para nós e quais nos matariam. Se comer esta planta, você sobrevive; se comer aquela ali, morrerá. Hoje, já sabemos o que nos mata, mas só agora estamos aprendendo quais são os alimentos que aumentam a nossa longevidade e mantêm alta a nossa energia, e quais nos prejudicam. (…) Parecemos ser de matéria, carne e sangue, mas somos átomos! Energia pura! A ciência já provou esse fato. Quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, vemos primeiro partículas e depois, em níveis mais profundos, as próprias partículas se transformam em padrões de energia pura vibrando em certo nível.

E se olharmos desta perspectiva para aquilo que comemos, veremos que o que colocamos em nosso corpo como alimento afeta o nosso estado vibratório, ao passo que outros diminuem. A verdade é simples. Todas as doenças resultam de uma queda na energia vibratória; quando a nossa energia cai até determinado ponto, existem forças naturais no mundo que se destinam a desintegrar o nosso corpo. Quando alguma coisa morre, como por exemplo um cachorro atropelado por um carro ou uma pessoa depois de longa doença, as células do corpo imediatamente perdem a vibração e se tornam muito ácidas quimicamente. Esse estado ácido é o sinal para os micróbios do mundo, os vírus, as bactérias e os fungos, de que está na hora de decompor aquele tecido morto. Esse é o trabalho deles no universo físico; devolver um corpo a terra.

Já lhe disse que quando a energia em nosso corpo diminui por causa do tipo de alimento que comemos, isso nos torna suscetível às doenças.
Eis como funciona: quando comemos, o alimento é metabolizado e deixa resíduos ou cinzas em nosso corpo. Esses resíduos são de natureza ácida ou alcalina, dependendo da comida; se ela for alcalina, então pode ser rapidamente extraída de nosso corpo com pouca energia. No entanto, se esses produtos residuais são ácidos, fica muito difícil para o sangue e o sistema linfático os eliminarem, e eles são depositados em nossos órgãos e tecidos como sólidos, formas cristalinas de baixa vibração que criam bloqueios ou rupturas nos níveis vibratórios das nossas células. Quanto mais desses subprodutos ácidos são depositados em nosso corpo, mais ácidos os tecidos se tornam… e adivinhe o que acontece? Um micróbio aparece, sente todo esse ácido e diz: “Ah, este corpo está pronto para ser decomposto.”

Está entendendo? Quando um organismo morre, o corpo muda rapidamente para um ambiente altamente ácido e é consumido pelos micróbios bem depressa. Se começarmos a aparentar esse estado muito ácido, ou estado de morte, então começamos a sofrer o ataque de micróbios. Todas as doenças humanas resultam de um ataque desses. (…)

Todas as doenças surgem por meio da ação microbiana. Vários micróbios foram associados às lesões arteriais da doença coronária, assim como à produção de tumores cancerígenos. Mas, lembre-se, os micróbios estão apenas fazendo a sua função; a verdadeira causa é a alimentação que provoca o ambiente ácido. (…) Nós, humanos, estamos em um dos dois estados: ou no alcalino, de alta energia, ou no ácido, que avisa os micróbios que habitam em nós ou que surgem que estamos prontos para sermos decompostos. A doença é literalmente uma decomposição de alguma parte do nosso corpo, porque os micróbios perto de nós receberam o sinal de que já estamos mortos. (…)

Geralmente, os alimentos que deixam resíduos ácidos em nosso corpo são pesados, cozidos demais, industrializados demais, e doces – como carnes, farinhas, balas, álcool, café e as frutas mais doces; os alimentos alcalinos são mais verdes, mais frescos, mais vivos, tais como legumes frescos e seu suco, verduras, brotos e frutas como abacate, tomate, grapefruit etc…

É muito simples. Somos seres espirituais num mundo espiritual e energético. Vocês no Ocidente podem ter crescido achando que a carne cozida e os alimentos industrializados são bons; mas agora sabemos que eles criam um ambiente de lenta decomposição que ao longo do tempo cobra seu preço.

Todas as doenças debilitantes que afligem a humanidade, como arteriosclerose, enfarte, artrite, aids e especialmente os vários tipos de câncer, existem porque poluímos nosso corpo, o que avisa aos micróbios dentro de nós que estamos prontos para nos decompor, desenergizar, morrer. Sempre nos perguntamos por que certas pessoas expostas aos mesmos micróbios não sofrem o contágio de uma doença; a diferença é o ambiente do interior do organismo. A boa notícia é que, mesmo se tivermos excesso de acidez no corpo e começarmos a nos decompor, a situação pode ser revertida se melhorarmos nossa nutrição e passarmos para um estado alcalino e de energia mais alta. (…)

Estamos vivendo na idade das trevas no que refere aos princípios de um corpo vibrante e altamente energético. Os seres humanos deveriam viver mais de 150 anos. Mas a nossa alimentação é tal que imediatamente começa a nos destruir.
Em toda parte vemos pessoas que estão se decompondo diante dos nossos olhos. Mas não precisa ser assim.

Zhannko Idhao Tsw - Por Alessandro

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