terça-feira, 16 de agosto de 2011
Alimentação e Vibração Energética
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sábado, 11 de junho de 2011
O que é uma “doença mental”?
“Doença mental” engloba um amplo espectro de problemas patológicos que afectam a mente, usualmente provocando grande desconforto interior e alterando comportamentos. Provoca uma enorme variedade de sintomas entre as quais queixas a nível do humor, ansiedade, memória, percepção e pensamento. Diferentes sinais e sintomas reúnem-se e evoluem no tempo, caracterizando as diferentes doenças mentais, que têm em comum tornarem a pessoa disfuncional, a nível pessoal, familiar, social e laboral, alterando, tanto pela intensidade como pela persistência, o dia-a-dia da pessoa que sofre.
A doença mental, tal como a maioria das doenças, é multifactorial, ou seja, resulta da combinação de diferentes factores. Assim é na conjugação da nossa base genética com o meio que nos envolve e seus momentos ou períodos importantes (facilitadores/desencadeadores) que a doença pode surgir, repentinamente ou de forma mais insidiosa. Uma das clássicas formas de olhar para as causas da doença mental, subdivide-as em doenças de causa endógena (resultado de factores hereditários e constitucionais), em doenças de causa exógena, sendo que estas, ao contrário das primeiras, são mais reactivas ao acontecimentos do dia-a-dia e menos dependentes da nossa genética, biologia e fisiologia. Seja qual for a causa existe sofrimento psicológico usualmente com repercussões a nível físico.
1. As pessoas que sofrem de doenças mentais nunca irão recuperar
As doenças mentais tratam-se e a maior parte dos doentes recuperaram a saúde. As doenças mentais devem ser encaradas do mesmo modo como se olha para as doenças físicas.
Não. Os doentes mentais não representam perigo acrescido para a família, comunidade ou sociedade. Por esse motivo, devem ser tratadas adequadamente e inseridas na comunidade, sem medo ou exclusão. Assim, dentro das suas limitações, poderão levar uma vida normal, feliz e produtiva.
Em geral a doença mental, tal como outras doenças físicas, pode afectar qualquer pessoa, independentemente da sua idade, emprego ou habilitações escolares; claro que há doenças que afectam a inteligência e que se procuram tratar.
Estas pessoas não escolhem ficar doentes, trata-se de uma doença e não de uma fraqueza de carácter.
Doenças mentais (ansiedade, depressão, esquizofrenia, etc.) podem afectar qualquer pessoa em qualquer época da sua vida. Podem causar mais sofrimento e incapacidade que qualquer outro tipo de problema de saúde. A Organização Mundial de Saúde, em 2001, refere que 1 em cada 4 pessoas poderá ser afectada, ao longo da sua vida, por uma doença mental.
As pessoas com doença mental descompensada agem de forma diferente devido à sua doença. São marcados como diferente e dificilmente aceites pelos demais. Pessoas nestas condições atraem medo, hostilidade e desaprovação em vez de compaixão, apoio e compreensão. Com o tempo, começam a sentir-se como estranhos e excluídos da sociedade. O estigma relacionado com a doença mental provém do medo do desconhecido e de um conjunto de falsas crenças originadas pela falta de conhecimento e compreensão dos diferentes tipos de patologias.
- O estigma abarca tudo e todos os que se relacionam com a pessoa que sofre de uma doença mental.
- A sociedade em geral está menos preparada para aceitar e ajudar as pessoas com doença mental do que as pessoas com doença física.
Cuidar sim, discriminar não. Cada ser humano nasce e desenvolve-se de maneira única. Nenhuma pessoa é igual à outra, reconhecer isso é fundamental para compreender e respeitar os diferentes.
Há qualquer coisa que não está bem com alguém que conheço
Se alguém que conhece começou a ficar confuso, evita as pessoas, tem ideias que não estão de acordo com as de todas as outras pessoas, comporta-se de forma diferente do que seria de esperar, então é importante falar com um médico para se ter orientação e ajuda…
A razão para estas mudanças pode estar no desenvolvimento de uma doença, pelo que quanto mais cedo for consultado um(a) médico(a) melhor.
» Deixou de falar com familiares ou amigos
» Perdeu a vontade e motivação para as actividades habituais
» Começou a ficar com medo(s) ou com desconfianças sem motivo
» Deixou de se alimentar, come às escondidas
» Dorme mal ou não consegue dormir toda a noite
» Começou a ter ideias estranhas
» Ouve vozes que mais ninguém consegue ouvir
» Tem graves dificuldades de concentração
» Diz ou escreve coisas que não fazem sentido
» Abusa de álcool ou drogas
» Incentivar a pessoa a procurar um médico
» Oferecer suporte, acompanhando a pessoa ao médico
» Sugerir que se escreva algumas notas em conjunto, para ajudar a explicar o que se passa na consulta
» Se a pessoa recusa tratamento, procure o médico para poder ter conselho e orientação.
Por vezes os familiares ou amigos ficam preocupados sem saber se a alteração de comportamentos está relacionada com o consumo de drogas, o que se verifica em alguns casos. Algumas pessoas que começam a desenvolver problemas psiquiátricos consomem álcool ou drogas para se sentirem melhor ou como um sinal de que precisam de ajuda. Embora estes consumos possam fazer com que essa pessoa se sintam momentaneamente bem, o que realmente acontece é um agravamento dos sintomas e uma maior dificuldade na recuperação.
» Sugira que a ida ao médico é apoiada por si e por outras pessoas.
» Discuta a situação com o médico, especialmente se há resistência por parte do outro. Lembre-se de registar de forma simples e claras as suas preocupações.
Para mais informações consulte o seu médico, que se achar necessário orientará para uma consulta de especialidade. Em caso de urgência, dirija-se ao serviço de urgência da sua área de residência. Não se acomode. Quando algo está mal, procure ajuda!
Testemunhos
Assisti a uma conferência há 2/3 anos dada pela Dra Filipa Palha, cujo objectivo era apresentar a Encontrar-se. Confesso que gostei da sua exposição, daí ter procurado mais informações acerca da associação. Infelizmente já tive 2 problemas psiquiátricos graves, em que perco a minha identidade, tornando-me completamente dependente de alguém que cuide de mim. Aconteceu isto quando tive uma Depressão e uma Rotura Psicótica devido a Stress Interpessoal. Foram tempos horríveis, em que só me lembro de alguns episódios soltos, e em que, devido à medicação ou pelo próprio estado em que me encontrava, muita coisa esqueci.
Deixamos aqui a transcrição do seu email onde nos conta um pouco da sua experiência com a doença mental.
“Obrigada por existirem. Faz falta um trabalho sério. Confesso que foi das coisas que mais senti falta e que me fez sentir mais desamparada. Principalmente quando fui confrontada com a bipolaridade.
Vário os medicamentos. Muitos deles completamente ao lado e que só pioraram o meu estado
Inúmeras crises
Muitos cortes, muitas marcas no corpo
Muito álcool. Alguns excessos
Muitos gastos incontrolados
Vários diagnósticos
Muitas fugas para a frente
Duas tentativas de suicídio. Com a última cheguei mesmo a morrer, para ser depois trazida de volta
Muita luta
Muita solidão e incompreensão. Por parte das mais variadas pessoas: colegas, familiares, marido, amigos, médicos… da sociedade!
Uma perna partida é fácil entender, mas afinal quem tenta entender o que não vê? Para compreender o que nunca experiênciou? Para compreender o outro?
E “afinal que razões pode ter uma mulher, bonita, inteligente, simpática, educada, saudável, com família, amigos, para deprimir? Deve ser falta do que fazer! Eu cá não tenho tempo para isso!!!” Quantas vezes ouvimos isto…
Confesso que já estou habituada aos altos e baixos.
Actualmente estou bem acompanhada, bem medicada. Durmo! Que sensação
Só ainda não consegui reconstruir a minha vida profissional e financeira…
Sempre tive muita esperança, muita certeza e acreditar no amanhã!
Talvez pareça incoerente, mas no meio do sofrimento, da solidão, da incompreensão, sempre soube que há uma luz ao fundo do túnel. Sei que estou neste mundo para ser feliz. E vou sê-lo. Só há momentos muito difíceis. Que quando se soma e se faz um balanço, parecem ser o real somatório de tudo.
Sonho-me tranquila, segura, feliz!
Sonho-me de volta ao meu sucesso, de volta à minha vida preenchida e interessante!
Sonho com uma vitória desta luta conta o estigma e o preconceito associados às doenças mentais!”
Fiquei deveras feliz. Feliz porque não estou só nesta longa caminhada que são estas doenças do foro psiquiátrico e mais, pela discriminação que sofremos cada um de nós que padece desta s doenças sem telas pedido.
Andei desde 2000 no Hospital de S. João em Psiquiatria por sofrer de anorexia nervosa. Tinha lá uma excelente Médica, mas mudaram-me para um Médico que era o extremo oposto; não digo aqui os nomes pois respeito os nomes e a individualidade das pessoas que lá me trataram, mas falo de pessoas que com quem convivi aqui perto de casa, pois moro na Senhora da Hora, E chamaram-me de drogada pelo aspecto magro que tinha; anormal, maluca; agora deu-lhe para isto; enfim não acabaria aqui de enumerar as palavras ditas por pessoas sem escrúpulos e eu comecei cada vez mais a isolar-me a exclui-las e não falar.
Ter-me-ão junto de vós.
Perdi pessoas que amava e amei durante anos… mas ganhei o carinho e o exemplo das suas vidas.
Perdi momentos únicos da minha vida porque em vez de sorrir chorava.
Mas a vida é um baile e tenho de seguir em frente mesmo com as quedas e falhas aprenderei com os erros como lições de vida
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
A força do nosso PENSAMENTO - um ensinamento fundamental para se curar
Para alcançarmos a felicidade, uma vida plena, usufruindo de todas as benesses que esta vida nos oferece, devemos ter conhecimento, dentro de nossa condição de discernimento, como funciona esta máquina maravilhosa que é o ser humano.
Devemos entender que nossas ações, no dia a dia, passam por influências que fogem do nosso comando, mesmo que seja naquele momento em que necessitamos acionar nosso mecanismo de ação corporal e mental.
Uma simples sede passa a ser um ato complexo que aciona outra gama de mecanismos do nosso organismo, influenciado por determinações, no primeiro momento fora de nossa consciência.
A vontade externa, isto é, a consciência de beber água veio de uma necessidade interna de nosso organismo que naquele momento necessita dessa água.
Cientistas têm descoberto que muitos atos que no primeiro momento acreditamos ser de nossa vontade consciente surgem primeiramente do nosso inconsciente.
Nosso organismo possui células das mais variadas, que tem inteligência e função própria independente.
Todas as células têm função específica em nosso organismo, sem nosso conhecimento e domínio. Algumas células produzem secreção por contra própria.
As células dos testículos secretam o sêmem, as células dos rins secretam a urina.
Há células que tem a função de soldados que defendem o corpo das investidas ou ataques de matérias venenosas ou de germes.
Essas células detectam tais organismos estranhos e os expulsam de nosso corpo.
Há células que tem a função de transportar os alimentos para os tecidos e órgãos.
Assim entendendo, as células fazem seu trabalho sem nosso conhecimento e vontade.
Essas funções são controladas pelo sistema nervoso simpático que os mantêm conectados e em comunhão com nosso cérebro. Todos os impulsos cerebrais são transmitidos às células.
Sendo assim, passamos a entender que nosso organismo depende de nosso estado cerebral e está diretamente ligado e enormemente afetado pelas condições de nosso estado de ânimo.
Se houver em nosso cérebro estado de desânimo, depressão e outras emoções e pensamentos negativos, de imediato essas influências serão absorvidas por cada célula de nosso corpo.
Desta forma, fica criada uma confusão e um desconforto que serão sorvidos pelo nosso sistema nervoso, e as células soldados entram em descompasso, criando um estado de pânico, perdendo suas funções, tornando-se ineficientes, ocasionando as doenças do corpo e da mente.
A força vital passa a não funcionar satisfatoriamente, baixando o nível de sua vitalidade, criando em nossa mente, pelo descompasso do funcionamento das células, o desânimo, a infelicidade, a desarmonia, a ansiedade e outros malefícios da mente e do corpo.
Passamos assim a entender que o pensamento é a maior força do universo, e a arma mais poderosa de que se tem notícia. O pensamento move montanhas, transforma e edifica, quando é constituído de forma construtiva, sadia.
Sendo assim, precisamos aperfeiçoar nossa técnica para utilizar nossa força do pensamento.
O pensamento passa a ser palpável, sentido.
O pensamento é uma grande força que tem a capacidade de mover e criar coisas.
O pensamento é dinâmico e sutil.
Através do pensamento você se torna poderoso, criador e destruidor, conforme a direção dada a esse pensamento.
Quando aprende a controlar o pensamento em busca de seus objetivos e sonhos, você passa a ser uma pessoa poderosa, provida de uma força descomunal.
O mundo é movido por pensamentos.
Toda a exteriorização da realidade é em virtude do pensamento.
O bem, o mal, o amigo, o inimigo, a virtude, o malefício existem somente em sua mente.
O homem cria em sua mente um mundo do bem ou do mal, da alegria e da felicidade, do sofrimento e da paz.
Toda situação em que se possa encontrar uma pessoa parte de sua imaginação, de sua criação mental.
Sendo assim, devemos estar atentos e vigilantes para a qualidade de pensamento que aflora à nossa mente.
Só e somente dessa forma podemos alcançar a felicidade tão almejada por todos.
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sábado, 21 de maio de 2011
COMO AJUDAR-SE A SI MESMO
- Não se imponha metas difíceis e nem assuma responsabilidades em excesso;
- Divida as grandes tarefas em tarefas menores, estabeleça algumas prioridades e faça apenas o que puder e do modo que puder;
- Não espere demais de si mesmo; isto só aumentará sua sensação de fracasso;
- Procure ficar com outras pessoas; geralmente é melhor do que ficar sozinho;
- Participe de atividades que possam fazer você se sentir melhor;
- Você deve tentar praticar exercícios físicos, ir ao cinema, a jogos ou participar de atividades sociais ou religiosas;
- Não exagere ou se preocupe se o seu humor não melhorar logo. Isso às vezes pode demorar um pouco;
- Leia bons livros, em especial os de auto-estima, eles poderão ajudar você a refletir sobre a situação que está enfrentando e encontrar um caminho mais fácil para sair dessa;
- Faça meditação, ajuda a relaxar;
- Não tome grandes decisões, tais como mudar de emprego, casar-se ou divorciar-se sem consultar pessoas que o conheçam bem e que possam ter uma visão mais objetiva de sua situação. Resumindo, é aconselhável adiar decisões importantes até que sua depressão tenha desaparecido;
- Não espere que sua depressão passe de um momento para outro, pois isso raramente ocorre;
- Ajude-se o quanto puder e não se culpe por não estar "cem por cento";
- Não importa qual a sua religião: reze, ore e peça ajuda divina para superar suas dificuldades, isso sempre traz um grande bem-estar;
- Ouça músicas alegres, isso ajuda a mandar embora os pensamentos derrotados;
- Assista a filmes divertidos;
- Tente educar seus pensamentos: pensou em coisa ruim, para tudo e começa de novo;
- Converse com as pessoas que gostam de você e vão poder ajudar com palavras de carinho e comentários favoráveis a respeito de sua dor;
- Melhore sua qualidade de vida: saia para caminhar, ver pessoas;
- Cuide de seu visual e de sua casa;
- Cuide de um animal de estimação e o bichinho vai mostrar a você o quanto a sua presença é importante;
- Fale alto palavras positivas como alegria, felicidade,realização, paz, controle, amor, luz; elas são capaz de melhorar seu humor;
- Não aceite seus pensamentos negativos. Eles são parte da depressão e desaparecerão a medida que sua depressão responder ao tratamento.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
PONHA UM TUBARÃO EM SEU TANQUE
PONHA UM TUBARÃO NO SEU TANQUE Celito Medeiros Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Deste modo, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo! Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados. Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Se aposente, mas invente. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença. "Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar". L. Ron Hubbard e sua tecnologia. |
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DOENÇA MENTAL É DO ESPÍRITO (PSIQUE)
A Obsessão Espiritual como doença da Alma, já é reconhecida pela Medicina ( Publicação - Dr. Osvaldo Shimoda) Em artigos anteriores, escrevi que a Obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do ser humano e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade: mente corpo e espírito. Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, psicológico e espiritual. Desta forma, a Obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID -O Código Internacional de Doenças- que permite o diagnóstico da interferência espiritual obsessora. O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença. Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença. Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos -nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura- bem como na interferência de um ser desencarnado das trevas, a Obsessão espiritual. Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios. O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura. Na Faculdade de Medicina da USP, o Dr.Sérgio Felipe de Oliveira, médico, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade. Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas. Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas. Em minha prática clínica, a grande maioria de meus pacientes, que são rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o ser integral. (Corpo - MENTE - Espírito) Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo. (.......) DOENÇA DA MENTE É DOENÇA DA PSIQUE (alma/espírito - pensamento). (Por que esconderam até agora? Por que a Psiquiatria estava contrariando dados da própria Medicina e da OMS? Será que agora entenderão que Doenças Mentais não se resolve com Drogas Psiquiátricas? Será que as pessoas agora darão atenção às Tecnologias que não usavam drogas, defendiam a solução pela Psique, como também as Religiões estariam corretas?) - CFM |
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A cura pelo poder ilimitado de Deus
Os médicos procuram conhecer as causas das doenças e eliminá-las, para que as enfermidades não retornem. Geralmente, são muito hábeis no emprego de determinados métodos materiais de cura. Entretanto, nem todas as doenças reagem aos métodos e à cirurgia; nisso reside a principal limitação desses métodos.
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OBSESSÃO E DOENÇAS MENTAIS
- Dr. Jorge Andréa dos Santos - Boletim do Associação Médico-Espírita do Brasil
Por outro lado, não podemos deixar de notar no psiquismo a condição de centro emissor e receptor de energias específicas, propiciando ligações dos campos mentais com os nossos afins. O psiquismo humano está sujeito a interações cada vez mais intensas, quando o bloco afetivo está presente de forma preponderante. Nestes casos, as permutas mentais se tornam constantes e ativas por questões de sintonia e mais apurada afinidade.
Desse modo, compreendemos as influências psíquicas a que estamos subordinados, que se intensificam quando o elemento emocional e afetivo se encontra ativado não só no campo do amor, mas também no desamor ligado ao ódio. Tanto os que amam como os que odeiam desencadeiam imensos pacotes energéticos psíquicos que vão atingir os seus afins em sintonia consciente ou inconsciente.
Estes campos psicológicos, em suas devidas manifestações, necessitam da acolhida e do respectivo entrosamento. Como nossa vida mental será o resultado de muitas etapas (reencarnações), as ligações apresentam profundas relações não só com os fatores e experiências presentes, mas também com as fontes e registros de todo o nosso passado. Isto faz com que as ligações mentais sejam bastante complexas, com estruturações de difícil decifração e cujo conjunto de emissão e recepção ou ação e reação de toda natureza (positiva, gerada pelo bem e pela ordem, ou negativa, desencadeada pelo mal e pelo desejo de vingança e ódio) apresente projeções das mais variadas em estados harmônicos. Os estados de desarmonia que se refletem na organização mental mostram variações de toda ordem, cujo grau de intensidade estará relacionado principalmente com os lastros distônicos do passado. A acolhida mental dessas reações se fazem comumente entre encarnados e desencarnados com naturais oscilações, cuja sintomatologia decorrente deverá fazer parte de um capítulo pouco abordado ou mesmo desconhecido da psiquiatria, as decantadas obsessões espirituais.
Classificação das Obsessões
A doutrina espírita tem cuidado com zelo do tema das obsessões, apresentando uma classificação didática que torna compreensível o processo da influência espiritual do desencarnado no psiquismo do encarnado. Assim, as obsessões foram abordadas em três patamares: simples, fascinação e subjugação.
A obsessão simples é observada quando há pouca interferência nas correntes mentais do atingido, consciente ou inconscientemente, mas sem domínio do receptor. Muitas vezes, o próprio atingido reconhece a influência negativa, procura se prevenir, possui condições de luta e expulsa a idéia parasitária que deseja acolhida.
Já a obsessão-subjugação traduz um bloqueio intenso da vontade, as resoluções do psiquismo estarão subordinadas ao jugo das correntes emissoras do obsessor, que passa a comandar, subjugando o obsediado de modo integral. É neste grupo, principalmente, que se desenvolvem os conhecidos quadros mentais patológicos, nos quais, muitas vezes, a análise se torna de difícil avaliação. Nestes casos, as associações entre obsessão espiritual e doença mental se imbricam de tal modo que os sintomas mentais se tornam definitivos pelas constantes demarcações do processo obsessivo.
É lógico se compreender que os diversos quadros obsessivos são variados e estão de acordo com cada ser, levando-se em consideração o arcabouço psicológico, a intensidade das reações, a conduta pessoal, atitudes diversas e as ligações com o passado, tudo a responder pelas conhecidas reações cármicas. Muitas vezes, certas obsessões aparecem de modo fugaz e logo são afastadas pelas atitudes nobres e corretas do indivíduo que, com este proceder, neutraliza as investidas. Outras vezes, mostram-se mais duradouras, mas se apagam à medida que o atingido vai se ligando ao bem e aos modelos mentais mais ajustados.
Existe um fator ao qual não podemos deixar de nos referir, que é a sensibilidade medi única, pois ela permite ligações mais intensas pelas aberturas dos campos mentais. Allan Kardec afirmou de forma oportuna: "Não foram os médiuns nem os espíritas que criaram os espíritos. Ao contrário, foram os espíritos que fizeram com que haja espíritas e médiuns. Não sendo os espíritos mais do que as almas dos homens, é claro que há espíritos desde quando há homens e, por conseguinte, desde todos os tempos eles exercem influência salutar ou perniciosa sobre a humanidade. A faculdade mediúnica não lhes é mais do que um meio de se manifestarem. Em falta dessa faculdade, fazem-na por mil outras maneiras mais ou menos ocultas. Seria, pois, um erro crer que só por meio das comunicações escritas ou verbais exercem os espíritos sua influência. Esta é de todos os instantes e mesmo os que não se ocupam com os espíritos ou até não crêem neles estão expostos a sofrê-la, como os outros e mesmo mais do que os outros, porque não têm com que a contrabalançarem".
Diante de tais manifestações e fatos do psiquismo, não podemos deixar de compreender a importância desses eventos nos campos psicológicos da humanidade. Necessitamos de sondagens, observações e avaliações ajustadas dentro dos modelos científicos em vigor, pois os fatos estão presentes em toda a parte, exigindo catalogação.
Abertura mental
Compreende-se a impossibilidade de se fazer uma análise mais detalhada do processo obsessivo neste artigo, entretanto, algumas explicações a mais serão oportunas e elucidativas. O processo, por sua condição de ligação mental, estende-se em múltiplas condições, perdendo-se em estruturações psicológicas de toda natureza. Podemos dizer que é possível o processo ocorrer de encarnados para desencarnados, de desencarnados para encarnados e entre desencarnados. Todas essas variações respondem por autênticos fenômenos de hetero-obsessões.
A constante e duradoura atuação obsessiva traduz um real processo parasitário. Nesta ordem de idéias, devemos computar como fatores predisponentes a existência de pensamentos negativos constantes e revoltas acompanhadas de forte séqüito emocional que certos indivíduos cultuam habitualmente por falta de higiene mental. Esses indivíduos introduzem e absorvem a própria negatividade desenvolvida na zona consciente e que, pelo constante condicionamento, refletem um processo auto-obsessivo que lhe são próprios, sem interferências externas. Existem grupos neuróticos, principalmente da classe histérica, que denotam este tipo de auto-obsessão com intensa sintomatologia psicossomática.
Todos os processos obsessivos podem ser ativados e alimentados pelas ações desequilibrantes de conduta e descontrole emocional e afetivo, cujos mecanismos aceleram as condições de fixação mental. Podemos mesmo dizer que se encontra nas bases do processo em pauta um vasto condicionamento hipnótico, pela existência de um mesmo clima psicodinâmico no qual o monoideísmo passa a ser a tônica constante, de modo a estabelecer um verdadeiro circuito fechado. Nesta posição, incrementa-se o fenômeno ideoplástico na fixação de imagens, propiciando o surgimento das alucinações de toda ordem, principalmente visuais e auditivas. Nesta fase, serão atingidos não só os componentes físicos do psiquismo, mas também as regiões energéticas que os envolvem, representadas pelos campos perispirituais ou psicossoma, campo intermediário entre matéria e espírito.
Por tudo isso, tornam-se compreensíveis os desarranjos psicossomáticos no obsediado, cujos reflexos mais profundos podem atingir o sistema imunológico, através da diminuição das defesas orgânicas. Conforme o grau de atuação e implantação obsessiva, poderá haver lesões definitivas nas organizações psíquicas, cujos sintomas desembocam em distonias psiquiátricas. Claro que as estruturas defeituosas do passado, como campos vibratórios específicos encravados no espírito na zona inconsciente, constituem pontos frágeis a serem envolvidos pelos processos obsessivos de toda natureza. As conseqüências processuais de intensidade das reações estarão relacionadas às próprias atitudes psicológicas dos seres, isto é, as atitudes do passado, com suas conseqüências, exercem um forte compromisso no desencadeamento do processo obsessivo.
Todo esse mecanismo de simbiose mental entre os hominais será conseqüência de atuações envolvendo totalidade psíquica, racionalização e responsabilidade, próprios do psiquismo humano, condição diferente da cerebração fragmentada e oscilante existente nos mamíferos. Não tendo o cérebro destes alcançado ainda o processo de racionalização característico dos mamíferos superiores, os atos psicológicos são fragmentários, para não permitir a fixação de idéias. A simbiose observada no hominal por sintonia propicia ao desencarnado nutrir-se das energias vitais do encarnado. A imantação e fixação obsessiva estará relacionada às afinidades de atitudes, principalmente as pregressas, que ambos carregam. Fixada a simbiose, uma vez que pode ser um fator temporário, o encarnado passa a ser vampirizado, a ser um fornecedor de energias para vitalização do obsessor. É nesta condição que vinganças e desencadeamento de ódios ligados ao pretérito se exteriorizam em um panorama de imensas apresentações.
O Espiritismo tem fornecido elementos valiosos para compreender o intercâmbio dimensional entre encarnados e desencarnados com relação às interações bioenergéticas. Sabemos que essas ligações se tornam mais intensas na presença dos fatores emocionais e afetivos com os quais convivemos habitualmente. No psiquismo humano, as reações do dia-a-dia são mais um atestado desse processo. Embora convivamos com pequenas reações ansiosas, depressivas, compulsivas, em tonalidades reduzidas por serem necessárias aos impulsos da vontade, os tipos psicológicos e a respectiva maturidade evolutiva dos seres demarcam os aspectos das manifestações.
Portanto, as manifestações obsessivas estão em constante manipulação dos campos afetivos. Há como que uma interação entre hóspede e hospedeiro, chegando a tal ponto que, às vezes, ambos se integram e se necessitam mutuamente, vivendo às expensas um do outro em legítima união parasitária. Por outro lado, devemos considerar os sintomas que o processo obsessivo desencadeia, com tonalidades imensas e, muitas vezes, de difícil avaliação. Entretanto, temos observado a predominância do complexo de culpa em muitos casos de obsessões espirituais, podendo levar a reações de incompreensível medo, refletido nos acontecimentos diários da vida.
Como devemos nos comportar diante da existência das obsessões? Analisar os fatos e tentar compreender sua dinâmica face a cada indivíduo em particular é o que reputamos ser da mais alta importância, incluindo-as nos quadros nosológicos da psiquiatria para serem melhor avaliadas pela ciência. Não podemos relegar tantos fatos comprovados ao desconhecimento como casos neuróticos ou psicóticos. Claro que os modelos de tratamento psiquiátrico não podem ser relegados, temos que lançar mão das aquisições científicas de nosso tempo como coadjuvante terapêutico. Nas obsessões, os modelos psicológicos transpessoais representam valiosos suportes em busca de equilíbrio e ajuste.
Análise e compreensão
Reações de tal quilate podem também não estar ligadas a componentes pregressos, mas como respostas de atitudes atuais. Nossa vontade, com o relativo livre-arbítrio que carregamos, pode neutralizar ou ampliar muitas manifestações obsessivas, até mesmo renascer novos focos e seus respectivos sintomas. Insistimos em dizer que o processo obsessivo, ainda não computado pela ciência oficial como entidade causadora de distúrbios principalmente mentais, apresenta-se oscilante, com sintomas pouco definidos e bastante mesclados, porém, com características ora neuróticas, ora psicóticas. Por estes fatos, a confusão reinante é grande, percebendo-se algumas vezes que o processo obsessivo se acopla ao sintoma psiquiátrico já existente e, em outras, acontece o contrário, ou seja, o processo possibilita o nascimento da distonia mental. Então, os casos se mostram combinados e com imprecisos limites.
Fornecer um quadro patológico que caracterize as obsessões é um assunto difícil, em virtude da oscilação e da imbricação dos sintomas associados. Não sabemos onde começa a doença mental ou a obsessiva, mas possui mos condições de analisar a presença espiritual deletéria predominando no cenário. Muitos pacientes portadores de delírios podem estar relacionados a um processo exclusivo ou combinado com um quadro psicótico. O psiquiatra moderno precisa conhecer os variados transes mediúnicos, para avaliar e ampliar os horizontes que o psiquismo humano vem revelando a todo momento.
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Etiquetas: Ajudas TERAPEUTICAS, Conselhos espirituais
sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma.
Divorciei-me duas vezes, tenho quatro filhos (de 37e 28 anos) e quatro netos.
Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu.
A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".
Estou gripado, o que você me receita?
- Nada.
Nem um pouco de Frenadol?
- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.
Mas eu fico na cama ou não?
- Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!
Mas os vírus não se importam com o que eu acredito!
Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!
- Claro que sim, como todos...
Bem, aí está... Minha atitude seria: "Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo me cuidar um pouco". E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me maltratado ultimamente. ..
- V. se deu uma gripe de presente, você diz?
Sim! Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.
- Mas ninguém quer uma doença...
A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!
- Talvez o mais prático fosse um comprimido.. .
Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.
- Não me diga agora que a medicina mata...
Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.
- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.
Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
Medicina da doença? Esclareça!...
Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.
- Prefere remédios alternativos, por quê?
Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia. .. a prática da yoga... a meditação... são mais baratos... e bem menos perigosos.
- Mas eles não salvam ninguém do câncer.
Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?
- Pode fazer isso, sim.
O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com radiação, lhe mutilar com extirpações...
E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em paz com ela... não haverá câncer!
- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?
Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves...
- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.
A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.
- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.
Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?
- Já tenho feito isso várias vezes...
E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora ... No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!
- Acho que vou continuar com as vacinas...
Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais.. .
- Por que abominou a medicina?
Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.
- Ou seja, você já não pode prescrever remédios...
Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!
- E a quem interessa a "máfia médica"?
À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância).. . O que está por trás disso? O dinheiro!
- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...
Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.
- Qual foi sua última doença?
Dois dias atrás, heheee... uma diarréia!
- E para refletir o que em sua alma?
Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já me sinto bem!
- Mas, e se ficar muito mal, hein?
Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... Seu salvador vive dentro de você. Seu salvador é você. Você é Deus!
Fonte: Instituto Anima
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