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quarta-feira, 6 de abril de 2011

REIKI - uma cura pelas mãos





Das origens do Reiki sabemos que Mikao Usui viveu de 1865 até 1926; era padre cristão em Kioto (Japão) e professor na Universidade local. Seus estudos se concentravam em descobrir como Jesus conseguia realizar seus milagres. Ele sabia que era possível curar com as mãos através da força vital que as mesmas emanavam, mas desconhecia de que modo isso funcionava.

Em vão foi à América, para a Universidade de Chicago, tentar desvendar o segredo das curas milagrosas de Cristo. Ali se tornou Doutor em Teologia.


De volta ao Japão, e mais tarde na Índia, estudou sânscristo e as antigas escritas budistas, encontrando finalmente a chave da sabedoria antiga: uma fórmula em sânscrito baseada numa série de símbolos, os quais, acionados, ativam e captam a energia vital universal.


Depois, Usui ensinou a sabedoria a vários japoneses e fundou o sistema dos Mestres do Reiki. Um Mestre de Reiki recebe uma iniciação ligada a uma transmissão de energia de um grão-mestre, e é assim qualificado para despertar energias nas outras pessoas e transmitir o "Dom da Cura"


.A americana de origem japonesa - Hawayo Takata - levou o Reiki para o Ocidente nos anos 40 e , em 1983, o Reiki entrou pela primeira vez no Brasil, trazido pelo Dr. Egídio Vecchio- PHd e tendo a Dr.ª Claudete França como primeira Mestre em Reiki em toda a América do Sul.Reiki é um método de cura natural pelas mãos.

   
REI significa universal e KI a força da energia vital que está presente, pois pertence ao que é cósmico.

Reiki pode ser então definido como " a Arte e a Ciência da ativação, do direcionamento e da aplicação da Energia Vital Universal, para promover o completo equilíbrio energético, para prevenção das disfunções e para possibilitar as condições necessárias a um completo BEM ESTAR ".


Esta é a ENERGIA que forma os indivíduos em todas as etapas da vida, a porção de FORÇA VITAL (que é uma luz invisível que passa pelo cérebro, o sistema nervoso e as veias) que anima todos os corpos, fazendo com que uns sejam saudáveis, e outros, devido a sua falta, enfermos.


O Reiki deve percorrer todo o ser vivo. Mas o "stress" diário, as tensões que as crises pessoais e sociais nos criam, a má alimentação, a má respiração, impedem o fluxo desta energia natural. Todos sabemos os efeitos da depressão, da ansiedade, do medo, mas poucos de nós somos treinados para evitar estes estados negativos.


O grande sucesso do Reiki é que é seguro, é fácil, acessível a qualquer criança, é simples e, uma vez ativado, permanece energizando o sistema orgânico que recebeu sua aplicação. Também por não ter conotação religiosa e não intervir com outros tratamentos, sua prática vem crescendo dia a dia.


O seminário tem como objetivo geral o de fazer com que as pessoas interessadas numa vida mais equilibrada possam saber como entrar em harmonia com esta energia vital-universal, tornado-se instrumentos canalizadores e disseminadores dos efeitos positivos que a ENERGIA REIKI propicia.


Por meio de inúmeros exercícios práticos, a Mestre ensinará a todos os presentes métodos de auto-ajuda, assim como de ajuda ao próximo, seja ele ser humano, planta ou animal. 

1) Reiki é uma ciência energética. Reiki trabalha independente de qualquer sistema religioso.

2) Reiki é energia não polarizada, portanto, sempre segura.

3) Como o Reiki é não-polarizado, pode ser usado até por uma criança; pode ser usado para tratar, até mesmo, doenças crônicas; ou por um adulto de qualquer meio social.

4) Sendo não-polarizado, Reiki trabalha conjuntamente com qualquer outra forma de terapia incluindo medicamentos, quimioterapia, cirurgia, homeopatia, acupuntura, etc.

5) Porque Reiki é energia que emana do nível subatômico, quando fazendo o tratamento, o terapeuta utiliza primeiramente a Energia Reiki e de uma maneira menor, de toda energia inata do corpo. O terapeuta de Reiki não arrisca nada ao tratar de outros e o Reiki na verdade estará energizando-os quando eles tratam de outra pessoa. Após tratar muitos pacientes, por mais que estejam doentes, o terapeuta Reiki geralmente se sente mais energizado.

6) Reiki trabalha no plano causal, isto é, no nível da raiz da causa e como tal, trata o corpo como um todo; É holístico por natureza, porém não requer nenhuma habilidade em diagnosticar por parte do terapeuta. Por estas razões, Reiki pode ser usado eficientemente por qualquer pessoa de qualquer idade ou meio social.

O PRIMEIRO NÍVEL ( 1º. Grau ) é o nível principal, durante o qual você recebe REIKI para toda a vida. Você aprende, através de uma técnica específica (pela ajuda das suas mãos), a ativar a Energia Vital em si mesmo e nos outros, a fim de dissolver as causas de tensões, bloqueios e doenças. A energia despertada será absorvida onde for mais necessária naquele exato momento, por exemplo : pelo corpo, pelas emoções, pelo sentimento, pelo intelecto, pela criatividade, pela intuição.

SEGUNDO NÍVEL ( 2o. Grau ) é o nível que tem aplicações avançadas para aqueles que desejam conhecer melhor o REIKI, pois, neste nível, o foco é a cura mental com repercussão no corpo físico e etérico, assim como a cura à distância. Aqui o Reiki trabalhará diretamente no plano causal.

O TERCEIRO NIVEL A ( 3o. Grau A ) capacita ao Reikiano o uso de uma energia especial, que leva ao auto-crescimento, auto-transformação e a ser Mestre de si mesmo. Essa graduação inclui um nível de ativação de energia de alta potência, também para balanceamento energético, cura, integração e iluminação. O 3o. Nível A é de uso pessoal, para multidões e para trabalhar o planeta. Esta graduação está delineada principalmente para aq ueles que desejam se aprofundar mais na técnica da Energia Cósmica, sem terem adquirido um certificado, ou se qualificado como Mestre Reiki. O curso é completado, recebendo-se o total e original poder do Reiki do 3º. Nível B.

O TERCEIRO NÍVEL B ( 3º. Grau B ) é o Nível de Mestre, onde você aprende a iniciar pessoas nos Níveis I, II e III ( A e B ), e a ministrar cursos de Reiki.  

domingo, 20 de março de 2011

Erva de São João



A Erva de São João, ou HIPÉRICO (hypericum perfuratum), é conhecida há centenas de anos na Europa, sendo considerada no passado como capaz de espantar os maus espíritos (do latim hypericum ). Atualmente é utilizada como antidepressivo, apresentando bons resultados no tratamento da depressão leve.

Durante séculos foi muito utilizada, inicialmente por sua capacidade de cicatrizar feridas, úlceras de pele e queimaduras. Considerada capaz de afastar maus espíritos, foi utilizada no tratamento de inúmeras doenças mentais. Acredita-se que seu nome venha de John King, famoso e muito querido médico inglês, que ficou conhecido por utilizar o hipérico. Era indicada também no tratamento da enurese noturna, doença que acomete preferencialmente crianças. Depois passou a ser conhecida como ansiolítica e útil no tratamento da melancolia. A homeopatia sempre utilizou o hipérico, tendo sido considerado tão importante quanto a arnica, sendo denominada a "arnica dos nervos".


Sua utilização como antidepressivo é recente e foi iniciada na Alemanha.


Recentemente foi submetida a estudo de meta-análise entre grande números de trabalhos europeus e norte-americanos, quando foi comprovada sua ação antidepressiva.


A substância básica é a
hipericina e sua dose diária deve ser de 300 mg-1000 mg. A sua ação se deve à inibição da monoamino oxidase (IMAO), enzima que atua sobre os neurotransmissores. Alguns pesquisadores indicam também uma ação na inibição da catecol-metil-transferase (COMT) e outros acreditam que a hipericina tenha ação na recaptação cerebral de serotonina. A ação cicatrizante da erva se deve a uma substância denominada hiperforina, que tem ação bactericida. Sua ação cicatrizante está bem comprovada, sendo sua tintura muito útil no tratamento de feridas e úlceras de pele.

Teria ação antiviral o que daria ao hipérico um espaço para o tratamento da infecção herpética, da
gripe e da AIDS, mas esta ação não está comprovada.

Alguns trabalhos aconselham a sua associação com a valeriana, substância sedativa analisada neste trabalho.


A erva pode provocar problemas gastrointestinais (náuseas, gastrite, cólicas) e fototoxicidade, facilitando o aparecimento da catarata. Observa-se sua interação com antidepressivos recaptadores de serotonina (como a setralina), acentuando sua ação, havendo casos de piora da depressão. Interfere com medicamentos como a digoxina e a teofilina, diminuindo seus efeitos. Diminui a ação de drgas imunossupressoras como a ciclosporina (Lancet 2000, 355,548-549).


O seu uso não está indicado no tratamento de depressão severa.


O
GINSENG (panax ginseng) é nativo da Ásia (China) onde é largamente cultivado, sendo a sua raiz a parte de onde é retirado o produto fitoterápico. O nome "panax" vem do grego "panakos" e quer dizer panacéia, isto é, apresenta inúmeras ações terapêuticas, tendo sido considerada pelos chineses uma substância miraculosa, que cura todas as doenças. A palavra ginseng significa "a maravilha do mundo". Posteriormente foi identificada na América do Norte, onde também é nativa e recebe o nome de "garantoquen". A planta chinesa (panax ginseng) é um pouco maior que a norte-americana (panax quinquefolius), mas com as mesmas características.

O chá feito da raiz é um pouco amargo e sem cheiro.


Utilizada para o combate da fadiga, revitalizando as energias, e afastando os sintomas da velhice é considerada como capaz de prolongar a vida, curando doenças dos pulmões e tumores.


O ginseng contém como substância ativa o
ginsenosídeo.

É utilizada na China, no tratamento da gastrite, de vômitos e de problemas nervosos.


Sua ação sobre o esgotamento nervoso e o estresse é muito conhecida. Acredita-se que melhore o vigor sexual, o tônus muscular e da pele.


Recentemente foi publicado na imprensa médica (
Arch Intern Med. 2000;160:1009-1013) um artigo que revela ser o GINSENG (Panax quinquefolius) útil no controle do Diabetes Mellitus tipo 2. A dose utilizada para o controle do diabetes é de 3 gramas de ginseng, junto com a alimentação, e com isto se consegue diminuir a glicose sanguínea em 20%. Não se sabe como a erva age, havendo uma sugestão que possa retardar a absorção de carboidratos ao nível digestivo, ou mesmo modular a produção de insulina. É importante que se saliente que há medidas muito simples que controlam com segurança o diabetes tipo 2: como a perda de peso, a dieta pobre em carboidratos e principalmente os exercícios físicos.

Pode provocar insônia e irritabilidade, sendo possível desencadear crises de pressão alta.


Acentua a ação do álcool e aumenta o efeito de anticoagulante (dicumarínico).

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dietética Chinesa

A cozinha chinesa e a Medicina Chinesa sempre estiveram muito relacionadas através dos tempos.

Cor, aroma e sabor não são os únicos princípios a serem seguidos na cozinha chinesa, os chineses têm uma crença tradicional no valor medicinal dos alimentos e que os alimentos e os remédios têm a mesma origem.
O intelectual Yi Yin da dinastia Shang (sec. XVI ao XI aC.) elaborou uma teoria a que chamou da “harmonia dos alimentos” em que ele relacionou os cinco sabores: doce, azedo, amargo, picante e salgado ás necessidades nutricionais dos cinco principais sistemas de órgãos do corpo (coração, fígado, Baço/Pâncreas, Pulmões e Rins) e enfatiza o seu papel na manutenção da boa saúde. Na realidade, muitas plantas utilizadas na cozinha chinesa tais como alho-pôrro, gengibre fresco, alho, botões secos de margaridas, cogumelos, têm propriedades de prevenção e alívio de várias doenças.



Os alimentos, na concepção da MTC, constituem um dos factores mais importantes na conservação e na manutenção da saúde, a filosofia chinesa, baseada nas leis do Universo, da Natureza, das concepções da vida e da morte, da física, das ciências puras e biológicas, levam-nos até um conhecimento maior.
A partir da teoria da dualidade dinâmica do Yin e do Yang, do principio dos cinco movimentos, a Medicina Tradicional Chinesa reflecte a integração do ser humano no meio ambiente e desta integração são os alimentos, tanto celestes (ar-oxigénio) quanto terrestres (alimento), que sofrem intensas alterações sazonais, topográficas, geográficas e climáticas. Estas duas formas de energia, a celeste e a terrestre, inerentes ao alimento quando ingerido, vão fazer parte do nosso corpo nutrindo, fortalecendo, reparando, harmonizando as nossas funções energéticas e fisiológicas, ou mesmo podendo trazer alterações do funcionamento dos tecidos.


A Medicina Tradicional Chinesa concede uma importância relevante ao alimento na constituição da forma física e do psíquico, a parte Yin á qual a energia Yang vai fixar-se, para promover toda a nossa dinâmica da mente e do corpo.
Adequar a alimentação e saber dos seus efeitos sobre o nosso corpo, é saber a maneira de se intervir nos casos do vazio ou plenitude dos órgãos e das vísceras, através desse conhecimento a MTC elaborou todo um procedimento para repor os gastos energéticos e da matéria, proporcionar a vitalidade e a longevidade celular, evitar os processos degenerativos, o envelhecimento precoce e principalmente o aparecimento de doenças graves.
Segundo a MTC alimentar-se bem não significa, necessariamente, comer do melhor, do mais caro, do importado, mas sim alimentar-se com os produtos que contenham a energia necessária para o corpo em determinado momento, energia essa que pode estar na vagem do feijão verde, no fígado da vaca, na casca de um fruto, etc.


 De acordo com os dietistas chineses, a boa saúde depende da ingestão do Qi em grãos que nutre o Qi do estômago. Comer e beber indiscriminadamente danificam o baço e o estômago e altera o metabolismo predispondo a pessoa á doença. Por exemplo: o consumo de alimentos gordurosos causa humidade-calor, lesão gástrica, azia e acúmulo de flegma no peito, que por sua vez causa outras doenças tais como carbúnculo e abcessos.


 Um excesso de alimento picante estimula o acúmulo de calor no trato gastrointestinal, causando perturbações estomacais e hemorróidas. O alimento excessivamente azedo danifica o órgão que lhe é correspondente mas também o baço, assim como o alimento excessivamente amargo, o fígado, e os alimentos excessivamente salgados o coração.



O consumo excessivo de bebidas alcoólicas danifica o Qi e o sangue, causa alcoolismo, gangrena e doenças mental.



Segundo a dietética chinesa, os alimentos também possuem diferentes acções de acordo com os seus sabores. Por exemplo: os alimentos de natureza fresca ou fria incluem peras, laranjas, melancia, melão amargo, beringela, lentilhas verdes, coalho de feijão e bambu.



Os alimentos de natureza húmida são repolho, alho-porro, abóbora, gengibre fresco, vinagre e pimentão. 


 Os alimentos suavemente mornos são a carne de frango e bovino, enquanto os alimentos quentes incluem vinho, carne de carneiro e de cão. Incluídos nos alimentos doces estão o milho, batatas-doces, ervilhas, jujuba, longana, trapa e feijão-verde. Os alimentos picantes são aipo, cebola e alho. As azeitonas são consideradas como azedas e as algas marinhas, salgadas. Sendo assim, para manter a saúde de uma pessoa, devem-se escolher os alimentos apropriados baseado na condição física individual.



A Medicina Chinesa ao ter entendido a interacção dos alimentos com o corpo e as influências que as energias celeste e terrestre exercem sobre ele, elaborou os procedimentos para as pessoas usufruírem da melhor maneira o que a natureza oferece sem prejuízos para estas, e de maneira a que a natureza possa servir ao ser humano eternamente.

domingo, 9 de janeiro de 2011

O Yoga





O Yoga é considerado uma disciplina prática. Numa aula, há várias partes que formam um conjunto harmônico. Cada uma dessas partes enfatiza um aspecto, como: preceitos éticos, posturas psicofísicas, respiração, relaxamento, concentração e meditação. 
É um trabalho que integra corpo e mente de maneira consciente, promovendo uma reestruturação mental e orgânica do praticante. É por esse motivo que o mais apropriado é dizer "praticar Yoga", e não "fazer Yoga". Porém, isso não significa que o Yoga não tenha teoria. Tem, e muita! Só que, por si só, essa teoria é mero conhecimento intelectual. Importantíssimo, sem dúvida. Porém, no contexto do Yoga, a teoria deve ser incorporada à prática. Tem que ser "experimentada". O praticante que estuda os textos tradicionais do Yoga pode compreender melhor suas experiências e avançar em sua prática. Mas tem que praticar.  

Por quê Yoga?

Aos que desejam começar a praticar, antes é importante ter em mente o objetivo: por que Yoga exatamente?
Vale lembrar aqui a definição dada pelo sábio indiano Pátañjali, em seu magistral Yoga Sutra: "Yoga é aparada voluntária dos turbilhões da mente', ou, em outras palavras, Yoga é meditação. Mas não se assuste com isso, pois embora o Yoga seja uma disciplina intimamente ligada à evolução interior (mas não seja religião) e tenha tanto a oferecer aos seres humanos, não há motivos considerados "menores" para sua escolha. Há, sim, razões e expectativas diferentes e diferenciadas.
Algumas pessoas procuram o Yoga como uma forma de aumentar a flexibilidade, para reduzir e controlar o estresse, como terapia (Yogaterapia), como condicionamento físico e, quase nunca, por aspirações filosóficas ligadas ao crescimento pessoal e ao despertar para uma vida interior mais plena.
É importante ressaltar, como forma de ilustração, que na Índia a fome e a miséria também já levaram muitos a 'optar' pelo Yoga para ter um lugar para morar e um pouco de alimento. Um quadro que não combina muito com o romantismo que cerca nossas idéias sobre o Oriente, mas que pode servir como exemplo do que também acontece por lá.
A verdade é que as misérias e mazelas humanas são muitas e tentar analisá-las racionalmente pode levar a mais mal-entendidos e preconceitos do que a possíveis e saudáveis soluções. Por isso, só você pode e deve analisar seus reais motivos com critério e atenção, pois várias são as técnicas yóguicas, como também várias são as suas abordagens. Estima-se que atualmente haja mais de quarenta tipos de Yoga sendo ensinados! Portanto, opções é o que não faltam.

Livre-se das expectativas!
Uma dica importante: não espere muito e não seja imediatista. Tenha em mente que a prática de Yoga não opera mágicas, milagres muito menos, e nem é a única opção para quem deseja trilhar o caminho da evolução humana. Como em todas as atividades, trabalho, equilíbrio e reflexão constantes são fundamentais.

Refletindo com sabedoria
Refletir com sabedoria é uma prática de Yoga que pode lhe trazer mais clareza e serenidade mental, especialmente nos inúmeros momentos de decisão. Por isso, analise mais esta sugestão: é importante ler sempre textos e mensagens de qualidade, que engrandeçam suas idéias e atitudes, como esta que você lê a seguir:
"O Yoga é uma visão de mundo perfeitamente estruturado e integrado que visa a transformação do ser humano de sua forma atual e grosseira numa forma perfeita... Pode-se dizer que o Yoga visa a liberdade em relação à natureza, incluindo-se aí a liberdade em relação à natureza humana; seu vôo almeja a transcendência da humanidade e do cosmos; almeja o puro ser." (Ravindra)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

BANANA PODE REDUZIR DEPRESSÃO, REVELA ESTUDO FILIPINO



Fruta também reduz risco de ataques cardíacos e reforça a massa muscular"

MANILA - Comer duas ou três bananas por dia é um excelente remédio para superar a depressão, segundo um estudo elaborado nas Filipinas, que destaca o alto conteúdo do trytophan, um antidepressivo natural, na fruta. A conclusão é do Instituto de Pesquisa de Alimento e Nutrição (FNRI). 

A pesquisa publicada nesta segunda-feira, 25, assegura que os níveis de trytophan nas bananas mantêm os níveis de serotonina no cérebro e melhoram o humor das pessoas. 

O FNRI recomenda a ingestão de duas ou três bananas por dia, equivalentes a entre 20 e 30 gramas de carboidratos e a entre 80 e 120 quilocalorias. 

Os pesquisadores filipinos observaram outras virtudes da banana para a saúde, como os altos níveis de vitamina A, C, K e B6.  

A B6, especificamente, é essencial na dieta e sua ausência pode provocar insônia, fraqueza e irritabilidade. Os cientistas destacam que a vitamina regula o nível de glicose no sangue, o que também repercute no estado de ânimo das pessoas. 

O instituto acrescenta que a banana não produz colesterol nem causa obesidade, reduz o risco de ataques cardíacos e contribui para reforçar a massa muscular e a energia, especialmente nas crianças.

 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Quando alguém que amamos tem um distúrbio mental



PARECIA ser uma manhã como outra qualquer para a família. Os quatro membros da família estavam prontos para as atividades do dia. Gail lembrava o filho, Matt, de 14 anos, que ele estava atrasado para pegar o ônibus escolar. O que aconteceu em seguida foi completamente inesperado. Em meia hora, Matt pichou uma parede do quarto, quase incendiou a garagem e tentou se enforcar no sótão.
Desesperados, Gail e seu marido Frank seguiram a ambulância que levava Matt, tentando entender o que acabara de acontecer. Infelizmente, porém, era só o começo. Seguiram-se muitos surtos psicóticos, mergulhando Matt no mundo obscuro da doença mental. Foram cinco anos de angústia com várias tentativas de suicídio, duas prisões, internações em sete clínicas psiquiátricas e inúmeras consultas com especialistas em saúde mental. Amigos e parentes muitas vezes ficavam perdidos, sem saber o que dizer ou fazer.
Segundo estimativas, 1 em cada 4 pessoas no mundo serão afligidas por uma doença mental em algum momento de sua vida. Considerando essa surpreendente estatística, é provável que você tenha pai ou mãe, filho, irmão ou amigo que sofra de algum distúrbio cerebral. O que fazer se alguém que você ama apresenta esse quadro?
• Reconheça os sintomas. Um distúrbio mental talvez não seja diagnosticado imediatamente. Amigos e familiares podem achar que os sintomas são provocados por mudanças hormonais, doenças físicas, fraqueza de personalidade ou circunstâncias difíceis. A mãe de Matt vinha percebendo há algum tempo que algo estava errado com Matt, mas ela e o marido acharam que sua instabilidade emocional era uma fase da adolescência e que logo passaria. No entanto, mudanças significativas no sono, na alimentação ou no comportamento podem indicar algo mais sério. Procurar um especialista pode ser de ajuda para conseguir um tratamento eficaz e melhorar a qualidade de vida de quem passa por isso.
• Informe-se. Pessoas com distúrbios mentais geralmente têm pouca capacidade de entender sua própria condição. Por isso, a informação que você conseguir de fontes atuais e confiáveis poderá ajudá-lo a compreender o que a pessoa está passando. Poderá também ajudá-lo a saber conversar com outros abertamente e com conhecimento de causa. Gail, por exemplo, deu aos avós de Matt alguns impressos médicos sobre a doença para que ficassem mais informados e soubessem como cooperar em vista do problema.
• Procure um tratamento. Apesar de alguns distúrbios mentais serem de natureza persistente, com tratamento adequado os portadores dessas doenças podem ter uma vida estável e produtiva. Infelizmente, muitos definham por anos sem conseguir ajuda. Assim como um problema sério de coração requer um especialista, doenças mentais necessitam da atenção de pessoas que saibam como tratar esses distúrbios. Psiquiatras, por exemplo, podem prescrever medicamentos que, quando usados corretamente, podem ajudar a controlar o humor, aliviam a ansiedade e corrigem padrões de raciocínio distorcidos.
• Incentive o paciente a buscar ajuda. Pessoas com distúrbios mentais nem sempre se dão conta de que precisam de ajuda. Você talvez possa sugerir que o paciente procure um especialista, leia alguns artigos sobre o problema ou converse com alguém que tenha conseguido lidar com um distúrbio similar. Pode acontecer de a pessoa não ser receptiva aos seus conselhos. Mas não deixe de fazer tudo ao seu alcance para ajudar alguém que está sob seus cuidados e corre o risco de prejudicar a si mesmo e a outros.
• Evite lançar a culpa em alguém. Os cientistas ainda não conseguiram chegar a uma conclusão quanto à interação complexa de fatores genéticos, ambientais e sociais que contribuem para o funcionamento anormal do cérebro. A combinação de fatores que pode provocar um distúrbio mental, inclui lesão cerebral, abuso de substâncias, ambientes estressantes, desequilíbrios bioquímicos e predisposição genética. Não adianta acusar o paciente de coisas que você acha que ele fez e que possam ter levado à doença. É melhor canalizar suas energias para dar apoio e encorajamento.
• Tenha expectativas realistas. Exigir demais do doente pode ser desanimador. Por outro lado, enfatizar demais as limitações dele pode fazê-lo sentir-se derrotado. Por isso, procure ser realista nas suas expectativas. Logicamente, não se devem tolerar atitudes erradas. Assim como acontece com outras pessoas, os que têm um distúrbio mental também podem aprender com as conseqüências de seus atos. Caso haja comportamento violento, talvez seja necessário recorrer à lei ou impor certas restrições a fim de proteger a própria pessoa e outros.
• Mantenha-se achegado. A comunicação é vital, mesmo que às vezes lhe pareça que seus comentários são mal-interpretados. As reações de alguém com distúrbio mental podem ser imprevisíveis e impróprias para aquela situação. Contudo, repreender a pessoa por suas palavras impensadas só vai acrescentar sentimento de culpa à depressão já existente. Quando tudo o que você diz parece não surtir efeito, fique quieto e escute. Respeite os sentimentos e pensamentos do doente, sem condená-lo. Esforce-se em manter a calma. Você e a pessoa amada se beneficiarão se você simplesmente mostrar que se importa com ela e o fizer de maneira constante. Foi assim no caso de Matt. Alguns anos mais tarde, ele expressou seu apreço dizendo: “[Essas pessoas] me ajudaram apesar de eu não querer ajuda.”
• Leve em conta as necessidades dos outros membros da família. Quando a família se vê obrigada a concentrar sua atenção em alguém que está doente, os outros membros podem acabar sendo negligenciados. Por algum tempo, a irmã de Matt, Amy, sentiu-se “deixada de lado devido à doença dele”. Ela era modesta quanto às suas realizações, para não atrair a atenção a si mesma. Entretanto, parecia que seus pais exigiam cada vez mais dela, como que para compensar as deficiências do irmão. Alguns irmãos negligenciados dessa forma procuram chamar a atenção criando problemas. As famílias que enfrentam esse tipo de situação precisam de ajuda para lidar com isso. Por exemplo, quando a família Johnson ficou absorta nos problemas de Matt, os amigos da congregação local das Testemunhas de Jeová ajudaram Amy dando-lhe atenção extra.
• Promova a boa saúde mental. Um programa abrangente para cultivar o bem-estar mental, entre outras coisas, deve dar ênfase à alimentação, exercícios, sono e atividades sociais. Atividades simples com pequenos grupos de amigos são geralmente menos constrangedoras. Também é bom lembrar que o álcool pode agravar os sintomas e interferir na ação dos medicamentos. A família Johnson procura seguir uma rotina de higiene mental que beneficia a todos, mas especialmente a seu filho.
• Cuide-se. O estresse resultante de se cuidar de alguém que tem um distúrbio mental pode colocar em risco seu próprio bem-estar. Portanto, é essencial prestar atenção às suas necessidades físicas, emocionais e espirituais. A família Johnson é Testemunha de Jeová. Gail é da opinião que sua fé a ajudou bastante a lidar com os problemas familiares. “As reuniões cristãs aliviavam o nosso estresse”, ela diz, “um momento para se colocar de lado as preocupações imediatas e voltar a atenção para assuntos mais importantes e para a nossa derradeira esperança. Inúmeras vezes, eu orava desesperadamente por alívio e sempre acontecia alguma coisa para aliviar a dor. Com a ajuda de Jeová Deus, conseguia ter paz mental apesar de nossas circunstâncias”.
Matt, agora um adulto jovem, tem um novo conceito sobre a vida. “Sinto que sou uma pessoa melhor devido ao que já passei”, ele diz. Sua irmã, Amy, sente que também foi beneficiada por essa situação. Ela diz: “Tornei-me menos crítica de outros. Você nunca sabe o que realmente está por trás dos problemas de alguém. Apenas Jeová Deus sabe.”
Se uma pessoa amada tem um distúrbio mental, lembre-se sempre de que um ouvido atento, ajuda quando necessária e uma mente aberta podem ajudá-la a sobreviver — e até a ter uma boa qualidade de vida.
Homens conversando
Quando tudo o que você diz parece não surtir efeito, fique quieto e escute

  Alguns nomes foram mudados.
Devido ao estigma associado a “distúrbio mental”, alguns preferem o termo “distúrbio cerebral”, visto que sugere de imediato causas neurobiológicas.
Deve-se levar em conta os potenciais benefícios e os possíveis efeitos colaterais. Despertai! não endossa nenhum tratamento específico. Os cristãos devem certificar-se de que o tratamento escolhido não entre em conflito com princípios bíblicos.

Sintomas de distúrbios mentais

Se alguém apresentar alguns dos seguintes sintomas, talvez precise consultar um médico ou um especialista em saúde mental:
  • Tristeza ou irritabilidade prolongadas
  • Reclusão
  • Altos e baixos emocionais
  • Raiva excessiva
  • Comportamento violento
  • Abuso de substâncias
  • Temores, preocupações e ansiedades excessivos
  • Pavor de ganhar peso
  • Mudança significativa nos hábitos alimentares ou de sono
  • Pesadelos constantes
  • Confusão mental
  • Delírio ou alucinações
  • Fixação com a morte ou suicídio
  • Incapacidade de lidar com problemas e atividades diárias
  • Negação de problemas óbvios
  • Numerosas e inexplicadas doenças físicas

domingo, 5 de dezembro de 2010

Radiônica


Radiônica é a ciência que cuida do equilíbrio e cura consciencional, captando e enviando vibrações específicas. É a técnica de Radiestesia mais conhecida após o pêndulo. O Processo Radiônico é feito através da mente do operador, que faz a sintonia entre aparelhos geradores, modificadores, potencializadores e transmissores de freqüências com os locais, pessoas ou objetos que irão receber essas freqüências vibracionais. 

Tratamento - O ser humano é um complexo de campos magnéticos, esses campos compreendem a aura humana, seus órgãos, vísceras e músculos. Será neles que a Radiônica atuará para o restabelecimento da saúde: O Tratamento Radiônico é um conjunto de instruções codificadas, enviadas ao destino , onde serão absorvidas e agirão sobre os vários campos magnéticos do cliente, de modo a possibilitar que um estado de harmonia e saúde se manifeste no corpo físico.
Exemplificando: ao utilizamos o testemunho de determinada pessoa (sempre com o consentimento da mesma, em virtude do livre arbítrio) para tratar o fígado, providenciamos um gráfico emissor de ondas de forma frequenciais (estas emitem por volta de 78 ciclos por minuto (hertz) – que é a freqüência do órgão fígado normal) e colocamos o testemunho no gráfico (dependendo do modelo - poderá ser de diversas maneiras).
Logo após é potencializado ou sedimentado o conjunto (gráfico-testemunho-cliente) com o auxílio de um pêndulo (podendo ser com a mão, cristal, varetas, aurameter e outros).

Após, existe um tempo de maturação desse conjunto, e está feita uma a Aplicação Radiônica. Ela é repetida por diversas vezes, dependendo do tratamento e testemunho utilizado, até que se obtenha uma melhoria no estado do fato ou objeto em foco.
Podemos resumir que Radiônica é a ciência que estuda as propriedades e o poder radioativo das ondas de forma, que foram acessadas por meio dos circuitos gráficos em conjuntos projetados com a finalidade específica de tratar da saúde.
Durante muitos anos o desenvolvimento da Radiestesia esteve limitado a gráficos radiônicos desenvolvidos no século 18, alguns em 300 A C, com potencial energético limitado a determinados símbolos desenvolvidos por alguns mestres.
Entretanto, nos últimos 50 anos , impulsionados pela facilidade de acesso ao campo mórfico, inerente a situação atual do Planeta Terra, os radiestesistas de todo o mundo desenvolveram milhares de gráficos para usos pessoais ou de terceiros.
A característica principal da Radiônica é que ela pode ser executada à distância do cliente, da pessoa ou ambiente que precise de ajuda, isto a torna uma ferramenta indispensável para os dias atuais, pois as pessoas já não têm mais tempo para se deslocar de um local para outro.
Muitas vezes o processo precisa ser feito por várias horas ou dias e não podemos ficar o tempo todo disponível para o tratamento.
Com um testemunho, que pode ser o nome completo da pessoa e a data de nascimento, ou um fio de cabelo, podemos enviar as freqüências para corrigir desequilíbrios vibracionais que a pessoa esteja apresentando.
Podemos também acelerar a recuperação física pós-operatória, purificar um ambiente, facilitar o processo de meditação, fortalecer a união de um grupo, etc...
A dimensão em que o Radiônica atua é invisível, por ser vibracional freqüencial, mas palpável por produzir efeitos evidentes e qualitativos.



No ser humano, os campos vibracionais a serem pesquisados e equilibrados são os campos: mental, emocional, etérico e o físico, dos quais somente o último é visível.
Entender essa dimensão invisível e vibracional, que não deixa de ser material, é imprescindível para o trabalho de medição, análise e emissão de magnetismo frequencial via ondas de forma, emitidas pelo aparelho radiônico.
Nós estamos constantemente lidando com manifestações invisíveis, frequenciais e magnéticas e tendo como abordagem apenas o mundo visível, criando com isso um desequilíbrio magnético muito grande.
Para podermos nos defender e minimizar tais efeitos , é preciso dar atenção e entender todas as dimensões do nosso ser visível ou invisível, alinhando-os, integrando-os e expandindo-os em nosso próprio benefício e de todos que nos rodeiam...
Os gráficos utilizados pela Radiônica, por terem sido usadas desde os primórdios da civilização como símbolos religiosos, e formas geométricas de proteção, tornaram-se objetos de pesquisa para muitos cientistas, que estudaram as freqüências vibracionais que deles emanam. Felizmente, os resultados desses estudos chegaram até nós e podemos utilizá-los para vários fins.
Círculos, quadrados, retângulos, triângulos, trapézios, pentagramas, hexagramas, octógono, decágonos são algumas figuras geométricas que têm sido usadas como harmonizadoras, desimpregnadoras, expansoras, sintonizadoras ou ativadoras de energias.
A Radiônica como ferramenta de diagnóstico e tratamento, têm ótimas referencias em países europeus e asiáticos. Aqui no Brasil ela começa a caminhar pela mão de profissionais responsáveis e desmedidos.

Campos de Interação

A radiônica é a ciência que estuda os campos de interação entre as pessoas e seus ambientes e os processos energéticos envolvidos, reconhecendo que a matéria, a energia e a mente estão perfeitamente interligados.
O conhecimento para detectar, registrar e analisar as manifestações de energias presentes na Natureza já era conhecido pelos antigos Egípcios. A maior prova disto foi a construção da Grande Pirâmide de Quéops, o maior aparelho radiônico já construído.
O estudo radiônico da Grande Pirâmide teve como um de seus maiores precursores o francês Antoine Bovis. Indo ao Egito, encontrou dentro da Pirâmide a existência de ratos mumificados (desidratados e não decompostos). Procurou saber a localização exata da Câmara do Faraó a fim de pesquisar e descobrir a relação entre ela e a forma da Pirâmide.
Bovis descobriu que a Câmara ficava a seis graus a Oeste deslocada do centro, porque nesta posição a mumificação se dá mais rápido. Através de réplica montada por ele, respeitando as proporções para redução, ele descobriu que a água ficava altamente energizada quando colocada na mesma posição relativa à Câmara. Em meio a esta época, por volta da década de 20 do século XX, iniciou-se a busca pela Radiônica.
Os pesquisadores franceses Morel L. Chaumery e André De Belizal notaram que ao trabalharem com o pêndulo nas arestas da pirâmide, em sua quadratura, obtiveram respostas diferentes. Isto significa que em cada parte do quadrante existe uma energia diferente. Assim, descobriram que energias sutis extremamente poderosas eram originárias pelas formas geométricas e que estas formas podem afetar tanto de maneira benéfica quanto maléfica o Equilíbrio Vital.
O médico americano Dr. Albert Abrams fazia o diagnóstico de seus pacientes por percussão. Ele inventou máquinas e aparelhos radiônicos que direcionavam uma vibração à distância e a diagnosticava. A partir deste diagnóstico, ele medicava.
Através das décadas diversos aparelhos radiônicos foram desenvolvidos. Estes podem ser subdivididos em duas classificações: na primeira têm-se os condensadores eletro-eletrônicos, os quais são aparelhos que além da forma geométrica característica, utilizam sistemas eletrônicos, ópticos e mecânicos. Para seu funcionamento se faz necessária a energia elétrica.
Na segunda têm-se os condensadores cósmicos - instrumentos que dispensam a energia elétrica e são formados apenas por materiais específicos, com formas precisas em suas dimensões.
Através destes condensadores se faz possível realizar efeitos extraordinários, tanto físicos quanto químicos ou biológicos, mesmo a grandes distâncias.

Fonte: Texto: Retirado da site Siqueira e Rodrigues Naturologia
http://www.hermetica.org.br/catalog/product_info.php?products_id=357

Seitai


Seitai é a técnica de alongamento postural passivo das articulações, onde através de posições e manobras de ajuste promovemos o realinhamento das mesmas. Pelo alongamento passivo realinhamos toda a estrutura óssea, aumentamos a amplitude articular, a flexibilidade muscular e melhoramos a respiração. Sabemos que o desalinhamento das articulações dos membros e da coluna vertebral gera disfunções no sistema nervoso, gerando em longo prazo problemas estruturais orgânicos. Importante lembrar que o Seitai não é infalível e nem a única técnica para tratamento e alinhamento postural, pelo contrário, dentre todas é talvez a mais rápida e de menor quantidade de manobras.
 O Seitai surgiu em meados do século XV, no Japão onde ocorriam distúrbios políticos, com a intenção de transformar várias províncias em um único governo; e muitos dos Senhores dessas províncias disputavam o poder a qualquer custo, e para isso utilizavam de todas as armas que dispunham. E é ai que aparece o Seitai.

Os Samurais, guerreiros de elite, utilizavam da técnica do Seitai para aniquilar ou inutilizar o inimigo combatente. Através de manobras e movimentos, causavam luxações e subluxacões que impediam o inimigo de continuar guerreando.Mas seus guerreiros e os próprios Samurais, acabavam sendo vítimas dos mesmos golpes, que eram aplicados pelo combatente inimigo.

Houve necessidade então, de aperfeiçoar a técnica restabelecendo os guerreiros. Os especialistas da época criaram movimentos violentos, doloridos e ríspidos, porque para eles, Samurais, só os valentes usufruíam da técnica.
Ficando conhecido do Ocidente, após a Primeira e Segunda Grandes Guerras Mundiais, onde os combatentes orientais a utilizavam em campo de batalha, tanto para aniquilar como restabelecer combatentes.
  
No Ocidente houveram adaptações e nos Estados Unidos desenvolveu-se a Quiroprática, ficando, portanto, restrito a poucos os praticantes da técnica Seitai, tanto no Brasil como Japão.

Havendo uma grande tendência de suas técnicas se incorporarem a outras, por falta de literatura e prática a respeito. Mas o importante é que os seus resultados são positivos e benéficos no tratamento do corpo humano.


Com a aplicação da técnica Seitai, proporcionamos o seguinte:

Desobstruir os nervos radiais,
Diminuir ou retirar pinçamentos de nervos raquidianos
Aumentar a amplitude articular, restrita por calcificações ou desgastes.
Alinhar posturalmente o arcabouço ósseo
Melhoria da apresentação postural
Diminuição ou eliminação, de dores apresentadas por compensação óssea postural.
Recolocação articular em luxações e subluxacões
 
São métodos que envolvem a mecânica da motricidade, portanto necessário entender a mesma, e englobam a estrutura muscular tendinosa que fixam e dão sustentação para as articulações. Por envolver manobras cinestésicas promovem a consciência espacial corporal â pessoa ,embora seja um trabalho passivo.

Promovem a saúde e o preparo físico para as ações de motricidade do dia a dia.

E por fim, as técnicas são simples,embora de atuação complexa, mas promovendo harmonia ao corpo humano dentro do espectro estrutural-psicológico-quimico.


Filosofia


Seitai é a arte de despertar a sensibilidade de uma pessoa e dirigi-la de tal forma que o próprio corpo se cure. A capacidade de sentir é o que desencadeia o processo homeostático que mantém o corpo nesse estado que nós chamamos "saúde". O organismo tem sutis instrumentos para detectar condições anormais, e conhece muitos recursos para restabelecer um equilíbrio saudável. O que ocorre é que, algumas vezes, o fator causador acaba por sobrecarregarr a capacidade natural. Daí a necessidade da intervenção do praticante.


A técnica


Seitai utiliza técnicas muito específicas destinadas a mobilizar a vitalidade em um objetivo pessoal (melhorar a sua própria saúde), ou para despertar a sensibilidade de um indivíduo para as suas próprias necessidades. Pode-se também ver Seitai como a arte de detecção e de liberação de bloqueios que amortizam ou insensibilizem as percepções do corpo. Os hábitos errados e outros fatores são muitas vezes fatores inconscientes no meio desta dormência da percepção. Para agir sobre estes fatores, é necessário que a atenção seja dirigida para  encontrar o sentido da sua vitalidade e da sua própria autonomia - a busca do equilíbrio físico e mental.


A prática


As mãos do praticante devem ser capazes de "ler" o corpo da pessoa, localizar a fonte da desordem fisiológica e fazer o que for necessário para permitir que ele seja libertado. Muitas vezes, se faz necessário "acordar" o corpo. Para isso, são utilizados todos os recursos (voz, intenção, mãos, braços ...) do terapeuta. A profundidade e intensidade da aplicação, vai depender do tempo em que o desequilíbrio ficou "cristalizado" no corpo.


A postura do praticante


A atitude básica de um praticante Seitai (Seitai-shi ou Seitai shidosha) é o respeito a pessoa e aos seus princípios de vida - seja qual for a sua idade e estado físico aparente.  Ser um praticante de Seitai, é estar aberto ao vasto conhecimento do corpo humano, bem como a experiência prática baseada na observação de processos que residem na doença e na cura. Seitai é uma filosofia de cura, onde se pretende reforçar a saúde e a vitalidade das pessoas em busca de uma maior prosperidade.

Psicologia Holística

Psicologia Holística


O Porquê da Terapia  - Numa terapia psicológica busca-se o equilíbrio emocional através de uma liberação de conflitos e emoções, tipo culpa, medo, insegurança e raiva. Existem diversas linhas e técnicas, mas o importante é que se chegue a um resultado comum, em que ambos, terapeuta e cliente, juntos alcancem um objetivo e cresçam. Assim, a pessoa aprende a se conhecer e a aceitar melhor suas falhas e seus limites, e a conviver com medos e raivas de maneira a que eles apenas o ajudem, já que são necessários para a sua sobrevivência. Equilíbrio Energético  - Você é, age, pensa e sente de uma determinada forma, e para saber a razão disto, precisa se conhecer energeticamente, saber que tipo de influencia exerce e como é influenciado, não só pela sua própria energia, como pela dos outros, e também pela energia de tudo que se encontra à sua volta. Para mantermos este nível energético equilibrado, é necessário que, em primeiro lugar, procuremos nos conhecer e nos avaliar, através de uma auto-analise (com ou sem ajuda profissional), de forma a conseguir uma integração psico-espiritual plena.
Sentimentos negativos exacerbados como o medo, chegando até às vezes a tornar-se pânico, e a culpa, bloqueiam totalmente essa energia, de forma a acarretar um desequilíbrio, já que deixa a pessoa insegura e fragilizada, até mesmo impotente e paralisada.

Conhecer suas falhas e aprender a como lidar com elas da melhor forma, evita a ruptura abrupta deste equilíbrio, centralizando emoções e desta forma mantendo-se em harmonia consigo mesmo, com as pessoas e o meio ambiente em volta, com isto possibilitando sempre uma renovação através de trocas energéticas.
Sincronicidade: Uma Coincidência Significativa

Carl Gustav Jung, psicanalista criador do termo sincronicidade, certamente queria dizer muito mais do que simplesmente que ocorre ao mesmo tempo, concomitante, contemporâneo, como nos explica o Dicionário da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. Levando em consideração que devido ao seu prestígio pessoal pode vir a ser mais conhecido em todo o mundo o oráculo chinês I Ching, que responde com tal precisão as perguntas de seus consultantes, fica mais do que esclarecido que esta energia de nome sincronicidade é possível à todas as pessoas e a qualquer momento, desde que sejam seguidas as normas prescritas para assim criar o campo possível para sua manifestação.

Isto é ciência. E quer dizer que é possível estudá-la, conhecê-la, fazê-la acontecer em nossas vidas. Nossas vidas são este campo onde é possível sua compreensão. Somente nós podemos testemunhá-la, ter consciência de sua existência. A sincronicidade acontece quando estamos em um estado especial de consciência, quando há tranqüilidade interior, um momento sem ansiedades ou desejos, sem julgamentos ou emoções, um momento simples, silencioso, zen. Somente assim ela ocorre!

Quando se fica numa atitude receptiva, de aceitação, de humildade e resignação. É desta maneira que se cria o campo propício para sua manifestação. Portanto, para se poder criar condições para a realização da sincronicidade, é necessário o autoconhecimento, o único caminho possível para controlar os elementos em nós e dominar os pensamentos, as emoções e as vontades. Para ser seu único senhor, é necessário conhecer a si próprio. Na Índia, a palavra swami quer dizer isto: aquele que conhece a si.

A sincronicidade está disponível para todos, mas quanto mais o indivíduo conhece a si mesmo e equilibra suas emoções e pensamentos mais passa a dispor desta energia divina, pois, quanto mais consciência, mais Ela se manifesta. Desta forma, ela não será usada erroneamente. Ainda segundo Jung, "em algumas coincidências, a extrema improbabilidade do evento e o fantástico paralelo entre estado interior e a ocorrência extrema será sua característica mais nobre. Tais eventos sincronísticos geralmente provocam surpresa. Em outros, no entanto, pode levar muito tempo até que o significado do que aconteceu fique claro, ou pode-se perceber que o significado de um evento pode desenrolar devagar".

"Em alguns casos, o acontecimento externo ocorre primeiro e o significado subjetivo, interior, vem em seguida. Em outros, a coincidência significativa é entre uma imagem interior, como um sonho, e um acontecimento externo, subseqüente". Em todos os vários eventos sincronísticos, contudo, o princípio de ligação entre interior e exterior é o significado do acontecimento para as pessoas envolvidas. "A idéia de que um acontecimento pode ser sincronístico dá uma perspectiva diferente do fato, aprofunda a compreensão do mesmo ou intriga o suficiente para se olhar além do que aconteceu".

Para que se possa saborear desta experiência incrível, os antigos rishis da Índia Védica nos legaram um jogo/vivência de autoconhecimento chamado Maha Lila, que nos faz provar da impressionante presença da sincronicidade. Em certos momentos desta vivência lúdica, toma-se tal consciência de si mesmo que a ficha cai, acontece a luz, o insight, e aí manifesta-se infalivelmente a sincronicidade. Tudo se encaixa com precisão, e o consultante encontra o que procura de maneira incrivelmente sincronizada e aprende a fazer assim no seu dia-a-dia.

O Maha Lila Insights – que é a forma contemporânea para que possa ser compreendido – é exatamente isto: um agradável aprendizado de autoconhecimento que nos leva a realizar conscientemente a sincronicidade em nossas vidas. E, assim, nesta jornada de descobertas interiores, reconhecer o óbvio, uma lei natural da vida, que quem procura... sempre encontra!

Controle Mental: Conceito

A mente humana é a faculdade sensorial da inteligência,  do mesmo modo que a visão é a faculdade sensorial dos olhos, a audição a dos ouvidos, e assim por diante. A mente parece ser o sentido-mestre da humanidade. Parece-nos que sua função precípua é captar informações coletadas e armazenadas pelos outros sentidos, nos neurônios cerebrais. É capaz de captar e imprimir informações na célula viva, quer ela esteja próxima, quer à distância.

A inteligência humana pode, através de sua vontade, sintonizar qualquer centro cerebral e trazer à consciência a informação ali armazenada. A ciência vem estudando o cérebro através de equipamentos eletrônicos. No estado de vigília os impulsos elétricos do cérebro encontra seus níveis mais elevados, superando os 14 ciclos por segundo. Durante o sono profundo, estes impulsos diminuem consideravelmente, chegando a 0,5 ou até 3,5 por segundo.



Os cientistas que investigam e estudam as ondas cerebrais dividiram-nas em 4 freqüências distintas, que são da menor a maior: DELTA, TETA ALFA E BETA.

Os cincos sentidos físicos: tato, paladar, olfato, visão e audição, estão associados com o funcionamento cerebral na freqüência BETA. O homem pode aprender a projetar sua mente, que constitui seu sentido-mestre, ao nível criativo ALFA, podendo funcionar conscientemente nesta dimensão.

O termo Psicorientologia engloba significados intrínsecos na etimologia da palavra:

1) ajudar a reabilitação da mente em seu próprio mundo interior, isto é, na sua dimensão original;

2) continuar orientando-a, dirigindo-a e educando-a em seu funcionamento nestes níveis;

3) desenvolver, controlar e incentivar suas aplicações psíquicas que compreende as sensações próprias da mente;

4) continuar a educação para um maior crescimento posterior, com vista ao desenvolvimento de suas
aplicações psíquicas.

As freqüências cerebrais, que determinam o nível ALFA possuem um conjunto completo da faculdade sensorial, tal qual ocorre na dimensão BETA. Como a humanidade deixou de usar a dimensão ALFA, constantemente necessita reaprender a funcionar nesta dimensão. Mediante as aplicações deste conceito, a mente aprende a usar seu próprio campo dos sentidos e sensações biológicas. O treinamento destas habilidades constitui a educação subjetiva.

É fato comprovado que a inteligência humana pode, voluntariamente, entrar na dimensão da freqüência ALFA. Através da Psicorientologia, podemos aprender a desenvolver controles, estabelecendo pontos de referencia para obter um funcionamento adequado dentro da dimensão subjetiva. Com o treinamento
constante somos capazes de funcionar tanto na dimensão ALFA quanto em BETA, seremos humanos
mais saudáveis buscando informações inatingíveis aos cincos sentidos subjetivos, que são:

CLAREVIDÊNCIA, CLARIAUDIÊNCIA, PERCEPÇÃO-EXTRA-SENSORIAL, SENSITIVIDADE  e TELEPATIA.

Se a humanidade usar as duas dimensões, assim como seus conjuntos sensoriais, pode projetar
o funcionamento da mente superior. A partir desta perspectiva, teremos uma bagagem maior de conhecimentos, desenvolvimento com maior sabedoria, conceberemos uma escala de valores realista e mais verdadeira.


Relaxamento

Ao final de cada dia, deveríamos fazer alguns minutos de conscientização com o intuito de fazer um planejamento e um balanço. Após, um relaxamento ajuda na descontração cerebral e física.

Pode-se alcançar esse relaxamento com exercícios físicos, como natação, corrida, caminhadas feitas com a respiração correta e melhor ainda se for feita em uma praia ou perto de montanhas, onde há maior oxigenação.

A dança, a música, um passeio, um bom livro, uma mudança de ambiente, também pode ajudar.

Existem muitas técnicas de relaxamento. Coloque uma música tranqüila e repousante, às vezes até com o exercício de relaxamento corporal, se possível com uma luz esmaecida em azul ou verde. Se quiser coloque um incenso, procurando soltar seu corpo aos poucos, entrando em contato com seu “eu interior”.

O importante é que você consiga ficar alguns minutos consigo mesmo para se reequilibrar, relaxando as tensões acumuladas durante o trabalho. Para cada um de nós, é essencial parar de vez em quando e sair da rotina.

A Inteligência Emocional

Sabe-se hoje que o conceito de inteligência não se baseia somente nos conteúdos de memória e no raciocínio, razão pela qual os testes que mediam apenas o QI falhavam muitas vezes. Eles se baseavam nas características de uma determinada população sem levar em conta as  diferenças que poderiam haver em termos de idade, cultura e vivência.

Outros fatores, como a emoção, por exemplo, também afetam o desempenho das pessoas, pois eles permitem definir os traços da personalidade, marcando o desempenho não só nos testes, como também na maneira como se interage com as pessoas que nos cercam, no tipo de profissão que se deve escolher e exercer, e de que maneira fazê-lo, visto que dependendo destas características, as pessoas desempenham de maneiras diferentes a mesma função.

Usando-se técnicas especiais, pode-se ajudar a modificar algumas dessas características, como por exemplo, problemas de baixa auto-estima. Existem técnicas que podem ajudar a aumentar a auto-imagem, influenciando e modificando a visão de vida desta pessoa. Chamamos a isto de inteligência emocional, onde analisamos as diversas características da inteligência, aprendendo a conhecer a nós e aos outros, e, com isso, permitindo uma melhor avaliação de nossas possibilidades no trabalho, nos esportes, nos nossos relacionamentos e abrindo novas perspectivas em nossa vida.

Conhecendo,  cada um, as suas próprias características, será mais fácil fazer planejamentos e decidir sobre os respectivos caminhos a serem seguidos. Acrescente-se a isso que com essas técnicas há uma melhora no desempenho do indivíduo a nível de mercado de trabalho, bem como a nível de relacionamento com as outras pessoas, e com o ambiente que o cerca.

Um Novo Projeto de Vida

Há poucos dias uma amiga me telefonou toda feliz e comentou a respeito de um novo projeto de vida. Fiquei feliz porque ela vivia desanimada e constatei que uma das maneiras  para se evitar a depressão é que busquemos a nossa realização, aumentando a auto confiança. É importante para o ser humano que ele se sinta integrado ao meio ambiente onde mora, que se sinta útil a comunidade em que vive, ou que pelo menos saiba que alguém o considera importante, nem que esse alguém seja ele mesmo.

Cada um de nós tem que descobrir o seu próprio valor, conhecer a sua própria capacidade e saber  que pode contar com ela, aprender que tem que viver consigo mesmo, com suas limitações e virtudes, sua auto estima e sua capacidade de realizar. Isso traz a auto confiança que é necessária na busca do seu próprio caminho e seu objetivo de vida.

Os jovens buscam a liberdade exatamente com este intuito, longe das asas protetoras dos pais. E, muitas vezes, torna-se necessário, ao longo da vida, com as mudanças que forem surgindo com os anos, geralmente após a aposentadoria, casamento dos filhos, etc., que retomemos novos projetos, buscando uma renovação de objetivos.

A auto confiança é um sentimento de satisfação plena consigo mesmo, o qual  é alimentado por uma vida mais intensa, isto é, quando colocamos de lado nossos receios de que não somos capazes de realizar alguma coisa e assumimos nossos atos. Antes de buscar a felicidade no ambiente que nos cerca, nas outras pessoas, devemos procurá-la em nós mesmos. Façamos então o nosso próprio projeto de vida.

As Emoções: Como Funcionam e a Sua Importância

Com o sucesso dos livros que fazem correlação das emoções e da inteligência, elas ficaram muito em voga. Segundo Eric Berne, as emoções básicas são cinco e a nossa vida gira em torno delas, a saber: alegria, medo, raiva, tristeza e afeto. Elas acarretam imediatamente reações de luta ou de fuga e modificam totalmente nosso corpo, como reações à estas.

Hoje, sabemos que para termos sucesso e sermos bem sucedidos devemos dominar as emoções dentro da razão, tornando-se um aprendizado quando conseguimos controlá-la, como por exemplo, com relação à raiva, não deixando-a descambar para a violência na hora em que a sentimos. Para isso temos que nos conhecer para adquirirmos o treinamento adequado, entendendo as nuances destas e como dominá-las e usá-las da melhor maneira.

Cada um de nós já nasce com uma programação genética das emoções e elas são excludentes, pois quando sentimos raiva, por exemplo, não sentimos medo. Elas são detonadas uma de cada vez. A raiva induz os movimentos de ataque ou defesa. O medo tem movimentos de evitação ou fuga. A alegria e o afeto tem movimentos aproximativos, enquanto a tristeza induz a um cessar de movimento. O medo, a raiva e a tristeza são emoções desprazerosas, enquanto que a alegria e o afeto são prazerosas, sendo que a alegria expande o ego e o afeto leva ao prazer e ao amor e expande a alma. O medo é necessário para nos protegermos e a raiva pode ser uma energia positiva, quando é usado como reação e defesa com controle.
Finalizando, todos nós nascemos com elas e a maneira como a controlamos é que vai mostrar como somos, como interagimos com o mundo e o ambiente a nossa volta, e como vamos interagir com as outras pessoas.
A Agressividade na Infância

Ultimamente tem havido bastante destaque na imprensa falada e escrita  sobre surtos de violência que tem ocorrido nos colégios, em diversos países do mundo, inclusive no Brasil. Esta violência gratuita geralmente tem sido praticada por crianças excessivamente agressivas, contra seus colegas, sem  que houvessem motivos aparentes para tanto e, chegando no limite extremo, até a ocasionar mortes.

O que vem ocorrendo? Quando se observa que a criança não consegue se concentrar e se adaptar na escola, tornando-se agressiva, isso na verdade pode ser um indício de que algo não vai bem com ela e,  normalmente é um reflexo da situação que ela vivência em casa.  A agressividade bem dosada é normal para que a criança aprenda a se defender e a se impor ao ambiente em que vive e se desenvolve. Ela é canalizada normalmente à medida que a criança amadurece psicologicamente. Mas quando essa agressividade se torna excessiva e aparentemente sem motivos no colégio, é bom se verificar o ambiente da criança em  casa. É um indicador de que tais crianças  não tem limites e, na maioria das vezes, elas se sentem negligenciadas e sem carinho dos pais. Estes muitas vezes não podem ou não são capazes de lidar com os filhos e delegam esta responsabilidade à terceiros, que podem ser empregadas que não sabem como lidar com eles, ou simplesmente colégios, que devem ser enxergados sempre como auxiliares e não substitutos da educação paterna.

Existe também o oposto que é tão nocivo ou mais que a negligência. É o caso dos pais extremamente rígidos, exigentes e violentos. A criança que é criada com tapas e castigos o tempo todo, torna-se agressiva, em represália. Ela precisa não só de um ambiente sadio, mas também saber que é amada, ser criada por pais equilibrados emocionalmente e que não lhes dêem mensagens com um duplo significado.

É importante haver incentivos positivos, isto é, elogios que enalteçam  as crianças quando elas fazem as coisas de uma forma bem feita. Em suma, a criança precisa saber que é amada e que os pais se importam e se interessam por ela.

Cuidando da Criança que está Perto e Dentro de Nós

Lembrar o mundo infantil é mergulhar em nosso mundo de fantasias, de buscas, de descobertas incríveis, vasculhar o que há de mais original e espontâneo em cada um de nós. Os adultos, infelizmente, reagem diante do mundo infantil com bastante preconceito e, eu diria, até com um pouco de inveja de um tempo que não viveram plenamente. É comum encararmos esse mundo como algo em que temos doutorado, que somos experts. Estabelecemos então todas as regras necessárias para as crianças com as quais convivemos, crendo que se cumprirem cada uma delas serão felizes. Feita a programação, nós ficamos tranqüilos e com uma agradável sensação de missão cumprida. Só, por via de dúvidas, complementamos a estratégia com um reforço positivo adequado ao momento.

É isso mesmo, a maioria dos adultos trata as crianças como se elas não tivessem nenhuma sabedoria em relação ao que desejam, ao que é essencial para a vida delas. Em nosso relacionamento com elas usamos a mesma prática de condicionamento utilizada nos laboratórios de psicologia experimental e uma metodologia semelhante à utilizada nos ratinhos. Nosso objetivo é obter as respostas que achamos convenientes a partir do nosso ponto de vista. Na verdade, limitamos o seu campo da experiência e não permitimos que elas sejam crianças. É comum ouvirmos quando alguém faz uma coisa boba ser rotulada imediatamente de criança. Quando rotulamos alguém dessa forma não estamos sendo justos com as crianças. A criança não é sinônimo de gente boba, imaturidade, idiotice e irresponsabilidade. No entanto, já usamos ou já presenciamos muita gente usando o termo infantil de forma pejorativa.

Urge que cada um de nós possa usar de sensibilidade para descobrir o quanto ainda resta da beleza do mundo infantil em nossas mentes e corações. Na verdade, um monte de coisas essenciais que nós esquecemos de colocar em nossos projetos. Saint-Exupéry nos traz um grande desafio em sua obra "O Pequeno Príncipe". Ele quer que percebamos nossa grande facilidade em distorcer os valores da infância: "as pessoas grandes só se interessam por números." Não sabemos ver o carneiro que está além da caixa e é exatamente isso que nos envelhece - a perda da nossa capacidade de imaginar e de fazer com que os nossos sonhos aconteçam diante dos nossos olhos. A imaginação nos torna mais criativos e capazes de cavalgar nossos sonhos, mesmo assim a abandonamos pela maturidade do adulto e nos distanciamos do que realmente desejamos em nossa realidade.

Seria muito bom se reservássemos alguns momentos para identificar os valores da infância que ainda insistem em nos habitar. Somos transparentes em nossas relações? Ainda temos a insaciável sede de descobrir coisas novas ao nosso redor? Valorizamos imensamente as nossas amizades e o momento de estar com o outro? Uma criança deixa tudo, esquece tudo para reservar um tempo para seus amigos. O adulto vai esquecendo aos poucos esse valor, substituindo-o pelos compromissos que lhe possibilitam acumular bens. Tornamo-nos seres sem tempo e mais um valor vai por água abaixo: o de cativar, criar laços afetivos, pois é impossível conhecer, se aproximar e ser presença sem que haja a disponibilidade necessária.

Junto com esses e outros valores vamos desprezando as pedras preciosas do mundo infantil e deixando de ver as coisas com o coração. Enfim, deixamos de perceber que "o essencial é invisível aos olhos". Sabe o que estamos presenciando às margens do terceiro milênio? Mais e mais crianças sendo moldadas e convertidas em adultos sem direito à regressão. Não estamos permitindo que a criança tenha uma vida plena, que ela possa ser. Carl Rogers, psicólogo que nos propõe a abordagem centrada na pessoa, ficaria furioso se pudesse constatar o que as sociedades atuais fazem com suas crianças. A começar pelos meios de comunicação que impõem à nova geração perfis de adultos-marionetes e seres dançantes erotizados. E nós, adultos, reforçamos cada parágrafo desse roteiro maquiavélico.

Achamos o máximo, a ponto de reunir um grande grupo para ver nossas crianças imitando os artistas que estão em alta nas telinhas. Não queremos fazer aqui uma crítica à beleza do corpo, ao erotismo ou à sensualidade. Todas essas coisas também são valores e são indispensáveis à construção do nosso eu em sua totalidade. Desejamos detectar quais valores da infância foram abandonados para se viver o papel de um adulto e o que representam essas coisas para a identidade da criança. Quando a criança vive simplesmente um estereótipo deixa de construir sua própria experiência e passa a reproduzir unicamente a experiência do adulto, perdendo aos poucos a consciência de suas próprias necessidades.

A criança que faz da sua vida uma constante reprodução da vida adulta exclui a oportunidade de viver plenamente o seu momento infantil. Essa criança vai perdendo cada vez mais a confiança que deveria ter em si mesma e em suas reações organísmicas. Tudo isso é uma pena, porque num projeto como esse não está incluído a possibilidade do novo e uma pessoa não pode afirmar que vive plenamente se não consegue experimentar a liberdade e a sua capacidade criativa.

Estamos crescendo, deixando de ser criança e esquecendo o nosso ser criança. Será que estamos crescendo mesmo? O doloroso não é constatarmos as mudanças físicas, o surgimento de rugas ou que já não acreditamos mais em Papai Noel, em fadas madrinhas e outras coisas do mundo da fantasia. O grande mal é constatarmos a perda da esperança, da transparência, da espontaneidade, da originalidade, da sensibilidade e da crença no potencial do amor em nossas vidas. Aí, amigos, podemos dizer com todas as letras: estamos ficando velhos!

Prevenir, portanto, ainda é melhor que remediar. Se tentarmos a experiência de tocar com carinho a criança que está perto de nós ou a que está dentro de nós, lhe dirigirmos palavras de quem acredita em suas potencialidades e olharmos bem dentro dos olhos dela, veremos que o melhor presente que ela nos pede é a possibilidade de viver plenamente o seu tempo e diante de todas as exigências de uma sociedade adulta, simplesmente ser criança.

Rir e Sorrir Como Terapia

Todos já ouviram dizer que “rir é o melhor remédio”, ou “quem sorri, seus males espanta”. Isto não é só um ditado popular. O riso e o sorriso ativam e desencadeiam a liberação e produção de endorfinas que são conhecidas como os hormônios da felicidade e da longevidade. O riso é bom para o físico, para a psique e para a alma.

Procurar ser feliz é cultivar suas qualidades e suas virtudes, é cultivar bons pensamentos, tentando manter-se positivo, cercar-se de pessoas positivas, é trazer a alegria do seu interior e espalha-la à sua volta. A alegria está presente no apreciar pequenas coisas da vida, ver que nos detalhes e na simplicidade poderemos encontrar algo especial, como observar uma linda flor ou um pôr do sol bonito, no amor a outra pessoa, no dar e receber.

Para tudo isto é muito importante a auto-estima, pois primeiro temos que nos amarmos e sentirmos equilibrados com nós mesmos para podermos então apreciar a vida e encará-la como um aprendizado visando um crescimento e uma evolução. Viva intensamente o momento presente e aproveite o dom da vida. Cante, dance,  viaje, trabalhe, cresça, evolua, viva com muito amor, não só a você como irradie este amor a sua volta. E sorria.

A Importância da Parte no Todo

“Quando um barco é surpreendido por uma tempestade, o mais provável é que ele afunde se os passageiros entrarem em pânico. Mas se uma só pessoa permanecer lúcida, calma e consciente, ela sozinha poderá ajudar os outros, e todos sobreviverão ao perigo”. Isto significa que cada um de nós pode ser esta pessoa e fazer a diferença e para isso torna-se necessário que possamos fazer o melhor possível dentro da nossa capacidade, que tomemos consciência de que se cada um de nós puder somente fazer a sua parte perante a sua família e o seu trabalho da melhor maneira que puder, isso já será meio caminho andado para ele resolver a sua vida de uma forma plena e racional.

Cada um de nós faz parte de um todo e, como tal, tem também sua parcela de responsabilidade neste todo; uma coisa reflete na outra, se cada qual fizer a sua parte conscientemente, chegaremos muito mais rápido às soluções dos problemas, conseguindo resolver as crises e obstáculos que forem aparecendo. É nas crises que se conhecem as pessoas.

Para cada pessoa existe um caminho a percorrer, cabendo a nós mesmos descobri-lo, procurando manter acesa a chama que existe dentro de cada um de nós. A vida só tem sentido quando vivemos todos os momentos de uma forma plena, cuidando do nosso corpo e mente, e colocando o nosso coração e a nossa alma em tudo que fazemos.

Quando as pessoas conseguirem compreender que basta cada um fazer apenas a sua parte, poderemos ter uma vida melhor, sermos mais felizes e o homem terá finalmente paz

O Relacionamento de Casais

Num belo dia, dois jovens encontram-se e olhares são trocados, algo diferente acontece, uma troca de energia os atrai, conversam e vêem que existem pontos em comum e aos poucos vão descobrindo que não conseguem viver um sem o outro. Descobrem enfim, que estão apaixonados. Casam-se, tudo é lindo, especial e resolvem ter filhos.

Aos poucos começam a sair do sonho e sentem que a realidade é diferente. Surgem como sempre acontece na vida os problemas, as contas, a rotina, começam a ver as suas divergências e as brigas e discussões se sucedem. De repente, você sente que algo mudou, foram eles que mudaram ou a vida? Não existe mais aquela magia. Porque? Os carinhos se transformaram em brigas, brigam por tudo, parece mais uma disputa pelo poder.

O que falta? Diálogo e atenção. Uma relação só sobrevive se as pessoas não deixarem as mágoas e os problemas aumentarem e se houver interesses em comum, se ambos estiverem dispostos a cederem alguns pontos divergentes também. Tanto para um quanto para o outro é importante saber que o outro se interessa pelo que ele faz, a sua vida, as coisas que ele conta. Todos gostam de atenção. As vezes, pequenos gestos, até mesmo feito de surpresa, pesa muito numa relação. Um gesto de escutar as coisas que o outro tem a dizer, educar os filhos sempre juntos, enfim participarem e dividirem tudo até os problemas, compartilhar as coisas boas e ruins, inclusive as doenças físicas e morais que surgirem, apoiar os projetos e construírem juntos uma estória.

Uma relação constrói-se todos os dias, sendo feita de pequenos detalhes e gestos. É saber transformar a rotina numa festa e numa aventura. E principalmente, o lembrar-se que “você se torna eternamente responsável por tudo aquilo que cativa”. O amor é feito de riscos, coragem, responsabilidades, dar e receber.

Regressão de Memória: O Medo

Os medos quando não são dissolvidos permanecem ativos pela vida afora, e acumulativos podem levar ao estresse, dificultando o cotidiano das pessoas. Existem alguns exercícios de regressão de memória para desativar os medos da infância que ainda permanecem no presente.

Comece deitando-se num local confortável e coloque uma música suave para ajudar o relaxamento. Solte os músculos de seu corpo e observe a sua respiração, tornando-a profunda e serena. Em seguida crie uma tela mental e deixe projetar-se sobre ela uma a um, os seus maiores medos da infância. Procure lembrar-se como eram os momentos que antecediam o seu sono. Era agradável dormir? Tinha medo do escuro? Tinha medo de desagradar alguém? Como reagia diante dos castigos? Havia algum grande problema na família? Alcoolismo? Violência? Abandono? Falta de dinheiro para sobrevivência? Com quem você dividia seus medos? Falava com seus pais, algum parente ou amigo? Caso contrário, o que lhe impediu de fazê-lo? Procure lembrar-se dos detalhes e observe o que ainda existe desse comportamento em você. O que aconteceria se você tivesse falado de seus medos?

Tomar consciência dos medos do passado ajuda a enfrentar os medos do presente e evita que se repita um padrão de comportamento negativo. Depois do exercício, complete imaginando uma bolha de luz azul envolvendo você da cabeça aos pés. Em seguida, um ponto de luz dourado pairando sobre a sua cabeça e irradiando-se a sua volta.

Ambientes Harmoniosos

Sabemos que para um bom desempenho, a pessoa precisa não só ter um bom raciocínio, mas também, estar equilibrada no plano emocional, seja ela um aluno, um empregado de uma empresa ou um profissional.Sabemos também que um trabalho feito de forma a avaliar e a desenvolver determinadas características podem ajudar e muito.

As emoções e a maneira como lidamos com elas interferem diretamente na maneira como encaramos o mundo e o ambiente a nossa volta, sendo que o contrário também ocorre, ou seja, interferem na forma como as outras pessoas nos enxergam. Há um reflexo não só na maneira como lidamos com as pessoas com as quais nos relacionamos, mas também, nas escolhas dos parceiros e amigos, e, até, na escolha de nossa profissão.

Há empresas que sabendo da importância desses fatores, usam diversos recursos visando a relaxar os empregados, tais como música, jogos e exercícios de alongamentos, visando a diminuir o estresse nos empregados. Às vezes as empresas usam rodízios de tarefas e novos escalonamentos de funcionários, diminuindo o cansaço e a insatisfação, aumentando dessa forma  a produtividade.

Também nas clínicas e consultórios mais modernos, são usadas cores e decorações que propiciem um ambiente mais sereno ocasionando um relaxamento dos clientes. Sabendo da importância do ambiente no controle das nossas emoções, vamos transformar a nossa casa num lar aconchegante e harmonioso.



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