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terça-feira, 17 de maio de 2011

A cura pelo poder ilimitado de Deus


 
Há três tipos de doença: física, mental e espiritual. A doença física ocorre devido às diferentes formas de condições tóxicas, processos infecciosos e acidentes. A doença mental é causada pelo medo, preocupação, raiva e outros distúrbios emocionais. A doença espiritual deve-se à ignorância do homem sobre sua verdadeira relação com Deus.
A ignorância é o mal supremo. Quando a eliminamos, também eliminamos as causas de todos os distúrbios físicos, mentais e espirituais. Meu Guru, Sri Yukteswarji, costumava dizer: "A sabedoria é o melhor depurativo." •Tentar vencer os vários tipos de sofrimento pelo poder limitado dos métodos materiais de cura muitas vezes acaba em frustração. Somente no poder ilimitado dos métodos espirituais pode o homem encontrar a cura permanente para as "des-ordens" do corpo, da mente e da alma. Devemos procurar em Deus esse poder infinito de cura. Se você tem sofrido mentalmente com a perda de entes queridos, poderá reencontrá-los em Deus. Tudo é possível com o Seu Auxílio.
Se não conhecemos realmente a Deus, nada justifica afirmar que só a mente existe, e que não é preciso observar regras de saúde, nem recorrer a quaisquer meios físicos de cura. Enquanto não atingirmos a verdadeira realização, temos de usar o bom senso em tudo que fizermos. Ao mesmo tempo, jamais devemos duvidar de Deus e, sim, reafirmar constantemente a fé em Seu divino poder onipresente.
Os médicos procuram conhecer as causas das doenças e eliminá-las, para que as enfermidades não retornem. Geralmente, são muito hábeis no emprego de determinados métodos materiais de cura. Entretanto, nem todas as doenças reagem aos métodos e à cirurgia; nisso reside a principal limitação desses métodos.
Substâncias químicas e remédios afetam apenas a composição física externa das células do corpo, mas não alteram sua estrutura atômica interna ou princípio vital. Em muitos casos, nenhuma cura é possível enquanto o poder curativo de Deus não tiver corrigido, internamente, o desequilíbrio dos "vitrátrons", ou energia vital inteligente do corpo. As duas causas básicas das enfermidades são a subatividade e a superatividade do prana, energia vital que estrutura e sustenta o corpo. O funcionamento inadequado de uma (ou mais) das cinco correntes prânicas que governam o corpo-vyana, circulação; udana, metabolismo; samana, assimilação; prana, cristalização; e apana, eliminação - afeta negativamente a saúde. Quando o equilíbrio natural e harmonioso das energias sutis é restaurado pelo divino poder de Deus, o equilíbrio atômico das células físicas por elas sustentadas também se restabelece; nesse caso, a cura é perfeita e muitas vezes instantânea. Enquanto a vitalidade se mantiver equilibrada pelo modo de viver correto, dieta apropriada e meditação com pranayama ( técnicas de controle da energia vital), a energia vital do próprio corpo "eletrocutará" a doença antes que ela possa se desenvolver."
Por: Paramahansa Yogananda

OBSESSÃO E DOENÇAS MENTAIS


Muitos dos distúrbios de ordem mental e psíquica têm origem não em problemas orgânicos, mas em processos desencadeados por obsessores.

- Dr. Jorge Andréa dos Santos - Boletim do Associação Médico-Espírita do Brasil
Na análise do psiquismo humano e com os conhecimentos que já possuímos sobre psicologia profunda, estarão em evidência não só o campo material, mas também o energético-orientador, mais avançado em qualidades psicológicas e responsável pelas diretrizes inteligentes do ser. Neste campo do psiquismo, os pensamentos são elaborados e devidamente estruturados, a fim de serem reflexionados e adaptados para o mundo físico das células nervosas ou zona consciente.

Por outro lado, não podemos deixar de notar no psiquismo a condição de centro emissor e receptor de energias específicas, propiciando ligações dos campos mentais com os nossos afins. O psiquismo humano está sujeito a interações cada vez mais intensas, quando o bloco afetivo está presente de forma preponderante. Nestes casos, as permutas mentais se tornam constantes e ativas por questões de sintonia e mais apurada afinidade.

Desse modo, compreendemos as influências psíquicas a que estamos subordinados, que se intensificam quando o elemento emocional e afetivo se encontra ativado não só no campo do amor, mas também no desamor ligado ao ódio. Tanto os que amam como os que odeiam desencadeiam imensos pacotes energéticos psíquicos que vão atingir os seus afins em sintonia consciente ou inconsciente.

Estes campos psicológicos, em suas devidas manifestações, necessitam da acolhida e do respectivo entrosamento. Como nossa vida mental será o resultado de muitas etapas (reencarnações), as ligações apresentam profundas relações não só com os fatores e experiências presentes, mas também com as fontes e registros de todo o nosso passado. Isto faz com que as ligações mentais sejam bastante complexas, com estruturações de difícil decifração e cujo conjunto de emissão e recepção ou ação e reação de toda natureza (positiva, gerada pelo bem e pela ordem, ou negativa, desencadeada pelo mal e pelo desejo de vingança e ódio) apresente projeções das mais variadas em estados harmônicos. Os estados de desarmonia que se refletem na organização mental mostram variações de toda ordem, cujo grau de intensidade estará relacionado principalmente com os lastros distônicos do passado. A acolhida mental dessas reações se fazem comumente entre encarnados e desencarnados com naturais oscilações, cuja sintomatologia decorrente deverá fazer parte de um capítulo pouco abordado ou mesmo desconhecido da psiquiatria, as decantadas obsessões espirituais.

Classificação das Obsessões

A doutrina espírita tem cuidado com zelo do tema das obsessões, apresentando uma classificação didática que torna compreensível o processo da influência espiritual do desencarnado no psiquismo do encarnado. Assim, as obsessões foram abordadas em três patamares: simples, fascinação e subjugação.

A obsessão simples é observada quando há pouca interferência nas correntes mentais do atingido, consciente ou inconscientemente, mas sem domínio do receptor. Muitas vezes, o próprio atingido reconhece a influência negativa, procura se prevenir, possui condições de luta e expulsa a idéia parasitária que deseja acolhida.
 
 
A obsessão-fascinação é um processo mais intenso e mais grave, no qual as correntes emissoras destoantes se assentam na mente receptora, fazendo parte da estrutura dos pensamentos. O indivíduo fica como que totalmente envolvido pelas sugestões e passa a não distinguir mais o certo do errado. Apesar da presença de raciocínio e de diversas elaborações mentais em parâmetros fisiológicos, o indivíduo passa a conviver com uma idéia que lhe foi injetada, achando-a certa, justa e perfeita, ainda que seja um absurdo. É como se a pessoa perdesse sua avaliação crítica em determinadas mensurações psicológicas.

Já a obsessão-subjugação traduz um bloqueio intenso da vontade, as resoluções do psiquismo estarão subordinadas ao jugo das correntes emissoras do obsessor, que passa a comandar, subjugando o obsediado de modo integral. É neste grupo, principalmente, que se desenvolvem os conhecidos quadros mentais patológicos, nos quais, muitas vezes, a análise se torna de difícil avaliação. Nestes casos, as associações entre obsessão espiritual e doença mental se imbricam de tal modo que os sintomas mentais se tornam definitivos pelas constantes demarcações do processo obsessivo.

É lógico se compreender que os diversos quadros obsessivos são variados e estão de acordo com cada ser, levando-se em consideração o arcabouço psicológico, a intensidade das reações, a conduta pessoal, atitudes diversas e as ligações com o passado, tudo a responder pelas conhecidas reações cármicas. Muitas vezes, certas obsessões aparecem de modo fugaz e logo são afastadas pelas atitudes nobres e corretas do indivíduo que, com este proceder, neutraliza as investidas. Outras vezes, mostram-se mais duradouras, mas se apagam à medida que o atingido vai se ligando ao bem e aos modelos mentais mais ajustados.

Existe um fator ao qual não podemos deixar de nos referir, que é a sensibilidade medi única, pois ela permite ligações mais intensas pelas aberturas dos campos mentais. Allan Kardec afirmou de forma oportuna: "Não foram os médiuns nem os espíritas que criaram os espíritos. Ao contrário, foram os espíritos que fizeram com que haja espíritas e médiuns. Não sendo os espíritos mais do que as almas dos homens, é claro que há espíritos desde quando há homens e, por conseguinte, desde todos os tempos eles exercem influência salutar ou perniciosa sobre a humanidade. A faculdade mediúnica não lhes é mais do que um meio de se manifestarem. Em falta dessa faculdade, fazem-na por mil outras maneiras mais ou menos ocultas. Seria, pois, um erro crer que só por meio das comunicações escritas ou verbais exercem os espíritos sua influência. Esta é de todos os instantes e mesmo os que não se ocupam com os espíritos ou até não crêem neles estão expostos a sofrê-la, como os outros e mesmo mais do que os outros, porque não têm com que a contrabalançarem".

Diante de tais manifestações e fatos do psiquismo, não podemos deixar de compreender a importância desses eventos nos campos psicológicos da humanidade. Necessitamos de sondagens, observações e avaliações ajustadas dentro dos modelos científicos em vigor, pois os fatos estão presentes em toda a parte, exigindo catalogação.

Abertura mental

Compreende-se a impossibilidade de se fazer uma análise mais detalhada do processo obsessivo neste artigo, entretanto, algumas explicações a mais serão oportunas e elucidativas. O processo, por sua condição de ligação mental, estende-se em múltiplas condições, perdendo-se em estruturações psicológicas de toda natureza. Podemos dizer que é possível o processo ocorrer de encarnados para desencarnados, de desencarnados para encarnados e entre desencarnados. Todas essas variações respondem por autênticos fenômenos de hetero-obsessões.

A constante e duradoura atuação obsessiva traduz um real processo parasitário. Nesta ordem de idéias, devemos computar como fatores predisponentes a existência de pensamentos negativos constantes e revoltas acompanhadas de forte séqüito emocional que certos indivíduos cultuam habitualmente por falta de higiene mental. Esses indivíduos introduzem e absorvem a própria negatividade desenvolvida na zona consciente e que, pelo constante condicionamento, refletem um processo auto-obsessivo que lhe são próprios, sem interferências externas. Existem grupos neuróticos, principalmente da classe histérica, que denotam este tipo de auto-obsessão com intensa sintomatologia psicossomática.

Todos os processos obsessivos podem ser ativados e alimentados pelas ações desequilibrantes de conduta e descontrole emocional e afetivo, cujos mecanismos aceleram as condições de fixação mental. Podemos mesmo dizer que se encontra nas bases do processo em pauta um vasto condicionamento hipnótico, pela existência de um mesmo clima psicodinâmico no qual o monoideísmo passa a ser a tônica constante, de modo a estabelecer um verdadeiro circuito fechado. Nesta posição, incrementa-se o fenômeno ideoplástico na fixação de imagens, propiciando o surgimento das alucinações de toda ordem, principalmente visuais e auditivas. Nesta fase, serão atingidos não só os componentes físicos do psiquismo, mas também as regiões energéticas que os envolvem, representadas pelos campos perispirituais ou psicossoma, campo intermediário entre matéria e espírito.

Por tudo isso, tornam-se compreensíveis os desarranjos psicossomáticos no obsediado, cujos reflexos mais profundos podem atingir o sistema imunológico, através da diminuição das defesas orgânicas. Conforme o grau de atuação e implantação obsessiva, poderá haver lesões definitivas nas organizações psíquicas, cujos sintomas desembocam em distonias psiquiátricas. Claro que as estruturas defeituosas do passado, como campos vibratórios específicos encravados no espírito na zona inconsciente, constituem pontos frágeis a serem envolvidos pelos processos obsessivos de toda natureza. As conseqüências processuais de intensidade das reações estarão relacionadas às próprias atitudes psicológicas dos seres, isto é, as atitudes do passado, com suas conseqüências, exercem um forte compromisso no desencadeamento do processo obsessivo.

Todo esse mecanismo de simbiose mental entre os hominais será conseqüência de atuações envolvendo totalidade psíquica, racionalização e responsabilidade, próprios do psiquismo humano, condição diferente da cerebração fragmentada e oscilante existente nos mamíferos. Não tendo o cérebro destes alcançado ainda o processo de racionalização característico dos mamíferos superiores, os atos psicológicos são fragmentários, para não permitir a fixação de idéias. A simbiose observada no hominal por sintonia propicia ao desencarnado nutrir-se das energias vitais do encarnado. A imantação e fixação obsessiva estará relacionada às afinidades de atitudes, principalmente as pregressas, que ambos carregam. Fixada a simbiose, uma vez que pode ser um fator temporário, o encarnado passa a ser vampirizado, a ser um fornecedor de energias para vitalização do obsessor. É nesta condição que vinganças e desencadeamento de ódios ligados ao pretérito se exteriorizam em um panorama de imensas apresentações.

O Espiritismo tem fornecido elementos valiosos para compreender o intercâmbio dimensional entre encarnados e desencarnados com relação às interações bioenergéticas. Sabemos que essas ligações se tornam mais intensas na presença dos fatores emocionais e afetivos com os quais convivemos habitualmente. No psiquismo humano, as reações do dia-a-dia são mais um atestado desse processo. Embora convivamos com pequenas reações ansiosas, depressivas, compulsivas, em tonalidades reduzidas por serem necessárias aos impulsos da vontade, os tipos psicológicos e a respectiva maturidade evolutiva dos seres demarcam os aspectos das manifestações.

Portanto, as manifestações obsessivas estão em constante manipulação dos campos afetivos. Há como que uma interação entre hóspede e hospedeiro, chegando a tal ponto que, às vezes, ambos se integram e se necessitam mutuamente, vivendo às expensas um do outro em legítima união parasitária. Por outro lado, devemos considerar os sintomas que o processo obsessivo desencadeia, com tonalidades imensas e, muitas vezes, de difícil avaliação. Entretanto, temos observado a predominância do complexo de culpa em muitos casos de obsessões espirituais, podendo levar a reações de incompreensível medo, refletido nos acontecimentos diários da vida.

Como devemos nos comportar diante da existência das obsessões? Analisar os fatos e tentar compreender sua dinâmica face a cada indivíduo em particular é o que reputamos ser da mais alta importância, incluindo-as nos quadros nosológicos da psiquiatria para serem melhor avaliadas pela ciência. Não podemos relegar tantos fatos comprovados ao desconhecimento como casos neuróticos ou psicóticos. Claro que os modelos de tratamento psiquiátrico não podem ser relegados, temos que lançar mão das aquisições científicas de nosso tempo como coadjuvante terapêutico. Nas obsessões, os modelos psicológicos transpessoais representam valiosos suportes em busca de equilíbrio e ajuste.

Análise e compreensão

Reações de tal quilate podem também não estar ligadas a componentes pregressos, mas como respostas de atitudes atuais. Nossa vontade, com o relativo livre-arbítrio que carregamos, pode neutralizar ou ampliar muitas manifestações obsessivas, até mesmo renascer novos focos e seus respectivos sintomas. Insistimos em dizer que o processo obsessivo, ainda não computado pela ciência oficial como entidade causadora de distúrbios principalmente mentais, apresenta-se oscilante, com sintomas pouco definidos e bastante mesclados, porém, com características ora neuróticas, ora psicóticas. Por estes fatos, a confusão reinante é grande, percebendo-se algumas vezes que o processo obsessivo se acopla ao sintoma psiquiátrico já existente e, em outras, acontece o contrário, ou seja, o processo possibilita o nascimento da distonia mental. Então, os casos se mostram combinados e com imprecisos limites.

Fornecer um quadro patológico que caracterize as obsessões é um assunto difícil, em virtude da oscilação e da imbricação dos sintomas associados. Não sabemos onde começa a doença mental ou a obsessiva, mas possui mos condições de analisar a presença espiritual deletéria predominando no cenário. Muitos pacientes portadores de delírios podem estar relacionados a um processo exclusivo ou combinado com um quadro psicótico. O psiquiatra moderno precisa conhecer os variados transes mediúnicos, para avaliar e ampliar os horizontes que o psiquismo humano vem revelando a todo momento.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Este é um artigo publicado no "La Vanguardia em 27/11/2002", é uma entrevista antiga, mas de grande interesse. A Entrevistada por Victor-M.Amela é Ghislaine Lanctot (que aparece na foto), uma ex-médica e autora de "A Máfia Médica", que desafia o atual sistema de saúde.

Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma.

Divorciei-me duas vezes, tenho quatro filhos (de 37e 28 anos) e quatro netos.

Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu.

A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".

Estou gripado, o que você me receita?

- Nada.

Nem um pouco de Frenadol?

- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.

Mas eu fico na cama ou não?

- Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!

Mas os vírus não se importam com o que eu acredito!

Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!

- Claro que sim, como todos...

Bem, aí está... Minha atitude seria: "Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo me cuidar um pouco". E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me maltratado ultimamente. ..

- V. se deu uma gripe de presente, você diz?

Sim! Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.

- Mas ninguém quer uma doença...

A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!

- Talvez o mais prático fosse um comprimido.. .

Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.

- Não me diga agora que a medicina mata...

Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.

- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.

Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
Medicina da doença? Esclareça!...

Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.

- Prefere remédios alternativos, por quê?

Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia. .. a prática da yoga... a meditação... são mais baratos... e bem menos perigosos.
- Mas eles não salvam ninguém do câncer.

Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?
- Pode fazer isso, sim.

O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com radiação, lhe mutilar com extirpações...

E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em paz com ela... não haverá câncer!

- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?

Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves...

- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.

A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.

- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.

Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?

- Já tenho feito isso várias vezes...

E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora ... No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!

- Acho que vou continuar com as vacinas...

Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais.. .

- Por que abominou a medicina?

Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.

- Ou seja, você já não pode prescrever remédios...

Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!

- E a quem interessa a "máfia médica"?

À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância).. . O que está por trás disso? O dinheiro!

- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...

Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.

- Qual foi sua última doença?

Dois dias atrás, heheee... uma diarréia!
- E para refletir o que em sua alma?

Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já me sinto bem!

- Mas, e se ficar muito mal, hein?

Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... Seu salvador vive dentro de você. Seu salvador é você. Você é Deus!


Fonte:  Instituto Anima 

Os Poderes do Sal Grosso



O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes. Povos
distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de
energias nefastas.

O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser
medidas pelos radiestesistas. Ele tem o mesmo cumprimento de onda da cor
violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos. Visto do
microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos
quadrados ou cubos achatados. As energias densas costumam se concentrar nos
cantos da casa. Por isso,*colocar um copo de água co m sal grosso ou sal de
cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média
onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é
suficiente. *

Em dois ou três dias já se percebe a diferença. Quando formam-se bolhas é
hora de renovar a salmoura.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é,
as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos
ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma
tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e
irritação.

A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor
sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite no
quarto, para que o sono não seja perturbado.

Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura
bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo. Para quem
mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias. Já
foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).

Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo
descritas:

Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.

Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e
caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo
de salmoura do lado esquerdo da entrada .

A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar,
ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos
inferiores entrem na casa.'

Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para
neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.

Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias
ruins e é relaxante. O único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que

mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.

Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na
casa são: um copo de água e outro com sal. Usam sal marinho seco, num pires
branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra. Também
tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a
vontade de viver.

No Japão, o sal é considerado poderoso purificador. Os japoneses mais
tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma
visita mal vinda vai embora. Símbolo de lealdade na luta de sumô. Os
campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade.

Use esse poderoso aliado!
É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajud ar em momentos de dificuldade e
de esgotamento energético!

*Modo de tomar o banho de sal grosso:*


Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do
pescoço para baixo, embaixo da água da ducha. Uma opção que agrada muitas
pessoas, é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na
nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha. Não é aconselhável banhos
freqüentes com o sal.
De preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no
banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.
*Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso:*

*Fisiológicos·*
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus· Estimula a circulação
natural para a melhoria da saúde· Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e
calosidades· Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações· Ajuda a
aliviar artrite e reumati smo· Ajuda a aliviar a dor lombar crônica

*Benefícios estéticos:*

Tira as impurezas da pele·
Alivia irritações da pele como psoríase / eczema· Alivia comichão, ardor e
picadas· Suaviza e amacia a pele· Incentiva a pele se renovar· Ajuda a curar
as cicatrizes· Restaura o equilíbrio a umidade da pele

*Ocupacional ·*

Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna·

Alivia a tensão nas mãos e punhos·

Ajuda a aliviar lesões no desportoPsico-física ·

Proporciona um relaxamento profundo·

Ajuda a aliviar o estresse e tensão·




segunda-feira, 9 de maio de 2011

Se está pensando acabar com tudo... leia:

 

Se você está a pensar suicidar-se

Nós nascemos com a capacidade para nos matar-mos. Todos os anos um milhão de pessoas fazem essa escolha. Mesmo em sociedades onde o suicídio é ilegal ou tabu há pessoas que se matam.
Para muitas pessoas que pensam suicidar-se, parece que não há outra alternativa. Naquele momento, a morte descreve o mundo deles e não se deve subestimar os sentimentos deles – podem ser sentimentos muito fortes e imediatos.
Não se cura com mágica.

Mas também é verdade que:

  • O suicídio muitas vezes é uma solução permanente para um problema temporário.
  • Quando nos sentimos deprimidos temos uma perspectiva precária da situação actual. Um mês ou uma semana mais tarde as coisas parecerão completamente diferentes.
  • A maior parte das pessoas que em qualquer altura pensaram suicidar-se hoje estão contentes por estarem vivos. Eles dizem que não se queriam matar – só queriam que a dor passasse.

 

O mais importante é falar com alguém. Quem estiver a pensar suicidar-se não deve tentar resolver o problema sozinho. Peça ajuda AGORA mesmo.

  • Fale com a sua família ou amigos Falando com um membro da família, com um amigo ou com um colega pode sentir-se muito mais aliviado.
  • Fale com um Ajudante. Algumas pessoas não se conseguem abrir com a família ou com amigos: Algumas pessoas sentem-se mais à vontade a falar com pessoas estranhas.Há centros de apoio em todo o mundo, com aconselhadores com a formação adequada.
  • Fale com um médico. Se já há bastante tempo que se está a sentir deprimido ou a pensar suicidar-se talvez tenha depressão clínica. Isto é uma doença causada por desequilíbrio químico e normalmente pode ser tratada com medicamentos passados pelo médico e/ou por um terapeuta.
 O tempo é um factor muito importante da vida mas o que acontece nesse tempo também é importante.
Se uma pessoa estiver a pensar suicidar-se, deve abrir-se com alguém imediatame

A dor emocional - Uma forma de gratidão pelo que ela nos ensinou


 Podemos localizar em nossa vida fases em que uma doremocional permanece instalada em nós por um longo período - um ano e meio, pelo menos. Vamos dormir sabendo que, ao acordar, sentiremos a mesma dor no peito. Geralmente isso ocorre quando vivemos algo maior do que nossa capacidade de elaborar. A meta de transformar o sofrimento em autoconhecimento faz com que nos sintamos íntimos da nossa dor, tão próximos dela que, às vezes, sentimos pena de deixá-la. 


Eu me lembro claramente da primeira vez que senti nostalgia por perceber que uma dor emocional estava para acabar. Cheguei a perguntar para Gueshe Sherab: Será que sem esta dor continuarei aprendendo tanto quanto aprendi ao senti-la?. Ele riu e me respondeu: Você não precisa chamar a dor para evoluir, pode ter certeza que sempre haverá sofrimento suficiente para aprender algo com ele. Quando a mente não está sobrecarregada com uma dor intensa, pensa melhor. Se estivermos sofrendo pela mesma dor há muito tempo, devemos identificar o momento de nos desapegarmos dela. É necessário sentirmos a dor apenas enquanto ela nos ajudar a aprender mais a nosso próprio respeito, ou seja, enquanto ela representar uma forma de ampliarmos a visão acerca de nós mesmos. 




Parece óbvio que ninguém deseja se apegar à dor. Na realidade, porém, desapegar-se dela talvez seja um de nossos maiores desafios. Aceitar a necessidade de abandonar um padrão emocional, mesmo que ele implique sofrimento, pode ser tão difícil quanto aceitar a morte de um ente querido, pois sentimos como se perdêssemos algo de nós mesmos. Em ambos os casos devemos aprender a fazer o luto.

Como escreve Christine Longaker em Esperança diante da morte (Ed.Rocco): O processo de recuperação da nossa dor pode nos ajudar a viver de maneira mais plena e apreciar cada dia e cada pessoa, como uma dádiva insubstituível. No luto, devemos por fim nos desapegar da pessoa que se foi; no entanto, podemos manter o seu amor conosco. Não somos abandonados na perda; podemos nutrir nossas memórias de amor, e permitir que o amor continue fluindo na nossa direção. Do mesmo modo, quando nos separamos de um padrão emocional dolorido com o qual convivemos por tantos anos, devemos manter a consciência de sua importância em nosso processo de autoconhecimento: uma forma de gratidão pelo aprendizado. 

Sogyal Rinpoche sugere o contato com a natureza como um potente método de pôr fim à dor: Um dos métodos mais poderosos que conheço para aliviar e dissolver o sofrimento é ir para a natureza, contemplar uma cachoeira, em especial, deixando que as lágrimas e a dor saiam de você e o purifiquem como a água que flui. Pode também ler um texto tocante sobre a impermanência ou o sofrimento, e deixar a sabedoria contida em suas linhas trazer-lhe consolo. 

Aceitar a dor e pôr-lhe fim é possível. (O livro Tibetano do Viver e Morrer, Ed. Talento ) Quando aceitarmos o fato de que podemos experimentar conscientemente nossa dor, então, estaremos prontos para nos liberar dela! Finalmente romperemos o hábito de autocomiseração e estaremos aptos para sermos felizes. A intensidade da dor de uma emoção possui um tempo que lhe é próprio, mas que também tem seu fim. Se ela continuar presente depois de um tempo prolongado é porque a estamos invocando em demasia. É melhor pararmos de invocar essa dor e abrirmo-nos para o desconhecido, perguntando-nos: Como serei sem esta dor? Muitas vezes encontramos justificativas nobres para não mudar, quando, na realidade, estamos é precisando ser mais sinceros com nossa fraqueza. A sinceridade é um antivírus contra as interferências interiores e exteriores, pois quando somos sinceros não fazemos rodeios. A sinceridade nos dá coragem e abertura para lidar com qualquer situação, agradável ou desagradável. Desta forma, nos abrimos para o mundo. A falta de foco é um modo de nos protegermos das exigências do mundo, e de adiarmos nossa participação nele. 

Ao saber quem somos, podemos adquirir a flexibilidade de perceber igualmente as nossas necessidades e as dos outros sem privilegiar nenhuma das partes. Assim, não estaremos amarrados a nós mesmos, nem nos confundiremos com os desejos dos outros.  


Extraído do livro O livro das Emoções de Bel Cesar, Ed. Gaia.

domingo, 8 de maio de 2011

O GRANDE MEDO

 
 "São muitas as pessoas que, por seu pavor à morte,
estão deixando de realmente viver."
Paul Simonton

O medo da morte pode fazer com que deixemos de aproveitar certas oportunidades que surgem. Essas oportunidades assumem uma postura extremamente perigosa, perigo esse – pensamos – que pode nos levar à morte. É medo de dirigir; medo de viajar de avião; medo da solidão; medo de sair à noite; medo de dizer sim; inclusive medo de dizer não...
O fato é que quando deixamos de viver em função do medo da morte, passamos a morrer até mesmo antes de havermos morrido.

Qual é a parte da vida que hoje você está deixando de viver em função do medo da morte? Você pode tentar se convencer de que pode viver sem essas coisas; no entanto, será que você realmente está vivendo? Você está mesmo vivendo, quando se abstém das pessoas ou das experiências que acredita que podem feri-lo, machucá-lo, ou de alguma forma tirar-lhe a vida? Existe uma maneira de escapar do medo da morte. Tenha em mente dois fatos inquestionáveis: 1) a vida e a morte estão nas mãos de Deus; 2) considere que você começou a morrer no momento em que você nasceu.

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