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sábado, 28 de janeiro de 2012

Mente doente, corpo doente




Creio que, apesar de óbvio, poucas pessoas parem para pensar na afirmação que se segue: a nossa relação com o planeta Terra é mediada por duas instâncias, intituladas corpo e mente.
Só isso. Não tem mais nada (obviamente não estou entrando, aqui, em questões espirituais, porque, tal discussão fugiria da proposta do tema). Se, portanto, além de espírito (como queiram alguns), só nos resta a MENTE e o CORPO, por consequência, concluímos que, nestas duas instâncias e, tão somente nelas, poderemos realizar diagnósticos científicos de adoecimento. Acontece que, de um bom tempo para cá, uma área da Psicologia denominada Psicossomática, vem demonstrando como o adoecimento psíquico se manifesta em nosso corpo. É algo difícil de se acreditar, ainda mais em nossa sociedade cartesiana aonde tudo tem de ser "pesado", "medido", "quantificado". Como se quantificam as emoções? Um quilo de tristeza? Um metro de cíúmes? Um litro de mágoa? É; não tem jeito. Emoções são coisas que a gente não toca. Entretanto, elas tocam o corpo (e como), e, quando não temos lá muita habilidade para lidar com determinados sentimentos, começam a aparecer umas "coisas engraçadas". Vou citar apenas algumas delas, porque a lista, infelizmente, é interminável... Úlceras, gastrites, prisões de ventre, diarréias, cefaléias, dermatites, queda de cabelos, dores musculares e em articulações, paralisias de membros, insônia ou excesso de sono, aumento excessivo de peso, baixa de imunidade e uma infinidade de outras moléstias. Geralmente, essas pessoas acabam, por encaminhamento dos médicos, parando em consultórios de Psicologia. Alguns profissionais da Medicina investigam, "viram o paciente de cabeça para baixo" e não encontram nada. Nada material. Sobra o emocional, que precisa ser cuidado. E, em outras vezes, encontram sim, lesões, como, por exemplo, uma úlcera. É, realmente, muito interessante - Algo que não é concreto - emoções - caso não sejam vivenciadas de forma saudável, geram lesões no concreto - corpo - . Fica aí uma dica para o (a) amigo (a) leitor (a). Tente cuidar bem de sua mente e de seu corpo. As duas instâncias andam de mãos dadas o tempo todo. Mente doente, adoece o corpo. O inverso também é verdadeiro. E, se não tentarmos cuidar melhor desses dois componentes que fazem nosso elo existencial com o mundo, então, estaremos nos condenando ao adoecimento crônico e martirizante. Afinal de contas, são as únicas instâncias nas quais é possível que os sintomas se manifestem. E, não se esqueça que, se estamos falando de sintomas, estamos falando de doenças, certo?
Um abraço fraterno,


Douglas Amorim

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Cocaína (dependência)

Sintomas
A cocaína aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca e pode causar um infarto do miocárdio letal, mesmo em atletas jovens e saudáveis. Outros efeitos incluem a constipação; a lesão intestinal; o nervosismo extremo; a sensação de que algo está se movendo sob a pele (bichos da cocaína), o que é um sinal de uma possível lesão nervosa; crises convulsivas; alucinações; insônia; delírios paranóides e comportamento violento. O droga-adido pode representar um perigo para si próprio e para terceiros. Como os efeitos da cocaína duram apenas cerca de 30 minutos, o droga-adido toma doses repetidas. Para reduzir parte do extremo nervosismo causado pela cocaína, muitos droga-adidos também usam heroína ou outra substância depressora do sistema nervoso, como o álcool.

As mulheres com adição à cocaína que engravidam apresentam uma maior probabilidade de abortar, em comparação a grávidas não usuárias de drogas. Se ela não abortar, o feto poderá apresentar danos causados pela cocaína, que passa facilmente do sangue materno para o fetal. As crianças geradas por mulheres droga-adidas podem apresentar padrões de sono anormais e má coordenação. Elas podem apresentar retardo no desenvolvimento (engatinhar, andar e falar), mas isto pode ser decorrente de deficiências nutricionais, cuidados pré-natais deficientes e abuso de outras drogas por parte da mãe. 



Com o uso diário, a tolerância à cocaína ocorre rapidamente. As reações de abstinência incluem a fadiga extrema e a depressão – o oposto dos efeitos da droga. Quando o indivíduo interrompe o uso da droga, ele pode apresentar ânsias de suicídio. Após alguns dias, quando as forças físicas e mentais são recuperadas, o droga-adido pode tentar o suicídio. Como ocorre com o uso intravenoso de heroína, muitas doenças infecciosas, inclusive a hepatite e a AIDS, são transmitidas quando os adidos à cocaína compartilham agulhas não esterilizadas.
 
Diagnóstico



O uso de cocaína é evidenciado pela hiperatividade, dilatação pupilar e aumento da frequência cardíaca. A ansiedade e o comportamento errático, grandioso e hipersexual são evidentes no consumo em maior quantidade. Frequentemente, observa-se a paranóia naqueles que são encaminhados aos serviços de emergência. O consumo de cocaína pode ser confirmado por meio de exames de urina e de sangue.

Fonte:http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/manual_Merck/mm_sec7_92.html

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A paz reside nos intestinos






Por Dr. Alberto Gonzalez
O sistema digestivo, após uma refeição, usa de todos os recursos para obter os nutrientes que irão sustentar a vida. Basicamente são: enzimas que degradam gorduras, proteínas e carboidratos, ácidos e bases para 'digerir' grandes moléculas, emulsificantes, quelantes, um verdadeiro laboratório bioquímico, à nossa disposição. Tudo funcionando naturalmente, permitindo que aquilo que usamos como alimento possa ser transformado em nutrição e energia. 
O tubo digestivo deve ter a capacidade de selecionar o que é bom (nutrição) e o que é ruim (excreção). Defender-se de um intruso com más intenções, e manter os que pegam carona e nos ajudam: das bactérias. São em média um quatrilhão de bactérias que, dependendo da alimentação, podem ser grandes amigas ou grandes inimigas da saúde.
Para manter essa enorme população de bactérias, nem sempre pacíficas, as paredes do tubo digestivo contam com a maior massa de tecido do corpo humano: o sistema de células M e as placas de Peyer. Esse sistema imunológico pode identificar e destruir microorganismos e moléculas que não nos servem ou selecionar e absorver moléculas complexas que sejam necessárias à economia e saúde do organismo.

Os processos digestório e imunológico permitem a absorção de enzimas da dieta, e podem neutralizar e destruir bactérias nocivas ou relacionar-se diplomaticamente com elas, e até dar suporte a populações de bactérias benéficas.
Se ingerirmos alimentos cozidos antes de um exame de sangue (café com leite e pão com manteiga por exemplo), nosso corpo iniciará uma resposta imune que eleva a contagem de glóbulos brancos a um valor parecido ao de uma apendicite aguda. Essa resposta orgânica é chamada de leucocitose digestiva. É por isso que os laboratórios pedem sempre que se fique em jejum antes de um exame de sangue. Esse fato, entretanto, não ocorre após a ingestão de alimentos crus.

As bactérias podem gerar efeitos diametralmente opostos na nutrição e vitalidade, dependendo do seu gênero:
• Benéficas: trabalharão incessantemente fermentando, degradando, digerindo, produzindo vitaminas (como as do complexo B), interferon (o mais potente remédio contra os vírus), antioxidantes, degradando colesterol nocivo e mantendo nosso sistema imune estável, saudável e ativo.
Elas se nutrem basicamente de fibras e alimentos de origem vegetal, principalmente os íntegros,  maduros e frescos, ou seja, não refinados, cozidos, fritos, aditivados ou congelados.
• Nocivas: trabalharão incessantemente produzindo colesterol nocivo, enterotoxinas, produtos carcinogênicos e imunodepressores, radicais livres e tornando o sistema imune instável, deprimido e auto-agressivo.
Elas se nutrem de alimentos industrializados e vazios de nutrientes, açúcar, refinado( sacarose), farinhas e amidos refinados, aditivos sintéticos, produtos de origem animal.

Anatomia inteligente dos intestinos
Apesar de ocupar um pequeno espaço dentro do abdomen, as pregas intestinais fazem com que a área do intestino aumente 3 vezes. Um aumento adicional de sete a dez vezes é garantido por centenas de milhares de pregas minúsculas: as vilosidades. E, ainda por cima, dentro das vilosidades, na borda das células intestinais, estão as microvilosidades (bordas em escova) que fazem essa área aumentar mais 15 a 40 vezes. E é nesses recantos que as bactérias habitam mas, a qualidade delas determina a nossa saúde.
Hipócrates afirmava em 400 a.C. que somos aquilo que comemos. Verdade absoluta, mas hoje a ciência da probiótica deixa claro que: Somos o que temos de bactérias em nosso intestino.
Os alimentos cozidos, irradiados, embutidos, os açúcares e as gorduras saturadas são os alimentos prediletos de bactérias hostis. Alimentando-se assim, mantemos em nosso intestino um viveiro de serpentes venenosas, que transformam tudo o que aparece em toxinas fortíssimas e degradam substâncias presentes nessa forma de dieta, em produtos que fabricam o câncer, podendo agir diretamente na parede do intestino ou ser absorvidos, gerando um enorme problema para nosso corpo se livrar. Causa surpresa que esses alimentos sejam considerados inofensivos pela Saúde Pública.
Michael Gershon, um eminente pesquisador americano, publicou em 2002 o livro O segundo cérebro. Simultaneamente, no Brasil, foi publicado pelo Dr. Helion Póvoa o livro 

O cérebro desconhecido:
Nosso tubo digestivo, feioso, na obscuridade abdominal, capaz de produzir puns e coco, é na verdade um cérebro sensível, pensante, emocionável, irritável, magoável. Além de ter memória emocional, é capaz de emitir sinais transmissores sutis ao cérebro branquinho e chique lá de cima, na cabeça.

Assim, o que temos nos intestinos pode influenciar nosso pensamento e felicidade. De forma análoga, a ciência comprovou que o uso de tranquilizantes ou terapia pode fazer uma pessoa melhorar no âmbito psicológico, mas se nada mudar na alimentação, os intestinos desses mesmos indivíduos continuarão a apresentar suas próprias psiconeuroses.
Existem milhões de neurônios no tubo digestivo, fazendo-o senhor de seu próprio controle, e há relativamente poucas conexões com o sistema nervoso central, além das fibras vagais. 

O que é mais surpreendente ainda: se fossem desligados de vez todos esses circuitos integrativos, ainda assim o tubo digestivo seria capaz de funcionar com algum grau de coordenação. Segundo Gershon, "a voz do cérebro certamente se faz ouvir no intestino, mas não em linha direta com todos os membros da congregação entérica”. Esse e outros fatos comprovados pela ciência levaram os fisiologistas a determinar o que hoje se denomina de "divisão entérica" do sistema nervoso, ou seja, a parte do sistema nervoso relativa especificamente aos intestinos.
O tubo digestivo tem importantes efeitos sobre o comportamento humano. E um complexo computador de informações do ambiente que pode harmonizar-se com o hospedeiro ou rebelar-se contra ele.


O maior mediador do pensamento, a serotonina, tem 95% de sua produção nos intestinos.
Se considerarmos ainda que os intestinos possuem funções de regulação de todas as glândulas do corpo, que é estratégico para a formação do sangue, que é a base de nossa imunidade, e a origem de nossa alegria interior e bem-estar, poderemos afirmar: A paz começa nos intestinos.

sábado, 26 de novembro de 2011

E afinal ... só depende de VOCÊ


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Veja, Sinta e aprenda, sentir e aceitar a Vida de cada um só a a cada um de nós corresponde

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O Feng Shui da Alma



"A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização. A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades. De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos. Para evitar tudo isso fique atento às oito regras para domar a bagunça. 

1. Jogue fora o jornal de anteontem.

2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha. (adoro e sigo especialmente este ítem!)

3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.

4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.

5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.

6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue tudo fora.

7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.

8. Veja abaixo uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias. Conheça cada dessas ações para evitar a crise energética pessoal:


8.1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
 
8.2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental - torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção a sua qualidade. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas. 

8.3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos. 

8.4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: "Bons tempos aqueles!", costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas. 

8.5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica energeticamente obeso, carregando fardos passados. 

8.6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço. 

8.7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individuali-dade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8.8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro escape de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe "diz" inconscientemente: "Você não me terminou! Você não me terminou!" Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da determinação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia. 

8.9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo.


Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive nesse espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa e vice-versa. A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como: falha de memória (o famoso "branco"), cansaço físico, o sono deixa se ser reparador, ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas. Para economizar energia, o crescimento pessoal, prosperidade e a satisfação diminuem. Talentos não se manifestam mais por falta de energia, o magnetismo pessoal desaparece, medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o "vampiro energético".



Extraído do site de Carolina Arêas www.terapiafloral.net

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Peça e Receba... Amor e Gratidão...



:: Rubia A. Dantés ::

Nesse tempo onde muitas coisas estão acontecendo, toda ferramenta que nos chega para ajudar é preciosa... foi assim com o Ho'oponopono e agora com Peça e Receba.
Estou praticando da forma mais simples, e está funcionando com tanta força, comigo e nas pessoas em que tenho aplicado... que estou muito feliz e esperançosa com essa nova ferramenta.

O que tenho percebido é que, ao praticarmos, as crenças que estavam ocultas, alimentando nossos problemas, são reveladas de uma forma muito rápida e nítida. Uma vez reveladas fazemos a liberação com a própria ferramenta.

Percebo que ao fazermos o pedido de forma clara e objetiva, isso por si só já nos revela algumas crenças. Observei que quando o pedido envolve um emprego melhor, ou uma melhoria na vida financeira, muitas crenças relacionadas ao dinheiro aparecem. Quando estava escrevendo sobre isso, alguns dias atrás, chegou uma canalização do Metatron que achei fantástica...

"Portanto, entenda que, para além da sintaxe, pensamentos positivos só podem se manifestar se estiverem em sincronia com as suas crenças. Por exemplo, se no seu âmago, você ACREDITA que não merece abundância, ou se no âmago da sua mente, você acredita que o acúmulo de abundância é materialista e, portanto, errado, você não manifestará abundância apenas pensando sobre ela. Se acreditar que o dinheiro é a raiz de todo o mal, a LEI da Atração não funcionará para você, até que mude essa crença básica."
 


Vou passar o Peça e Receba da forma que tenho feito e que tem dado muitos resultados.

Primeiro você escolhe um objetivo que queira alcançar e que está encontrando dificuldade. Pode ser em qualquer área da sua vida... a cura de uma doença, um emprego, um relacionamento, se livrar de um medo... etc..
Vou ensinando e dando um exemplo, porque acho que fica mais fácil entender

Escreva o que você quer de forma clara, positiva e bem definida. Vamos ver que muitas vezes temos dificuldade em saber o que realmente queremos e em elaborar isso de forma clara.

Ex: Eu quero me curar de uma dor de cabeça crônica e de tudo que ela representa

Encontre 3 motivos pelos quais está tendo dificuldade em alcançar o seu objetivo, da forma mais espontânea possível. Escreva a primeira coisa que vier, sem pensar muito

Ex: Eu não consigo me curar porque acredito que não mereço
Eu estou tendo dificuldade em me curar porque nada dá certo para mim
Eu não consigo me curar porque me sinto culpado.


A seguir fale em voz alta o que quer... é importante falar em voz alta, mas também pode ser feito mentalmente, caso esteja em algum lugar onde não possa fazer isso.

Ex: Eu quero me curar de uma dor de cabeça crônica e de tudo que ela representa

Uma vez feito isso observe o quanto isso é verdade para você, dando uma nota de um a dez.

A seguir fale em voz alta as afirmações...
- Existe uma parte do meu ser que já sabe como curar e eliminar essa dor de cabeça e tudo que ela representa
- Essa parte do meu ser quer informar isso a outras partes minhas que ainda não sabem disso
- A comunicação está sendo feita nesse momento, com facilidade e leveza
- Minha mente, corpo e espírito, estão recebendo a informação agora
- A atualização da informação foi feita

Dê uma respiração profunda e repita a frase
Ex: Eu quero me curar de uma dor de cabeça crônica e de tudo que ela representa
Observe de 1 a 10 qual a veracidade dela para você
Se for menos de 8 faça de novo as afirmações e de novo o teste, até alcançar 8 ou mais Eu gosto de fazer até o 10.

A seguir você faz para limpar as crenças.
Fale a frase com a sua crença.

Ex: Eu acredito que não consigo me curar dessa dor de cabeça crônica porque não mereço

Observe na escala de 1 a 10 o quanto você acredita nisso

Se for mais de 2, você fala assim:
- Existe uma parte do meu ser que já sabe que eu não preciso mais acreditar que não mereço me curar dessa dor de cabeça
- Essa parte do meu ser quer informar isso a outras partes minhas que ainda não sabem disso
- A comunicação está sendo feita nesse momento, com facilidade e leveza
- Minha mente, corpo e espírito, estão recebendo a informação agora
- A atualização da informação foi feita

Dê uma respiração profunda e repita a frase
Ex: Eu acredito que não consigo me curar dessa dor de cabeça crônica porque não mereço
E faz o teste para ver o quanto ainda acredita nisso até chegar ao 2 ou zero. Eu gosto de chegar até o zero

Então você fala uma frase positiva
Ex: Eu mereço curar e eliminar essa dor de cabeça e tudo que ela representa E da mesma forma faz as afirmações até a sua credibilidade chegar ao 8 ou 10

E vai fazendo isso com todas as crenças que percebeu antes e com as que aparecerem durante o processo ou depois.

Depois você pode repetir quando quiser a primeira afirmação com a frase do seu pedido. Ex: Existe uma parte do meu ser que já sabe como curar e eliminar essa dor de cabeça e tudo que ela representa

Eu li que uma terapeuta americana tem usado, depois das afirmações: "Amor e Gratidão", e também acrescentei isso às minhas afirmações.
Então depois que falo: A atualização da informação foi feita, falo "Amor e Gratidão"... Cada um pode fazer como sentir melhor...

Para medir a força do seu pedido ou da crença, podem ser usadas outras formas, como o teste muscular ou o incômodo que sente em relação àquilo... mas gosto de usar da forma que passei, porque acho mais simples.

Vamos olhar tudo a partir do coração...

Ref: Tom Altafer e Sandi Radomski

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Por que adoecemos?

Psicossomática IV: Por que adoecemos?















Quando ficamos doentes pensamos em nos curarmos e nem sequer pensamos nos motivos que nos levaram a tal doença, mas é muito importante entender as motivações que nos fazem adoecer. Afinal, por que adoecemos? Essa com certeza não é uma resposta fácil de ser respondida, mas as pessoas adoecem porque têm necessidade de adoecer, ainda que inconsciente, por mais difícil que seja aceitar esse fato. Por que haveria a necessidade para o adoecer? Vamos analisar alguns fatores desencadeantes do adoecer:
- fuga
- incapacidade de expressar as emoções
- desejo de autopunição
- necessidade de atenção (muito comum em crianças e idosos)
- estresse

- Fuga:
A doença pode ser uma válvula de escape dos conflitos emocionais. De alguma forma, ao adoecer somos "obrigados" a nos retirar da rotina para buscar a cura, é como se fosse uma maneira de nos cuidarmos, e que muitos deixam esse importante quesito para a manutenção da saúde em segundo plano. Por exemplo, o caso de um empresário que sofre um infarto quando se depara com a falência de sua empresa. Muitas vezes a doença pode ser mais destrutiva que a agressão original, mas que naquele momento não foi mais possível suportar. Se a pessoa se encontra num momento de fragilidade, ou seja, sem mecanismos de defesa, mais facilmente ela adoecerá. O mais indicado é não negar o sofrimento ou o conflito pelo qual se passa, mas nem sempre a própria pessoa consegue identificar o que sente. A dor tem que ser sentida e esgotada, pois só assim será superada.

- Incapacidade de expressar as emoções:
A incapacidade de expressar as emoções é um fator importante na origem das doenças orgânicas. Em nossa sociedade, apesar de que nos últimos anos, felizmente, está realidade tem mudado, não há espaço para manifestações de afeto, exteriorização das emoções ou do sofrimento psíquico. Em nossa cultura é muito mais aceitável, por exemplo, uma justificativa pela ausência da pessoa no trabalho, em função de alguma doença física do que por alguma dificuldade emocional. É mais aceitável um enfarte, onde todos ficam comovidos e preocupados; do que uma depressão, ou outro sofrimento psíquico, que geralmente é visto como "frescura". Claro que isso acontece muito mais em função da falta de conhecimento, da ignorância, do que pelo fato em si. Essa postura intolerante diante do sofrimento psicológico fica evidente no comportamento de algumas pessoas que convivemos. A doença física parece ser mais merecedora de atenção e cuidados do que aquele que sofre sem apresentar alterações orgânicas. Isso faz com que muitas pessoas tenham vergonha de sua dor psíquica, não tendo muitas vezes, espaço nem coragem, para expressar seu sofrimento, escolhendo assim, ainda que inconscientemente, a expressão pelo físico.

Como no exemplo citado do empresário, diante das dificuldades e não suportando seu sofrimento e angústia, ao sofrer um infarto, ele sabe que todos lhe darão amparo e cuidados; mas se ele se colocasse a chorar e lamentar-se por sua dor, poderia receber desprezo e ser visto como alguém fraco.
É comprovado que as pessoas que suportam suas dores sozinhas adoecem com maior freqüência e de maneira mais grave que aquelas que verbalizam suas dores. Algumas pessoas criam dentro de si verdadeiras prisões emocionais. A incapacidade de comunicar com palavras seus sentimentos faz com que o corpo expresse esses sentimentos, ou seja, o adoecer é a forma inconsciente de mostramos nosso sofrimento de uma maneira mais aceitável ou quando não conseguimos fazê-lo de outra maneira.

- Autopunição:
A autopunição surge para aliviar a ansiedade causada por um sentimento de culpa, derivado de um comportamento real ou imaginário, onde a pessoa se agride internamente. São pessoas que inconscientemente se sentem culpadas e merecedoras de castigo. Geralmente com a culpa, sempre vem a autopunição.
Quando há um conflito, mesmo que não tenhamos consciência de sua existência, será motivo de muito sofrimento, e se não for adequadamente resolvido, resultará em um estado de desequilíbrio do organismo a que chamamos doença. Como nem sempre conseguimos modificar a realidade, temos que nos adaptarmos a ela. Esse processo de adaptação não ocorre impunemente. Os meios que nossa psique lança mão para controlar o conflito são através dos mecanismos de defesa, que podemos entender como válvulas de escape de uma panela de pressão, que se não existirem, a panela explode. A explosão seria a doença, pois nem sempre os mecanismos de defesa conseguem ser eficazes.

- Necessidade de atenção:
A doença surge como uma forma de obter atenção, principalmente em crianças e idosos.
A opção pelo adoecer se faz pelo que chamamos de ganhos secundários. Para muitas pessoas a doença e o repouso na cama satisfazem suas necessidades de dependência, e até de descanso, como o ambiente hospitalar, que oferecem a oportunidade de satisfação parcial ao serem alimentados, cuidados e protegidos no mundo exterior. Ou as visitas constantes ao médico, tendo que as ouça e lhes dê um pouco de atenção, principalmente entre os idosos.

Se quando crianças ficávamos doentes e éramos atendidos, quando adultos podemos relacionar ficar doente com obter atenção, buscando preencher as carências e necessidades. Quando ficamos doentes não ficamos mais carentes de atenção, colo, carinho? Isso acontece porque um dos mecanismos de defesa muito comum durante a doença é a regressão, onde passamos a ter comportamentos próprios da infância. A regressão significa uma dificuldade em enfrentar ou controlar as situações de conflito. É como se, voltando a agir como criança, desistíssemos de lutar e nos entregamos aos cuidados dos outros.

- Estresse:
O estresse é um conjunto de reações que o organismo desenvolve quando submetido a uma situação que exige esforço para sua adaptação. É uma tensão emocional constante e quando essa tensão se torna intensa e prolongada, poderá haver falha nos mecanismos de defesa e surge a doença.
A expressão corporal constitui o primeiro e mais primitivo meio de comunicação e de defesa que o ser humano dispõe, principalmente nos momentos que as defesas estejam bloqueadas.
A vinculação entre estado psicológico e baixa das defesas do organismo baseiam-se nas alterações orgânicas que as situações do estresse provocam: maior produção de cortisona (hormônio produzido pelas supra-renais), que ocorre nessas situações, levaria à maior destruição das células de defesa do organismo. A relação entre o estado psicológico e as doenças não ocorre apenas nas situações de estresse, mas também de tristeza, ou toda sobrecarga de tensão emocional.

Diante do exposto acima, podemos perceber que as origens das doenças podem ser muitas, mas se analisarmos mais profundamente podemos perceber que a necessidade de adoecer está sempre relacionada com a falta de amor a si mesmo, e a necessidade desesperada de reconhecimento e atenção do mundo exterior. E ainda mais, percebemos como é importante expressarmos nossas emoções!

Rosemaire Zago

sábado, 20 de agosto de 2011

*** INIMIGOS OCULTOS ***






Sofre de REUMATISMO,
Quem percorre os caminhos tortuosos
Quem se destina aos escombros da tristeza
Quem vive tropeçando no egoísmo.
 
Sofre de ARTRITE,
Quem jamais abre mão
Quem sempre aponta os defeitos dos outros
Quem nunca oferece uma rosa.
Sofre de BURSITE,
Quem não oferta seu ombro amigo
Quem retesa, permanentemente, os músculos
Quem cuida, excessivamente, das questões alheias.
Sofre da COLUNA,
Quem nunca se curva diante da vida
Quem carrega o mundo nas costas
Quem não anda com retidão.
 
Sofre dos RINS,
Quem tem medo de enfrentar problemas
Quem não filtra seus ideais
Quem não separa o joio do trigo.
 
Sofre dos PULMÕES,
Quem se intoxica de raiva e de ódio
Quem sufoca, permanentemente, os outros
Quem não respira aliviado pelo dever cumprido
Quem não muda de ares.
 
Sofre do CORAÇÃO,
Quem guarda ressentimentos
Quem vive do passado
Quem não segue as batidas do tempo
Quem não se ama e, portanto, não tem coração para amar alguém.
 Sofre da GARGANTA,
Quem fala mal dos outros
Quem não solta o verbo
Quem repudia
Quem omite
Quem usa sua espada afiada para ferir
Quem reclama o tempo todo.
Sofre do OUVIDO,
Quem julga os atos dos outros
Quem não se escuta
Quem costuma escutar a conversa dos outros
Quem ensurdece ao chamado divino.
 
Sofre dos OLHOS,
Quem não se enxerga
Quem distorce os fatos
Quem não amplia sua visão
Quem vê tudo em duplo sentido
Quem não quer ver.
 
Sofre de DISTÚRBIOS DA MENTE,
Quem mente para si mesmo
Quem não tem lucidez
Quem preza a inconsciência
Quem menospreza a intuição
Quem não vigia seus pensamentos
Quem não pensa na vida
Quem se ilude
Quem mascara a realidade
Quem não areja a cabeça
Quem não se dá
Quem não ama.
CAUSA e EFEITO. AÇÃO e REAÇÃO.
Tudo está intrínsecamente ligado.
Tudo se conecta o tempo todo.
E assim passam os anos sem que o ser humano conheça a si mesmo.
Somos, certamente, o maior amor das nossas vidas!
Assim como o nosso maior inimigo é aquele que está oculto e que habita,
inexoravelmente, no interior de nós mesmos.
(Desconheço a autoria)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Alimentação e Vibração Energética


Entenda porque certos alimentos baixam nossa energia, comprometendo a longevidade e dificultando nossos esforços de elevação espiritual.

A certa altura do caminho espiritual, todos nós somos avisados que alimentos industrializados, artificiais e de origem animal, assim como bebidas alcoólicas, drogas e guloseimas devem ser evitados porque deixam muitas toxinas em nosso organismo. A justificativa para essa indicação é que a intoxicação do corpo baixa nossa vibração energética.

Para quem deseja compreender melhor a relação entre alimentação e nível vibratório, transcrevemos uma passagem do livro O Segredo de Shamballa, de James Redfield (Editora Objetiva). Autor do clássico A Profecia Celestina, Redfield é espiritualista e pesquisador. Para escrever o texto a seguir, ele baseou-se no trabalho do médico Phd Theodore A. Baroody, um especialista em medicina preventiva e nutrição. Aqui, Redfield explica com grande clareza e simplicidade como a dieta influi no nível de energia dos seres humanos.

A maioria das pessoas é cheia de energia e entusiasmo durante a juventude, mas, depois, na meia-idade, começa a escorregar lentamente ladeira abaixo e finge não perceber. Afinal, todos os amigos estão na mesma situação e seus filhos são ativos, então eles passam cada vez mais tempo sentados, comendo as coisas que têm gosto bom. Não demora até que comecem a ter queixas e problemas crônicos tais como dificuldades digestivas e irritações da pele que atribuem à idade, e então, um dia, contraem uma doença grave, de cura difícil. Geralmente procuram um médico que não ensina prevenção, e se põem a tomar remédios; às vezes o problema é resolvido, às vezes não é. E então, com o passar dos anos, elas pegam uma doença que piora progressivamente, e percebem que estão morrendo; seu único consolo é pensarem que o que está acontecendo com elas ocorre com todo mundo, que é inevitável. E o pior é que esse colapso de energia acontece, até certo ponto, até mesmo com quem pretende ser espiritualizado. (…) Se procuramos ampliar nossa energia e ao mesmo tempo consumirmos alimentos que nos roubam essa energia, não chegamos a lugar algum.

Temos de avaliar todas as energias que rotineiramente permitimos que entrem em nosso campo de energia, especialmente os alimentos, e evitar tudo que não seja o melhor para que nosso campo continue forte. (…) Sei que por aqui existem muitas informações conflitantes a respeito dos alimentos. Mas a verdade está aqui também. Cada um de nós precisa pesquisar, tentar ter uma visão mais ampla. Somos seres espirituais que viemos a este mundo para aumentar a nossa energia. No entanto, grande parte do que encontramos aqui se destina simplesmente ao prazer sensual e à distração, e grande parte mina a nossa energia e nos empurra para a desintegração física. Se realmente acreditamos que somos seres energéticos, devemos seguir o caminho estreito por entre essas tentações.

Estudando a evolução, você verá que, desde o início, tivemos de escolher nosso alimento experimentando e errando, apenas para descobrir quais eram bons para nós e quais nos matariam. Se comer esta planta, você sobrevive; se comer aquela ali, morrerá. Hoje, já sabemos o que nos mata, mas só agora estamos aprendendo quais são os alimentos que aumentam a nossa longevidade e mantêm alta a nossa energia, e quais nos prejudicam. (…) Parecemos ser de matéria, carne e sangue, mas somos átomos! Energia pura! A ciência já provou esse fato. Quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, vemos primeiro partículas e depois, em níveis mais profundos, as próprias partículas se transformam em padrões de energia pura vibrando em certo nível.

E se olharmos desta perspectiva para aquilo que comemos, veremos que o que colocamos em nosso corpo como alimento afeta o nosso estado vibratório, ao passo que outros diminuem. A verdade é simples. Todas as doenças resultam de uma queda na energia vibratória; quando a nossa energia cai até determinado ponto, existem forças naturais no mundo que se destinam a desintegrar o nosso corpo. Quando alguma coisa morre, como por exemplo um cachorro atropelado por um carro ou uma pessoa depois de longa doença, as células do corpo imediatamente perdem a vibração e se tornam muito ácidas quimicamente. Esse estado ácido é o sinal para os micróbios do mundo, os vírus, as bactérias e os fungos, de que está na hora de decompor aquele tecido morto. Esse é o trabalho deles no universo físico; devolver um corpo a terra.

Já lhe disse que quando a energia em nosso corpo diminui por causa do tipo de alimento que comemos, isso nos torna suscetível às doenças.
Eis como funciona: quando comemos, o alimento é metabolizado e deixa resíduos ou cinzas em nosso corpo. Esses resíduos são de natureza ácida ou alcalina, dependendo da comida; se ela for alcalina, então pode ser rapidamente extraída de nosso corpo com pouca energia. No entanto, se esses produtos residuais são ácidos, fica muito difícil para o sangue e o sistema linfático os eliminarem, e eles são depositados em nossos órgãos e tecidos como sólidos, formas cristalinas de baixa vibração que criam bloqueios ou rupturas nos níveis vibratórios das nossas células. Quanto mais desses subprodutos ácidos são depositados em nosso corpo, mais ácidos os tecidos se tornam… e adivinhe o que acontece? Um micróbio aparece, sente todo esse ácido e diz: “Ah, este corpo está pronto para ser decomposto.”

Está entendendo? Quando um organismo morre, o corpo muda rapidamente para um ambiente altamente ácido e é consumido pelos micróbios bem depressa. Se começarmos a aparentar esse estado muito ácido, ou estado de morte, então começamos a sofrer o ataque de micróbios. Todas as doenças humanas resultam de um ataque desses. (…)

Todas as doenças surgem por meio da ação microbiana. Vários micróbios foram associados às lesões arteriais da doença coronária, assim como à produção de tumores cancerígenos. Mas, lembre-se, os micróbios estão apenas fazendo a sua função; a verdadeira causa é a alimentação que provoca o ambiente ácido. (…) Nós, humanos, estamos em um dos dois estados: ou no alcalino, de alta energia, ou no ácido, que avisa os micróbios que habitam em nós ou que surgem que estamos prontos para sermos decompostos. A doença é literalmente uma decomposição de alguma parte do nosso corpo, porque os micróbios perto de nós receberam o sinal de que já estamos mortos. (…)

Geralmente, os alimentos que deixam resíduos ácidos em nosso corpo são pesados, cozidos demais, industrializados demais, e doces – como carnes, farinhas, balas, álcool, café e as frutas mais doces; os alimentos alcalinos são mais verdes, mais frescos, mais vivos, tais como legumes frescos e seu suco, verduras, brotos e frutas como abacate, tomate, grapefruit etc…

É muito simples. Somos seres espirituais num mundo espiritual e energético. Vocês no Ocidente podem ter crescido achando que a carne cozida e os alimentos industrializados são bons; mas agora sabemos que eles criam um ambiente de lenta decomposição que ao longo do tempo cobra seu preço.

Todas as doenças debilitantes que afligem a humanidade, como arteriosclerose, enfarte, artrite, aids e especialmente os vários tipos de câncer, existem porque poluímos nosso corpo, o que avisa aos micróbios dentro de nós que estamos prontos para nos decompor, desenergizar, morrer. Sempre nos perguntamos por que certas pessoas expostas aos mesmos micróbios não sofrem o contágio de uma doença; a diferença é o ambiente do interior do organismo. A boa notícia é que, mesmo se tivermos excesso de acidez no corpo e começarmos a nos decompor, a situação pode ser revertida se melhorarmos nossa nutrição e passarmos para um estado alcalino e de energia mais alta. (…)

Estamos vivendo na idade das trevas no que refere aos princípios de um corpo vibrante e altamente energético. Os seres humanos deveriam viver mais de 150 anos. Mas a nossa alimentação é tal que imediatamente começa a nos destruir.
Em toda parte vemos pessoas que estão se decompondo diante dos nossos olhos. Mas não precisa ser assim.

Zhannko Idhao Tsw - Por Alessandro

Emoções que Causam Doenças


Na tradição oriental, existem três fatores causadores de doença que são levados em conta: 

 os fatores externos, os internos e os mistos

Os fatores externos se referem às seis influências climáticas perniciosas (energias denominadas: Vento, Frio, Calor, Umidade, Secura e Fogo). 

Os fatores mistos se referem ao estilo de vida (nutrição, ocupação, atividade física, relacionamentos, traumas, parasitas, etc.). 

E os fatores internos são os que mais nos interessam neste artigo: são as Cinco Emoções.
 

As Cinco Emoções
As Cinco Emoções identificadas pelos orientais como importantes fatores internos que desencadeiam as patologias são: Alegria, Raiva, Preocupação, Tristeza e Medo.
 

Elas afetam as funções harmoniosas dos Órgãos e Vísceras, a formação de Substâncias Puras e o transporte delas através dos Canais de Energia para todas as partes do corpo, podendo assim desestabilizar o equilíbrio Yin-Yang do homem.
Por representarem as modificações do Espírito em reação à percepção de mensagens transmitidas pelo ambiente, as Emoções não são patogênicas em si ou quando o quadro energético não dá condições ao desequilíbrio. Porém, em seguida a stress brutais, extremos, violentos ou muito prolongados essas Emoções, segundo a sua natureza, atuam de maneira oposta sobre a circulação da energia, obstruindo, produzindo excessos ou deficiências.
 

Influência no fluxo energético
O primeiro efeito do estresse emocional é afetar a circulação e a direção apropriada do Qi (Energia), sendo que cada emoção vai ter um efeito particular. Resumidamente:
- Raiva (ressentimento, irritação, fúria, indignação, amargura): a agressividade é uma emoção necessária para a sobrevivência e a adaptação do homem, impulsionando a construção e o crescimento. Já a Raiva (ira) é uma manifestação extrema da agressividade que em vez de ajudar leva à desarmonia interna. A Raiva faz o Qi subir ou ficar contra-corrente, e vários sintomas e sinais aparecerão no corpo e nos órgãos.
- Alegria (excitação excessiva, ansiedade, mania, excesso de estimulação mental): o significado de Alegria como uma causa de doença não se trata obviamente de um estado de contentamento saudável, antes, é um estado de excitação excessiva e ansiosa que pode gerar palpitações, insônia, inquietação, etc. A Alegria consome excessivamente e dispersa o Qi.
- Pensamento obsessivo (preocupação): os pensamentos fixos levam à obsessão, às regras rígidas e à perda de flexibilidade. A preocupação prende e estagna a circulação de Qi. Os sintomas e sinais vão variar dependendo do órgão afetado. A mesma energia que nos dá capacidade de meditação e contemplação irá, se for excessiva e mal orientada, gerar pensamentos focados, “remoídos” e incessantes.
- Tristeza (pesar, dor, mágoa, melancolia): é uma emoção que permite entrar em contato consigo mesmo e elaborar a impermanência e mutação que é inerente à vida, não devendo ser considerada anormal. Já a tristeza profunda, prolongada ou desligada da realidade é problemática e pode levar a um estado depressivo. Ela esgota e torna o Qi deficiente, resultando na diminuição da respiração e da energia como um todo.
- Medo (ansiedade, susto, terror, pânico): é considerado a emoção básica, e é necessário porque ajuda o homem a identificar perigos e a adaptar-se corretamente às situações. Ele modera a impulsividade, aumentando o tempo entre a intenção e a ação. Contudo, em situações de excesso o medo paralisa e faz o Qi descer. Torna a pessoa insegura, dependente e incapaz de realizar objetivos em longo prazo.
 

Equilibrando a mente
A harmonia das funções dos Órgãos e Vísceras e entre as Cinco Emoções a eles ligadas proporciona no homem a capacidade de responder ao meio ambiente de uma maneira equilibrada.
Não devemos confundir nossa vida mental e espiritual com nossa vida emocional. É perfeitamente possível ser ativo e animado sem estar sobrecarregado de emoções excessivas que perturbam a mente e que podem, em certo tempo, resultar em doenças que irão se materializar também a nível físico.

Retirado do Fênix de Jade

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Você faz acontecer ou apenas reage ao que acontece?


Quando você é agente da sua vida não espera simplesmente que as coisas aconteçam - faz a vida acontecer.

Ao esperar que alguém ou alguma circunstância realizem seus sonhos você vive reativamente.Quando é agente da própria vida você cria as experiências que deseja viver. Não permite que o que os outros dizem, ou fazem, determine os seus sentimentos ou ações.

Quem manda na sua vida?

Agir é determinar o que você quer e buscar os meios para realizar seus desejos desfrutando a liberdade de ser que é, sem pedir licença. É se reconhecer como autor da sua história e não deixar que ninguém mais assuma esse papel. Ao agir você fortalece os músculos da atitude positiva e desenvolve a habilidade de tomar decisões.

Pessoas direcionadas pela ação tornam-se mais fortes, mais seguras, mais preparadas para se lançarem no mundo, exercendo a liberdade de fazer escolhas que alinhadas com seus valores fundamentais. Uma das conseqüências de estar no comando da ação é um aumento da sua auto-estima e na autoconfiança.

Reagir em vez de agir faz com que você oscile entre a culpa, a raiva e o medo. É o que acontece quando você faz alguma coisa em resposta ao que alguém disse ou fez com você. Em vez de agir, você reage a uma emoção e permite que a outra pessoa escolha a sua atitude. Ao fazer isso, você permite que o que está fora de você conduza as suas ações.

Uma das maneiras de abrir mão do seu poder é quando você toma uma atitude impulsiva, briga ou se deixa intimidar pela forma com os outros agem à sua volta. Quando permite, por exemplo, que o que uma outra pessoa fala a seu respeito ou faz com você determine seu comportamento. Ou quando você deixa de fazer o que quer para não desagradar alguém, ou para não correr o risco de ser desaprovado por pessoas que o rodeiam.

Ao não assumir a responsabilidade por suas escolhas, você acaba se ressentindo do mundo, da família, dos amigos, do parceiro, como se eles fossem os responsáveis por tudo o que não deu certo na sua vida.

Agir é uma forma de estar conectado com a ação é reconhecer a voz da intuição e se deixar guiar por ela. Abrindo-se para o conhecimento que vem de dentro, você adquire segurança para seguir em frente e aprender com todas as experiências.

Seja a causa e escolha o efeito que deseja produzir.

Que ações você pode tomar agora e que terão impacto positivo na sua vida? Ao responder a essa pergunta você se coloca no lugar de alguém que escolhe ser causa das suas experiências semeando os efeitos que pretende viver.

A verdade é que, a não ser que promova as mudanças que podem levar sua vida a um outro patamar, ninguém o fará por você. Só você pode estar no controle da sua vida e exercer o poder de transformá-la.

Jael Coaracy
Fonte: vaidarcerto.com.br

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O corpo fala e não mente - Parte II





O corpo fala e não mente - Parte II

:: Ronaldo Cardim ::


Da cabeça aos pés, tudo foi estudado, comprovando que cada parte do nosso corpo tem uma linguagem a ser entendida. A cabeça, o tronco, os membros e cada órgão interno recebem um impulso nervoso do cérebro que é comandado pelas emoções. Há uma infinidade de reações nervosas que causam doenças, sendo que uma grande parte delas a medicina não reconhece como inconscientes. Vamos mostrar alguns exemplos de como um pensamento crônico pode transformar-se em seu corpo, através das reações químicas comandadas pelo corpo.

SINUSITE RINITE: Sinusite é um sinal de que seu ego está profundamente irritado com alguma pessoa que convive com você. Ë provável que esta pessoa tente constantemente invadir seu espaço vital.

Sinusite é uma inflamação mental relacionada com alguém próximo; é a atitude mental rebelde ou a rebeldia nutrida contra os pais. Na verdade, o nariz representa a nossa sensibilidade quanto à aceitação ou recusa de algo ou alguém.

O sentimento de gratidão destas pessoas é quase que superficial e para se obter a cura total dessa dificuldade de respirar, é necessário que se comece reconhecendo que no passado ficaram suas melhores experiências e foi lá que você aprendeu tudo o que sabe hoje. Seus pais, amigos, patrões, funcionários, etc., todos, direta ou indiretamente o ajudaram a crescer. O demérito está naqueles que não aceitam, com humildade, as diferenças de opiniões, pois consideram-se os mais inteligentes e infalíveis.

Coloque em prática o que você sabe, em beneficio das outras pessoas e de si próprio. Admita humildemente os seu erros e sua ignorância em determinados assuntos, porque somente assim você descobrirá suas limitações e procurará se aperfeiçoar.

CORIZA: É a inflamação catarral da membrana mucosa das fossas nasais. Ocorre em pessoas extremamente sensíveis, que acham que só se pode conseguir o que se quer se alguém permitir. Você que tem coriza, cresça e pare de sentir-se como criança chorosa e vá à luta. Com lágrimas você não vai a lugar algum. Tenha vontade de criar suas próprias coisas e sentir prazer por elas e com elas. Participe ativamente e aceite a si mesmo com amor e sabedoria. Saiba amadurecer com alegria e dinamismo, sem perder a juventude. Perca o hábito de sentir-se vítima e enxergue que você tem capacidade e argumentos para agir diferente quando sentir-se acuado.

JOELHOS: Simbolizam atitudes para com você mesmo, no presente. Eles deveriam equilibrar o seu passado (coxas) e seu futuro (pernas).
Pessoas que não conseguem aceitar opiniões alheias, e agem como crianças para defender seu espaço, mostram que precisam amadurecer mais para poder compreender novas formas de se defender contra aqueles que lhe opõem. Faltar com o respeito para consigo mesmo deixando de realizar seus objetivos ou suportando todas as contrariedades, domésticas ou profissionais, também não é uma maneira correta de comunicar-se. A anulação pessoal só acontece quando a pessoa não conhece outros meios de se expressar e acredita que já tentou tudo para mudar uma situação desagradável, que a aflige. Se você se sente ferido em seus sentimentos e em seu orgulho porque está fazendo coisas que contrariam seu verdadeiro modo de ser, se está se desrespeitando ao forçar uma situação por não saber como corrigi-la e vive com o coração repleto de críticas e desapontamentos, saiba que seus meniscos, ligamentos e ossos do joelho serão afetados. Eles irão inflamar e poderá até ocorrer estiramento ou rompimento dos ligamentos, mesmo que seja provocado por algum acidente. Nós somos conduzidos, cegamente, pelo nosso inconsciente, para o bem ou para o mal, conforme o que acreditamos, ou pensamos constantemente.

As pessoas que não se dobram aos outros e teimam em sustentar as suas opiniões acabam somatizando um joelho que não dobra, que não flexiona e é extremamente dolorido.
A análise de nossa conduta mais secreta é, realmente, um trabalho difícil que requer sinceridade e lealdade com relação a nós mesmos. Para revertermos o quadro de doenças, dores, etc. para a saúde e a felicidade, devemos reconhecer nossas emoções diárias e não somente nossos pensamentos, para que possamos trabalhar na mudança do nosso interior.

PROBLEMAS NO MÚSCULO DO PESCOÇO: Dor no pescoço simboliza a inflexibilidade de seus pensamentos e a dificuldade de relaxar em relação às cobranças alheias e mesmo à auto-cobrança.
A pessoa que não quer deixar de ter opiniões rígidas e recusa-se duramente a mudar seus hábitos, vai ganhar um pescoço duro, igual à sua cabeça. Pessoas perfeccionistas normalmente têm muitos torcicolos.
Muitas vezes, as pessoas acordam com o pescoço doendo e nem conseguem girar a cabeça para o outro lado, reclamam: Dormi de mau jeito por isso estou assim. Tomei um golpe de vento ontem, e hoje acordei mal. E assim por diante.

Acontece que estas são apenas justificativas e não explicações reais para as dores.
Com estes exemplos, você pode ver como o consciente reage por não saber ou não ter se preocupado em aprender a linguagem do corpo. Enquanto não tomarmos consciência daquilo que acontece com nosso corpo, estaremos tentando eternamente achar resposta para nossos problemas, percorrendo o caminho oposto ao da verdade.

Se você estiver com dor no pescoço ou torcicolo, pare e pense um pouco. Analise seus últimos atos ou pensamentos contra algo ou alguém. Lembre-se de algum episódio durante o seu dia de ontem ou anteontem. Será que você não esta sendo teimoso com alguém ou com alguma idéia fixa? Será que você não está sendo insistente demais em querer que determinada pessoa pare de agir daquele jeito que tanto desagrada você?

Sempre haverá uma resposta, mas se você não souber saudavelmente voltar atrás e desistir de alguns aspectos negativos da sua conduta, seu pescoço continuará doendo e mostrando que você ainda não consegue olhar para o outro lado da questão. E literalmente, você não conseguirá olhar para o lado, a não ser que gire o corpo todo.

GORDURA: A gordura é o casulo que a pessoa cria, inconscientemente, para se proteger e se esconder dos problemas externos.

Pessoas muito sensíveis, que se deixam magoar com facilidade, buscam se proteger atrás da gordura, que representa a maciez de um abraço. Muitas vezes, a gordura é uma forma convenientemente usada para se conseguirem certos benefícios, como atrair a compaixão de outras pessoas, deixar de trabalhar naquilo que não gosta, escapar de certas obrigações que limitam sua liberdade e até mesmo testar o amor e a fidelidade do cônjuge ou dos pais. Mais uma vez vemos que o perigo está em nossa mente, não no mundo em que vivemos, e nem nos alimentos que comemos.

Faça um ”regime” nos seus pensamentos e limpe toda essa amargura. Viva tranqüilamente e sem se sentir ameaçado. Ame profundamente a todos e você perceberá que, como resposta, receberá mais amor dos outros. Saia já desse casulo e participe ativamente do mundo, de peito aberto e acreditando que você está sendo protegido pelas mãos do Grande Pai.

Pare de guardar mágoas e ressentimentos. Apenas aja com docilidade e poder e não deixe que as diferenças de vida e opiniões o aflijam.
Atenção: quanto mais você "engolir” e guardar mágoas, mais seu corpo engordará.
Para você superar definitivamente essa dificuldade de emagrecer terá que compreender que toda expectativa gera frustração. Por isto, não fique esperando acontecer o que você deseja, nem queira que as pessoas sejam como você ou lhe dêem aquilo que tanto você almeja. Saia já dessa postura de vítima e perceba o tamanho do seu próprio poder. Ninguém é responsável pelas suas fraquezas ou fracassos. Tudo depende exclusivamente da sua postura diante da vida e dos acontecimentos. Tenha coragem de mudar seu comportamento e ser você mesmo.


Pratique esportes ou faça exercícios. Torne seus pensamentos mais ativos e coloque em prática suas decisões. O mundo espera você para agir com ele. Transforme essa gordura em energia, sacudindo a poeira do passado e olhando para frente. Rápido.
Vamos acorde! Organize-se! Tudo só depende de você!

Chega de arrumar pretextos, pois isso só vem provar que você está realmente tendo alguma conveniência em ser gordo. Busque o que você deseja, sem prejudicar sua saúde e sua beleza. E, definitivamente, tente compreender que quando nos magoamos com algo é porque estamos sendo egoístas em querer que tudo seja do nosso jeito. Liberte-se dessa tendência e aceite as pessoas como elas são. Seja você mesmo e não se permita pensamentos negativos. Eleve-se a cada dia com bons sentimentos em relação à vida e cresça cada vez mais dentro da evolução espiritual, sem mágoas, sem medos, nem desconfianças. Quanto mais você se aproximar de Deus, mais se sentirá confiante e feliz. De outra forma, você estará cada vez mais longe d’Ele.

sábado, 25 de junho de 2011

Problemas Psiquiátricos Causados pelo Alcoolismo



Abuso de Álcool
A pessoa que abusa de álcool não é necessariamente alcoólatra, ou seja, dependente e faz uso continuado. O critério de abuso existe para caracterizar as pessoas que eventualmente, mas recorrentemente têm problemas por causa dos exagerados consumos de álcool em curtos períodos de tempo. Critérios: para se fazer esse diagnóstico é preciso que o paciente esteja tendo problemas com álcool durante pelo menos 12 meses e ter pelo menos uma das seguintes situações: a) prejuízos significativos no trabalho, escola ou família como faltas ou negligências nos cuidados com os filhos. b) exposição a situações potencialmente perigosas como dirigir ou manipular máquinas perigosas embriagado. c) problemas legais como desacato a autoridades ou superiores. d) persistência no uso de álcool apesar do apelo das pessoas próximas em que se interrompa o uso.
Dependência ao Álcool
Para se fazer o diagnóstico de dependência alcoólica é necessário que o usuário venha tendo problemas decorrentes do uso de álcool durante 12 meses seguidos e preencher pelo menos 3 dos seguintes critérios: a) apresentar tolerância ao álcool -- marcante aumento da quantidade ingerida para produção do mesmo efeito obtido no início ou marcante diminuição dos sintomas de embriaguez ou outros resultantes do consumo de álcool apesar da continua ingestão de álcool. b) sinais de abstinência -- após a interrupção do consumo de álcool a pessoa passa a apresentar os seguintes sinais: sudorese excessiva, aceleração do pulso (acima de 100), tremores nas mãos, insônia, náuseas e vômitos, agitação psicomotora, ansiedade, convulsões, alucinações táteis. A reversão desses sinais com a reintrodução do álcool comprova a abstinência. Apesar do álcool "tratar" a abstinência o tratamento de fato é feito com diazepam ou clordiazepóxido dentre outras medicações. c) o dependente de álcool geralmente bebe mais do que planejava beber d) persistente desejo de voltar a beber ou incapacidade de interromper o uso. e) emprego de muito tempo para obtenção de bebida ou recuperando-se do efeito. f) persistência na bebida apesar dos problemas e prejuízos gerados como perda do emprego e das relações familiares.
Abstinência alcoólica
A síndrome de abstinência constitui-se no conjunto de sinais e sintomas observado nas pessoas que interrompem o uso de álcool após longo e intenso uso. As formas mais leves de abstinência se apresentam com tremores, aumento da sudorese, aceleração do pulso, insônia, náuseas e vômitos, ansiedade depois de 6 a 48 horas desde a última bebida. A síndrome de abstinência leve não precisa necessariamente surgir com todos esses sintomas, na maioria das vezes, inclusive, limita-se aos tremores, insônia e irritabilidade. A síndrome de abstinência torna-se mais perigosa com o surgimento do delirium tremens. Nesse estado o paciente apresenta confusão mental, alucinações, convulsões. Geralmente começa dentro de 48 a 96 horas a partir da ultima dose de bebida. Dada a potencial gravidade dos casos é recomendável tratar preventivamente todos os pacientes dependentes de álcool para se evitar que tais síndromes surjam. Para se fazer o diagnóstico de abstinência, é necessário que o paciente tenha pelo menos diminuído o volume de ingestão alcoólica, ou seja, mesmo não interrompendo completamente é possível surgir a abstinência. Alguns pesquisadores afirmam que as abstinências tornam-se mais graves na medida em que se repetem, ou seja, um dependente que esteja passando pela quinta ou sexta abstinência estará sofrendo os sintomas mencionados com mais intensidade, até que surja um quadro convulsivo ou de delirium tremens. As primeiras abstinências são menos intensas e perigosas.
Delirium Tremens
O Delirium Tremens é uma forma mais intensa e complicada da abstinência. Delirium é um diagnóstico inespecífico em psiquiatria que designa estado de confusão mental: a pessoa não sabe onde está, em que dia está, não consegue prestar atenção em nada, tem um comportamento desorganizado, sua fala é desorganizada ou ininteligível, a noite pode ficar mais agitado do que de dia. A abstinência e várias outras condições médicas não relacionadas ao alcoolismo podem causar esse problema. Como dentro do estado de delirium da abstinência alcoólica são comuns os tremores intensos ou mesmo convulsão, o nome ficou como Delirium Tremens. Um traço comum no delírio tremens, mas nem sempre presente são as alucinações táteis e visuais em que o paciente "vê" insetos ou animais asquerosos próximos ou pelo seu corpo. Esse tipo de alucinação pode levar o paciente a um estado de agitação violenta para tentar livrar-se dos animais que o atacam. Pode ocorrer também uma forma de alucinação induzida, por exemplo, o entrevistador pergunta ao paciente se está vendo as formigas andando em cima da mesa sem que nada exista e o paciente passa a ver os insetos sugeridos. O Delirim Tremens é uma condição potencialmente fatal, principalmente nos dias quentes e nos pacientes debilitados. A fatalidade quando ocorre é devida ao desequilíbrio hidro-eletrolítico do corpo.
Intoxicação pelo álcool
O estado de intoxicação é simplesmente a conhecida embriaguez, que normalmente é obtida voluntariamente. No estado de intoxicação a pessoa tem alteração da fala (fala arrastada), descoordenação motora, instabilidade no andar, nistagmo (ficar com olhos oscilando no plano horizontal como se estivesse lendo muito rápido), prejuízos na memória e na atenção, estupor ou coma nos casos mais extremos. Normalmente junto a essas alterações neurológicas apresenta-se um comportamento inadequado ou impróprio da pessoa que está intoxicada. Uma pessoa muito embriagada geralmente encontra-se nessa situação porque quis, uma leve intoxicação em alguém que não está habituado é aceitável por inexperiência mas não no caso de alguém que conhece seus limites.
Wernicke-Korsakoff (síndrome amnéstica)
Os alcoólatras "pesados" em parte (10%) desenvolvem algum problema grave de memória. Há dois desses tipos: a primeira é a chamada Síndrome Wernicke-Korsakoff (SWK) e a outra a demência alcoólica. A SWK é caracterizada por descoordenação motora, movimentos oculares rítmicos como se estivesse lendo (nistagmo) e paralisia de certos músculos oculares, provocando algo parecido ao estrabismo para quem antes não tinha nada. Além desses sinais neurológicos o paciente pode estar em confusão mental, ou se com a consciência clara, pode apresentar prejuízos evidentes na memória recente (não consegue gravar o que o examinador falou 5 minutos antes) e muitas vezes para preencher as lacunas da memória o paciente inventa histórias, a isto chamamos fabulações. Este quadro deve ser considerado uma emergência, pois requer imediata reposição da vitamina B1(tiamina) para evitar um agravamento do quadro. Os sintomas neurológicos acima citados são rapidamente revertidos com a reposição da tiamina, mas o déficit da memória pode se tornar permanente. Quando isso acontece o paciente apesar de ter a mente clara e várias outras funções mentais preservadas, torna-se uma pessoa incapaz de manter suas funções sociais e pessoais. Muitos autores referem-se a SWK como uma forma de demência, o que não está errado, mas a demência é um quadro mais abrangente, por isso preferimos o modelo americano que diferencia a SWK da demência alcoólica.
Síndrome Demencial Alcoólica
Esta é semelhante a demência propriamente dita como a de Alzheimer. No uso pesado e prolongado do álcool, mesmo sem a síndrome de Wernick-Korsakoff, o álcool pode provocar lesões difusas no cérebro prejudicando além da memória a capacidade de julgamento, de abstração de conceitos; a personalidade pode se alterar, o comportamento como um todo fica prejudicado. A pessoa torna-se incapaz de sustentar-se.

Compreendendo o Lítio - equilibrio no Humor



 



O QUE É O LÍTIO?
O Lítio é um elemento mineral que ocorre na natureza.
Os comprimidos são fabricados por um processo especial sob a forma de carbonato o que assegura a libertação a níveis controlados do lítio no sangue, durante um período de 24 horas. Isto significa que o doente pode tomar o Lítio uma a duas vezes por dia.
COMO ME PODERÃO AJUDAR OS COMPRIMIDOS DE LÍTIO?
Muitos anos de pesquisa cuidadosa e uso clínico extenso demonstraram que o Lítio, quando tomado na dose correcta, normaliza a vida do doente.
O medicamento ajudá-lo-á a evitar as recaídas das depressões ou da fase de euforia.
COMO FUNCIONA O LÍTIO?
É complexo, intervindo no Sistema Nervoso Central com uma acção estabilizadora do humor.
QUAL A RAPIDEZ COM QUE O LÍTIO FUNCIONA?
Varia de doente para doente e depende da fase da doença. Em alguns tipos de crise podem ser obtidos resultados no pequeno espaço de 7 a 14 dias. Por outro lado, se o médico está a tratar o doente com Lítio para evitar a recorrência da doença, podem ser necessários 6 a 12 meses, antes de se conseguir uma eficácia completa.
DURANTE QUANTO TEMPO SE TOMA O LÍTIO?
Na maioria dos doentes o Lítio é usado tanto para tratar a doença como para evitar a sua recorrência.
Assim, e tal como o médico recomendará, deverá temar Lítio durante um longo período.
O QUE ACONTECERÁ SE O DOENTE PARAR DE TOMAR LÍTIO?
Em muitos casos ocorrerá uma situação de doença.
O doente só poderá parar o tatamento a conselho do médico.
QUAL A FREQUÊNCIA COM QUE NECESSITA DE TOMAR LÍTIO?
Numa dose única, ou em duas doses diárias, numa média de 1 a 4 comprimidos por dia.
TERÁ O DOENTE DE TOMAR SEMPRE O MESMO NÚMERO DE COMPRIMIDOS DE LÍTIO POR DIA?
De tempos a tempos, e por variadas razões, o médico pode decidir alterar a dose diária de Lítio entre meio e um comprimido por dia.
PODE ESMAGAR OU DISSOLVER O LÍTIO CASO TENHA DIFICULDADES EM ENGOLIR?
Não. Os comprimidos de Lítio podem ser engolidos com água ou então com uma bebida fria. Nunca esmagar, mastigar ou dissolver, dado que estas acções destruirão a sua composição especial. Se a sua dose diária é, por exemplo, dois comprimidos e meio, é perfeitamente adequado para o doente dividir o comprimido. Cada comprimido tem uma ranhura, para auxiliar o doente a dividir o comprimido adequadamente.
O QUE DEVERÁ FAZER CASO SE ESQUEÇA DE TOMAR A DOSE DIÁRIA DE LÍTIO?
Deve tomar a sua dose normal na altura devida no dia seguinte. Não tomar uma dose dupla.
O QUE DEVERÁ FAZER CASO SE ESQUEÇA DE TOMAR UM CERTO NÚMERO DE DOSES DE LÍTIO?
Caso se esqueça de tomar várias doses de Lítio, é aconselhável reiniciar, tomando a sua dose normal diária, na altura habitual, no dia em que se lembra. Se nos dias seguintes, se tem de deslocar ao médico para fazer a análise de doseamento de Lítio no sangue, é importante que lhe fale acerca das doses omitidas.
QUAL A FINALIDADE DAS COLHEITAS DE SANGUE?
Se está a obter benefício com o Lítio, deverá manter um certo nível de Lítio no sangue. De modo diferente da maioria dos medicamentos o nível sanguíneo do produto activo é facilmente determinado. O nível que dá os melhores resultados varia de doente para doente. Depois do médico ter estabelecido o melhor nível para o doente, as colheitas de sangue regulares rapidamente detectam qualquer alteração, permitindo ao médico ajustar a dose de comprimidos adequadamente.
QUAL A FREQUÊNCIA COM QUE TERÁ DE FAZER A ANÁLISE DE SANGUE?
A primeira análise é em geral efectuada 4 a 5 dias após o doente ter iniciado o Lítio, e então em intervalos regulares até estabilizar o tratamento.
Deverá fazer-se então um controle periódico.
PODE TOMAR O LÍTIO SEM EFECTUAR TESTES DE SANGUE?
Não.
DEVE-SE FAZER O TESTE DE SANGUE NA MESMA ALTURA DO DIA?
É melhor fazer o teste de sangue na mesma altura do dia. Por razões práticas nem sempre é possível.
Nesse caso, deixar sempre um intervalo de 12 horas entre a última dose de Lítio e a altura da colheita. Assegurar-se se o médico tem conhecimento deste intervalo.
PODE O LÍTIO TER EFEITOS SECUNDÁRIOS?
Os medicamentos mais potentes produzem efeitos secundários num pequeno número de doentes, e, no caso do Lítio, eles podem ocorrer em fases precoces do tratamento quando os níveis se estão a estabilizar, ou, mais tarde, após ficarem estabilizados. Crises de vómitos, diarreia, sonolência, ou volumes aumentados de urina, são motivos para consultar o seu médico, o qual decidirá o tipo de acção a ser tomada. A maioria das pessoas tomam o Lítio sem qualquer interferência de efeitos secundários.
EXISTEM DOENTES QUE NÃO DEVERÃO TOMAR O LÍTIO?
Sim. Eles formam uma pequena minoria, bem conhecida do médico.
Podem, quaisquer das das doenças com febre, a gripe, as gastroentrites e as infecções urinárias podem alterar a quantidade de Lítio que circula no organismo. Caso o doente desenvolva quaisquer destas infecções, diarreias, náuseas, vómitos ou um tremor intenso, deverá informar o médico imediatamente. O doente deve dizer ao médico que está a ser tratado com Lítio, no caso deste o desconhecer.
PODEM-SE TOMAR OUTROS MEDICAMENTOS DURANTE O TRATAMENTO COM LÍTIO?
Sim, mas sempre com controle médico.
PODE-SE CONDUZIR OU TRABALHAR COM MÁQUINAS ENQUANTO TOMA LÍTIO?
Sim.
É NECESSÁRIA UMA DIETA ESPECIAL ENQUANTO SE TOMA LÍTIO?
Não são necessárias nenhumas restrições dietéticas, mas o doente deverá ter refeições regulares e manter a ingestão normal de sais e líquidos. Deverá consultar o seu médico antes de tomar medicamentos, ou começar qualquer dieta de emagrecimento. Um pequeno número de doentes aumentam de peso enquanto tomam LÍTIO. Caso tenha um aumento de sede, deve beber água ou bebidas não açucaradas.
PODE-SE BEBER ÁLCOOL, ENQUANTO TOMA LÍTIO?
A ingestão de álcool em excesso aumenta a perda de água e sal no organismo e ambas as perdas podem ter efeitos prejudiciais no tratamento com LÍTIO. É melhor aconselhar-se sobre este assunto junto do seu médico.
AFECTARÁ O LÍTIO A VIDA SEXUAL?
Não.
DEVERÁ O DOENTE PARAR O LÍTIO CASO DESEJE TER UM FILHO?
Sim, após prévio aconselhamento médico.
SE UMA DOENTE ENGRAVIDA E ESTIVER A TOMAR LÍTIO, O QUE DEVE FAZER?
Parar imediatamente de tomar os seus comprimidos. Deve informar o médico caso pense que está grávida e aconselhar-se junto dele.
PODE AMAMENTAR O SEU BEBÉ ENQUANTO TOMA LÍTIO?
Não. A amamentação normalmente não é aconselhada, dado que algum LÍTIO pode estar presente no leite da mãe, e o médico em geral recomendará que o seu filho seja alimentado artificialmente.
CASO TENHA UM ACIDENTE OU OUTRA URGÊNCIA MÉDICA, ATÉ QUE PONTO É IMPORTANTE QUE OS MÉDICOS SAIBAM QUE TOMA O LÍTIO?
Os médicos que trabalham nas urgências são bastante ajudados pelo conhecimento dos medicamentos que o doente toma regularmente, sendo útil que este seja portador da indicação dos medicamentos que toma.
O QUE DEVE FAZER CASO COMECE A SENTIR ALTERAÇÕES DO HUMOR (EUFÓRICAS OU DEPRESSIVAS) MESMO TOMANDO O LÍTIO?
Se a alteração persiste durante 2 dias, deverá ir ao médico. Pode ser necessário modoficar a dose de LÍTIO.
DEVERÁ O DOENTE IR AO MÉDICO, MESMO QUANDO SE SENTE BEM?
Sim, para uma avaliação periódica em consulta médica.





























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