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quinta-feira, 26 de maio de 2011

DÓI... SEI QUE DÓI... mas um dia passa ..... faz parte da tua VIDA


segunda-feira, 23 de maio de 2011

A dor da alma e a dor do outro

 Escrito por Virgilio Gomes

Doenças afetivas e ansiedade crescem e serão mais incidentes num futuro programado para ser feliz ~ (THIAGO LOTUFO)
Por mais que se tente, ninguém sente (ou talvez jamais sentirá) a dor do outro. E isso vale, principalmente, para a dor com raízes na mente humana, como é o caso da depressão e da ansiedade – dois distúrbios responsáveis pela metade (740 milhões de pessoas) das doenças mentais estimadas no mundo. Esses males causam um sofrimento terrível. Geram angústia e desespero, suas origens não são muito claras e as sensações que provocam – por mais que produzam sintomas identificáveis por um especialista – beiram o intraduzível. A dor causada pela depressão e pela ansiedade é diferente de uma dor de cabeça ou de uma dor decorrente, por exemplo, de um tombo: ela dói, metaforicamente, lá no fundo da alma. E o pior é que essa dor, de acordo com especialistas e com a Organização Mundial de Saúde (OMS), só tende a aumentar. No próximo milênio a mente vai estar mais doente do que nunca. “As doen-ças mentais tendem a proliferar como resultado de múltiplos e complexos fatores sociais, biológicos e psicológicos. Elas são respostas já esperadas de doenças físicas graves e da guerra e do trauma. Mas também de condições sociais adversas, como as altas taxas de desemprego, a educação precária e a pobreza”, afirmou a OMS num relatório publicado este ano. E mais: “Nas próximas décadas tudo indica que as doenças decorrentes de distúrbios mentais e de problemas neurológicos serão ainda maiores.”
É um paradoxo. “Vivemos numa época que teoricamente teria tudo para ser agradável. Os avanços tecnológicos, os procedimentos médicos sem dor”, afirma Cláudio Guimarães, médico do Laboratório de Neurociências da Universidade de São Paulo (USP). “E ao mesmo tempo sentimos uma sensação enorme de vazio interior.” Segundo a OMS, no mundo todo há cerca de 340 milhões de pessoas com depressão ou transtorno bipolar, dois distúrbios pertencentes ao grupo das doenças afetivas (relacionadas ao humor). A organização estima também que uma em cada cinco pessoas vai ter depressão em algum momento da vida e que, a cada ano, devem surgir dois milhões de novos casos da doença.
Transtornos – No Brasil, ela atinge mais de dez milhões de pessoas. A ansiedade patológica e os transtornos decorrentes dela (transtorno do pânico, fobias, transtorno obsessivo-compulsivo) são as doenças mentais mais f requentes. Elas acometem 400 milhões de pessoas e estima-se que 20% da população estará sujeita a um dos transtornos ao longo da vida. “A fobia social é um dos mais comuns, com uma prevalência de até 13%”, diz o psiquiatra do Hospital das Clínicas, Tito Paes de Barros. Outro dado importante é o fato de que a depressão e os transtornos da ansiedade se manifestam, em média, duas vezes mais na população feminina (uma das explicações seria as alterações hormonais da mulher).
Todos esses números dão uma importante dimensão do problema e servem como um alerta para o crescimento dessas doenças no próximo milênio. “Não dá para dizer em quanto elas vão aumentar. Mas é inegável que tanto a ansiedade como a depressão vão crescer no futuro”, diz o psicólogo José Roberto Leite, coordenador da unidade de medicina comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Uma das razões para o crescimento é o aumento da população mundial e da longevidade. A OMS estima que em 2025 o planeta terá cerca de oito bilhões de habitantes, sendo 1,2 bilhão com mais de 60 anos. Ou seja, serão mais pessoas com doenças e por mais tempo (a depressão, por exemplo, requer tratamento por muitos anos e, às vezes, pela vida toda). “Há também maior informação sobre a depressão e a ansiedade e mais diagnósticos sendo feitos”, explica o psiquiatra Ricardo Moreno, coordenador do Grupo de Doenças Afetivas (Gruda) do Hospital das Clínicas de São Paulo. Mas existem também outros fatores para explicar o aumento desses distúrbios. O psiquiatra paulista Henrique Del Nero, por exemplo, afirma: “A exclusão social, a incerteza e a falta de perspectivas aumentam a ansiedade e os quadros leves e moderados de depressão.” Para ilustrar o que fala, ele cita uma máxima: “Na mesa do justo não há de faltar o pão. Na época em que o justo não tem pão, aumenta a depressão.” E completa: “Cada vez mais está faltando pão.”
Mas como o pão de cada dia pode influenciar a mente humana? A depressão não é uma doença biológica com base genética cada vez mais reconhecida? É. E, assim como os transtornos de ansiedade, está relacionada a desequilíbrios de neurotransmissores (substâncias químicas responsáveis pela transmissão de informação entre um neurônio e outro) no cérebro. O fato é que a ciência ainda não desvendou totalmente quais são os fatores capazes de desencadear esses desequilíbrios. Sabe-se que a hereditariedade é um ponto importante, mas também sabe-se hoje que fatores ambientais como violência, falta de emprego, separação, perda, problemas conjugais, entre outros, são capazes de afetar a vulnerabilidade de uma pessoa a problemas mentais. Por isso, pode-se dizer que os distúrbios da mente têm, além da genética, origens biopsicossociais. São doenças que se manifestam a partir da interação do homem com os outros e com o meio em que vive. Aqui, vale lembrar que não existe ser humano fora do ambiente físico e natural nem distante de uma sociedade. Assim como não há peixe fora d’água. “A mente é o cérebro inserido numa cultura”, resume Luiz Altenfelder, psiquiatra do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
Reações – A ansiedade, por exemplo, é uma emoção normal que nos alerta para situações novas ou de perigo. É uma reação positiva do organismo que leva uma pessoa a se preparar para uma prova ou treinar para uma competição. Quando essa reação é exagerada e desproporcional aos estímulos a ansiedade torna-se um problema que, além do medo e da apreensão, causa sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e diarréia, e psíquicos, como nervosismo, tensão e dificuldade de concentração, capazes de afetar o pensamento, a percepção e o aprendizado. “Os distúrbios de ansiedade são reações do homem frente às suas vivências”, diz Altenfelder. “O transtorno de pânico pode ser uma reação aguda a um determinado fato da vida do indivíduo. E uma fobia social, como, por exemplo, não conseguir falar em público, uma reação crônica”, completa o especialista. Ou seja, por trás de um quadro ansioso pode existir uma situação de vida mal resolvida, que pode ser, entre outras, uma mudança de emprego, a perda de um parente ou a separação do marido ou da mulher.
A perda de referências no mundo atual – de acordo com especialistas – contribui também para que a mente adoeça. “Estamos sem bússola”, constata o psicanalista Jorge Forbes. Para ele, a ansiedade decorre da necessidade (ou dever) de o indivíduo fazer algo sem ter um mapa ou roteiro para orientá-lo nessa realização. “Tínhamos uma sociedade organizada com símbolos que ofereciam uma identificação coletiva e padrões de comportamento felizes”, analisa Forbes. Exemplos: o papel do pai dentro da família, a representatividade da pátria ou até mesmo os sistemas econômicos como o comunismo e o capitalismo. “A globalização pulverizou esses valores”, diz o psicanalista. “Como consequência, as pessoas tiveram de se responsabilizar mais pelo que desejam. E isto gera mais ansiedade.” Segundo Forbes, um dos objetivos da psicanálise é despertar o homem para lidar melhor com os seus desejos. “Hoje, temos menos bandeiras. Lutamos menos por ideais”, diz o psiquiatra Luiz Altenfelder.
Incertezas – Para o neurocientista Cláudio Guimarães, nós estamos sem pele, expostos e sedentos por certezas que a mídia, a religião, a política e a ciência não estão sendo capazes de dar. Guimarães diz que certas fases da história, como o Egito Antigo, a Grécia Clássica e a Idade Média, tinham padrões de referência que produziam uma sociedade mais estável. Em seu livro Ano 1000 ano 2000: na pista de nossos medos, o historiador francês George Duby ressalta que a sociedade medieval possuía uma qualidade fundamental para o bem-estar do ser humano: a solidariedade. “...assim segue o homem do ano 1000, mal alimentado, penando para, com suas ferramentas precárias, tirar seu pão da terra. Mas esse mundo difícil, de privação, é um mundo em que a fraternidade e a solidariedade garantem a sobrevivência e uma redistribuição das magras riquezas. Partilhada, a pobreza é o quinhão comum. Ela não condena, como hoje, à solidão o indivíduo desabrigado, encolhido numa plataforma de metrô ou esquecido numa calçada...”, escreve Duby.
Mente coletiva – A solidariedade remete à existência de uma mente coletiva, capaz de influenciar o modo de vida de uma sociedade.“O funcionamento da mente é tanto individual quanto cultural”, diz Guimarães. Para o psiquiatra Henrique Del Nero a mente é um palco privado de representações onde transitam pensamentos, vontades, sonhos, memó-rias e sentimentos. “É um meio de realização pessoal e de comunicação com o semelhante”, afirma Del Nero.
Além de trazer um sofrimento emocional maior é certo que o aumento da depressão e da ansiedade também vai elevar os seus custos sociais. Cinco das dez principais causas de incapacitação profissional no mundo são problemas mentais. Entre eles, a depressão, o transtorno bipolar e o transtorno obsessivo-compulsivo. Só nos Estados Unidos os gastos (incluindo os indiretos) com a depressão chegam a US$ 80 bilhões por ano. Em 2020, a OMS prevê que ela será a segunda doença que mais roubará anos de vida útil da população (a primeira continuará sendo problemas cardiovasculares). Fora isso, a chance de um deprimido cometer suicídio é 35 vezes maior do que a de uma pessoa saudável. Em relação à ansiedade, um estudo feito nos EUA, publicado a partir de 1984, constatou que 68% das mulheres e 60% dos homens que tinham transtorno do pânico estavam desempregados na época e que pessoas com este distúrbio procuram atendimento médico sete vezes mais do que a população comum.
Só que apesar do cenário de certa forma sombrio que se desenha para a mente no futuro, não há motivos para alimentar ainda mais uma depressão ou se confinar dentro de casa por causa de um distúrbio de ansiedade: felizmente todo o sofrimento causado por essas doenças tem tratamento. Uma boa notícia é o fato de que desde junho os planos de saúde passaram a cobrir a psicoterapia breve de crise (emergencial, com duração máxima de três meses) e, a partir do ano que vem, eles podem pagar internações psiquiátricas por até seis meses durante um ano. Entre outros recursos terapêuticos, existem remédios, que atuam no desequilíbrio químico dos neurotransmissores, e terapias, que tratam as relações da pessoa com o meio e investiga os fatores estressores que agem no seu psiquismo. Aliado a esses conhecimentos médicos, qualquer ajuda para quem sofre da alma deve contribuir, fundamentalmente, para a erradicação de uma palavra horrenda: estigma – uma marca vergonhosa que só aumenta o preconceito e os estereótipos (como, por exemplo, achar que o deprimido é alguém preguiçoso ou fraco de caráter) em relação ao doente mental e que o faz ser rejeitado pelas pessoas “normais”. E a importância dessa atitude está na obrigação, tanto da medicina quanto da sociedade, de – mudando um pouco os versos de Caetano Veloso – ensinar cada um a sentir menos dor e saber mais da delícia de ser o que é.

sábado, 21 de maio de 2011

PERDAS DE ENERGIA E DOENÇAS



Perder energia é mais fácil do que parece, bastam as atitudes, a desordem emocional, o pessimismo, a falta de cuidado consigo mesmo etc.  Ou seja, é vivendo em meio a hábitos nocivos, vícios, paixões degradantes, cercado de vibrações negativas e condutas imorais e sendo constantemente irradiado por pensamentos e emoções prejudiciais que se aderem á delicada tessitura do períspirito é que vamos perdendo energia. Tudo isso se adere á delicada tessitura do períspirito, formando uma fuligem em torno dele que se assemelha a graxa.

O sistema nervoso por sua vez, também se ressente, canalizando certas enfermidades da alma e apresentando efeitos perceptíveis, tais como ansiedade, irritabilidade, depressão, distúrbios do sono, desanimo, baixa vitalidade, etc. Esses focos parasitários permanecem para sempre aderidos a estrutura perispiritual. Em dado momento serão drenados para o veiculo carnal. No decorrer desse processo, é natural que enfermidades de diversas matizes acometam o corpo físico, as quais nada mais são do que drenos poderosos para que energia malsãs possam ser liberadas tanto do períspirito quanto do duplo etérico.

Durante a vida física, enfermidades severas se manifestam com o objetivo de auxiliar ou antecipar esse saneamento do corpo astral, que forçosamente expelirá os fluidos tóxicos acumulados em si como consequência do tipo de vida, hábitos e dos vícios do individuo. Eis uma das razoes pelas quais diversas enfermidades não podem, em hipótese alguma, ser curadas, mesmo através de intervenção, cirurgia ou tratamento espiritual. Em grande parte, constituem recursos de natureza para extirpar e expulsar do períspirito a carga perniciosa cultivada pela pessoa ao longo da vida, ou trazida de outras vidas, e que deve ser liberada na vivencia atual. Certas doenças cumprem o papel de livrar o corpo espiritual do peso de unidades desorganizadoras de sua estrutura intima.

COMO AJUDAR-SE A SI MESMO



Os distúrbios depressivos fazem você se sentir exausto, desvalorizado, desamparado e sem esperança. Estes pensamentos e sentimentos negativos fazem com que algumas pessoas queiram desistir de tudo. É importante compreender que a visão negativa faz parte da depressão e não reflete, de forma exata, sua condição. O pensamento negativo desaparece quando o tratamento começa a surtir efeito. Neste meio tempo, recomendam-se algumas atitudes:
  • Não se imponha metas difíceis e nem assuma responsabilidades em excesso;
  • Divida as grandes tarefas em tarefas menores, estabeleça algumas prioridades e faça apenas o que puder e do modo que puder;
  • Não espere demais de si mesmo; isto só aumentará sua sensação de fracasso;
  • Procure ficar com outras pessoas; geralmente é melhor do que ficar sozinho;
  • Participe de atividades que possam fazer você se sentir melhor;
  • Você deve tentar praticar exercícios físicos, ir ao cinema, a jogos ou participar de atividades sociais ou religiosas;
  • Não exagere ou se preocupe se o seu humor não melhorar logo. Isso às vezes pode demorar um pouco;
  • Leia bons livros, em especial os de auto-estima, eles poderão ajudar você a refletir sobre a situação que está enfrentando e encontrar um caminho mais fácil para sair dessa;
  • Faça meditação, ajuda a relaxar;
  • Não tome grandes decisões, tais como mudar de emprego, casar-se ou divorciar-se sem consultar pessoas que o conheçam bem e que possam ter uma visão mais objetiva de sua situação. Resumindo, é aconselhável adiar decisões importantes até que sua depressão tenha desaparecido;
  • Não espere que sua depressão passe de um momento para outro, pois isso raramente ocorre;
  • Ajude-se o quanto puder e não se culpe por não estar "cem por cento";
  • Não importa qual a sua religião: reze, ore e peça ajuda divina para superar suas dificuldades, isso sempre traz um grande bem-estar;
  • Ouça músicas alegres, isso ajuda a mandar embora os pensamentos derrotados;
  • Assista a filmes divertidos;
  • Tente educar seus pensamentos: pensou em coisa ruim, para tudo e começa de novo;
  • Converse com as pessoas que gostam de você e vão poder ajudar com palavras de carinho e comentários favoráveis a respeito de sua dor;
  • Melhore sua qualidade de vida: saia para caminhar, ver pessoas;
  • Cuide de seu visual e de sua casa;
  • Cuide de um animal de estimação e o bichinho vai mostrar a você o quanto a sua presença é importante;
  • Fale alto palavras positivas como alegria, felicidade,realização, paz, controle, amor, luz; elas são capaz de melhorar seu humor;

LEMBRE-SE:

  • Não aceite seus pensamentos negativos. Eles são parte da depressão e desaparecerão a medida que sua depressão responder ao tratamento.
REAJA!!!

ORAÇÃO PARA A DEPRESSÃO
Amado Senhor, às vezes sinto-me tão deprimido que não consigo nem rezar. Por favor, liberta-me deste cativeiro.

Eu Te agradeço, Senhor, Pelo Teu poder libertador e, no poderoso nome de Jesus, expulso de mim o malígno: espírito de depressão, de ódio, de medo, de auto-piedade, de opressão, de culpa, de falta de perdão e qualquer outra força negativa que tenha investido contra mim.

E os amarro e expulso em nome de Jesus.

Senhor, arrebenta todas as cadeias que me prendem.

Jesus, peço-Te que voltes comigo até o momento em que esta depressão me atacou e me libertes das raízes deste mal.

Cura todas as minhas lembranças dolorosas.

Enche-me com o Teu amor, a Tua paz, a Tua alegria.

Peço-Te que restaures em mim a alegria da minha salvação.

Senhor Jesus, permite que a alegria jorre como um rio das profundezas do meu ser.

Eu Te amo, Jesus, eu Te louvo. Traze ao meu pensamento todas as coisas pelas quais posso agradecer-Te.

Senhor, ajuda-me a alcançar-Te e a tocar-Te; a manter meus olhos postos em Ti e não nos problemas.

Eu Te agradeço, Senhor, por me guiares até a saída do vale. É em nome de Jesus que suplico.

Amém!!

terça-feira, 17 de maio de 2011

PONHA UM TUBARÃO EM SEU TANQUE





PONHA UM TUBARÃO NO SEU TANQUE
 
Celito Medeiros
 
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Deste modo, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50.
"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo! Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados. Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os.
Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Se aposente, mas invente. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

 L. Ron Hubbard e sua tecnologia.

DOENÇA MENTAL É DO ESPÍRITO (PSIQUE)



A Obsessão Espiritual como doença da Alma, já é reconhecida pela Medicina
( Publicação - Dr. Osvaldo Shimoda)

Em artigos anteriores, escrevi que a Obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito.

No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social.

Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do ser humano e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente corpo e espírito.

Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico e espiritual. Desta forma, a Obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID -O Código Internacional de Doenças- que permite o diagnóstico da interferência espiritual obsessora.

O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença. Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos -nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura- bem como na interferência de um ser desencarnado das trevas, a Obsessão espiritual.

Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.

Na Faculdade de Medicina da USP, o Dr.Sérgio Felipe de Oliveira, médico, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas. Em minha prática clínica, a grande maioria de meus pacientes, que são rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico.
Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o ser integral.

(Corpo - MENTE - Espírito)

Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.

(.......)

DOENÇA DA MENTE É DOENÇA DA PSIQUE (alma/espírito - pensamento).

(Por que esconderam até agora? Por que a Psiquiatria estava contrariando dados da própria Medicina e da OMS? Será que agora entenderão que Doenças Mentais não se resolve com Drogas Psiquiátricas? Será que as pessoas agora darão atenção às Tecnologias que não usavam drogas, defendiam a solução pela Psique, como também as Religiões estariam corretas?) - CFM

A cura pelo poder ilimitado de Deus


 
Há três tipos de doença: física, mental e espiritual. A doença física ocorre devido às diferentes formas de condições tóxicas, processos infecciosos e acidentes. A doença mental é causada pelo medo, preocupação, raiva e outros distúrbios emocionais. A doença espiritual deve-se à ignorância do homem sobre sua verdadeira relação com Deus.
A ignorância é o mal supremo. Quando a eliminamos, também eliminamos as causas de todos os distúrbios físicos, mentais e espirituais. Meu Guru, Sri Yukteswarji, costumava dizer: "A sabedoria é o melhor depurativo." •Tentar vencer os vários tipos de sofrimento pelo poder limitado dos métodos materiais de cura muitas vezes acaba em frustração. Somente no poder ilimitado dos métodos espirituais pode o homem encontrar a cura permanente para as "des-ordens" do corpo, da mente e da alma. Devemos procurar em Deus esse poder infinito de cura. Se você tem sofrido mentalmente com a perda de entes queridos, poderá reencontrá-los em Deus. Tudo é possível com o Seu Auxílio.
Se não conhecemos realmente a Deus, nada justifica afirmar que só a mente existe, e que não é preciso observar regras de saúde, nem recorrer a quaisquer meios físicos de cura. Enquanto não atingirmos a verdadeira realização, temos de usar o bom senso em tudo que fizermos. Ao mesmo tempo, jamais devemos duvidar de Deus e, sim, reafirmar constantemente a fé em Seu divino poder onipresente.
Os médicos procuram conhecer as causas das doenças e eliminá-las, para que as enfermidades não retornem. Geralmente, são muito hábeis no emprego de determinados métodos materiais de cura. Entretanto, nem todas as doenças reagem aos métodos e à cirurgia; nisso reside a principal limitação desses métodos.
Substâncias químicas e remédios afetam apenas a composição física externa das células do corpo, mas não alteram sua estrutura atômica interna ou princípio vital. Em muitos casos, nenhuma cura é possível enquanto o poder curativo de Deus não tiver corrigido, internamente, o desequilíbrio dos "vitrátrons", ou energia vital inteligente do corpo. As duas causas básicas das enfermidades são a subatividade e a superatividade do prana, energia vital que estrutura e sustenta o corpo. O funcionamento inadequado de uma (ou mais) das cinco correntes prânicas que governam o corpo-vyana, circulação; udana, metabolismo; samana, assimilação; prana, cristalização; e apana, eliminação - afeta negativamente a saúde. Quando o equilíbrio natural e harmonioso das energias sutis é restaurado pelo divino poder de Deus, o equilíbrio atômico das células físicas por elas sustentadas também se restabelece; nesse caso, a cura é perfeita e muitas vezes instantânea. Enquanto a vitalidade se mantiver equilibrada pelo modo de viver correto, dieta apropriada e meditação com pranayama ( técnicas de controle da energia vital), a energia vital do próprio corpo "eletrocutará" a doença antes que ela possa se desenvolver."
Por: Paramahansa Yogananda



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