THOUSANDS OF FREE BLOGGER TEMPLATES

sábado, 28 de janeiro de 2012

Mente doente, corpo doente




Creio que, apesar de óbvio, poucas pessoas parem para pensar na afirmação que se segue: a nossa relação com o planeta Terra é mediada por duas instâncias, intituladas corpo e mente.
Só isso. Não tem mais nada (obviamente não estou entrando, aqui, em questões espirituais, porque, tal discussão fugiria da proposta do tema). Se, portanto, além de espírito (como queiram alguns), só nos resta a MENTE e o CORPO, por consequência, concluímos que, nestas duas instâncias e, tão somente nelas, poderemos realizar diagnósticos científicos de adoecimento. Acontece que, de um bom tempo para cá, uma área da Psicologia denominada Psicossomática, vem demonstrando como o adoecimento psíquico se manifesta em nosso corpo. É algo difícil de se acreditar, ainda mais em nossa sociedade cartesiana aonde tudo tem de ser "pesado", "medido", "quantificado". Como se quantificam as emoções? Um quilo de tristeza? Um metro de cíúmes? Um litro de mágoa? É; não tem jeito. Emoções são coisas que a gente não toca. Entretanto, elas tocam o corpo (e como), e, quando não temos lá muita habilidade para lidar com determinados sentimentos, começam a aparecer umas "coisas engraçadas". Vou citar apenas algumas delas, porque a lista, infelizmente, é interminável... Úlceras, gastrites, prisões de ventre, diarréias, cefaléias, dermatites, queda de cabelos, dores musculares e em articulações, paralisias de membros, insônia ou excesso de sono, aumento excessivo de peso, baixa de imunidade e uma infinidade de outras moléstias. Geralmente, essas pessoas acabam, por encaminhamento dos médicos, parando em consultórios de Psicologia. Alguns profissionais da Medicina investigam, "viram o paciente de cabeça para baixo" e não encontram nada. Nada material. Sobra o emocional, que precisa ser cuidado. E, em outras vezes, encontram sim, lesões, como, por exemplo, uma úlcera. É, realmente, muito interessante - Algo que não é concreto - emoções - caso não sejam vivenciadas de forma saudável, geram lesões no concreto - corpo - . Fica aí uma dica para o (a) amigo (a) leitor (a). Tente cuidar bem de sua mente e de seu corpo. As duas instâncias andam de mãos dadas o tempo todo. Mente doente, adoece o corpo. O inverso também é verdadeiro. E, se não tentarmos cuidar melhor desses dois componentes que fazem nosso elo existencial com o mundo, então, estaremos nos condenando ao adoecimento crônico e martirizante. Afinal de contas, são as únicas instâncias nas quais é possível que os sintomas se manifestem. E, não se esqueça que, se estamos falando de sintomas, estamos falando de doenças, certo?
Um abraço fraterno,


Douglas Amorim

sábado, 21 de janeiro de 2012

Ás vezes perder um AMor dói, mas a Vida segue...sempre


Pense bem...


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Paroxetina - O QUE É?



Presume-se que a ação antidepressiva da paroxetina é devida ao aumento do estímulo serotoninérgico no SNC, ocorrido a partir da inibição da recaptação da serotonina pelos neurônios. Os estudos em animais indicam que a paroxetina é um bloqueador da recaptação altamente seletivo para a serotonina, pois exibe somente um efeito muito leve sobre a recaptação de outros neurotransmissores, como a noradrenalina e a dopamina.

A paroxetina é completamente absorvida após a sua administração oral, é metabolizada rapidamente para dar origem a metabólitos cinqüenta vezes menos potentes, que em sua maior parte são polares (predominam glicurônidos e sulfatos) que se eliminam rapidamente. Um dos passos na sua biotransformação depende de uma enzima facilmente saturável, o que dá como resultado uma falta de linearidade na farmacocinética do fármaco.
Sua distribuição pelo organismo é rápida, incluindo o SNC, e fica um remanescente de 1% no plasma. As afecções renais e hepáticas provocam um incremento nas concentrações plasmáticas da paroxetina, tanto que em idosos atingem concentrações 7 a 80% superiores às nos indivíduos jovens.

Indicações
Síndromes depressivas com melancolia. Episódios depressivos maiores ou severos. Depressão recorrente. Distimias. Transtorno obessivo-compulsivo. Usos adicionais, como terapia única ou como coadjuvante no tratamento da neuropatia diabética e da dor de cabeça tensional crônica. Transtornos da conduta alimentar.

Dose
A dose inicial da paroxetina recomendada é de 20mg por dia em uma única tomada matinal. Pode ser incrementada de 10 em 10mg até chegar a 50mg por dia, de acordo com a resposta do paciente. Idosos: a dose inicial deve ser de 20mg diários, que podem ser aumentados de 10mg até a um máximo de 40mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.

Superdose
Náuseas, vômitos, sonolência. Não foram observados casos fatais. O tratamento deve ser de suporte, assegurando o estabelecimento da ventilação e oxigenação. A diurese forçada, a diálise e a hemoperfusão não são benéficas na eliminação da paroxetina do organismo.

Reações adversas
Dor de cabeça, astenia, dor abdominal, palpitação, vasodilatação, sudoração, tonturas, sonolência, insônia, agitação, tremores, ansiedade, náuseas, vômitos, boca seca, alterações na ejaculação.

Precauções
Não é recomendável o uso de paroxetina em crianças, pois a eficácia e a segurança do fármaco não foram estabelecidas para esse grupo etário. O paciente que recebe paroxetina não deve operar maquinaria pesada nem dirigir automóveis. Para mudar de paroxetina a um IMAO, ou vice-versa, deve suspender-se a administração de qualquer um deles pelo menos duas semanas antes de iniciar a administração do outro.

Interações
Entre as manifestações comuns incluem-se rigidez, hipertermia, instabilidade autonômica (com flutuações rápidas dos sinais vitais), mudanças do estado mental (agitação extrema que pode progredir a delírio e coma). Essas reações foram observadas em pessoas que recentemente tinham suspenso a paroxetina e começavam o tratamento com um IMAO.
Co-administrado com triptofano, dor de cabeça, náusea, sudação e tonturas. Warfarina: administrar com precaução. Os fármacos que afetam o metabolismo hepático podem alterar o metabolismo e a farmacocinética da paroxetina. A cimetidina inibe o metabolismo da paroxetina; deve ser ajustada a dose dessa última.
A co-administração de fármacos metabolizados pelo citocromo P450IID6 (nortriptilina, amitriptilina, imipramina, desipramina, fluoxetina, fenotiazinas, propafenona, flecainida, encainida, quinidina, etc.) deve ser levada a cabo com precauções.Os pacientes que recebem paroxetina não devem ingerir álcool.
Com digoxina foi observada uma diminuição da área sob a curva média desse fármaco, quando é co-administrada com paroxetina. Prociclidina: se forem observados efeitos anticolinérgicos na co-administração com paroxetina, a dose de prociclidina deve ser reduzida.

Contra-indicações
Uso simultâneo com IMAO. Hipersensibilidade ao fármaco. Insuficiência renal severa. Crianças. Lactação. Gravidez.

Fonte: Ballone GJ - Antidepressivos ISRS - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Dicas para a Felicidade - Um Livro a ler com atenção

Mensagens populares

About Me

A minha fotografia
ANALUZ
Infinitamente sonhadora... O meu maior sonho: - encontrar o sentido da VIDA
Ver o meu perfil completo
Visitors
Locations of Site Visitors