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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

PARA TODOS VOCÊS


BEIJOS PARA TODOS E CADA UM DE VOCÊS,


NA ESPERANÇA QUE ESTE ANO QUE ENTRA SEJA DE TRANSFORMAÇÕES PARA TODOS E QUE ENTENDAMO-NOS A NÓS PRÓPRIOS!! COM DORES E SEM ELAS


BEM HAJAM

ANALUZ

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Depressão de Natal














A pessoa deprimida precisa ser compreendida e cuidada...

O Natal é um período considerado de alegria e esperanças optimistas. Normalmente é assim, mas para muitas pessoas pode ser uma época muito triste e se fazer acompanhada por sentimentos de solidão, desamparo e desânimo. Essa condição é chamada Depressão de Natal ou "Christmas Blues".

A depressão das festas é comum no mês de Dezembro durante o frenesi do Natal e Fim de Ano, ao fazermos balanços e projectos. O que para muita gente é a época mais feliz do ano para outros é bem ao contrário. O Natal e os encontros de família podem se transformar em momento tristes e difíceis de suportar, especialmente se a pessoa já está deprimida ou a passar por uma crise existencial.

O Natal é a época que mais afecta os depressivos, embora a depressão possa atacar em qualquer época do ano é na época do Natal que a maioria dos suicídios acontece. Devemos estar atentos a isso e especialmente aos idosos que necessitam de maior atenção.

Há muitas causas para esse tipo de distúrbio do humor que pode evoluir para uma depressão verdadeira, com os mesmos sintomas da depressão clínica.
Geralmente a depressão de Natal é de duração breve, desde alguns dias a semanas e em muitos casos termina quando as férias acabam e retorna-se à rotina quotidiana.

É necessário tentar perceber, quais possam ser os motivos de cada um, os mais relacionados à esfera dos afectos bem como os mais estritamente físicos.

Entretanto podemos sugerir algumas regras básicas de saúde durante as festas.

Factores que contribuem para a Depressão de Natal
  • Aumento do stress
  • Fadiga
  • Expectativas não realizadas
  • Vulnerabilidade biológica à estação e à fraca irradiação solar
  • Dificuldade em estar com a família
  • Lembranças de celebrações passadas
  • Pressão social para o consumo excessivo
  • Mudança da dieta
  • Mudança da rotina quotidiana
  • Falta de alguém que já não existe
Os sintomas mais comuns da Depressão de Natal são:
  • Dor de cabeça
  • Incapacidade de dormir ou dormir muito
  • Mudanças de apetite
  • Agitação ou ansiedade
  • Sentimento de culpa excessivo ou inapropriado
  • Diminuição da capacidade de concentração
  • Diminuição do interesse em actividades que normalmente levam ao prazer
Como defender-se da “Depressão de Natal”:
Fazer:
  • Minimizar as expectativas e transformar o Natal em uma “festividade normal”.
  • Ter um programa organizado para esse período de festas.
  • Não formular propósitos de mudanças totais para após o Ano Novo.
  • Praticar uma actividade física ao ar livre, mesmo se estiver frio e principalmente nas horas de luz.
  • Exercitar o pensamento positivo
  • Estar com pessoas
Não fazer:
  • Não mudar muito os ritmos e particularmente os do sono
  • Não beber álcool em excesso
  • Não exagerar com a comida
  • Não ter expectativas irrealizáveis
  • Não focar no que não temos
  • Não lamentar o passado, mas fazer pequenos propósitos para o futuro realísticos e concretos.
Concluindo: deixar de lado projectos “extraordinários”, propor-se objectivos realísticos, organizar o próprio tempo, fazer listas, prioridades, fazer um plano e segui-lo. Sair da ritualidade muito “Litúrgica” das festas e procurar inventar novas maneiras para celebrar o Natal.

É importante principalmente permitir a si próprios de estar triste ou saudosos. Esses são
sentimentos normais particularmente na época de Natal.

 Mariagrazia Marini

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Oração para a Paz interior


Reitere
estas verdades durante dez ou 15 minutos em voz alta e você
descobrirá que suas vibrações espirituais benéficas permeiam
todo o seu ser, e penetram em seu subconsciente, neutralizando e
apagando todo o comportamento negativo de medo, aflição e
depressão.

"Minha mente é a
mente de Deus, e o rio de paz de Deus satura minha alma e
meu coração. O amor benéfico de Deus enche minha mente e
meu coração. Estou calmo, sereno, tranqüilo, descontraído, e
à vontade. Deus no núcleo de mim mesmo faz cessar os ventos
do medo e as vagas da depressão, e eu estou em paz."

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A paz reside nos intestinos






Por Dr. Alberto Gonzalez
O sistema digestivo, após uma refeição, usa de todos os recursos para obter os nutrientes que irão sustentar a vida. Basicamente são: enzimas que degradam gorduras, proteínas e carboidratos, ácidos e bases para 'digerir' grandes moléculas, emulsificantes, quelantes, um verdadeiro laboratório bioquímico, à nossa disposição. Tudo funcionando naturalmente, permitindo que aquilo que usamos como alimento possa ser transformado em nutrição e energia. 
O tubo digestivo deve ter a capacidade de selecionar o que é bom (nutrição) e o que é ruim (excreção). Defender-se de um intruso com más intenções, e manter os que pegam carona e nos ajudam: das bactérias. São em média um quatrilhão de bactérias que, dependendo da alimentação, podem ser grandes amigas ou grandes inimigas da saúde.
Para manter essa enorme população de bactérias, nem sempre pacíficas, as paredes do tubo digestivo contam com a maior massa de tecido do corpo humano: o sistema de células M e as placas de Peyer. Esse sistema imunológico pode identificar e destruir microorganismos e moléculas que não nos servem ou selecionar e absorver moléculas complexas que sejam necessárias à economia e saúde do organismo.

Os processos digestório e imunológico permitem a absorção de enzimas da dieta, e podem neutralizar e destruir bactérias nocivas ou relacionar-se diplomaticamente com elas, e até dar suporte a populações de bactérias benéficas.
Se ingerirmos alimentos cozidos antes de um exame de sangue (café com leite e pão com manteiga por exemplo), nosso corpo iniciará uma resposta imune que eleva a contagem de glóbulos brancos a um valor parecido ao de uma apendicite aguda. Essa resposta orgânica é chamada de leucocitose digestiva. É por isso que os laboratórios pedem sempre que se fique em jejum antes de um exame de sangue. Esse fato, entretanto, não ocorre após a ingestão de alimentos crus.

As bactérias podem gerar efeitos diametralmente opostos na nutrição e vitalidade, dependendo do seu gênero:
• Benéficas: trabalharão incessantemente fermentando, degradando, digerindo, produzindo vitaminas (como as do complexo B), interferon (o mais potente remédio contra os vírus), antioxidantes, degradando colesterol nocivo e mantendo nosso sistema imune estável, saudável e ativo.
Elas se nutrem basicamente de fibras e alimentos de origem vegetal, principalmente os íntegros,  maduros e frescos, ou seja, não refinados, cozidos, fritos, aditivados ou congelados.
• Nocivas: trabalharão incessantemente produzindo colesterol nocivo, enterotoxinas, produtos carcinogênicos e imunodepressores, radicais livres e tornando o sistema imune instável, deprimido e auto-agressivo.
Elas se nutrem de alimentos industrializados e vazios de nutrientes, açúcar, refinado( sacarose), farinhas e amidos refinados, aditivos sintéticos, produtos de origem animal.

Anatomia inteligente dos intestinos
Apesar de ocupar um pequeno espaço dentro do abdomen, as pregas intestinais fazem com que a área do intestino aumente 3 vezes. Um aumento adicional de sete a dez vezes é garantido por centenas de milhares de pregas minúsculas: as vilosidades. E, ainda por cima, dentro das vilosidades, na borda das células intestinais, estão as microvilosidades (bordas em escova) que fazem essa área aumentar mais 15 a 40 vezes. E é nesses recantos que as bactérias habitam mas, a qualidade delas determina a nossa saúde.
Hipócrates afirmava em 400 a.C. que somos aquilo que comemos. Verdade absoluta, mas hoje a ciência da probiótica deixa claro que: Somos o que temos de bactérias em nosso intestino.
Os alimentos cozidos, irradiados, embutidos, os açúcares e as gorduras saturadas são os alimentos prediletos de bactérias hostis. Alimentando-se assim, mantemos em nosso intestino um viveiro de serpentes venenosas, que transformam tudo o que aparece em toxinas fortíssimas e degradam substâncias presentes nessa forma de dieta, em produtos que fabricam o câncer, podendo agir diretamente na parede do intestino ou ser absorvidos, gerando um enorme problema para nosso corpo se livrar. Causa surpresa que esses alimentos sejam considerados inofensivos pela Saúde Pública.
Michael Gershon, um eminente pesquisador americano, publicou em 2002 o livro O segundo cérebro. Simultaneamente, no Brasil, foi publicado pelo Dr. Helion Póvoa o livro 

O cérebro desconhecido:
Nosso tubo digestivo, feioso, na obscuridade abdominal, capaz de produzir puns e coco, é na verdade um cérebro sensível, pensante, emocionável, irritável, magoável. Além de ter memória emocional, é capaz de emitir sinais transmissores sutis ao cérebro branquinho e chique lá de cima, na cabeça.

Assim, o que temos nos intestinos pode influenciar nosso pensamento e felicidade. De forma análoga, a ciência comprovou que o uso de tranquilizantes ou terapia pode fazer uma pessoa melhorar no âmbito psicológico, mas se nada mudar na alimentação, os intestinos desses mesmos indivíduos continuarão a apresentar suas próprias psiconeuroses.
Existem milhões de neurônios no tubo digestivo, fazendo-o senhor de seu próprio controle, e há relativamente poucas conexões com o sistema nervoso central, além das fibras vagais. 

O que é mais surpreendente ainda: se fossem desligados de vez todos esses circuitos integrativos, ainda assim o tubo digestivo seria capaz de funcionar com algum grau de coordenação. Segundo Gershon, "a voz do cérebro certamente se faz ouvir no intestino, mas não em linha direta com todos os membros da congregação entérica”. Esse e outros fatos comprovados pela ciência levaram os fisiologistas a determinar o que hoje se denomina de "divisão entérica" do sistema nervoso, ou seja, a parte do sistema nervoso relativa especificamente aos intestinos.
O tubo digestivo tem importantes efeitos sobre o comportamento humano. E um complexo computador de informações do ambiente que pode harmonizar-se com o hospedeiro ou rebelar-se contra ele.


O maior mediador do pensamento, a serotonina, tem 95% de sua produção nos intestinos.
Se considerarmos ainda que os intestinos possuem funções de regulação de todas as glândulas do corpo, que é estratégico para a formação do sangue, que é a base de nossa imunidade, e a origem de nossa alegria interior e bem-estar, poderemos afirmar: A paz começa nos intestinos.

Depoimentos sobre cura do câncer - Porque o CÂNCER é uma DOR NA ALMA




Do livro Saúde para você - 100 Depoimentos de cura - Ernst Günter


Muitas pessoas vêm consultar a nossa biblioteca, principalmente sobre os alimentos orgânicos crus com seus efeitos curativos. Sempre nos perguntam: "Mas vocês conhecem alguém que realmente se curou desta forma?"
O livrinho "Alimentação Viva" escrito por Ernst Günter, que motivou os depoimentos contidos nesta brochura, foi reeditado 25 vezes e contém muitos dos ensinamentos que a médica dinamarquesa Dra. Kirstine Nolfi apresentou na publicação "O milagre dos alimentos vivos", que acabamos de editar. 
Não traduzimos o livrinho "Alimentação Viva", porque a parte principal do texto de Ernst Günter apresenta cardápios e receitas cruas baseados em muitos alimentos desconhecidos em nosso país. Mas, nós brasileiros podemos nos beneficiar, o ano inteiro, de hortaliças e frutas em abundância que, felizmente, encontramos a cada dia novas fontes de alimentos orgânicos crus, indispensáveis à alimentação crua e viva. E não esqueçam: "Consumam orgânicos". Dedicamos esta brochura, também, a todos os agricultores orgânicos, que com seu trabalho incansável estão contribuindo para a saúde de nosso povo. 

Curar doenças e preservar a saúde com a alimentação crua e viva não é nenhuma novidade. Os antigos gregos já sabiam disso e ainda hoje existem povos primitivos que se alimentam de forma natural.
O organismo e os órgãos digestivos dos seres humanos foram feitos para digerir alimentos crus, naturais. Com a alimentação 100% crua e orgânica desaparecem as doenças causadas pela alimentação cozida e carnívora.
Como muitas pessoas não são curadas pelos médicos, é imprescindível difundir a forma natural de cura através de uma alimentação saudável. Para ajudar o maior número possível de pessoas sofredoras e enfraquecidas, pedimos que este texto seja amplamente difundido.
A alimentação com alimentos crus é uma lei natural. Quando Deus criou o homem, deu-lhe, entre outras coisas, uma lei alimentar que é a seguinte:
Gênesis, cap. l, versículo 29 - E disse Deus: "Vejam! Eu entrego a vocês todas as ervas que produzem semente e estão sobre toda a terra e todas as árvores em que há frutos que dão semente: tudo será alimento para vocês."
A planta extrai seus nutrientes do solo e do ar. São minerais inorgânicos obtidos de rochas e também minerais orgânicos vivos - obtidos do húmus - e, finalmente, nitrogênio e gás carbônico obtidos do ar. Nada disso serve de alimento para o homem. As folhas das plantas são pequenas fábricas que absorvem a energia da terra e do ar para transformá-la em alimento vivo para nós.
Nesse processo, a luz solar desempenha um papel muito importante, fazendo a planta crescer e produzir frutos. As enzimas, faíscas de vida, fazem as plantas crescerem. Tanto as raízes como as folhas e os frutos são perfeitamente adequados ao nosso aparelho digestivo.

O ato do cozimento dos alimentos do reino vegetal tem várias desvantagens:

Acabe com o medo do câncer, do enfarte ou da gripe. Os alimentos crus são a nutrição ideal para a SAÚDE, para prevenir doenças. Uma saúde estável vale mais que todas as riquezas e todos os bens deste mundo.
A cura não é tão simples, quando se trata de problemas psicológicos e certas doenças geradas por superstições que não são curáveis através da alimentação crua. Nesses casos, é necessário um apoio psicológico.

Depoimentos

Os depoimentos apresentados nessa brochura são um eco do livrinho "Alimentação Viva". Através dessa alimentação, muitas pessoas se recuperaram de câncer e outras doenças supostamente incuráveis. Para encorajar outros doentes, apresentamos esses depoimentos de curas alcançadas. Aos "saudáveis", aconselhamos a prevenção.
É necessário insistir que se trata em primeiro lugar da limpeza interna do organismo, sendo que os alimentos crus limpam o organismo e, ao mesmo tempo, o alimentam corretamente. Como já dizia o antigo médico grego Hipócrates: "Que teu alimento seja teu remédio e teu remédio seja teu alimento." Isso só acontece com a alimentação crua.
Hipócrates recomendava às pessoas saudáveis e aos doentes — para a prevenção e para a cura — uma alimentação crua destinada a desintoxicar o organismo, combater a acidez e, ao mesmo tempo, lhe fornecer força vital. O segredo desse método consistia na cura prolongada, que, segundo nossa experiência, precisa de, pelo menos, seis a oito semanas para o câncer e de seis a doze meses para a diabete. Muitos doentes querem obter um efeito curativo imediato, porém o método de Hipócrates tem a vantagem de ser eficaz e impedir, desde o início, que a doença avance. Na realidade, a causa da doença é eliminada através da adoção da alimentação viva, totalmente inofensiva, que pode ser seguida sem entrar em conflito com as orientações do médico. A comida crua alimenta além de curar.

Cura do câncer com alimentação crua e viva
O aumento dos casos de câncer acompanhou de forma assustadora o uso de substâncias tóxicas na agricultura e também na indústria alimentícia.
Nos últimos anos, foi possível obter muito sucesso com a alimentação crua, livre de agrotóxicos, em casos de câncer, doenças coronarianas, artrite, pedras na vesícula, diabete, problemas do aparelho digestivo, da pele e da próstata, tuberculose, esclerose múltipla e inúmeras outras doenças. A alimentação crua significa prevenção da doença para os sadios e oferece esperança aos doentes que já foram desenganados pelos médicos.
O maior benefício da alimentação crua é a prevenção e a cura do câncer. Podemos viver sem temer o câncer! Pode parecer uma piada, mas os fatos são a prova. Ainda se tratando apenas de prevenção, a mudança de hábitos alimentares já valeria à pena. Mas, com a ajuda da alimentação crua e viva, muitas pessoas que sofriam de câncer foram curadas. Entretanto, essas curas não são aceitas pela ciência e são abafadas. Todos deveriam entender por que a ciência não aceita a terapia com alimentos crus. Quantas vezes somos gratos aos médicos, mas, neste caso, deparamo-nos com um muro.
A verdadeira cura só acontece através de uma mudança radical, isto é, a eliminação da causa. Se o caso estiver muito adiantado, pode ser tarde demais, mas não devemos desistir, pois alguns doentes ainda se recuperam. O segredo? Uma alimentação crua e viva, rica em enzimas concentradas. Por exemplo, 500 a 600 ml de suco fresco de hortaliças ao longo do dia, diariamente. O mais eficaz é o suco verde. Sementes de linhaça (e girassol) germinadas devem ser adicionadas em todos os sucos.

Câncer do pulmão
Uma mãe relata: Brigitte, 5 anos de idade, teve câncer do pulmão. Em novembro, deu entrada no hospital Após um tratamento com injeções, que provocou a queda total do cabelo, febre alta e, depois, a necessidade de uma transfusão de sangue, os médicos não tiveram mais esperança. Recebi minha filha de volta, 14 dias antes do Natal, desenganada. Foi quando o livro sobre alimentos crus me deu nova esperança. Seguindo seus conselhos, ela bebeu durante sete semanas, diariamente, 1 litro de suco de cenoura, comeu alguns outros alimentos crus e tomou leite cru. Ela fez grande progresso, ganhou cor no rosto, ficou alegre e animada e se recuperou maravilhosamente. Graças a Deus! X. Y, Lamprechtshausen (Áustria).

Câncer de mama
Após a leitura sobre alimentação viva, decidi, imediatamente, aderir aos alimentos crus, pois precisava tomar constantemente comprimidos contra fortes dores no seio. Há um mês, só como alimentos crus. Agora, sem tomar os medicamentos, não sinto mais nenhuma dor. Quase não consigo acreditar, parece um milagre. Ainda tenho minhas dúvidas se isso vai continuar. Estou me sentindo muito bem. Muito obrigada. A E., Höllriegelskreut (Alemanha).

Câncer de abdômen
Eu tinha câncer de abdômen e me submeti a uma cirurgia radical, muitas irradiações e implantes de rádio. Os médicos não tinham mais esperanças e até mesmo um experiente naturalista me considerou um caso perdido. Porém, ele me indicou a alimentação viva, que adotei imediatamente, passando a uma dieta de alimentos crus e sucos de hortaliças. As coisas começaram a mudar e fui me recuperando lentamente. Cinco anos depois, estava totalmente curada. Tenho, hoje, 69 anos. M. L., Ludwigsburgm (Alemanha).

Câncer de mama, dores no fígado e nos rins
Eu tinha um nódulo duro, do tamanho de um ovo dê galinha, no seio esquerdo e sentia muita dor. Pela vontade de Deus, seu livrinho sobre alimentação viva chegou às minhas mãos. Após seis semanas de alimentação crua, meu seio voltou a amolecer e as dores desapareceram. Sinto-me bem melhor. Também as dores que sentia no fígado e nos rins, que não me deixavam dormir à noite, desapareceram. A. D., Oberwarz (Alemanha).

Câncer de próstata
Meu câncer de próstata estagnou desde quando adotei os alimentos crus, 3 anos atrás. F. Z., Alblingen (Suíça).

Leucemia
Depois de seguir a alimentação crua por três meses, voltei ao médico para o controle. Ele constatou que meu sangue tinha mudado completamente. Não havia mais nenhum vestígio da leucemia. Pode imaginar a minha alegria! W. M., Pfafíhausen (Suíça).

Tumor na cabeça
O Sr. Konyen tinha um tumor na cabeça e o médico havia dito à Sra. Konyen que seu marido tinha apenas uma semana de vida. Foi completamente curado, graças à alimentado crua. Ele está imensamente feliz, como também toda a sua família. E. W., PfaffenweiliT (Alemanha).

Um câncer grave
Minha irmã adoeceu de melanoma-sarcoma na perna direita. Sofreu uma cirurgia para extraí-lo, mas o câncer continuou crescendo. Nessa época, ela passou a alimentar-se exclusivamente de alimentos crus. Como resultado, a enorme ferida cirúrgica cicatrizou, e os inchaços vermelhos e duros também regrediram. Nem o médico quis acreditar nesse sucesso, devido ao tipo de câncer e ao estado bastante avançado. E.S., Solingen (Alemanha). 

Menino de 5 anos curado de um câncer na cabeça
Foi um período terrível, desde o momento em que levamos nosso filho certa manhã para o hospital e nos comunicaram à noite o diagnóstico desolador: tumor cerebral. Para nós, foi como se nosso filho já estivesse morto.
No primeiro dia, ele foi tratado com medicamentos e ligado a aparelhos. No segundo dia foi-nos dito: "Uma cirurgia está fora de questão, pois o tumor está no centro". No terceiro dia, disseram-nos: "Ou seu filho precisa ser operado, ou morre em pouco tempo." Isso nos deixou meio perplexos. Nosso filho estava muito mal. Uma semana mais tarde constataram que o tumor havia crescido 1 a 2 cm. Solicitaram uma autorização escrita imediata para a cirurgia, o que recusamos. Nesse ínterim, lemos a respeito da alimentação viva, que nos deu novas forças. Fomos chamados de assassinos e burros. Entretanto não nos deixamos intimidar e ainda no mesmo dia levamos nosso filho para casa.
Já no primeiro dia, começamos com a dieta de sucos crus, que provocou um verdadeiro milagre. A cada semana, percebemos uma melhora. Foi assim até o 20° dia. Nesse espaço de tempo, ele conseguiu dar alguns passos sozinho, deixou de ter visão dupla, não ficava mais com o queixo pendurado e a sensação na perna e no braço esquerdo voltou. Interrompemos então a dieta de sucos e começamos com os alimentos crus. Haviam passado quatro semanas, nosso filho ainda vivo, contrariando a previsão dos médicos, que lhe deram duas a três semanas de vida. Agora, já se passaram mais 4 semanas de alimentação crua e nosso filho já consegue caminhar ereto e sozinho. Podemos dizer que ele está curado e isso quase parece um milagre.
Seu pai escreve: "meu filho e eu comíamos muita carne, mas desde esse terrível período toda a nossa família só come alimentos crus, até a nossa filha de 13 anos. Só posso dizer: Que maravilha! Acompanhei durante cinco dias a dieta de sucos do meu filho e nisso perdi 8 kg do meu excesso de peso, sem nenhum problema. É simplesmente maravilhoso." Família G., Arnoldstein (Áustria).
Câncer de mama e eczema
Em março deste ano, descobri um caroço no seio esquerdo, que cresceu muito no período de três semanas. Por sorte, eu conhecia a alimentação crua, através do livro da Dra. Nolfi, que conseguiu vencer seu câncer da mama através da alimentação crua. Este testemunho deu-me coragem e confiança para agir da mesma forma. Apenas oito dias depois, senti dor no peito. O nódulo estava amolecendo. Passados mais 14 dias, ele tinha o tamanho de uma avelã apenas. Estava muito feliz e também me sentia muito bem com essa dieta. Pouco tempo depois, o nódulo tinha desaparecido completamente. Além disso, sarei de um eczema na ponta dos dedos e nas unhas, que me incomodava há cinco anos. S. F, Wnssêrburg (Alemanha). 

Câncer na língua
Tenho 52 anos. Há quatro anos desenvolvi um câncer na língua. Fui hospitalizada durante dois meses, recebendo 24 aplicações de radioterapia até que o pescoço começou a sangrar por dentro e por fora. Algum tempo depois, o câncer continuou crescendo. Então, fui tratada com comprimidos tóxicos, que acabaram afetando o estômago e provocaram uma forte queda de cabelo. Como as dores eram muito fortes, recebi injeções de analgésicos. O médico me explicou que uma cirurgia estaria fora de questão. Dois anos se passaram. O pescoço, no ponto onde começa a língua, ficou inchado e duro como uma pedra. A garganta inteira era um tumor só. A língua regrediu tanto que a parte anterior e a ponta desapareceram. Em consequência disso, não conseguia mais falar de modo compreensível. Continuei sofrendo por mais de um ano. Recebia analgésico, pois os médicos me consideravam um caso perdido ou nunca acreditaram em uma recuperação. Eu tinha uma palidez mortal, pois não conseguia mastigar, nem engolir alimentos sólidos. Piorava a olhos vistos e todos contavam com minha morte. Entretanto, o que aconteceu foi bem diferente.
Alguém me trouxe o livro sobre alimentos crus e comecei imediatamente com suco de hortaliças, no lugar das sopinhas de antes. Sem anestésico, era impossível suportar as dores. Comecei a fazer compressas com folhas de couve e, vez por outra, com argila, o que aliviava bastante as dores e, às vezes, até as eliminava.
Hoje, após 8 meses de suco cru, depois também de bananas e outras frutas e hortaliças, preparadas no liquidificador, o câncer desapareceu e o tumor sumiu completamente. O fato de não conseguir falar, mastigar e engolir direito é resultado das queimaduras que sofri com aquelas absurdas radiações. Até os dentes do maxilar inferior foram queimados e quebraram na raiz, enquanto os dentes do maxilar superior continuam normais. Os músculos também foram queimados e ficaram paralisados, de forma que só consigo abrir a boca 1 cm. Aquelas radiações e a habilidade dos médicos estragaram tudo. Agradeço principalmente ao bom Deus pela alimentação saudável. E. A., Berna (Suíça).

Câncer de intestino
Este testemunho é interessante porque ele estava condenado à morte e descobriu sozinho, já em 1931, como curar o câncer pela alimentação. Após a sua recuperação, ele viveu mais 70 anos e morreu com quase 100 anos de idade. Recebi este testemunho quando o Sr. E. já tinha 91 anos. Ele é um exemplo para aqueles que acreditam que nada podem fazer para chegar a uma idade avançada — que é coisa do destino ou a vontade de Deus.
Em fins de 1930, notei a presença de sangue nas fezes. O médico constatou câncer no intestino. Consegui encontrar literatura sobre essa doença, que reforçou minha suspeita sobre a relação com alimentação errada. Naquela época, comia demais e pesava 81 kg. O sangramento aumentava cada vez mais, de modo que outro médico diagnosticou câncer em estágio avançado. Indicaram operação imediata, mas eu decidi de outra forma.
Comecei com um jejum de sete dias. Depois, passei a me alimentar diariamente, durante um ano inteiro, da seguinte forma: pela manhã, dois punhados de espinafre neozelandês bem picado ou outras folhas verdes. Misturava as folhas com três colheres de sopa cheias de linhaça amolecida e triturada. Comia isso três vezes ao dia, acompanhado de um pouco de salada de beterraba, e sempre tinha um pedaço de alcaçuz na boca. Quando sentia sede, tomava um gole de chá de ervas, feito com urtiga, cavalinha e folhas de trevo do campo. Toda semana jejuava de sábado até segunda-feira de manhã. Em pouco tempo meu peso caiu de 81 kg para 55 kg. Apesar das muitas advertências, aguentei firme um ano inteiro e consegui manter meu emprego como chefe da estação de trem.
Meu sangramento foi diminuindo e cessou completamente após três meses. Os meus colegas de trabalho morreram há mais de 20 anos. De 15 colegas, 11 morreram de câncer e nove não passaram dos 50 anos. Eu já estou com 91 anos e não tive nenhuma doença em todos esses anos. Claro que continuei comendo cru. J. E., Zurique (Suíça).

Melanoma com metástase
A alimentação crua é a coisa mais maravilhosa deste mundo. Há dez anos sou crudívora. Consegui curar-me de um melanoma com metástase. A. B., Kaufdorf/Bern (Suíça).

Um louvor ao suco de cenoura
Uma freira descreve a cura de um câncer: "Há sete semanas eu visitava, duas vezes por semana, um senhor de 78 anos que tinha câncer de intestino. Após uma cirurgia, ele perdeu as esperanças, porque o câncer e dores voltaram após algum tempo. Ele resolveu, então, seguir uma alimentação viva à base de suco de cenoura. Todas as manhãs, sua esposa lhe preparava cerca de 700 ml de suco fresco de cenoura com hortaliças. Ele o tomava durante o dia com um pouco de chá de ervas. Quatro semanas depois, já estava sem dores, a ponto de conseguir dormir sem tomar narcóticos. Tudo vai indo muito bem." H. Z., Hennef (Alemanha)

Câncer
Minha mulher deveria ser operada em 15 dias e receber, a seguir, 32 aplicações de radioterapia. Entretanto, ela preferiu testar primeiro a alimentação crua. Desde o dia em que mudou sua alimentação, o câncer não cresceu mais. Portanto, não corríamos riscos, não havia "tarde demais". Seguindo exatamente as instruções, ela obteve 100% de êxito. Agradecemos a Deus, que dotou nossos alimentos naturais de poder curativo. A. B., Essüngen (Alemanha).

Próstata curada
Cheia de gratidão, tomo a liberdade de comunicar que meu marido se recuperou. Há um ano ele segue a alimentação crua e o médico não achou mais nada que justifique uma operação de próstata. Imaginem a nossa alegria. K, S., Ditzingen (Alemanha).

O pão integral — um obstáculo
Somente depois de abolir o pão integral, de que tanto gostava, e passar a comer exclusivamente alimentos crus, o meu problema de próstata sarou imediatamente. W. H., ZUrich (Suíça).
Texto extraído do livro Saúde para você - Ernst Günter,

Hipocondriaco - preocupação excessiva prela saúde





 A preocupação excessiva com doenças

Vamos entender um pouco mais o que acontece com as pessoas que estão constantemente buscando um diagnóstico numa peregrinação constante em consultórios médicos, e os exames realizados não confirmam a preocupação. Nessa busca por um diagnóstico ou por alguém que confirme suas suspeitas, são alvos fáceis de "charlatões", acreditando em cada receita milagrosa que prometem.
Quando há:
- preocupação com o medo de ter uma doença grave;
- interpretação muitas vezes errônea de um ou mais sintomas somáticos;
- preocupação persistente, apesar de exames e uma avaliação médica não confirmarem sua suspeita;
- preocupação com a doença temida se torna uma característica central da pessoa;
Nesses casos, damos o nome de hipocondria, que se estende um pouco mais do termo utilizado popularmente em quem toma muitos remédios. A hipocondria pode iniciar em qualquer idade, mas surge com maior freqüência em adultos, tanto em homens como em mulheres. Preocupações com a saúde em pessoas idosas tende mais a ser realista e dificilmente constitui hipocondria.
Podemos perceber no hipocondríaco um desespero permanente em descobrir a causa pelo que sente, os sintomas aparecem e desaparecem com irregularidade, transferindo-se de uma parte para outro do corpo. Para eles suas dores são perfeitamente reais, e ocupam a maior parte do seu tempo, chegando muitas vezes a incapacitá-lo para a vida normal e seus afazeres. É muito comum se aborrecerem com os profissionais ou não acreditarem em estar obtendo os cuidados médicos adequados, quando estes não encontram nada que justifique seus sintomas, pois os exames não confirmam suas suspeitas, e são resistentes à psicoterapia quando são encaminhados para tal tratamento. Quando isso ocorre, buscam outro profissional "mais capacitado".
Podemos perceber uma série de etapas que se seguem nessa busca que se inicia a cada tratamento:
- Os pedidos do paciente para que lhe seja aplicado um tratamento, defronta-se com a decisão do médico de proceder com exames, testes e remédios, procurando evitar admitir uma possível causa orgânica;
- Após cada tentativa o paciente sente um certo alívio, seguido de piora, resultando novamente em nenhuma alteração de seus sintomas;
- Paciente e médico ficam frustrados e o ciclo recomeça novamente, agora com outro profissional.
Inconscientemente, acredita que seu sofrimento físico pode ser uma proteção contra perigos mais ameaçadores, e assim sente que pode ser perigoso curar-se, ou seja, por mais que diga que deseje se curar, inconscientemente não deseja. Isso acontece porque a maioria dos sintomas psicossomáticos proporciona um benefício, inconsciente, primário, que é o alívio para sua angústia ou culpa. Para algumas pessoas é aceitável terem sintomas físicos, mas não aceitam que tenham conflitos emocionais. O sofrimento físico nos dias de hoje ainda desperta a possibilidade de ajuda, enquanto o emocional é desprezado ou não considerado digno de atenção. Muitas vezes recorrem à doença para compensar a falta de amor que sentem. Podem desejar ainda punir ou induzir a culpa nas pessoas que em seu modo de pensar o levaram a ter tais sintomas/doenças. Todo esse sofrimento manifestado pelos sintomas é como se fosse um castigo, que geralmente resulta de sentimentos de culpa inconscientes, que não são percebidos por quem os sente, mas nem por isso deixam de existir.
A maioria dos hipocondríacos pode ter manifestado forte ódio por seus pais ou irmãos, sentindo uma culpa inconsciente por ter desejado algumas vezes a morte de um deles. Como sabemos, o inconsciente é primitivo e incapaz de distinguir realidade de fantasia, acreditando que a culpa só poderá ser aliviada através de seu intenso sofrimento.
Os sintomas podem também constituir uma forma de afirmação de identidade, pois em geral não sentem segurança de seu valor, apresentando baixa autoestima. O fato de ter alguém para ouvi-lo e dar-lhe atenção pode assegurar-lhe que realmente existe e é digno de merecer atenção, o que explica sua busca constante por cuidados médicos, pois geralmente são pessoas com intensa necessidade de atenção e cuidados. O rancor por não terem recebido amor, proteção, afeto pode ser transferido para os profissionais quando estes não correspondem às suas expectativas, quase sempre frustradas. Seus sintomas podem representar uma linguagem corporal para expressar sua necessidade de cuidados.
Se você convive com alguém que apresenta essas características, abaixo segue algumas orientações em como lidar:
- Escute: O que eles mais precisam é de alguém que os ouçam com atenção. O que mais buscam é alguém em que possam confiar.
- Leve a sério seus sintomas: Não lhe diga que suas dores são fantasias ou imaginação de sua cabeça. Procure explicar que a tensão é capaz de gerar muitos sintomas.
- Dê atenção aos seus sentimentos: Encoraje-o a falar sobre seus medos e necessidades. Incentive-o a perceber que pode haver conflitos emocionais. Talvez possa fazê-lo compreender que o excesso de preocupação com sua saúde poderá levá-lo a negligenciar outras áreas importantes de sua vida.
- Destaque os aspetos positivos: Não supervalorize seus sintomas, isso poderá deixá-lo mais apavorado. Também não sugira mais exames, nem novos remédios, pois eles têm tendência a tomar medicação em exagero e tornarem-se dependentes dos mesmos.
- Incentive-o: Buscar outros objetivos ou algo que lhes dê sentido à vida pode ajudar a enfrentar e superar sua busca por atenção.
Há ainda a hipocondria inversa, onde em vez de recorrerem a sintomas físicos para expressar suas dificuldades emocionais, usam sintomas emocionais para mascarar um sintoma físico. O que pode se tornar muito perigoso, pois podem negar e ignorar uma doença até que se torne fatal. Diferente da hipocondria, que quando lhe é perguntado como se sente, responde com sintomas físicos; a hipocondria inversa responde com sentimentos, mesmo que tenha dor física.
Enfim, o hipocondríaco preocupa-se de maneira obsessiva com sua saúde, demonstrando muitas vezes uma certa satisfação em sentir-se doente; porém, dificilmente aceitam esse fato, pois demonstram relutância em livrar-se dos sintomas físicos devido aos ganhos secundários. Podemos perceber que tudo gira em torno do físico, não do espiritual; o medo da morte é projetado no corpo, de modo que temem morrer pelos mais diferentes sintomas. E quem tem medo de morrer na verdade tem muito medo de viver.

Por: ROSEMEIRE SACO

Você e mais ninguém



aproveite a sua solidão e a sua dor para entrar dentro de SI e encontrar-se|

tentar saber quando se perdeu e porquê

vasculhar dentro e deitar fora o que mais não lhe presta

e mesmo aquilo que não lhe pertençe

foi-lhe deixado por outro alguém

ouse em se questionar

o que poderá fazer, ou refazer, inovar, inventar 

para votar a ser você mesmo (a)!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pensamento


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Uma Mensagem de Louise L. Hay




AS PESSOAS FREQÜENTEMENTE ME PERGUNTAM, "O que são afirmações e como eu posso usá-las?" Uma afirmação é uma declaração que fazemos - seja positiva ou negativa. Se as afirmações são usadas consistentemente, elas se tornam crenças e produzirão sempre resultados, algumas vezes de modos que nem mesmo podemos imaginar.

Eu sempre disse: "A vida é simples. O que emitimos, recebemos de volta". Nós podemos dizer em voz alta ou pensarmos uma afirmação durante todo o dia, tal como "Tudo está bem", inúmeras vezes. Ou podemos ter uma lista de 20 afirmações e apenas dizermos ou escrevermos uma a cada dia. O número de vezes que dizemos ou escrevemos uma afirmação está realmente a critério de cada indivíduo.

Quando nos concentramos nestas afirmações e começamos a mudar o nosso modo de pensar, a nossa voz interior reage imediatamente a estes novos pensamentos em um dos dois modos: com medo ou com amor. Se sentirmos medo, então precisamos dizer para nós mesmos: "Obrigada por compartilhar. Este é um pensamento que eu estarei lhe enviando muitas vezes, assim acostume-se a isto!" É como se a nossa mente fosse um arquivo e estes pensamentos fossem novos documentos que estamos colocando nele.

Este é o momento em que vocês ou curtem ou não curtem a sua vida. O que vocês estão sentindo agora, criam os seus amanhãs. Isto não é uma coisa maravilhosa para saber? Vocês estão no comando da sua vida!

Vocês não têm tempo para gastar com pensamentos negativos, porque isto somente cria mais o que vocês dizem que não querem. Se estiverem fazendo afirmações positivas e não estiverem alcançando os resultados que querem, então analisem para ver com que freqüência durante o dia vocês se permitem a se sentirem tristes ou perturbados. Estas emoções são exatamente o que está adiando a manifestação de suas afirmações e interrompendo o fluxo da sua prosperidade.

Nós vivemos em um Universo em expansão, ilimitado. As possibilidades a nós disponíveis estão bem além do que as nossas mentes humanas possam imaginar. A única coisa que sempre nos limita é o nosso pensamento. Nós desperdiçamos os nossos pensamentos, com limitações. Nossos pensamentos são muito preciosos Cada pensamento que temos está criando o nosso futuro. Cada pensamento!

A cada vez que temos um pensamento que nos faça sentir mal de algum modo, é um pensamento desperdiçado. Não somente desperdiçamos uma oportunidade de termos um pensamento positivo e criarmos uma vida magnífica para nós mesmos, nós contribuímos com a pilha de pensamentos negativos que nos trazem experiências desagradáveis.

Cada pensamento é precioso. Nós podemos aprender a pensar em afirmações positivas. Sim, dá trabalho adquirir o controle sobre os nossos pensamentos, entretanto, as recompensas são tremendas. O passado não tem poder sobre nós. O nosso poder se encontra nos pensamentos que escolhemos ter hoje. Lembrem-se, há oportunidades infinitas para a prosperidade ante nós.

Podemos ter pensamentos felizes. Podemos ter pensamentos positivos. Podemos dizer: "Sim, eu posso fazê-lo!" Nós podemos ter pensamentos que nos façam sentir alegres. Podemos aprender a pensar somente em toda a prosperidade no mundo. Podemos elevar os nossos pensamentos. Podemos saudar o dia com um sorriso. Podemos permitir que o mundo saiba que estamos felizes por estarmos vivos. Podemos expressar gratidão a cada momento. Podemos amar os nossos corpos. Podemos ser o nosso melhor amigo. Através de nossas ações, seremos um exemplo para os nossos filhos. Apenas ao nos observarmos, eles aprenderão a como criar uma vida feliz e satisfatória.

Louise Hay é conhecida como uma das fundadoras do movimento de auto-ajuda. Seu primeiro livro, Cure o seu Corpo, foi publicado em 1976, bem antes que fosse comum discutir a conexão entre a mente e o corpo.

Nossa recompensa é que iremos assistir dia a dia as nossas vidas se transformando em experiências mais alegres, amorosas, saudáveis, prósperas, fabulosas. E isto durará pelo resto de nossas vidas na Terra. Assim se exercitem a ter pensamentos que lhes façam sentir bem. Deste modo, vocês estarão sempre criando a sua vida com alegria. A alegria traz sempre mais coisas que nos façam alegres.

Afirmem: Eu sou o único pensador em minha mente. E eu escolho ter pensamentos alegres, felizes, amorosos e positivos, durante 24 horas, nos 7 dias da semana. Eu amo a Vida e a Vida me ama.

"TUDO ESTÁ BEM EM MEU MUNDO" -
Louise L. Ha

sábado, 26 de novembro de 2011

Quero



NA imensidão do mundo, do planeta em que estamos inseridos, no nosso Lar, quero, no meu interior, ser serenidade, Paz, alegria... e sentir... dentro

e compartilhar com vocês, que como eu,

as buscam, vorazmente, em cada dia....


E afinal ... só depende de VOCÊ


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Psicossomática IX: A dor da Emoção





"A dor não surge apenas por estimulação periférica,
mas também por uma experiência da alma,
que reside no coração".
Platão


O que podemos dizer sobre aquela dor que muitos definem como dor d'alma ou dor no coração, mas que, na verdade, não há nada que a comprove nos exames laboratoriais? É claro que sabemos que a dor, tanto física quanto emocional, é essencial para a sobrevivência e integridade de nosso organismo, mas em alguns momentos pensamos que não conseguiremos suportá-la. Mas qual o significado da dor emocional?

Dor, etimologicamente, origina-se do latim dolore. Sofrimento moral, mágoa, pesar, aflição, dó, compaixão. É, também, a emoção típica de uma tristeza profunda, causando muitas vezes o choro. A dor pode ser usada pelo inconsciente com a finalidade simbólica de expressar uma mensagem para o mundo ou para alguém em especial, podendo ser nós mesmos. Isto significa que a dor pode querer dizer algo, pode ter um significado. "Quando uma pessoa usa a expressão: "você feriu os meus sentimentos", poderá estar dizendo a pura verdade. Uma dor de rejeição não é menor do que aquela que sentimos ao esmagar o dedo. Não há dor maior ou menor, independente do que a gerou. É preciso entrar em contato não com os fatores externos que desencadearam a dor, mas seu significado dentro da psique, pois a dor muitas vezes é o inconsciente se expressando de forma simbólica.

Existem vários tipos de dor citados na literatura, mas quero me referir aqui à dor que vem de dentro, sem nenhum estímulo concreto externo; a dor emocional, chamada de dor psicogênica (de origem psíquica) que é aquela onde não é encontrada nenhuma doença ou lesão, sendo considerada um sintoma freqüente em pessoas com conflitos emocionais e com tendência a negar esses conflitos, que podem se fazer presentes através da dor. É muito comum a dor ser mais intensa em quem tem dificuldade para expressar o que sente, havendo um bloqueio da expressão afetiva. Nesse caso, a pessoa carrega uma agressividade contida, como uma energia represada, reprimida, e que precisa ser liberada, extravasada, podendo se tornar agressiva não apenas com os outros, mas principalmente consigo mesma.

Mesmo a dor física sem causa concreta depende da sensibilidade de cada um e que se diferencia pelo limiar doloroso. Em períodos de muita tensão esse limiar também poderá diminuir, pois está relacionado com as endorfinas (substância liberada no interior do organismo) que podem ser entendidas como analgésicos. E o nível das endorfinas está relacionada com nosso estado emocional. As pessoas deprimidas tendem a ter essa taxa baixa e sentirá dor com mais intensidade. Não podemos negar que mesmo na dor física a emoção é um fator importante.

A maneira de encarar um dano sofrido pode determinar a intensidade e duração da dor, podendo tornar-se mais intensa quando ignorada ou punida. É preciso compreender como a pessoa está sentindo a dor e o que isso representa. Na verdade, a dor emocional é uma só: ela depende exclusivamente de quem a sente, geralmente sentida em silêncio, no escuro do quarto, sem que ninguém mais saiba, porque em geral ela será reprimida se a expressar, assim como aprendemos desde crianças.

Na dor psicogênica há alguns traços importantes nos chamados pacientes propensos à dor, como:
 

- Proeminência de culpa;
- História de sofrimentos freqüentes;
- Intensos impulsos agressivos não satisfeitos;
- Aparecimento de dor diante de uma perda, real ou ameaçada.
 

É interessante notar que o que deu origem ao termo inglês pain que traduzido significa dor, foi a palavra latina "poena" e a grega "poiné", ambas significando castigo, punição, fazendo assim uma conotação entre castigo e dor. Muitas vezes a dor é sentida como um castigo/punição para muitas pessoas, principalmente quando se sentem culpadas. A culpa geralmente intensifica a percepção da dor, trazendo em si uma necessidade inconsciente de punição, muitas vezes dificultando a busca pela elaboração e compreensão do conflito que a causou. A culpa sempre gera uma necessidade de autopunição.

Na dor emocional, não há lesão nem doença, porém a impressão física parece real. Há uma angústia no corpo todo, provocando um aperto no peito, dificuldade de respirar, uma sensação que o coração vai partir. É comum a expressão: "dói na alma, no fundo do coração". A dor, no coração do nosso ser, é o sinal incontestável da passagem de uma prova. Quando uma dor aparece, podemos acreditar que estamos atravessando uma prova decisiva. A prova de uma separação, deixando-nos súbita e definitivamente, nos transtorna e nos obriga a nos reconstruir. Seria falso acreditar que a dor psíquica é um sentimento exclusivamente provocado pela perda de um ser amado. Ela também pode ser dor de abandono, quando o amado nos retira subitamente o seu amor; de humilhação, quando somos profundamente feridos no nosso amor-próprio; da decepção; da espera. Os motivos que nos causam dor podem ser muitos, mas em geral a dor só existe sobre um fundo de amor. Mas como reconstruir diante de tanta dor?

A dor não tem apenas aspectos negativos, é uma forma de aviso, alarme, um enorme sinal dizendo que algo está errado, e que devemos nos conscientizar dos sentimentos originais reprimidos e negados. Quanto mais importante é o fator desencadeante da dor, ou seja, a origem da dor original, mais ela será sentida. Por isso é muito comum a dor intensa, sem fim, em términos de relacionamentos, diante da morte de uma pessoa amada, enfim, nas situações de perdas.
Se a dor emocional implica em sofrimento, e esse é resultado de um conflito reprimido, podemos sim, buscar identificar a origem dessa dor, confrontar tudo que ela carrega, explorar toda a situação envolvida, identificar culpas, histórico de vida, enfim, enfrentando aquilo que tanto nos machuca através do processo terapêutico, podemos evitar assim que uma doença se instale. A dor é sempre um sinal de aviso! Cabe a cada um se perguntar: "o que essa dor está querendo transmitir? O que preciso entender, aprender?" E é claro, é preciso querer ouvir a resposta!

Todo sofrimento que advém da dor emocional pode ser uma forma de conduzir, nós, seres humanos, tão (in)certos do que queremos para nós, que esse momento de sofrimento, desespero, em que "inconscientemente" nos referimos a dor emocional, dor d'alma, pode ser percebido como um sinal da necessidade em buscar uma maior espiritualidade e autoconhecimento. A dor emocional pode ser uma das formas de nos levar a Deus, cada um da forma que o concebe, mas do ponto de vista psicológico pode ser entendido como a busca de si mesmo. Ou seja, a compreensão da mensagem, ainda que simbólica, transmitida pela dor emocional, pode ser o diferencial que pode nos conduzir ao crescimento e a cura.

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O padre de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar.
A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.

O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia.
Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.

A curiosidade do padre crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim.

Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que
ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.

E disse a oração que fazia:
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

O padre, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.
'É hora de ir' - disse Jim sorrindo.
Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.

O padre ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes.
Teve então, um lindo encontro com Jesus.
Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...

'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

Certo dia, o padre notou que Jim não havia aparecido.
Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.
Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.

A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!

Ao encontrá-lo, o padre colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:

- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!

Parecendo surpreso, o velho virou-se
para o padre e disse com um largo sorriso:
- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:

'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando... e cuidando! '

Jesus disse: 'Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.'

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