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quinta-feira, 22 de março de 2012

20 Lições para Viver

O pensador russo Guerdjef, que no início do século passado já falava em auto-conhecimento e na importância de se saber viver, dizia em sua tese:
"Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal".
Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem, os experts em comportamento, que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza, aprendeu a viver com qualidade interna. Ei-las:
Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
Aprenda a dizer NÃO sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser, você mesmo.
Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer, tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto ansiedade e tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trave do movimento e da busca.
É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
A rigidez é boa na pedra não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.
Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é o que se fizer!

Guerdjef

segunda-feira, 5 de março de 2012

Para trabalhar a energia desqualificada que queremos transformar



Estratégias Mentais (o que você deve fazer de dentro para fora)

1. Pense sempre, de forma positiva. Toda a vez que um pensamento negativo vier à sua mente, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso da noite para o dia, assim como um atleta, treine muito.

2. Não tenha medo de nada e nem de ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo.

3. Não se queixe.
Quando você reclama, tal qual um imã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos.

4. Risque a palavra "culpa" do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-os.

5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano.
Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.

6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas.
Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

7. Viva o presente.
O ansioso vive no futuro. O rancoroso, no passado. Aproveite o aqui e o agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.


Estratégias Físicas (o que você deve fazer de fora para dentro)

1. A água purifica. Sempre que puder vá à praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental e toda a carga negativa estão indo por água abaixo.

2. Ande descalço quando puder,
na terra de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Ou escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal grosso para se descarregar.

3. Mantenha contato com a natureza,
tenha em sua casa um vaso de plantas pelo menos. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como um relaxante natural.

4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar.
Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer nos sentirmos vivos, aflora a nossa emoção e abre o nosso canal com a alegria.

5. Queime um incenso de vez em quando e purifique o seu ambiente.
Prefira fazê-lo na sua casa e aproveite para meditar, respirar profunda e pausadamente, como se fosse uma ginástica mental. A mente também precisa de exercícios.

6. Sinta o aroma das flores e dos perfumes sempre que tiver uma oportunidade.
Muitas sensações de conforto se originam num simples ato de inspirarmos delicadamente fragrâncias sutis e agradáveis.

7. Liberte-se! Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Tem efeito revigorante para qualquer ser humano. Conheça novos lugares e novas pessoas periodicamente. Viva a vida.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Você é a soma de todos os seus pensamentos



Portanto, vigie o que você pensa diariamente. Pratique a autoconsciência.
O que é autoconsciência? É perceber a forma e conteúdo dos seus diálogos internos.

Anos atrás, Louise Hay (sou fã de carteirinha dela) escreveu um livro inovador, com um título que para a época, parecia mais uma ficção ou uma estratégia de marketing para vender livro de auto-ajuda - Você Pode Curar a Sua Vida

Parece ridículo essa afirmativa diante de tanta pesquisa médica de ponta em pleno século 21 com seus medicamentos e aparelhos tecnológicos que abusam da nossa paciência, mas HOJE, essa afirmação está superando todas as expectativas e deixando a medicina de calças nas mãos... muita coisa terá que ser revista na maneira como nosso organismo funciona.

Se de fato, toda a humanidade soubesse como nosso organismo funciona, as pessoas poderiam influenciar sua saúde e todos seriam livres e mais honestos com os outros e isso seria o melhor preventivo para as enfermidades clássicas.

E HOJE sabemos - e ouso dizer que temos certeza absoluta - que emoções residem fisicamente no corpo e se relacionam com as células e os tecidos de todos os órgãos.

Somos responsáveis por nosso destino, inclusive por nosso equilíbrio interno – ou seja – nossa saúde física, mental e espiritual. Se essa premissa lhe parece muito “abstrata”, entenda que hoje ela faz sentido cientificamente falando. Não há mais espaço para dúvidas.

Sou praticante e estudiosa do conceito da Meta-Medicina que se destina a explicar o mecanismo de trabalho entre os pensamentos e emoções que nos levam ao desequilíbrio e conseqüentemente as chamadas “doenças”.

Os sintomas de uma doença são significativas reações biológicas. A doença nesse caso se faz necessária para nos comunicar que estamos agindo em dissonância com o que pensamos.

Os conceitos da Física Quântica derrubaram padrões, mexeram com a realidade das coisas. O próprio Einstein, pai da teoria da Relatividade ficou espantado com a mudança de paradigma em nossa forma de ver o mundo como víamos.

Uma das frases celebre de Einstein nos faz pensar:
"A realidade é apenas uma ilusão, apesar de ser uma ilusão bastante persistente".

Estudos comprovam que a mente não diferencia a realidade daquilo que pensamos. Não existe um mundinho cá dentro de nossa cabeça e outro lá fora! Eles são os mesmos.

Colocando qualquer pessoa num aparelho de ressonância magnética e pedindo que essa pessoa observe um objeto concreto a sua frente - uma maça, por exemplo - serão iluminadas determinadas áreas no cérebro correspondentes a forma, cor, peso e dimensão, gosto (no caso de ter conhecimento desses) acusando o reconhecimento do objeto em questão.

Pedindo a mesma pessoa que IMAGINE o mesmo objeto (a mesma maça) de olhos fechados, as mesmas áreas do cérebro se iluminam novamente como se o objeto estivesse na sua frente.

Entendam o mecanismo de nosso cérebro. Cientistas descobriram que o cérebro não sabe fazer diferença entre o que é real do que é imaginário!

Tudo é realidade dentro de nosso conhecimento.
Ao termos um pesadelo podemos sentir dor, calor, falta de ar, cheiro, pressão, tudo! Sofremos com ele. Então onde está a diferença entre um pesadelo e a “realidade”?

Quando abrimos os olhos e vimos lá fora...?

Em MetaMedicina pressupõe que:

A mente, corpo e espírito fazem parte de um único sistema, um só elemento e reage de acordo com nosso meio ambiente, em uma forma sincronizada e Coerente quando em equilíbrio.

Eventos traumáticos na vida são o começo de um processo de doença. O que devemos ressaltar aqui é que: Cada momento tem um significado particular para cada INDIVIDUO. A perda de um objeto para uns pode ser infinitamente mais importante do que a perda de uma pessoa da família.

Temos que entender o grau de importância que cada um dá a cada evento em suas vidas, pois temos cultura e informação diferente.

Cada pessoa observa a vida de maneira própria, por isso cada pessoa desenvolve percepções aguçadas a determinados eventos em sua vidinha particular. Se alguém desenvolve diabetes na família e os outros membros não, é um sinal que para aquela pessoa o mesmo evento que o tirou do equilíbrio não afeta com a mesma intensidade os demais da família.

Nada tem a ver com a genética, por favor. O gene é apenas um programa que você acessa ou não. Ele não tem autonomia para rodar sem sua permissão.

O cérebro funciona como um computador contendo uma tecla, que pode iniciar um processo de doença, em qualquer órgão do corpo que corresponda a forma e conteúdo de seus pensamentos.

Em seu livro, Louise Hay enumera uma série de disfunções físicas e enfermidades, e descreve o que conecta o aspecto interior, psicológico ou psico-emocional a cada questão. 

Micróbios, bactérias, vírus e fungos são ajudantes biológicos em um processo e não a causa de uma doença.

Toda infecção é um conflito materializado.
A penetração desses agentes microscópicos não depende tanto da presença desses quanto da predisposição do corpo para admiti-los. Na medicina chama-se a isto imunidade.

O problema da in­fecção não consiste na presença de agentes - como julgam os fanáticos da esterilização - mas na faculdade de se conviver com eles.

Eles já fazem parte de seu organismo mesmo antes de você nascer. Como uma sociedade que vive paralela em nosso corpo, qualquer mudança caótica que afete o todo, pode fazer com que eles proliferem desordenadamente.

Se as nossas defesas psíquicas funcio­narem bem, o impulso não chegará à nossa consciência, per­maneceremos imunes ao desafio, mas caso você se concentre no conflito: alimentando-o literalmente - o conflito acaba assim por imobilizar to­das as nossas forças psíquicas.

A Doença é subjetiva.
Nossas crenças, valores e personalidade ajudam a decidir qual processo iniciado na seqüência de uma enfermidade diante de um choque emocional.

Onde há desenvolvimento, deve haver vida;
onde há vida, deve haver harmonia;
e onde há harmonia, deve haver saúde perfeita

Se você tem pensamentos que não estão em consonância com o princípio da harmonia interior – raiva, ódio, inveja, medo, insegurança etc - esses pensamentos aderem a você, atormentam-no, preocupam-no e, finalmente, trazem desequilíbrio interno e possivelmente a morte, se persistirem.

O que vemos como corpo físico é nada mais que o resultado final de um processo que começa com a consciência

O sintoma fala uma determinada língua, que reflete a idéia de como cada um de nós cria nossa própria realidade. Quando o sintoma é descrito a partir desse ponto de vista, o significado metafórico do sintoma se torna claro. 

Em MetaMedicina, quando estamos a ler o corpo como um mapa da consciência, nós trabalhamos com a idéia de que as tensões no corpo representam tensões na mente da pessoa sobre o que esta acontecendo em sua vida.

A doença nos torna transparente, mais verdadeiros, é impossível mentir para si e os demais. Através da autoconsciência, você pode se comunicar com todos os órgãos e todos os tecidos, e uma série de terapias são baseadas nesta comunicação. 

O interessante sobre isso é que a fraqueza geral aparece no campo energético antes que haja qualquer evidência no nível físico. Portanto, uma mudança de consciência cria uma mudança no campo da energia Mude a freqüência!

Se mudarmos nossa maneira de ser, teremos recebido a mensagem, e o sintoma não tem mais razão de ser. Se nós criamos o sintoma com uma decisão, nós também somos capazes de o libertar com uma decisão. 

Quando a tensão tem uma vida longa, ou atinge um determinado grau de intensidade, criamos um sintoma no nível físico. Novamente, o sintoma serviu para se comunicar com a pessoa através de seu corpo buscando alerta-lo para a forma como está dissonante e incoerente com sua maneira de pensar, de sua consciência. 

Somos energia aprisionada em um campo

Estudos mostram que as oscilações elétricas na pele acima do chakras estão na freqüência de até 1.600 ciclos por segundo - em contraste com 0-100 no cérebro, 225 nos músculos, e 250 no coração. Chakras são usinas de energia.

(Estudo realizado pela Dra. Valerie Hunt professor emérito na Universidade da Califórnia, resumidos no livro de Richard Gerber, Medicina Vibracional).

Cada chakra influencia os órgãos, músculos, ligamentos, veias, e todos os outros sistemas dentro de seu campo de energia. Chakras também influenciam o sistema endócrino e por isso, são fortemente envolvidos com o seu humor, personalidade e saúde em geral.

Dra Candace Pert, (autora do livro – Moléculas de emoção) pesquisadora no Departamento de Fisiologia e Biofísica na Georgetown University Medical Center, em Washington, DC, acredita que os meridianos são os caminhos que são seguidos por células do sistema imunológico fazendo um percurso na estrada anatômica.
Sábios Judeus também acreditam que há um campo de energia chamado Luz circundante (Aura) que envolve o corpo humano e que esta Luz se estende 88 cm do corpo físico e protege o corpo tal qual a camada de ozônio protege os seres vivos da radiação ultravioleta emitida pelo sol - fazendo uma analogia rápida. 

Quando nós nos comportamos com intolerância, egocentrismo, raiva, inveja, desconfiança, medo e toda gama de emoções tóxicas, para com os outros, literalmente abrem se furos enormes em torno dessa luz que nos protege, deixando nosso “mundo interno” desprotegido das agressões externas – TODAS, literalmente.

Você deve estar pensando... Mas Laura, eu NUNCA poderei ter uma emoção forte? Terei que ficar inibindo toda essa experiência? Se alguém me magoou e me feriu eu sentirei ódio, muita raiva. Devo “fingir” que está tudo bem?

Não, você não entendeu a coisa. As emoções são a base de tudo, elas nos orientam, elas nos levam, nos move ao caminho do equilíbrio. Basta entender que remar contra a correnteza nos cansa, nadar contra ondas enormes nos abate.

A natureza quer que a gente vá sempre no fluxo POSITIVO, evitando sempre que possível o fluxo NEGATIVO da maré. Há muita perda de energia, concorda?

As emoções devem ser sentidas e assimiladas com serenidade. A Raiva deve ser sentida, a dor, a angustia, o medo e assim por diante, mas o grau, a intensidade e duração que damos a esses sentimentos é que determinará o quanto poderemos ter forças para continuar “nadando”.

Temos que admitir que chegará um momento que não conseguiremos ter forças para nos manter na superfície e com toda certeza vamos afundar...

Equilíbrio é o conceito-chave no bem-estar, energia, assim como a homeostase é um conceito-chave dentro da biologia. Todos os sistemas devem ter um movimento em direção a um balanço energético, um estado de harmonia com todas as energias universais. 

A principal função da unidade de Bem-Estar diário é para ajudar no equilíbrio dos campos de energia em seu corpo.

O Ser Humano tem no sintoma tudo aquilo que lhe falta na cons­ciência
A doença obriga o Ser Humano a não abandonar o caminho da unidade e, por essa razão, a doença é o caminho da perfeição

Aprenda a ler seus sintomas, aprenda a ouvir o que seu coração diz, pois do contrário não há “cura” (isso não existe, assim como não há doenças, apenas desequilíbrio energético), nem por meio de tratamentos de última geração.

Tenha ciência de que somente você é capaz de se manter no equilíbrio não permitindo que o ambiente te afete.

Você é um ser divino e imortal e como tal, tem todo o poder de estar bem quando quiser. Pense nisso.

laura botelho
 
retirado de seu site:
http://laurabotelhoquantica.blogspot.com/
 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O que é a bulimia?








É o transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de "orgias alimentares", no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controle sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com a finalidade de não ganhar peso.


Generalidades
Existe uma tendência popular em achar que a bulimia é o contrário da anorexia. A rigor o contrário da anorexia seria o paciente achar que está muito magro e precisa engordar, vai ganhando peso, tornando-se obeso e continua a julgar-se magro e continua comendo. Isso seria o oposto da anorexia, mas tal quadro psiquiátrico não existe. Na bulimia o paciente não quer engordar, mas não consegue conter o impulso para comer por mais do que alguns dias. O paciente com bulimia tipicamente não é obeso porque usa recursos extremos para eliminar o excesso ingerido. Enquanto a comunidade psiquiátrica mundial não reconhecer o binge como uma patologia à parte seremos obrigados a admitir que há 2 tipos de pacientes com bulimia: os que tentam eliminar o excesso ingerido por vômitos ou laxantes e os pacientes bulímicos que não fazem isso e acabam engordando, esse segundo tipo pode vir a constituir num outro transtorno alimentar, o Binge.  



Os pacientes com bulimia geralmente apresentam 2 a 3 episódios por semana, o que não significa que no resto do tempo esteja bem. Na verdade esses episódios só não são diários ou mesmo mais de uma vez ao dia porque o paciente está constantemente lutando contra eles. Esses pacientes pensam em comer o tempo todo. A média de fracassos na tentativa de conter o impulso são duas vezes por semana.

Como é o bulímico?
Basicamente é um pacient
reconhece o absurdo de seu comportamento,e com vergonha de seu problema, com sentimento de inferioridade e auto-estima baixa. O paciente  mas por não conseguir controlá-lo sente-se inferiorizado, incapaz de conter a si mesmo, por isso vê a si como uma pessoa desprezível. Procura esconder dos outros seus problemas para não o desprezarem também. Os pacientes bulímicos geralmente estão dentro do seu peso ou um pouco acima. Tentativas de dieta estão sempre sendo realizadas. Tentativas de adaptar os afazeres e compromissos rotineiros com os episódios de ingestão e auto-indução de vômito tornam seu estilo de vida bizarro, pois os episódios devem ser feitos às escondidas, mesmo das pessoas íntimas. Uma alternativa para a manutenção de seu problema escondido é a opção pelo isolamento e distanciamento social, que por sua vez gera outros problemas. Assim como a anorexia, a Bumilia geralmente ocorre no adolescente, predominantemente nas mulheres. Os assuntos das conversas preferidos são relacionados a técnicas de emagrecimento. É comum o comportamento de esconder alimentos para futuros episódios.
 


É interessante notar que a bulimia não constitui uma completa perda do controle. O paciente consegue planejar seus episódios, esperar para ficar sozinho e guardar alimentos, por exemplo. Essa incapacidade parcial é intrigante para os leigos. Muitas vezes os maridos das pacientes julgam que a paciente faz tudo porque quer e critica a esposa aumentando sua culpa. Essa atitude deve ser evitada, pois além de não ajudar, atrapalha diminuindo ainda mais a auto-estima da paciente que sucumbe aos esforços por tratar-se. A bulimia muitas vezes sucede aos episódios de anorexia.

Tratamento
Os antidepressivos tricíclicos já foram testados e apresentaram respostas parciais, ou seja, os pacientes melhoram, mas não se recuperam completamente. Carbamazepina e lítio também foram testados com uma resposta ainda mais fraca. Os antidepressivos IMAO também apresentam uma melhora similar a dos tricíclicos, porém melhor tolerado pelos pacientes por terem menos efeitos colaterais. Mais recentemente os antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina vêem sendo estudados com boas respostas, mas não muito superiores às dos tricíclicos. Os estimulantes por inibirem o apetite também apresentaram bons resultados, mas há poucos estudos a respeito para se embasar uma conduta terapêutica.
Muitos pacientes só com psicoterapias apresentam remissão completa. Não há uma abordagem especialmente recomendada. Pode-se indicar a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, terapias de grupo, grupos de auto-ajuda, psicoterapias individuais.
 
Problemas Clínicos
Os repetidos episódios de auto-indução do vômito geram problemas noutros sistemas do corpo. Ao se vomitar não se perde apenas o que se comeu, mas os sucos digestivos também. Isso pode acarretar desequilíbrio no balanço dos eletrólitos no sangue, afetando o coração, por exemplo, que precisa de um nível adequando dessas substâncias para ter seu sistema de condução elétrica funcionante. As repetidas passagem do conteúdo gástrico (que é muito ácido) pelo esôfago acabam por ferí-lo podendo provocar sangramentos. 
Casos extremos de rompimento do estômago devido ao excesso ingerido com muita rapidez já foram descritos várias vezes. O intestino grosso pode sofrer conseqüências pelo uso repetido de laxantes como constipação crônica, hemorróidas, mal estar abdominal ou dores. 

Nos dias atuais, o culto ao corpo perfeito acaba influenciando pessoas, principalmente mulheres, a usarem de todo e qualquer artifício para se manterem magras. A bulimia é um transtorno alimentar que se caracteriza pela ingestão de uma grande quantidade de alimentos, geralmente ricos em calorias, seguida por métodos compensatórios. Esses métodos compensatórios podem ser: o uso de laxantes ou diuréticos, a prática de exercícios físicos intensos ou a indução do vômito. Pessoas que apresentam esse transtorno alimentar geralmente têm peso normal e seguem dietas severas. Além disso, alguns fazem jejuns rigorosos e ingerem anorexígenos, medicamentos que diminuem o apetite e causam agitação, dependência e inúmeros efeitos indesejáveis.

A bulimia e a anorexia são diferentes. Na bulimia ocorre a compulsão por alimentos seguida por métodos compensatórios. Na anorexia a pessoa deixa de se alimentar, perdendo peso rapidamente, chegando às vezes a um estado de desnutrição severa que pode levar à morte.
Geralmente a pessoa bulímica tem baixa autoestima e obsessão com o peso e a forma de seus corpos. Quando autoinduzem o vômito, o fazem às escondidas.

Arritmias cardíacas, inflamação da garganta e glândulas salivares, sangramento do esôfago, problemas gastrintestinais, cáries e desidratação são comuns em pacientes com bulimia. Alguns pacientes podem apresentar também fadiga, desmaios, ressecamento da pele, irregularidade ou perda da menstruação, constipação, oscilações de humor e depressão.
A bulimia pode ser causada por fatores psicológicos, biológicos, familiares e culturais (como o culto ao corpo perfeito). Geralmente a pessoa que tem bulimia esconde isso dos familiares por ter vergonha de seus ataques compulsivos por comida, e julga esse comportamento como uma falta de controle próprio, o que ajuda na baixa autoestima.
A bulimia tem cura e seu tratamento consiste em medicamentos antidepressivos, hábitos alimentares saudáveis e terapia individual ou em grupo.

Paula Louredo
Graduada em Biologia

sábado, 7 de janeiro de 2012

Viva a Música em SI

"A música atua na quarta dimensão e liberta a alma de sua prisão carnal. Faz também que coisas admiráveis pareçam possíveis e de fácil realização!"




por isso meus amigos (as) toca a ouvir música, seja quando se levanta de manhã, seja quando vai para o trabalho, seja que se não trabalha, porque assim decidiu, ou sua situação actual assim o permite, toca o ouvir música o dia todo, seja na casa de banho, e principalmente quando se sentir Mal, ao deitar,  ao comer, sempre ... e tenha a prioridade de ouvir aquilo apenas que lhe move a alma, seja música triste, seja alegre, seja apenas aquela que você gosta e lhe faz sentir bem, o (a) faz viajar na sua mente, e alcançar mundos e circunstãncias diferentes!!

você já deve ter reparado que a música interfere em Si, então este Ano decida viver com música, e sentir a Vida com ela!

Beijo na Alma

Analuz

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Você e mais ninguém



aproveite a sua solidão e a sua dor para entrar dentro de SI e encontrar-se|

tentar saber quando se perdeu e porquê

vasculhar dentro e deitar fora o que mais não lhe presta

e mesmo aquilo que não lhe pertençe

foi-lhe deixado por outro alguém

ouse em se questionar

o que poderá fazer, ou refazer, inovar, inventar 

para votar a ser você mesmo (a)!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

RELAÇÃO ENTRE RAIVA E A DEPRESSÃO


Pacientes deprimidos podem processar sentimentos de ódio de forma diferente

Os resultados mostram que pessoas deprimidas têm anormalidades no chamado "circuito do ódio" no cérebro. Normalmente, a atividade cerebral está em funcionamento nas três regiões do circuito, mas em pacientes deprimidos, a atividade nessas regiões fica fora de sincronia, segundo o pesquisador Jianfeng Feng, da University of Warwick, no Reino Unido.

Estes níveis de atividade diferem no que os investigadores chamam de "desacoplamento" do circuito, o que pode explicar o sentimento de auto-desprezo das pessoas deprimidas. Elas não conseguem lidar adequadamente com os sentimentos e, consequentemente, desenvolvem raiva de si mesmas e se retiram de situações sociais, explicam os pesquisadores.

No entanto, é necessário que ainda sejam feitas muitas pesquisas para mostrar conclusivamente que pacientes deprimidos, de fato, tenham problemas com o controle dos sentimentos de ódio, ligados a este circuito cerebral. Os pacientes do estudo não estavam fazendo nada em particular enquanto tiveram seus cérebros escaneados, por isso é impossível saber quais eram seus sentimentos na época. Além disso, não está claro se as anormalidades cerebrais são uma causa ou uma conseqüência da depressão, disse Feng ao MyHealthNewsDaily.

Imagens do cérebro

Imagem mostra estrutura do cérebro
No estudo, os pesquisadores analisaram os cérebros de 39 pacientes deprimidos e 37 pessoas saudáveis usando ressonância magnética funcional (fRMI). Os pesquisadores usaram os exames para criar mapas de redes no cérebro.

Eles descobriram que o “circuito do ódio”, que consiste no giro frontal superior, ínsula e putâmen do cérebro, foi dissociado em pacientes deprimidos.
“O método utilizado neste estudo para analisar o cérebro é animador”, disse Angela Laird, professora associada de radiologia da University of Texas Health Science Center, em San Antonio. Os pesquisadores estavam tentando olhar para a chamada "conectividade funcional" do cérebro, isto é, as interações entre as regiões cerebrais durante o curso de uma determinada tarefa, ou em repouso, segundo Laird. Este método permite que os pesquisadores examinem cerca de 100 regiões do cérebro, em vez de apenas oito ou dez regiões que antogamente eram possíveis de ser examinadas.

Críticas

No entanto, segundo Laird, ela está "menos entusiasmada" com as conclusões dos pesquisadores provenientes sua descoberta. "Eles fizeram uma ligação muito direta" entre os padrões de atividade cerebral que viram e sua conclusão de que o "circuito do ódio" é desacoplado.

O circuito do ódio, que foi identificado em 2008 por Semir Zeki, da University College London, está associado a outras tarefas, para Laird. Na verdade, acredita-se que duas das regiões do cérebro no "circuito do ódio" também estão relacionadas a sentimentos de amor.

Laird afirmou que vê problemas com a prática da rotulagem de um conjunto de regiões do cérebro como um circuito específico, como o "circuito do ódio."

Segundo ela, esta prática "tenta reduzir e simplificar funções muito complexas associadas a um conjunto de regiões ainda mais complexas do cérebro a meia dúzia de palavras”.

Embora as novas tecnologias tenham avançado na nossa forma de analisar o cérebro, os nossos métodos para interpretar os resultados do estudo não alcançaram o mesmo nível, disse Laird.

No próximo estudo, os pesquisadores disseram que pretendem não mostrar imagens de objetos ou pessoas que os pacientes deprimidos não gostam enquanto seus cérebros são escaneados, disse Feng.

O estudo foi publicado no dia 4 de outubro na revista Molecular Psychiatry.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Você faz acontecer ou apenas reage ao que acontece?


Quando você é agente da sua vida não espera simplesmente que as coisas aconteçam - faz a vida acontecer.

Ao esperar que alguém ou alguma circunstância realizem seus sonhos você vive reativamente.Quando é agente da própria vida você cria as experiências que deseja viver. Não permite que o que os outros dizem, ou fazem, determine os seus sentimentos ou ações.

Quem manda na sua vida?

Agir é determinar o que você quer e buscar os meios para realizar seus desejos desfrutando a liberdade de ser que é, sem pedir licença. É se reconhecer como autor da sua história e não deixar que ninguém mais assuma esse papel. Ao agir você fortalece os músculos da atitude positiva e desenvolve a habilidade de tomar decisões.

Pessoas direcionadas pela ação tornam-se mais fortes, mais seguras, mais preparadas para se lançarem no mundo, exercendo a liberdade de fazer escolhas que alinhadas com seus valores fundamentais. Uma das conseqüências de estar no comando da ação é um aumento da sua auto-estima e na autoconfiança.

Reagir em vez de agir faz com que você oscile entre a culpa, a raiva e o medo. É o que acontece quando você faz alguma coisa em resposta ao que alguém disse ou fez com você. Em vez de agir, você reage a uma emoção e permite que a outra pessoa escolha a sua atitude. Ao fazer isso, você permite que o que está fora de você conduza as suas ações.

Uma das maneiras de abrir mão do seu poder é quando você toma uma atitude impulsiva, briga ou se deixa intimidar pela forma com os outros agem à sua volta. Quando permite, por exemplo, que o que uma outra pessoa fala a seu respeito ou faz com você determine seu comportamento. Ou quando você deixa de fazer o que quer para não desagradar alguém, ou para não correr o risco de ser desaprovado por pessoas que o rodeiam.

Ao não assumir a responsabilidade por suas escolhas, você acaba se ressentindo do mundo, da família, dos amigos, do parceiro, como se eles fossem os responsáveis por tudo o que não deu certo na sua vida.

Agir é uma forma de estar conectado com a ação é reconhecer a voz da intuição e se deixar guiar por ela. Abrindo-se para o conhecimento que vem de dentro, você adquire segurança para seguir em frente e aprender com todas as experiências.

Seja a causa e escolha o efeito que deseja produzir.

Que ações você pode tomar agora e que terão impacto positivo na sua vida? Ao responder a essa pergunta você se coloca no lugar de alguém que escolhe ser causa das suas experiências semeando os efeitos que pretende viver.

A verdade é que, a não ser que promova as mudanças que podem levar sua vida a um outro patamar, ninguém o fará por você. Só você pode estar no controle da sua vida e exercer o poder de transformá-la.

Jael Coaracy
Fonte: vaidarcerto.com.br

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