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sábado, 25 de junho de 2011
Compreendendo o Lítio - equilibrio no Humor
Publicada por ANALUZ à(s) 13:58 0 comentários
Etiquetas: De interesse, Depressão, Distúrbios emocionais e mentais, Doenças emocionais, TRAMENTOS CONVENCIONAIS
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Quando se indica o tratamento e/ou medicamentoso em questões emocionais ?
Tratamento
Quando se indica o tratamento e/ou medicamentoso em questões emocionais ?
Antigamente dizia-se que todos os quadros de natureza "neurótica", ou seja, aqueles que eram conseqüência de algum problema vivencial, alguma experiência traumática, alguma fase de estresse, deveriam ser tratados exclusivamente com psicoterapia, ou seja, sem medicamentos.
Dizia-se ainda, que todos os quadros ditos "endógenos", ou seja, que apareciam independentemente das vivências, como as psicoses e as depressões graves, deveriam ser exclusivamente tratados com medicamentos.
Hoje, entretanto, sabemos que a indicação para terapia ou para tratamento medicamentoso deve ser avaliada caso-a-caso. De um modo geral, a associação medicamento-psicoterapia parece ser mais eficiente para os transtornos emocionais do que qualquer um desses tratamentos isoladamente.
Muitas vezes os medicamentos são indispensáveis e insuficientes (sem eles não dá para tratar e só com eles também).
Excluindo-se os surtos agudos, onde o juízo crítico está seriamente prejudicado, portanto, possivelmente imune à argumentaçào psicoterápica, nos demais estados emocionais a psicoterapia é bem vinda.
Acontece que, por razões práticas (e econômicas), o tratamento medicamentoso parece ser uma das únicas opções para um grande número de pacientes e, felizmente, com os avanços tecnológicos da ciência farmacêutica, os medicamentos estão ficando cada vez mais isentos de efeitos indesejáveis.
Dizia-se ainda, que todos os quadros ditos "endógenos", ou seja, que apareciam independentemente das vivências, como as psicoses e as depressões graves, deveriam ser exclusivamente tratados com medicamentos.
Hoje, entretanto, sabemos que a indicação para terapia ou para tratamento medicamentoso deve ser avaliada caso-a-caso. De um modo geral, a associação medicamento-psicoterapia parece ser mais eficiente para os transtornos emocionais do que qualquer um desses tratamentos isoladamente.
Muitas vezes os medicamentos são indispensáveis e insuficientes (sem eles não dá para tratar e só com eles também).
Excluindo-se os surtos agudos, onde o juízo crítico está seriamente prejudicado, portanto, possivelmente imune à argumentaçào psicoterápica, nos demais estados emocionais a psicoterapia é bem vinda.
Acontece que, por razões práticas (e econômicas), o tratamento medicamentoso parece ser uma das únicas opções para um grande número de pacientes e, felizmente, com os avanços tecnológicos da ciência farmacêutica, os medicamentos estão ficando cada vez mais isentos de efeitos indesejáveis.
2. – Quanto tempo pode durar o tratamento psiquiátrico ?
Para responder adequadamente esssa pergunta há necessidade de saber se o paciente ESTÁ "nervoso", ou se ele É "nervoso". Também é igualmente importante, no caso da pessoa ESTAR "nervosa", saber se a situação existencial que a levou ao transtorno ora tratado, continuará indefinidamente ou se pretende resolver-se.
Evidentemente, SER "nervoso", corresponde a SER hipertenso, SER míope, SER reumático, SER diabético, SER epiléptico e assim por diante, ou seja, são pessoas para as quais a medicina encontrou recursos capazes de controlar suas doenças de modo a viverem o mais próximo possível do normal. Portanto, o tratamento será crônico, na exata proporção da cronicidade de sua doença.
Caso a pessoa ESTEJA atravessando uma fase ruim, doentia, alterada, com início bem delimitado na vida (há 1 ano, há 1 mês, há seis anos, etc), há enorme probabilidade da pessoa tomar esse medicamento por um período definido.
Normalmente os tratamentos psiquiátricos de quem ESTÁ passando por uma fase ruim gira em torno de 1 ano. Apesar do alívio dos sintomas aparecerem já no segundo mês de tratamento, interrompendo-se o tratamento precocemente há probabilidade dos sintomas retornarem.
Para responder adequadamente esssa pergunta há necessidade de saber se o paciente ESTÁ "nervoso", ou se ele É "nervoso". Também é igualmente importante, no caso da pessoa ESTAR "nervosa", saber se a situação existencial que a levou ao transtorno ora tratado, continuará indefinidamente ou se pretende resolver-se.
Evidentemente, SER "nervoso", corresponde a SER hipertenso, SER míope, SER reumático, SER diabético, SER epiléptico e assim por diante, ou seja, são pessoas para as quais a medicina encontrou recursos capazes de controlar suas doenças de modo a viverem o mais próximo possível do normal. Portanto, o tratamento será crônico, na exata proporção da cronicidade de sua doença.
Caso a pessoa ESTEJA atravessando uma fase ruim, doentia, alterada, com início bem delimitado na vida (há 1 ano, há 1 mês, há seis anos, etc), há enorme probabilidade da pessoa tomar esse medicamento por um período definido.
Normalmente os tratamentos psiquiátricos de quem ESTÁ passando por uma fase ruim gira em torno de 1 ano. Apesar do alívio dos sintomas aparecerem já no segundo mês de tratamento, interrompendo-se o tratamento precocemente há probabilidade dos sintomas retornarem.
3. – Crianças devem submeter-se a tratamento psiquiátrico ?
As crianças costumam apresentar transtornos emocionais com muita freqüência e deve ser, também, freqüentemente tratadas. Os quadros mais comuns são aqueles decorrentes da Depressão Infantil.
Nas crianças a Depressão não se manifesta como nos adultos. Normalmente ela se apresenta com rebeldia, irritabilidade, medo, baixo rendimento escolar, comportamento aderente à mãe, hiperatividade, etc. Outros quadros também se apresentam de forma diferente nas crianças e devem ser valorizados.
O tratamento psiquiátrico infantil é muito eficiente e cada vez mais isento de efeitos indesejaveis.
As crianças costumam apresentar transtornos emocionais com muita freqüência e deve ser, também, freqüentemente tratadas. Os quadros mais comuns são aqueles decorrentes da Depressão Infantil.
Nas crianças a Depressão não se manifesta como nos adultos. Normalmente ela se apresenta com rebeldia, irritabilidade, medo, baixo rendimento escolar, comportamento aderente à mãe, hiperatividade, etc. Outros quadros também se apresentam de forma diferente nas crianças e devem ser valorizados.
O tratamento psiquiátrico infantil é muito eficiente e cada vez mais isento de efeitos indesejaveis.
4. – Grávidas podem fazer tratamento psiquiátrico?
Alguns transtornos emocionais que acometem as mulheres durante e após a gestação podem ter um efeito devastador sobre o relacionamento conjugal, sobre o feto e sobre o desenvolvimento infantil do nascido.
Considerando-se a relação custo-benefício os transtornos emocionais na gravidez devem ser tratados. A maioria dos medicamentos que se julgava atravessarem a barreira placentária (agindo no feto) tiveram essa questão revista e, sabe-se hoje, ser muito menor essa passagem do que se supunha.
De qualquer forma, podendo ser evitados medicamentos na gravidez, e não apenas psicotrópicos, mais segura será a gravidez. Essa decisão, entretanto, não deve colocar em risco a saude emocional e física do feto e/ou do recém nascido.
Alguns transtornos emocionais que acometem as mulheres durante e após a gestação podem ter um efeito devastador sobre o relacionamento conjugal, sobre o feto e sobre o desenvolvimento infantil do nascido.
Considerando-se a relação custo-benefício os transtornos emocionais na gravidez devem ser tratados. A maioria dos medicamentos que se julgava atravessarem a barreira placentária (agindo no feto) tiveram essa questão revista e, sabe-se hoje, ser muito menor essa passagem do que se supunha.
De qualquer forma, podendo ser evitados medicamentos na gravidez, e não apenas psicotrópicos, mais segura será a gravidez. Essa decisão, entretanto, não deve colocar em risco a saude emocional e física do feto e/ou do recém nascido.
5. – Idosos devem submeter-se à tratamento psiquiátrico?
Como já enfatizamos acima, atualmente os medicamentos têm sido cada vez mais isentos de efeitos indesejávies, cada vez mais seguros para idosos (e crianças), portanto, os idosos devem submeter-se à tratamento psiquiátrico.
O tratamento dos quadros psiquiátricos comuns aos idosos tem o propósito de melhorar a condição de vida e minimizar os efeitos do envelhecimento patológico, juntamente com a melhora do relacionamento do idoso com seus familiares.
Como já enfatizamos acima, atualmente os medicamentos têm sido cada vez mais isentos de efeitos indesejávies, cada vez mais seguros para idosos (e crianças), portanto, os idosos devem submeter-se à tratamento psiquiátrico.
O tratamento dos quadros psiquiátricos comuns aos idosos tem o propósito de melhorar a condição de vida e minimizar os efeitos do envelhecimento patológico, juntamente com a melhora do relacionamento do idoso com seus familiares.
Ballone GJ - PsiqWeb
Publicada por ANALUZ à(s) 14:55 0 comentários
Etiquetas: Doenças emocionais, TRAMENTOS CONVENCIONAIS
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Tratamento da Paranóia
Tratamento da Paranóia
A desconfiança das pessoas paranóides torna difícil o tratamento da doença. Raramente, falarão com espontaneidade em uma consulta. Desconfiam do tipo de sondagem aberta que muitos terapeutas utilizam para conhecer a história do paciente (por exemplo: “fale-me de seu relacionamento com seus colegas de trabalho”). Podem não aceitar medicamentos ou uma internação, temendo a perda de controle ou outros perigos, reais ou imaginários.
Tratamento Medicamentoso
O tratamento com medicamentos antipsicóticos apropriados pode ajudar o paciente paranóide a superar alguns sintomas. Embora o comportamento do paciente possa ser melhorado, os sintomas paranóides freqüentemente permanecem inalterados. Alguns estudos indicam uma melhora dos sintomas com o tratamento medicamentoso, porém resultados semelhantes ocorrem, freqüentemente, em pacientes que recebem placebo (“remédio” sem ingrediente ativo). Esta observação sugere que, em alguns casos, a paranóia diminui mais por razões psicológicas do que pela ação do medicamento. Pacientes paranóides em tratamento com medicamentos devem ser mantidos sob rigorosa observação. A desconfiança e o delírio de perseguição os levam, muitas vezes, a recusar ou sabotar o tratamento - por exemplo, conservar o comprimido dentro da boca, sem engolir, até ficarem sozinhos e então cuspi-lo.
Psicoterapia
Relatos de casos individuais sugerem que a oportunidade de expressar seus temores e desconfianças de forma regular, como é propiciada pela psicoterapia, pode ajudar o paciente paranóide a se ajustar à vida social. Embora as idéias paranóides pareçam persistir, elas podem tornar-se menos prejudiciais. Outros tipos de psicoterapia, com os quais se observa uma melhora do comportamento social, sem redução apreciável dos delírios paranóides, são a terapia familiar, a terapia de grupo e a arteterapia.
Perspectivas para os Pacientes Paranóides
Apesar das dificuldades de tratamento, pacientes com um distúrbio paranóide podem ajustar-se razoavelmente bem. Mesmo que suas idéias paranóides sejam aparentemente inabaláveis, vários tratamentos parecem eficazes, melhorando o ajustamento social, e evitando hospitalizações prolongadas. Os sintomas são menos bizarros do que os associados à esquizofrenia paranóide. Os distúrbios paranóides parecem, também, causar menos desorganização da personalidade e ruptura na vida social e familiar. Ao contrário da esquizofrenia, que pode se tornar progressivamente pior, o distúrbio paranóide parece atingir um certo grau de gravidade e se estabilizar.
Publicada por ANALUZ à(s) 14:25 1 comentários
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